Para uma melhor experiência neste site, utilize um navegador mais moderno. Clique nas opções abaixo para ir à página de download
Indicamos essas 4 opções:

Google Chrome Opera Mozilla Firefox Microsoft Edge
Ok, estou ciente e quero continuar usando um navegador inferior.

BLOG

Rádio Guarujá

Primeiro Coops Day da Coorsel acontece em Tubarão com atividades gratuitas

Por Rádio Guarujá17/06/2025 11h32
Foto/Divulgação

A Cooperativa Regional Sul de Eletrificação Rural (Coorsel) promove no próximo dia 21 de junho o primeiro Coops Day, um evento gratuito e aberto à comunidade com diversas atividades para todas as idades. A programação será realizada na Associação Recreativa e Cultural Independente Futebol Clube, no bairro Sertão dos Corrêas, em Tubarão, a partir das 14h.

A iniciativa faz parte da comemoração ao Dia Internacional do Cooperativismo, celebrado oficialmente em 6 de julho, e conta com o apoio do Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo). Segundo a coordenadora social da Coorsel, Caroline Nogaredi, o evento será uma forma de reunir associados, famílias e moradores da região em um momento de lazer, bem-estar e valorização dos princípios cooperativistas.

“Vamos ter uma caminhada de 4 km, aulão de funcional, brinquedos para as crianças, pintura facial e tendas com frutas e sanduíches. Será um dia familiar, voltado ao cuidado com a saúde e à celebração do cooperativismo”, explica Caroline.

Inscrições para caminhada

A participação no evento é gratuita, mas para a caminhada é necessário realizar inscrição antecipada, devido à organização dos kits que incluem número de peito e medalha. As vagas são limitadas. Interessados devem entrar em contato pelo telefone (48) 3625-2200, informando nome completo.

“Esse controle nos ajuda a organizar a numeração e preparar os materiais para cada participante. Também faremos o sorteio de kits durante o evento”, reforça Caroline.

Além do Coops Day, a Coorsel mantém um ativo setor social que oferece atividades como aulas de dança, gastronomia, artesanato, apoio a escolas e hospitais, e clínicas com atendimentos em áreas como odontologia e oftalmologia.

Neste ano, a cooperativa também lançou o Programa Mulheres Cooperativistas em Orleans, com encontros quinzenais e apoio psicológico e terapêutico. A formatura das participantes será realizada em Orleans, no dia 5 de setembro, com turmas dos municípios de Orleans e Treze de Maio.

Confira entrevista completa

0
0

Brasileiro relata tensão em Jerusalém após ataques iranianos: “Vi drones a 50 metros da minha casa”

Por Rádio Guarujá16/06/2025 11h13
Imagem/Redação

O Jornal da Guarujá conversou com Ilan Schucman, brasileiro que mora há mais de uma década na região leste de Jerusalém, capital de Israel. Ele relatou momentos de tensão vividos durante os recentes ataques do Irã ao território israelense.

“Na primeira noite, a gente resolveu jantar no quintal.  A sirene não tinha tocado ainda, mas vi um drone e minha esposa viu três. Estavam a cerca de 50 metros. Se tivessem armamento, nos atingiriam. Só depois disso a sirene disparou”, relatou.

Segundo ele, os drones não eram pequenos. “Vi a luz dele, uma parte do corpo, era talvez da largura de um carro e metade do comprimento. Não é drone de filmagem publicitária. Não é pequeno. Não voaria do Irã até aqui se fosse. Precisa de combustível, autonomia”, explicou.

Apesar de Jerusalém ter sido menos atingida, Schucman afirma que o país está em alerta total. “O país está praticamente fechado. Não tem escola, não vou ao trabalho desde quinta-feira. Só saí para o mercado e para levar meu sobrinho até a base do exército, ele é piloto de tanque da unidade de mais alta elite dos tanquistas do Exército de Israel e seguiu para lutar na Faixa de Gaza”, contou.

Abrigo antibomba, rotina alterada e temor constante

Ilan é formado em Direito no Brasil e em Israel trabalhou por mais de uma década como guia turístico. Com a guerra, se formou também em Cibersegurança. Atualmente, administra uma ONG que apoia israelenses, além de cuidar da parte de segurança cibernética da instituição.

