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Rádio Guarujá

Saúde de Orleans confirma Dia D de multivacinação e atualiza situação das unidades

Por Rádio Guarujá19/08/2026 12h33
Foto/Reprodução – Arquivo

A Secretaria de Saúde de Orleans acompanha demandas estruturais e de atendimento nas unidades básicas do município. Entre os problemas recentes está a ocorrência de goteiras na Unidade Básica de Saúde São Francisco, no bairro Corridas, tema que chegou à Câmara de Vereadores por meio da Indicação nº 0148/2026, de autoria do vereador Murilo Hoffmann (NOVO), aprovada por unanimidade.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá na manhã desta quarta-feira (19), a nova coordenadora da Atenção Básica, Luana Debiasi, informou que a situação no telhado da unidade já foi solucionada.

Luana assumiu a função na última quinta-feira (13), após convite da então secretária de Saúde, Ana Paula. Funcionária de carreira da Secretaria de Saúde há quase 20 anos, ela já integrou a equipe da pasta e também ocupou o cargo de secretária municipal de Saúde em 2017.

Segundo a coordenadora, a situação da unidade São Francisco já havia chegado ao conhecimento da Secretaria e os reparos necessários foram realizados.

“Chegou ao conhecimento da Secretaria de Saúde, porém a gestão já teve conhecimento e já resolveu o problema em relação à parte do telhado que estava com goteiras.”

A Secretaria também recebeu informações sobre problemas semelhantes na unidade de saúde de Pindotiba. Conforme Luana, as demandas relacionadas a goteiras e infiltrações estão sendo levantadas diante das chuvas registradas no município.

A forma de execução dos reparos depende de cada situação. Alguns serviços podem ser realizados diretamente pelo município, enquanto outros exigem procedimentos administrativos e contratação de empresas.

Demanda por exames e consultas

Outro desafio citado pela nova coordenadora é a demanda por consultas, exames e procedimentos especializados. Orleans conta atualmente com nove unidades de saúde com atendimento médico, sendo que algumas já possuem um segundo profissional.

As solicitações geradas nas unidades entram no sistema de regulação e passam por avaliação médica para definição de prioridade. Segundo Luana, alguns procedimentos são adquiridos por meio do CISAMREC, enquanto outros permanecem na fila de regulação do Estado.

“Nós temos um médico regulador que vai avaliar e realizar essa classificação. Algumas situações conseguimos comprar pelo consórcio CISAMREC e outras a gente insere e mantém na fila para o Estado regular.”

Luana também citou a defasagem da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) como um dos fatores que dificultam a oferta de determinados serviços.

“É uma sobrecarga bem grande de exames. A tabela do SUS é muito defasada, não tem atualização em alguns procedimentos.”

De acordo com a coordenadora, alguns procedimentos cirúrgicos contam com complementação do Estado, enquanto determinados especialistas e serviços precisam ser contratados diretamente pelos municípios quando não há oferta suficiente na rede pública.

Ao falar sobre os desafios que encontra no início da nova função, Luana apontou a necessidade de recursos para ampliar a capacidade de atendimento e reduzir filas de exames e procedimentos.

A coordenadora destacou ainda o trabalho do setor responsável pelo encaminhamento dos exames por meio do CISAMREC, que busca dar maior vazão às solicitações existentes. Os casos classificados como de maior prioridade recebem atenção conforme os critérios de regulação.

Dia D de multivacinação será neste sábado

Durante a entrevista, Luana também confirmou a realização do Dia D da Campanha de Multivacinação em Orleans neste sábado (22). A mobilização faz parte da campanha iniciada em 3 de agosto e que segue até 1º de setembro.

A ação é destinada a crianças e adolescentes menores de 15 anos, com o objetivo de atualizar as cadernetas de vacinação.

As salas de vacina estarão disponíveis nas seguintes unidades:

  • São Donato, no Centro;
  • Santo Antônio, no Alto Paraná;
  • Nossa Senhora Aparecida, em Pindotiba;
  • São Francisco, em Nova Orleans;
  • Santa Luzia, no bairro Rio Belo;
  • Padre Santos, no Centro.

A orientação é que os responsáveis levem as crianças e adolescentes com a caderneta de vacinação para que a equipe de saúde possa verificar as doses e identificar eventuais vacinas que estejam em atraso.

A campanha busca atualizar a proteção contra diferentes doenças previstas no calendário de vacinação, incluindo vacinas contra difteria e tétano, conforme a situação vacinal de cada criança ou adolescente.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=BNHGmHgqDgk

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Câmara Setorial do Tabaco encaminha análise de sementes após casos de florescimento precoce em lavouras

Por Rádio Guarujá18/08/2026 11h22
Foto: Ilustrativa

A Câmara Setorial do Tabaco se reuniu na manhã desta segunda-feira (17) para discutir os problemas registrados em lavouras de fumo, principalmente no Sul de Santa Catarina. O principal assunto foi o florescimento precoce de plantas provenientes de determinadas sementes, situação que, segundo relatos apresentados durante a reunião, tem provocado redução no número de folhas e prejuízos aos produtores.

