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Rádio Guarujá
Vereadores de Orleans explicam voto contra projeto de reestruturação administrativa
Por Rádio Guarujá15/09/2025 11h02
Foto/Redação
A última sessão da Câmara de Vereadores de Orleans, na semana passada, foi marcada por debates acalorados e polêmica. O Executivo enviou dois projetos, 14 e 15/2025, que propunham uma reestruturação administrativa, incluindo a criação de três novas secretarias e o reajuste de quase 100 cargos comissionados, sem detalhar orçamento ou impacto financeiro. Pela primeira vez, ambos os projetos foram rejeitados, com o prefeito Fernando Cruzetta sofrendo derrota por 6 a 5.
Para explicar sua decisão, os vereadores Mirele Debiasi (PSDB) e Dovagner Baschirotto (MDB) detalharam os principais pontos do projeto, destacando que o conjunto de medidas apresentava riscos financeiros e políticos significativos, e que a forma como foram apresentados poderia gerar confusão entre os funcionários e a população. Eles enfatizaram a necessidade de transparência e fiscalização rigorosa do Executivo.
Motivos do voto contrário
Antes de detalhar os problemas do projeto, Mirele ressaltou que muitos funcionários esperavam reajustes que não seriam aplicados e que a criação de novas secretarias carecia de planejamento orçamentário. Segundo ela, isso reforça a necessidade de um olhar crítico por parte da Câmara.
“O projeto veio escrito que seria uma reestruturação de cargos. Todos os funcionários ficaram esperando que teriam algum tipo de reajuste no salário, mas isso não era verdade. Esse reajuste era para cargos comissionados, cargos de confiança do prefeito. E dentro deste projeto havia a criação de mais três secretarias. Em momento algum entrou na Casa um projeto específico para criação dessas secretarias. Levaram atletas para dizer que a gente é contra o esporte. Jamais somos contra o esporte, mas temos que ter responsabilidade com o dinheiro público e não podemos votar um projeto que é um bolão de reajuste de cargos para os “amigos do rei”, criando secretarias onde nem o orçamento estava previsto.”
Durante sua fala, a vereadora também demonstrou insatisfação com declarações do prefeito Fernando Cruzetta, que teria dito que a oposição trabalha contra o município. Para Mirele, essa acusação não se sustenta, já que ela própria tem buscado recursos importantes para Orleans.
“E muito me entristece quando eu ouço do Fernando, do prefeito, que a oposição trabalha contra o município. Falei aqui antes, fora do ar: a gente trouxe 500 mil reais com a deputada Giovânia de Sá para a construção de uma quadra coberta no João Paulo II. O dinheiro já está na conta, mas a obra ainda não começou. Além disso, trouxe 250 mil reais com o deputado Marcos Vieira e, na sexta-feira, tive a grata surpresa de ser procurada pelo deputado que destinou mais 300 mil reais para aplicar este ano ainda aqui no município.”
Dovagner, por sua vez, contextualizou que o projeto passou por análises e reuniões técnicas, mas mesmo assim houve tentativas de pressão sobre os vereadores minutos antes da votação. Ele apontou que a forma de apresentação do projeto buscava garantir aprovação rápida, sem permitir avaliação detalhada
“O projeto foi lido na primeira segunda-feira, analisado nas comissões, e minutos antes da sessão, que começou atrasada, foi retirado, isso é manobra política. Ficou mais uma semana na Casa para estudo. Na outra semana, o secretário de Administração voltou à Câmara para explicar novamente, mas já havia pareceres favoráveis. Para mim, foi um modo de pressionar os vereadores para votarem a favor. Mais uma vez, era um bolão, com muitos pontos que trariam um grande impacto financeiro à folha de pagamento. Não estamos aqui para travar o município; estamos aqui para fiscalizar e legislar.”
Aprovação parcial e desmembramento do projeto
Embora alguns pontos do projeto fossem considerados positivos, ambos os vereadores destacaram que o conjunto de medidas não poderia ser aprovado em bloco, pois dificultaria a análise detalhada dos impactos financeiros e administrativos. Mirele explicou que a forma como o projeto foi apresentado gerava incerteza sobre a execução das secretarias e aumentos.
“Alguns pontos do projeto eram interessantes, como a criação de uma Secretaria de Esportes e de Turismo e Cultura, mas cada uma deveria ter vindo de forma separada, com análise própria. Por exemplo, temos nosso próprio projeto para criar a Secretaria de Cultura, com orçamento definido, e poderíamos discutir secretaria por secretaria. O que o Executivo apresentou foi um bolão: secretarias no meio, reajustes no meio, mais cargos no meio. Nossa responsabilidade é com o recurso da população, e tenho certeza de que ninguém em Orleans está trabalhando para simplesmente aumentar a máquina pública com salários.”