O brasileiro vive com a esposa, os filhos, a mãe e dois cachorros. Todos se abrigam em um cômodo da casa adaptado como abrigo antibomba. “Aqui tem uma porta de ferro, uma janela reforçada. Desde 7 de outubro de 2023, está fechado. Quando toca a sirene, minha mãe, meus filhos, minha esposa, eu e os dois cachorros corremos para cá.”

Apesar do preparo, ele admite que há limites. “Não estou acostumado com mísseis que voam a 15 mil km/h. Se um desses cair direto aqui, meu abrigo não segura. Seria necessário estar em abrigo subterrâneo. Mas se quiser o conforto da minha casa, corro esse risco.”

Ele também comentou sobre as vítimas dos ataques. “Ontem foram oito mortos. Quatro deles estavam dentro de um abrigo antibomba em um prédio. Se o impacto for direto, esses abrigos não seguram.”

Críticas ao Irã e à postura do Brasil no conflito

Sobre o conflito, ele é enfático: “O Irã é um estado terrorista. Financia o Hamas, Hezbollah e outras milícias islâmicas radicais que querem destruir Israel. Há 40 anos eles dizem isso abertamente. Então temos duas opções: sermos destruídos ou impedir isso. Preferimos a segunda. Vamos destruir as usinas nucleares deles, como fizemos com o Iraque e com a Síria”.

Schucman acredita que o envolvimento israelense na guerra não é uma escolha, mas uma questão de sobrevivência. “O povo de Israel não quer guerra. A gente quer viver em paz. Eles pregam a morte dos outros. Nós pregamos a vida.”

Sobre a posição do governo brasileiro, Ilan é crítico. “O presidente brasileiro é objeto de chacota aqui. O governo de Israel não quer romper acordos com o Brasil, mas a população vê o presidente como ingrato. É importante separar o povo brasileiro do governo. O povo é uma coisa, o governo é outra.”

Ilan, que é judeu messiânico e atua também como pastor em uma comunidade local, segue monitorando os alertas e mantendo a família segura. “As crianças até vão na quadra, mas têm que estar com o celular na mão. Se tocar o alerta, voltam correndo pra casa.”

Por fim, destacou o apoio dos Estados Unidos. “Os soldados americanos não estão combatendo diretamente, mas ajudam na defesa, no abastecimento aéreo. Mas os aviões, até agora, são todos de Israel. O Irã está fragilizado. O próprio porta-voz do Exército confirmou. Muitos líderes foram mortos, inclusive o comandante da Força Armada no primeiro ataque. Estão tentando negociar.”

Para Ilan Schucman, a luta é por sobrevivência. E viver, em tempos de guerra, é manter a fé e estar preparado. “A gente não está em guerra porque quer. Mas se não respondermos, não vamos mais existir.”

Confira entrevista completa

0
0

Delegado Ulisses Gabriel fala sobre jovem morto em Florianópolis e alerta para vício em apostas

Por Rádio Guarujá16/06/2025 11h08
Foto/Reprodução

O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, concedeu entrevista na manhã desta segunda-feira (16) ao Jornal da Guarujá, abordando o caso do jovem Arthur Grison, assassinado em Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis, crime que chocou o estado no fim de semana.

Segundo o delegado, a Polícia Civil tomou conhecimento do desaparecimento do jovem no sábado à noite, após familiares e amigos receberem mensagens suspeitas via WhatsApp solicitando transferências de dinheiro. “A partir de então, iniciamos uma investigação que, já na manhã de domingo, resultou na prisão de cinco adultos e na apreensão de um adolescente”, explicou Ulisses Gabriel.

O jovem foi morto com um tiro na cabeça cerca de uma hora após ter sido sequestrado. Os criminosos, que tinham acesso ao celular da vítima, se passaram por ele nas mensagens em busca de extorquir dinheiro. De acordo com a investigação, a motivação do crime está ligada a dívidas relacionadas a apostas, como poker e plataformas de jogos online, as famosas “Bets”.

“A vítima tinha créditos com os autores, que deviam valores a ele por conta dessas apostas. Infelizmente, optaram por tirar a vida do jovem para não saldar a dívida”, afirmou o delegado.

