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Rádio Guarujá
Deputada federal Geovania de Sá deixa o PSDB após quase 15 anos e anuncia filiação ao Republicanos
Por Rádio Guarujá16/03/2026 11h07
Foto: Divulgação
A deputada federal Geovania de Sá confirmou que deixou o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) após quase 15 anos de filiação. A declaração foi feita na manhã desta segunda-feira (16), durante entrevista ao Jornal da Guarujá. Segundo a parlamentar, a desfiliação foi comunicada oficialmente na semana passada e a tendência é que ela se filie ao Republicanos nos próximos dias.
“Já comunicamos a desfiliação na semana passada. Neste momento estamos sem partido, mas amanhã já estaremos nos dirigindo ao Republicanos. É um partido para o qual eu já havia sido convidada há algum tempo, tanto pelo presidente nacional, deputado Marcos Pereira, quanto por outros parlamentares”, afirmou.
Geovania ressaltou que o PSDB foi o único partido de sua trajetória política até agora. A filiação ocorreu em 2011, quando iniciou sua atuação na vida pública em Criciúma. “Eu não tinha partido político naquele momento. Fui convidada a me filiar em agosto de 2011 e permaneci até a semana passada. Foram quase 15 anos como filiada ao PSDB”, disse.
Durante esse período, a parlamentar construiu sua carreira política dentro da legenda. Antes de chegar ao Congresso Nacional, atuou na gestão municipal de Criciúma e foi eleita vereadora em 2012, registrando uma votação recorde. “Fui vereadora, também exerci a Secretaria de Saúde e hoje estou no meu terceiro mandato como deputada federal. Fiz quatro campanhas pelo partido, uma de vereadora e três de deputada federal”, relembrou.
Segundo Geovania, a decisão de deixar o PSDB não foi simples, mas se tornou necessária diante do atual cenário político. “Não é uma decisão fácil. Tenho muita gratidão ao PSDB por tudo o que vivi dentro do partido, mas neste momento existe uma necessidade de troca de legenda”, destacou.
A deputada também apontou que a redução da representatividade do partido no cenário nacional contribuiu para a decisão. “O partido teve uma diminuição no número de deputados federais e também na representatividade nos municípios. Isso acaba gerando uma preocupação e influencia na construção política”, avaliou.
Antes de decidir pelo Republicanos, Geovania revelou que recebeu convites de outras siglas. “Fui sondada por vários partidos, como PSD, MDB, Podemos, PP e outros. Analisei todos os convites, mas levei em consideração questões ideológicas, valores e princípios, aquilo que eu defendo no Congresso Nacional”, afirmou.
De acordo com a parlamentar, a decisão também passou por consulta às lideranças políticas que compõem sua base eleitoral. “Conversei com nossas lideranças em todo o estado, analisei a questão da nominata e da estrutura partidária nos municípios. A avaliação foi de que o Republicanos seria o melhor caminho neste momento”, explicou.
Geovania reforçou que mantém respeito e gratidão ao partido pelo qual construiu sua carreira. “Todo ciclo tem o seu período. Levo comigo muito respeito e gratidão ao PSDB, que sempre me deu espaço e oportunidade”, afirmou.
A deputada também confirmou que pretende disputar novamente uma vaga na Câmara dos Deputados nas próximas eleições. Além disso, indicou que vai apoiar a reeleição do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello.
“Tenho muito respeito pelo governador Jorginho. Ele tem caminhado pelos municípios e levado recursos. Com certeza é o meu candidato a governador e estarei defendendo sua candidatura”, declarou.
Justiça condena homem a mais de 14 anos de prisão por atropelamento após briga em Orleans
Por Rádio Guarujá13/03/2026 11h40
Foto/Redação
Um homem foi condenado a 14 anos, 2 meses e 20 dias de prisão em regime inicialmente fechado por tentativa de homicídio e embriaguez ao volante, após atropelar uma vítima durante uma briga no município de Orleans. A decisão foi proferida pelo Tribunal do Júri da comarca que aconteceu nesta quinta-feira, dia 12, nas dependências da Câmara de vereadores do município.
De acordo com os autos do processo, o crime ocorreu após um desentendimento entre o acusado e a vítima em um posto de combustíveis da cidade. Durante a discussão, o homem utilizou um veículo para atingir a vítima e o prensou contra um caminhão que estava estacionado no local.
Com o impacto, a vítima sofreu ferimentos graves e precisou de atendimento médico. O caso foi investigado e posteriormente encaminhado para julgamento pelo Tribunal do Júri.
Durante o julgamento, os jurados analisaram provas e depoimentos apresentados no processo e reconheceram que a conduta do acusado configurou tentativa de homicídio, já que o veículo foi utilizado como instrumento para atingir a vítima.
Com a decisão, o réu foi condenado a cumprir 14 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado.
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Deputado Ivan Naatz protocola pedido de CPI para investigar cartórios em Santa Catarina
Por Rádio Guarujá13/03/2026 11h22
Foto/Agência Alesc
Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o sistema cartorário em Santa Catarina foi protocolada nesta semana na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). A iniciativa é liderada pelo deputado estadual Ivan Naatz, que afirma que a comissão pretende analisar o aumento considerado excessivo nas taxas cobradas pelos cartórios e possíveis irregularidades no setor.
Em entrevista ao Jornal da Guarujá, o parlamentar explicou que um dos principais motivos para o pedido de investigação é o reajuste das tarifas após uma lei aprovada no fim de 2023. Segundo ele, alguns serviços tiveram aumento de até 400%, o que teria impactado diretamente cidadãos e profissionais que dependem do sistema cartorário, como corretores de imóveis, construtores e advogados.
