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Rádio Guarujá
Obras na ala obstétrica do Hospital Santa Otília começam após mais de 30 anos de espera
Por Rádio Guarujá18/06/2026 11h23
Fotos/Assessoria de Imprensa – Prefeitura de Orleans
As obras de ampliação e adequação da ala de internação obstétrica da Fundação Hospitalar Santa Otília, em Orleans, começaram nesta segunda-feira (15). O projeto prevê a conclusão de uma estrutura que permaneceu inacabada por mais de três décadas e que será transformada em um novo espaço voltado ao atendimento de gestantes, mães, recém-nascidos e familiares.
O investimento é de aproximadamente R$ 5,4 milhões, sendo R$ 4 milhões provenientes do Governo do Estado e R$ 1,4 milhão destinados por meio de emenda do senador Esperidião Amin.
Em entrevista ao Jornal da Guarujá, a diretora da Fundação Hospitalar Santa Otília, Cristiani Vavassori, afirmou que a comunidade aguardava a obra há muitos anos.
“Estou muito feliz nesse momento de estar conversando com vocês a respeito dessa reforma, dessa obra que tantos anos a comunidade esperava e também já estava desacreditada, da mesma forma que eu também estava. E agora a gente está vendo acontecer.”
Segundo ela, o processo para viabilizar a reforma começou em 2020, com a elaboração dos projetos e a busca pelas aprovações necessárias.
“Essa luta se iniciou desde 2020. Iniciou essa luta de busca de projetos, aprovação pela Vigilância Sanitária. Em 2022 foi aprovado o projeto arquitetônico e, a partir dali, a gente começou a buscar recursos.”
Cristiani explica que a conquista dos recursos foi resultado de um trabalho realizado ao longo dos últimos anos.
“No ano passado, em 2025, a gente teve a indicação de R$ 4 milhões por intermédio do prefeito Fernando, junto com o governo do Jorginho. Só que quando veio esse recurso nós precisávamos terminar todos os outros projetos. Então o ano de 2025 foi de muito trabalho para concluir toda essa parte.”
Com a assinatura do convênio neste ano, a obra finalmente entrou em fase de execução.
“Agora, no início do ano, a gente conseguiu fazer a assinatura do convênio e realmente iniciar toda essa reforma. Na segunda-feira a gente deu o primeiro passo e já está quase tudo demolido.”
A diretora relata que acompanha diariamente os trabalhos e afirma que o momento ainda é de emoção.
“Todos os dias eu acompanho. Eu estou vendo para crer. Realmente vai acontecer. Quando é uma situação muito demorada, a gente acaba desacreditando. Mas agora está acontecendo.”
Recursos serão liberados por etapas
Cristiani também esclareceu que os recursos não ficam disponíveis integralmente na conta do hospital e são liberados conforme o andamento da obra.
“As pessoas acham que esse dinheiro está na conta do hospital, mas não é assim. Conforme cada etapa for executada, o Governo do Estado vai liberando as parcelas. Hoje eu tenho duas parcelas liberadas. Quando eu prestar contas da primeira, eles liberam a terceira.”
A primeira fase da obra tem prazo de execução de 12 meses e contempla a reforma completa da estrutura existente.
Atendimento para toda a região
Além da modernização da estrutura, a expectativa é ampliar a capacidade de atendimento obstétrico para toda a região.
Segundo Cristiani, a Fundação Hospitalar Santa Otília é atualmente a única maternidade de baixa complexidade da região da Amrec.
“Na nossa região nós somos a única maternidade de baixo risco que ainda está com as portas abertas. O objetivo é ter um serviço qualificado e ampliado para atender não só Orleans, mas também de forma regionalizada toda essa população de gestantes.”
Quando concluída, a nova ala contará com 19 leitos e um Centro de Parto Normal.
“A gente vai ter disponível 19 leitos e um Centro de Parto Normal. Esse espaço foi projetado para ser uma área humanizada, com todos os dispositivos necessários para que a gestante consiga ter o seu bebê de uma forma bem confortável e segura.”