Além de localizar os suspeitos, a polícia também encontrou o corpo da vítima e a arma do crime. O delegado lamentou a gravidade da situação e destacou o impacto social do vício em jogos de apostas. “Temos conhecimento de famílias que se desestruturaram por causa dessas dívidas. Pessoas deixam de pagar a prestação da casa para jogar. É uma situação muito séria no Brasil inteiro”, alertou.

Ulisses ainda destacou que o caso surpreendeu até mesmo as forças de segurança pela brutalidade envolvida. “Foi uma surpresa esse nível de violência em razão de uma dívida de jogo. É um problema crescente e muito preocupante.”

Possível candidatura em 2026

Ainda durante a entrevista, o delegado também foi questionado sobre a possibilidade de disputar as eleições em 2026. Seu nome tem sido ventilado nos bastidores como possível candidato a deputado estadual ou federal.

Ulisses não descartou a candidatura. “Temos recebido muitos pedidos para que a gente se coloque como pré-candidato. Estamos avaliando. Quem decide isso não sou eu, é a população”.

Apesar do interesse político, ele reforçou que, neste momento, segue focado no trabalho à frente da Polícia Civil. “Estamos transformando Santa Catarina com apoio do governador Jorginho Mello e das forças de segurança. Mas é claro que existe uma demanda por mais segurança pública, e isso pode refletir em uma candidatura.”

Ao final da entrevista, Ulisses confirmou que hoje há uma possibilidade concreta de entrar na disputa eleitoral. “Sim, há uma possibilidade bem forte nesse sentido”, concluiu.

Confira entrevista completa

0
0

PL Mulher realiza maior encontro de mandatárias do Brasil, e lideranças de Braço do Norte e Orleans destacam importância da participação feminina na política

Por Rádio Guarujá13/06/2025 11h29
Foto/Redação

Nos dias 6 e 7 de junho, o Partido Liberal Mulher (PL Mulher) realizou em Brasília o 1º Encontro Nacional de Mandatárias do partido. O evento reuniu mais de mil mulheres de todo o Brasil com cargos eletivos e de liderança no PL, sendo considerado o maior encontro de mulheres mandatárias do país.

Na manhã desta sexta-feira (13), o Jornal da Guarujá recebeu no estúdio a presidente da Câmara de Vereadores de Braço do Norte, Pamelys de Barros (PL), e a vereadora Genaina Coan (PL), de Orleans, para repercutirem a experiência no evento e destacarem a importância da crescente participação feminina no cenário político.

“Foi um encontro marcante, com 849 vereadoras, 60 prefeitas, 84 vice-prefeitas, além de deputadas federais e estaduais. Dois dias de muito conhecimento e de troca de experiências”, relatou Pamelys. Segundo ela, o objetivo central do encontro foi “reaproximar as mulheres eleitas, fortalecer o trabalho político feminino e fomentar novas lideranças para o futuro do partido e do Brasil”.

A presidente da Câmara também destacou a importância da figura de Michelle Bolsonaro dentro do PL Mulher. “Ela tem feito uma frente muito bonita, especialmente na área social. Michelle diz que não há problema em reconhecer que temos mais afinidade com essa área. Temos que usar essa sensibilidade para fazer política com responsabilidade. Ela nos inspira e, inclusive, lançou um livro chamado ‘Edificando Nações’, que recebemos durante o encontro”, contou Pamelys.

Para a vereadora Genaina, o evento em Brasília foi uma experiência transformadora. “Foi a minha primeira vez como parlamentar na capital federal e me marcou muito. Tive a oportunidade de conviver com mandatárias de várias regiões do país. Dividi quarto com a prefeita de Assis (SP), que administra uma cidade com mais de 100 mil habitantes, e com a prefeita de Jaraguá do Sul (SC), duas mulheres que nunca haviam ocupado cargos públicos, mas que foram chamadas por suas lideranças e acabaram vencendo as eleições.”

Genaina também chamou atenção para a juventude das novas lideranças: “Tinha muita mulher jovem. Uma vereadora de Osasco, por exemplo, foi eleita com apenas 22 anos. O PL está se consolidando como um partido com mulheres líderes”.

Questionada sobre a crescente presença feminina no PL, Pamelys avalia como natural. “Michelle Bolsonaro se consolidou como uma liderança forte. Antes, a primeira-dama era vista apenas como acompanhante do presidente. Ela mudou isso e arrastou consigo uma multidão de mulheres que querem mudança. Hoje temos vereadoras, prefeitas, presidentes de câmaras. E mais: mulheres que querem fazer sucessoras e formar bancadas femininas.”