Dovagner reforçou que a comparação com cidades maiores evidencia a desproporção do projeto, e que a aprovação poderia criar precedentes perigosos.
“Orleans tem cerca de 25 mil habitantes e já planeja seis a nove secretarias, fora a subprefeitura em Pindotiba. Muitos cargos são direcionados apenas ao prefeito e aliados. Nosso papel é fiscalizar, legislar e observar o que vem do Executivo, não dar cheque em branco. Criciúma tem 240 mil habitantes e cinco secretarias funcionando. Orleans é menor e, ainda assim, pretende ampliar o número de secretarias e cargos sem necessidade.”
Pressão de secretários
Além das questões técnicas e financeiras, ambos os vereadores relataram episódios de pressão de secretários durante a sessão, que tentaram influenciar o voto ou intimidar os parlamentares. Mirele lembrou que atitudes como essa violam princípios democráticos.
“Durante a sessão, o Ito (secretário de administração), uma pessoa que respeito e foi meu professor na faculdade, foi para a tribuna e, antes mesmo de falar qualquer coisa, disse: ‘Boa noite, presidente, estou aqui para mostrar quem é quem, população, funcionários, olhem aqui quem é quem, cada vereador, o voto de cada um’. Jamais vou aceitar que um secretário, de quem quer que seja, passe dos limites democráticos e tente intimidar o voto dos vereadores. Eu nunca tive medo de votar, e sempre que um secretário ou qualquer pessoa chegar à Casa e ultrapassar os limites, essa será a minha resposta.”
O vereador Dovagner complementou que essas ações reforçam a importância de manter a independência da Câmara.
“Mais uma vez um secretário tentou intimidar os vereadores. Não é derrota do prefeito; é vitória do município de Orleans. O aumento da folha daria cheque em branco ao prefeito, e não podemos permitir.”
Projeto poderá ser rejeitado novamente
Com a reprovação do projeto, cresce a expectativa sobre como a questão será tratada em 2026. Os vereadores deixaram claro que sua posição não é política, mas baseada na responsabilidade fiscal e na transparência, ressaltando que qualquer medida futura deve ser apresentada de forma desmembrada, para permitir análise detalhada de cada secretaria, cargo ou reajuste e garantir segurança financeira ao município. Mirele detalhou sua postura, ressaltando que não abrirá exceções caso o projeto volte sem alterações.
“Se mandar de novo em fevereiro, meu voto é contra. Se ele quiser ajudar o esporte, pode enviar a criação da Secretaria de Esporte separadamente, e terá meu apoio”, afirmou a vereadora Mirele.
Por fim, Dovagner reforçou a mesma posição e destacou que a Câmara não pode aprovar projetos em bloco que incluam aumentos e cargos sem planejamento adequado, mesmo que contenham medidas positivas.
“Se o projeto vier como veio e não mudar nenhuma vírgula, com certeza votaremos contra novamente. Desmembrados, secretarias são importantes, mas muitos cargos políticos foram prometidos durante a campanha e isso não é o momento. O país e o município precisam enxugar a máquina.”
Confira entrevista completa
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Coopermila busca plantão 24h da Celesc para Orleans e Lauro Müller
Por Rádio Guarujá15/09/2025 10h58
Foto/Arquivo Redação
Na semana passada, o presidente da Cooperativa de Eletrificação de Lauro Müller (Coopermila), Alcimar de Brida, acompanhado do presidente da Federação das Cooperativas, Edson Flores, se reuniu com o diretor de Distribuição da Celesc, Cláudio Varela do Nascimento, em Florianópolis. O encontro teve como objetivo unificar o atendimento dos municípios de Orleans e Lauro Müller na regional da Celesc em Criciúma e discutir a implantação de um plantão de atendimento 24 horas para as duas cidades.
Em entrevista ao Jornal da Guarujá, nesta segunda-feira (15), Alcimar de Brida detalhou as demandas da cooperativa e a importância do encontro. Segundo ele, a Coopermila atende atualmente cerca de 1.400 associados, mas a estrutura da Celesc na região é deficiente, com subestações antigas e sem plantão local. “Hoje, o atendimento emergencial para Lauro Müller vem de Criciúma, enquanto Orleans é atendida a partir de Tubarão, o que provoca atrasos significativos. Um plantão local resolveria esses problemas e aumentaria a agilidade na resposta a ocorrências”, afirmou.
O presidente explicou que, após conversas com os prefeitos de Lauro Müller, Valdir Fontanella, e de Orleans, Fernando Cruzeta, foi elaborado um ofício conjunto apoiando a unificação do atendimento e a criação do plantão. “Fomos muito bem recebidos pelo diretor Varela, que acredita que a iniciativa é viável. Esse foi o primeiro passo, e caso necessário, vamos levar a pauta ao presidente da Celesc ou mesmo ao governador”, acrescentou.