O vice-presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Santa Catarina (FETAESC), Luiz Sartor, participou da reunião e explicou ao Jornal da Guarujá que a Secretaria de Estado da Agricultura também acompanha o caso. A Câmara Setorial do Tabaco é vinculada à Secretaria da Agricultura.

Como encaminhamento, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (CIDASC) deverá enviar ao Ministério da Agricultura as amostras de sementes recolhidas nas propriedades afetadas. O material passará por exames e testes laboratoriais para identificar as causas do problema.

“O assunto principal a ser discutido foi a problemática do florescimento precoce que está acontecendo em variedade de tabaco, principalmente no Sul de Santa Catarina. Foi dado o encaminhamento de que a CIDASC irá encaminhar as sementes que foram recolhidas no campo com os agricultores para o Ministério da Agricultura.”

De acordo com Sartor, o representante do Ministério da Agricultura em Santa Catarina também participou da reunião. O resultado dos exames deverá orientar os próximos encaminhamentos sobre os prejuízos registrados pelos agricultores.

Enquanto a análise não é concluída, as entidades também pretendem acompanhar o comportamento das lavouras de outras regiões do Estado onde o plantio do tabaco ocorre mais tarde. A intenção é observar se o mesmo problema será registrado nos novos cultivos.

“Nós estaremos também acompanhando as demais regiões do Estado onde o plantio está sendo mais tarde, muitas regiões estão sendo plantadas agora, para ver como se desenvolve a partir de agora.”

Possibilidade de ressarcimento

Sartor afirma que, neste momento, a prioridade é aguardar o resultado dos testes realizados nas sementes. Segundo ele, a empresa responsável pela variedade também acompanha a situação.

“O que ficou de concreto e encaminhado é que nós vamos aguardar o resultado da semente. A informação que a gente tem é que a Profigen, que é a detentora dessa variedade, está muito preocupada com isso que está acontecendo também.”

A expectativa das entidades envolvidas é que, a partir de um laudo técnico do Ministério da Agricultura, seja possível definir as medidas necessárias e avaliar a possibilidade de ressarcimento aos agricultores que tiveram prejuízos.

“A gente quer buscar, a partir desse laudo técnico do Ministério, o encaminhamento para que o agricultor possa ser ressarcido desse prejuízo.”

Outro assunto apresentado durante a reunião foi o desenvolvimento de uma máquina de classificação de tabaco utilizando inteligência artificial. O equipamento está sendo desenvolvido no Instituto Federal Catarinense, no campus de Santa Rosa do Sul, por um professor e sua equipe.

Segundo Sartor, o projeto já está na fase de primeiras demonstrações. A proposta é utilizar a tecnologia para tornar o processo de classificação mais preciso e seguro, seguindo os critérios estabelecidos pelas portarias que regulamentam a atividade.

As entidades pretendem conhecer o equipamento com mais detalhes e acompanhar o desenvolvimento da tecnologia antes de avaliar sua aplicação no setor.

“A gente espera que, em um curto espaço de tempo, seja feita uma análise mais aprofundada. Pretendemos ir lá conhecer essa máquina com profundidade, para que ela possa ser um equipamento que dê mais segurança na hora da classificação.”

O desenvolvimento da tecnologia é mais um dos temas que vêm sendo acompanhados pelo setor do tabaco, enquanto produtores e entidades aguardam os resultados das análises das sementes envolvidas nos casos de florescimento precoce.

Confira:

https://www.youtube.com/watch?v=Kl40sSRbvv4

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Formação em Felicidade Corporativa reúne líderes e profissionais de RH em Criciúma

Por Rádio Guarujá18/08/2026 11h18
Foto/Divulgação

Mais do que uma tendência no ambiente empresarial, a felicidade corporativa vem sendo trabalhada como uma estratégia para desenvolver pessoas e organizações. Em Criciúma, a 9ª turma da Formação Multiplicadores de Felicidade Corporativa será realizada nos dias 21 e 22 de setembro, na Associação Empresarial de Criciúma (ACIC).

A formação é voltada principalmente a profissionais de Recursos Humanos e líderes que buscam desenvolver estratégias de engajamento e fortalecer a cultura organizacional. A programação reúne conteúdos teóricos, ferramentas práticas, troca de experiências e atividades voltadas à aplicação dos conhecimentos dentro das empresas.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá na manhã desta terça-feira (18), a palestrante Juliana Rodermel Joaquim explicou que a proposta é aproximar a gestão de pessoas da estratégia das organizações.