De acordo com Naatz, a CPI também deve discutir a estrutura do modelo atual dos cartórios no Brasil, que, na avaliação dele, ainda funciona de forma semelhante ao sistema implantado no período imperial.
“Nós precisamos compreender por que o sistema cartorário continua praticamente do mesmo modelo desde o tempo de Dom João. Tudo evoluiu com a tecnologia, mas os cartórios continuam baseados em livros, carimbos e processos que custam muito caro para a população”, afirmou.
O deputado também destacou que há questionamentos sobre a modernização dos serviços e os valores cobrados. Segundo ele, existem cartórios no estado com faturamento mensal que pode chegar a cifras elevadas.
“Hoje há cartórios que faturam entre 350 mil e mais de um milhão de reais por mês para prestar serviço público. Precisamos entender por que um sistema tão caro ainda funciona de forma tão arcaica”, disse.
Outro ponto citado pelo parlamentar são denúncias envolvendo possíveis irregularidades, incluindo cartórios que estariam sob intervenção do Tribunal de Justiça.
“Nós temos cartórios em Santa Catarina sob intervenção do Tribunal de Justiça, a maioria na capital. As denúncias envolvem desrespeito à tabela e captação de clientela, oferecendo serviços que são exclusivos da advocacia”, afirmou.
Segundo Naatz, o objetivo da CPI não é promover perseguições, mas sim esclarecer o funcionamento do sistema e avaliar se há necessidade de mudanças.
“Não é uma caça às bruxas. Existem muitos cartórios que prestam bons serviços, mas também há denúncias que precisam ser investigadas. A Assembleia tem a obrigação de compreender o que aconteceu e, se necessário, corrigir erros”, declarou.
O deputado também reconheceu que a própria Assembleia pode ter responsabilidade na situação, já que a lei que reajustou as taxas foi aprovada pelos parlamentares.
“A inflação naquele ano foi de cerca de 6%, e mesmo assim aprovamos uma lei que reajustou tarifas cartorárias em até 400%. Se erramos, precisamos corrigir”, disse.
O pedido de CPI agora depende da coleta de assinaturas de deputados estaduais para ser oficialmente instalada na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Caso seja criada, a comissão deverá analisar a estrutura do sistema cartorário, as denúncias de irregularidades e os impactos do aumento das taxas para a população catarinense.
Orleans entra em situação de infestação para dengue e município prepara mutirão de limpeza
Por Rádio Guarujá13/03/2026 11h14
Foto/Divulgação Prefeitura de Orleans
O município de Orleans entrou oficialmente em situação de infestação para dengue, segundo informou a vigilância em saúde.
Em entrevista ao Jornal da Guarujá na manhã desta sexta-feira (13), o coordenador de zoonoses do município, Luiz Fellipe da Silva Garcia, explicou que a classificação ocorre quando há aumento e continuidade de focos do mosquito Aedes aegypti em diferentes pontos da cidade.
De acordo com ele, a infestação é caracterizada quando há disseminação e manutenção do vetor, ou seja, quando novos focos são identificados em diferentes imóveis ou quando os focos continuam sendo encontrados por um período prolongado, inclusive em armadilhas de monitoramento e durante ações de rotina das equipes de vigilância.
Segundo o coordenador, os focos foram identificados principalmente em bairros como Centro, Conde D’Eu, Samuel Sandrini, Murialdo e São Jerônimo, o que acendeu o alerta das autoridades de saúde.
Apesar da situação de infestação, Luiz Fellipe ressaltou que não há registro de transmissão da doença no município até o momento.
“Nós temos a disseminação e a manutenção do mosquito, mas não temos registros de transmissão da doença. Nenhuma pessoa com sintomas ou confirmação da doença foi notificada até agora. Mesmo assim, precisamos ficar em alerta para evitar que isso aconteça”, explicou.
Mutirão de limpeza
Diante da situação, a prefeitura, em conjunto com diferentes secretarias municipais, decidiu intensificar as ações de combate ao mosquito. Uma das medidas será a realização de um mutirão de limpeza em bairros com maior número de focos.
A ação está programada para o dia 21 de março, das 7h às 11h30, e deve envolver equipes da saúde, infraestrutura e outros setores do município.
A iniciativa faz parte do programa municipal “Avança Orleans – Cidade Limpa”, que busca reduzir a quantidade de resíduos descartados de forma irregular e eliminar possíveis criadouros do mosquito.
Segundo o coordenador, o mosquito transmissor da dengue se reproduz principalmente em recipientes que acumulam água parada, como pequenos objetos descartados no ambiente.
“Muitas vezes são lixos pequenos, recipientes que ficam esquecidos em algum canto e acumulam água. É nesses locais que o mosquito encontra ambiente ideal para se reproduzir”, explicou.
Responsabilidade compartilhada
Luiz Fellipe também destacou que o combate à dengue depende da colaboração de toda a comunidade.
“A dengue é um problema compartilhado. Não é apenas responsabilidade da gestão pública ou dos profissionais de saúde. Toda a população precisa ajudar eliminando possíveis criadouros e denunciando situações de risco”, afirmou.
Ele também orienta que moradores utilizem os canais da ouvidoria do município ou procurem agentes comunitários de saúde para informar possíveis focos do mosquito.
“As denúncias podem ser feitas inclusive de forma anônima. Quanto antes identificarmos um foco, mais rápido conseguimos agir. O ciclo de reprodução do mosquito é de cerca de sete dias”, alertou.
A orientação das autoridades de saúde é que a população evite deixar água parada em recipientes, mantenha caixas d’água fechadas, limpe calhas e descarte corretamente objetos que possam acumular água. Essas medidas são consideradas essenciais para evitar a proliferação do mosquito e reduzir o risco de transmissão da doença.