De Brida destacou ainda que a unificação das regionais traria eficiência e economia operacional, além de melhorar o serviço para os consumidores. Atualmente, uma falha de energia em Lauro Müller pode levar até duas horas para ser atendida, enquanto Orleans enfrenta situação semelhante. “Com um plantão local, o atendimento seria instantâneo, como ocorre em cooperativas vizinhas, garantindo mais segurança e rapidez no restabelecimento da energia”, explicou.
Além da pauta do plantão, o presidente da Coopermila avaliou o desempenho da cooperativa em 2025. Ele destacou os benefícios de uma nova lei estadual que permite o uso de incentivos do ICMS em construção e melhoria de redes trifásicas, possibilitando investimentos em infraestrutura mesmo para cooperativas de menor porte. “Recebemos uma parcela do incentivo antecipadamente e conseguimos executar obras que antes seriam inviáveis”, afirmou, agradecendo o apoio político do deputado Milton Scheffer e outros parlamentares.
No entanto, De Brida lamentou o impacto do aumento da energia elétrica este ano, que deve chegar a 14%, e criticou medidas do governo federal que, segundo ele, sobrecarregam os consumidores, citando o aumento das tarifas e a cobrança das bandeiras tarifárias. “Mesmo com nossos esforços para manter tarifas acessíveis, a conta de energia continua subindo”, disse. Ele destacou, porém, que mesmo com o aumento, a Coopermila permanecerá entre as cinco cooperativas com menor reajuste em Santa Catarina, mantendo tarifas competitivas para seus associados.
A Coopermila, segundo De Brida, segue comprometida em manter um preço justo para seus associados e expandir serviços, como a implantação do plantão 24 horas, que traria maior segurança e agilidade no atendimento a milhares de consumidores da região. A expectativa é que, com a unificação das duas cidades sob uma regional única, o atendimento emergencial seja mais eficiente e menos dependente de deslocamentos de longa distância.
Confira entrevista completa
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Setembro Amarelo: a psiquiatria na prevenção do suicídio e o cuidado com jovens e adultos
Por Rádio Guarujá11/09/2025 12h00
A Rádio Guarujá realiza o projeto “Três Cores, Uma Causa”, focado na conscientização e prevenção em saúde pública, com campanhas específicas em diferentes meses: setembro para prevenção ao suicídio, outubro voltado à prevenção dos cânceres de mama e colo de útero, e novembro à prevenção do câncer de próstata.
Neste Setembro Amarelo, a atenção se volta à prevenção do suicídio, tema complexo e de grande relevância social. Para entender como a psiquiatria atua na prevenção, o Jornal da Guarujá conversou com a Doutora Júlia Pizzolatti Pieri Tezza, médica psiquiatra com experiência em atendimento clínico e hospitalar.
Ao abordar o tema, a especialista destaca que a conversa aberta sobre suicídio é essencial para quebrar preconceitos.
“Precisamos cada vez mais falar sobre o suicídio. Muitas pessoas sentem vergonha ou acreditam que não há outra saída, e a informação aberta sobre prevenção ajuda a identificar pacientes em risco e reduzir essas mortes evitáveis.”
O tema ainda enfrenta barreiras culturais. No Brasil, muitos associam erroneamente a psiquiatria a “loucuras” e evitam buscar ajuda. Doutora Júlia reforça que essa resistência contribui para números alarmantes e alerta para a importância de desmistificar a especialidade.
“No consultório, vejo que pacientes ainda demoram a procurar ajuda por vergonha ou preconceito. Falar sobre saúde mental e suicídio permite identificar quem precisa de suporte e iniciar tratamentos eficazes.”
Promoção da saúde mental: além do tratamento médico
Para a psiquiatra, a prevenção envolve mais do que medicação. Ela explica que hábitos de vida saudáveis e suporte familiar são fundamentais para reduzir o risco de suicídio.
“Oferecer ajuda especializada é essencial. Quanto antes a intervenção, maiores as chances de prevenção.”
Dados que chamam a atenção
Os números de suicídio no Brasil são preocupantes. Em 2024, foram registrados 16 mil casos, e a maior parte das vítimas são homens, devido ao uso de métodos mais letais. Entretanto, as mulheres apresentam maior número de tentativas, embora seus métodos geralmente sejam menos agressivos. Essa diferença reforça a importância de entender padrões de comportamento e risco por gênero.
“78% das vítimas são homens. As mulheres tentam mais, mas os homens usam formas mais letais, o que explica a diferença nos números de óbitos.”
Além disso, fatores sociais, econômicos e vulnerabilidades específicas, como pertencimento a minorias ou histórico de traumas, aumentam o risco. As redes sociais também têm impacto ambivalente, oferecendo informação, mas ao mesmo tempo podendo agravar sintomas depressivos e ideação suicida.