“A formação é um momento de a gente conectar pessoas realmente à estratégia das organizações. A gente vai estudar especialmente os motivos que fazem as pessoas permanecerem em uma organização hoje, seja pelos benefícios, pela questão do engajamento ou pela liderança.”

Segundo Juliana, entre os temas trabalhados estarão retenção de talentos, engajamento e comunicação das lideranças. Ela aponta o turnover, ou seja, a saída frequente de funcionários, como uma das principais dificuldades enfrentadas atualmente pelas empresas.

A relação entre ambiente de trabalho, engajamento e saúde mental também estará entre os assuntos abordados durante a formação. Para Juliana, a falta de conexão com a atividade profissional, com colegas e com a liderança pode contribuir para o desengajamento.

“Quando a gente não está engajado naquilo que está fazendo, seja no trabalho, seja numa tarefa, seja numa empresa, a gente perde também a motivação, perde a vontade e perde a conexão com as pessoas.”

Sustentabilidade também passa pelas pessoas

Outro ponto abordado durante a entrevista foi a relação entre sustentabilidade empresarial e sustentabilidade humana. Juliana defende que os resultados de uma organização estão diretamente relacionados às condições oferecidas às pessoas que fazem parte dela.

“Eu vejo que não existe empresa sustentável sem pessoas sustentáveis. A sustentabilidade humana passa por emoções, equilíbrio emocional, inteligência emocional, engajamento, relações de qualidade, propósito, senso de realização e também pelo cuidado com o corpo e com a mente.”

Para a palestrante, isso não significa transferir para as empresas a responsabilidade pela felicidade individual de cada funcionário. O papel das organizações, segundo ela, é criar condições para que as pessoas possam desenvolver essas características no ambiente profissional.

A formação também dará atenção à saúde mental dos próprios líderes. Juliana destaca que, embora exista uma cobrança para que gestores estejam atentos às necessidades das equipes, eles também precisam de ferramentas para lidar com as próprias emoções e desafios.

“O líder também precisa ter ferramentas para ele. Antes de ser um gestor, de ter um crachá, ele é um ser humano e também precisa ser cuidado. Quando ele consegue gerenciar suas emoções, não é só o trabalho que ganha. A família dele e a casa dele também ganham.”

Produtividade e cenário econômico

Durante a entrevista, Juliana também foi questionada sobre como conciliar o cuidado com as pessoas e a saúde mental com as cobranças por produtividade, especialmente diante de um cenário econômico considerado desafiador para as empresas.

A proposta, segundo ela, passa pela definição de prioridades e pela identificação daquilo que efetivamente está sob responsabilidade de cada profissional.

“Nem tudo a gente consegue controlar numa organização. A gente sabe que temos um cenário econômico desafiador pela frente, mas precisamos entender o que realmente está na nossa mão. Muitas vezes, por estarmos imersos em tanta ansiedade e tantas preocupações, a gente deixa de ser produtivo com aquilo que tem controle.”

A programação presencial acontece nos dias 21 e 22 de setembro, das 8h30 às 17h30, na ACIC, em Criciúma.

Após os dois dias de imersão presencial, a formação terá ainda seis encontros online e ao vivo, com aprofundamento das ferramentas apresentadas durante a programação e orientações para aplicação nas empresas, especialmente em temas como engajamento, turnover e retenção de profissionais.

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas pelo site da ACIC.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=Kl40sSRbvv4

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31ª sessão da Câmara de Orleans tem debates acalorados sobre obras, educação e serviços públicos

Por Rádio Guarujá18/08/2026 11h11
Fotos/Redação

A 31ª sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Orleans foi marcada por debates acalorados entre os parlamentares, com discussões sobre problemas de infraestrutura, serviços públicos e educação. Ao longo da sessão, parte dos pronunciamentos acabou concentrada na responsabilidade por situações que começaram em administrações anteriores, mas que permanecem como demandas para o atual governo municipal.

Uma das questões levantadas foi apresentada pela vereadora Marlise Zomer (PSDB), que fez uma indicação para que o Executivo percorra as ruas do município e verifique a situação dos buracos e de outros problemas de infraestrutura. A parlamentar também solicitou atenção para as pedras que estão desbarrancando na comunidade de Ponte Preta.

Os pedidos provocaram discussões sobre a origem dos problemas e sobre quem deve assumir a responsabilidade pela solução. Em meio ao debate, os vereadores questionaram até que ponto situações deixadas por gestões anteriores devem continuar sendo utilizadas como justificativa para problemas que permanecem atualmente.