Debates e aprendizado

As lideranças destacaram os temas discutidos durante os dois dias de encontro, como educação, saúde, gestão pública, fortalecimento das famílias, política e voluntariado.

“A cada hora era uma palestra diferente. Falamos sobre saúde pública, autismo, neurodivergência, doenças raras, gestão de mandatos e políticas públicas que podemos aplicar nos nossos municípios. Foram depoimentos emocionantes e inspiradores”, detalhou a presidente da câmara de Braço do Norte.

Genaina revelou que saiu do evento com novas ideias e projetos. “O que mais me tocou foi o voluntariado. A Michelle perguntou quem fazia trabalho voluntário, e cerca de 80% das mulheres levantaram a mão. Isso me motivou a começar também. Quero desenvolver ações sociais e já estou pensando em implantar um projeto de pais no serviço de convivência no João Paulo.”

Ela ainda destacou que pretende levar temas debatidos no evento para a Câmara de Orleans. “Quero trabalhar mais a questão da educação, da estrutura familiar, da prevenção à violência e às drogas. Famílias unidas e fortalecidas fazem cidades melhores.”

As vereadoras também falaram sobre o futuro político do PL e o fortalecimento da ala feminina do partido. “A proposta do partido é ter para cada homem candidato a deputado estadual ou federal, uma mulher. Não por cota, mas por liderança. Mulheres que estejam prontas para exercer seus mandatos com responsabilidade”, afirmou Pamelys.

Análise jurídica e política

A entrevista também abordou o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro ao STF, Pamelys, que é advogada, avaliou positivamente a postura do ex-presidente.

“Ele soube conduzir a fala dele com serenidade. O que temos hoje no processo não configura crime. Até agora, não houve ato preparatório, e pela legislação brasileira, a tentativa, sem início de execução, não é punível. Bolsonaro não avançou em nada. Inclusive, já havia sinais de que ele teria desistido antes de qualquer movimento prático”, opinou.

Ela também criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal. “Infelizmente, vivemos um momento em que o STF legisla. O próprio Bolsonaro disse que houve decretos fora do prazo legal só para prejudicá-lo. Tenho medo que modifiquem a legislação para torná-lo inelegível.”

Polêmica na Câmara de Orleans

Outro tema abordado foi a recente polêmica na Câmara de Vereadores de Orleans. A vereadora Marlise Zomer (PSDB) acusou o presidente da Casa, Joel Cavagnoli (PL), de perseguição política após ter sido substituída no Conselho do Hospital Santa Otília, sendo Genaina nomeada para o cargo.

Genaina explicou. “O presidente Joel me convidou há cerca de 15 dias. Disse que queria alternar a participação dos vereadores no conselho, como está previsto no regimento. Aceitei porque quero participar ativamente dos conselhos e precisamos de uma rotatividade de pessoas, dos vereadores da casa, para que todos passem pelo hospital e possam também ajudar.”

Ela ainda lamentou a repercussão da troca. “Acredito que existam questões pessoais entre a vereadora Marlise e o presidente Joel. Infelizmente, sobrou para mim, mas aceitei com respeito e responsabilidade. São dois anos de mandato e depois pode haver nova substituição.”

Genaina disse também acreditar que há influências externas tentando desestabilizar o Legislativo municipal. “Algumas pontuações que ela fez ali, eu não via a Marlise falando. Trabalhei com a vereadora Marlise. Acredito que possa… se eu estiver errada, estiver precipitada na minha opinião, mas tem interferência sim. E a interferência é para prejudicar o Legislativo. É isso que nós temos que cuidar.”

Por fim, ela ressaltou que mantém o respeito e o diálogo com a colega. “Ontem passei em frente à casa da vereadora Marlise e ela me chamou. Ela disse: “Jana, não foi nada contigo que eu falei, é do teu partido. E eu disse:  tudo certo, eu entendi a sua colocação, que não foi pra mim (…), isso não significa que os vereadores deixem de se respeitar ou de se falar fora dali. A população não pode pensar isso.”

Confira entrevista completa

0
0