O impacto nos jovens
O aumento de casos de autolesão e ideação suicida entre adolescentes e jovens preocupa . Ela explica que fatores da infância, como a forma como se aprende a lidar com emoções, interagem com experiências de bullying, traumas e abusos, influenciando diretamente o risco de autolesão e ideação suicida.
“A infância e adolescência são períodos cruciais para aprender a lidar com emoções e resolver problemas. Bullying, traumas e abusos podem prejudicar essa capacidade, aumentando risco de autolesão e suicídio.”
Além disso, a rotina exaustiva, a pressão por desempenho escolar e o isolamento digital tornam os jovens ainda mais suscetíveis. Muitos passam grande parte do tempo conectados a telas, absorvendo informações negativas ou inadequadas, sem orientação ou diálogo familiar, o que pode agravar pensamentos depressivos.
“Hoje, muitos adolescentes vivem isolados em seus quartos, conectados a telas, sem diálogo com a família. Pequenos sinais de sofrimento passam despercebidos, e sem orientação adequada, os jovens podem desenvolver problemas graves.”
Mudanças comportamentais, como isolamento ou retraimento, podem indicar sofrimento profundo. A médica também aponta que o papel da família é central. Observar mudanças de comportamento, oferecer escuta empática e criar ambientes seguros para expressão de sentimentos são estratégias que podem prevenir quadros mais graves.
“Pais e familiares precisam estar atentos. Observar mudanças de comportamento, ouvir sem julgamentos e oferecer suporte são atitudes que podem prevenir situações extremas. Pequenas intervenções no dia a dia fazem grande diferença.”
A prevenção na infância e adolescência não substitui o acompanhamento médico, mas é fundamental para reduzir riscos futuros. Educação emocional, diálogo e espaços seguros de expressão são ferramentas essenciais para jovens e adolescentes.
“Falar sobre saúde mental nas escolas, ensinar crianças e jovens a lidar com emoções e resolver problemas, além de criar espaços seguros para expressão, são estratégias fundamentais para reduzir riscos futuros.”
Para aqueles que se identificam com os sinais de sofrimento ou conhecem alguém em risco, a Doutora Júlia atende em diferentes localidades, oferecendo acompanhamento psiquiátrico e apoio integral. Ela realiza atendimentos pelo SUS em Orleans e Lauro Müller, além de consultas particulares em Orleans e São Ludgero.
Foto/Reprodução
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Deputado Rafael Pezenti alerta para impactos da importação de banana do Equador em Santa Catarina
Por Rádio Guarujá11/09/2025 11h54
Foto/Câmara dos Deputados
Em entrevista ao Jornal da Guarujá nesta quinta-feira (11), o deputado federal Rafael Pezenti (MDB) manifestou preocupação com a decisão do governo federal de voltar a importar bananas do Equador. A medida deve começar até o final do ano, inicialmente com bananas desidratadas, e pode impactar produtores catarinenses, responsáveis por quase metade da produção nacional da fruta.
Segundo Pezenti, a abertura do mercado para a banana equatoriana pode comprometer a produção local. “Essa medida pode acabar destruindo a produção catarinense. Só em Santa Catarina, cerca de 30 mil famílias dependem da bananicultura. Além disso, há impactos para o consumidor, que pode pagar mais caro por um produto importado de qualidade inferior ou cultivado com uso excessivo de pesticidas.”
O deputado também alertou sobre os riscos sanitários. “Junto com a banana do Equador podem chegar pragas que não existem no Brasil, como variantes agressivas da sigatoka-negra. No Equador, o produtor faz até 50 aplicações de pesticidas por safra, enquanto aqui fazemos apenas oito. Essa diferença mostra o risco de introdução de doenças que poderiam comprometer toda a cadeia produtiva.”
Pezenti criticou a atuação do governo federal, e afirmou que decisões como essa não ajudam o pequeno produtor: “Esse governo, que diz defender o pequeno, na prática quer ferrar o produtor rural e transformá-lo em dependente de programas sociais. Muitos pequenos produtores já começam a pensar em alternativas de renda para sustentar suas famílias. A bananicultura é agricultura familiar, com cada produtor cultivando entre 10 e 15 mil pés de banana. O governo precisa apoiar o agricultor para que ele continue trabalhando na terra e garantindo o sustento e futuro de seus filhos.”
Santa Catarina é responsável por 21,8 mil toneladas de bananas, gerando cerca de R$ 39,2 milhões em receita, com os municípios de Jacinto Machado, Santa Rosa do Sul, Criciúma, Sombrio e Siderópolis concentrando a maior produção na região Sul do estado.
O deputado informou que no dia 16 de setembro terá audiência em Brasília com o Ministério da Agricultura e o secretário de Defesa Agropecuária, acompanhado por prefeitos e técnicos catarinenses, para detalhar os riscos sanitários e buscar soluções junto ao governo federal.