Infiltrações preocupam Rede Feminina

Outro tema que ganhou destaque foi a situação da Casa Rosa, sede da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Orleans. O vereador Joel Cavanholi (PL) levou à tribuna informações sobre problemas de infiltração no imóvel, que, segundo ele, persistem desde a implantação da obra.

De acordo com o vereador, as chuvas recentes agravaram a situação e atingiram móveis, equipamentos e parte da estrutura da entidade. Ele destacou que os móveis planejados adquiridos pela Rede Feminina custaram cerca de R$ 118 mil na época da compra e que há equipamentos de alto valor no local.

“Não é uma questão agora de defender quem fez ou quem deixou de fazer. É a questão de que nós temos que arrumar o telhado. É essa a solução disso.”

Joel afirmou que já conversou com o prefeito Fernando Cruzetta (PP) sobre o problema e que o município está realizando os encaminhamentos necessários para buscar uma solução. Segundo ele, será necessário elaborar o projeto, cumprir os procedimentos legais e realizar o processo licitatório para a execução dos serviços.

O vereador também ressaltou que a Rede Feminina não pode interromper as atividades enquanto o problema estrutural é resolvido.

“Nós não estamos aqui para relatar o problema. Agora nós temos que trazer solução e buscar a solução.”

A situação já havia sido apresentada anteriormente pela vereadora Mirele Debiasi (PSDB), que informou ter encaminhado um ofício ao Executivo em novembro de 2025, acompanhado de fotos e informações sobre os pontos de infiltração. Segundo a vereadora, durante a administração anterior, a empresa responsável pela obra chegou a ser acionada e realizou intervenções no imóvel, mas os problemas teriam continuado.

Ainda conforme informações apresentadas na Câmara, a empresa responsável pela obra teria decretado falência.

A discussão voltou a colocar em evidência a necessidade de manutenção e fiscalização das obras públicas. Apesar das divergências sobre quando e como os problemas começaram, os parlamentares convergiram na necessidade de buscar uma solução para evitar novos danos à estrutura, aos móveis e aos equipamentos da entidade.

Projeto de inclusão é aprovado

Durante a sessão, também foi aprovado o Projeto de Lei nº 013, apresentado pelo vereador Joel Cavanholi, relacionado à inclusão e à acessibilidade de crianças com deficiência.

O parlamentar destacou que a proposta busca ampliar a inclusão para além dos ambientes familiar e escolar, contemplando também espaços de lazer e convivência.

“Todos têm os seus direitos, todos têm os seus deveres. Acho que é dever nosso, como legislador, aprimorar e dar garantia a essas famílias e, principalmente, às nossas crianças.”

IDEB entra no debate

A educação municipal também foi tema de discussão. O vereador Dovagner Baschirotto (MDB) chamou atenção para os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), especialmente nas séries iniciais.

Segundo os dados apresentados pelo parlamentar, o índice teria passado de 6,8 para 6,4 nessa etapa. Dovagner  ressaltou, porém, que os resultados apresentaram comportamentos diferentes conforme a etapa de ensino e que a avaliação considera períodos distintos de gestão.

“A avaliação é feita de dois em dois anos. Então ela pegou, pelo que eu entendo, o último ano do governo anterior e o primeiro ano desse atual governo.”

Para o vereador, cabe à Secretaria Municipal de Educação analisar os números e estabelecer medidas para melhorar os indicadores.

Iluminação pública também é questionada

O vereador ainda levou à tribuna reclamações relacionadas à iluminação pública. Segundo ele, existem registros de moradores que já procuraram a Prefeitura para solicitar reparos, principalmente em comunidades do interior.

O vereador citou também situações na área central, como uma lâmpada que, segundo ele, estaria acesa durante meses na Rua Martinho Gazolla.

Outro ponto questionado foi a utilização de um caminhão destinado à manutenção da iluminação pública para atividades diferentes daquelas relacionadas ao serviço. Dovagner defendeu que o município avalie a estrutura utilizada atualmente para atender às demandas.

Debate sobre responsabilidade

A sessão também foi marcada por críticas à forma como os problemas municipais são discutidos entre situação e oposição. Em diferentes momentos, os vereadores fizeram referências a obras e problemas deixados por administrações anteriores e cobraram providências da atual gestão.

Dovagner defendeu que a fiscalização das obras públicas precisa ser contínua, independentemente de quem esteja à frente do Executivo.

“A fiscalização do governo anterior é a mesma fiscalização do governo atual. O que mudou foi o gestor da pasta, quem está lá no Executivo.”

O vereador também criticou a repetição de justificativas baseadas em problemas herdados e afirmou que indicações e requerimentos precisam resultar em providências concretas.

Confira:

https://www.youtube.com/watch?v=Kl40sSRbvv4

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