Ao final da entrevista, a diretora reforçou que a obra já é uma realidade e agradeceu o apoio da comunidade.
“Muita gente desacreditou, mas hoje eu estou vendo com os meus próprios olhos. E quem quiser ver também pode procurar o hospital. Estamos trabalhando para trazer o melhor para o nosso município.”
Turismo segue em alta, mas infraestrutura aérea da região ainda é desafio, avalia empresário do setor
Por Rádio Guarujá17/06/2026 12h55
Foto/Redação
Viajar deixou de ser um hábito restrito a uma pequena parcela da população e passou a integrar os planos de cada vez mais brasileiros. A avaliação é de Everton de Bem Marcelino, proprietário da Try Travel Viagens, de Criciúma, que acompanha o setor turístico há mais de duas décadas.
Em entrevista ao Jornal da Guarujá, o empresário falou sobre a evolução do mercado, os desafios da infraestrutura aeroportuária no Sul catarinense e o cenário atual das viagens nacionais e internacionais.
A trajetória de Everton no turismo começou em 2001, quando passou a atuar no Aeroporto Diomício Freitas, em Forquilhinha. Anos depois, ingressou no segmento de agenciamento de viagens e participou da operação da antiga TAM Viagens em Criciúma.
Segundo ele, a criação da Try Travel ocorreu após mudanças promovidas pela companhia aérea.
“Quando a TAM encerrou a unidade em Criciúma, surgiu a oportunidade de continuarmos atuando com a marca. Depois da pandemia, a Latam fechou as unidades físicas e eu decidi seguir no mesmo ramo, criando a minha própria empresa.”
Atualmente, a Try Travel conta com uma equipe de mais de oito colaboradores e oferece serviços voltados ao turismo nacional e internacional.
“Hoje atendemos todo o mercado de viagens. Trabalhamos com passagens aéreas, hotéis, cruzeiros, turismo corporativo, seguros, chip internacional e toda a assistência necessária para quem deseja viajar.”
Com a experiência acumulada ao longo dos anos no setor, Everton avalia que a demanda por viagens cresceu significativamente, mas a infraestrutura aeroportuária da região não acompanhou esse avanço.
Ele lembra que o então Aeroporto Diomício Freitas chegou a contar com três voos diários para São Paulo.
“Na época nós tínhamos três voos por dia para São Paulo. Um às seis da manhã, um às onze horas e outro às seis da tarde. Hoje a gente praticamente tem apenas um voo regular saindo de Jaguaruna.”
Para o empresário, a redução da oferta não está relacionada à falta de passageiros.
“Eu vejo que a demanda só aumentou. Muitas pessoas que antes acreditavam que viajar era algo muito caro passaram a viajar. O que faltou foi investimento em infraestrutura.”
Segundo ele, a ampliação da oferta de voos poderia beneficiar toda a região.
“Hoje muitos clientes acabam embarcando por Florianópolis ou Porto Alegre porque encontram mais opções de horários. Quem tem uma viagem internacional, por exemplo, prefere sair por esses aeroportos para ter mais segurança caso ocorra algum cancelamento ou alteração de voo.”
Alta do dólar e viagens internacionais
Questionado sobre os impactos da alta do dólar e dos conflitos internacionais no turismo, Everton afirma que houve um momento inicial de preocupação entre alguns viajantes, principalmente aqueles que precisavam realizar conexões em países do Oriente Médio.
“Eu percebi um certo receio no começo, especialmente de quem passaria por aeroportos da região. Mas foi algo momentâneo. Hoje as viagens seguem normalmente e os clientes continuam embarcando para destinos internacionais sem maiores alterações.”
A realização da Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos também movimentou o mercado turístico. No entanto, ao contrário do que muitos imaginavam, os preços das passagens acabaram recuando nos últimos meses.
“No início do ano as passagens estavam muito altas. A gente chegou a encontrar voos para os Estados Unidos custando quase R$ 9 mil. Hoje já encontramos opções para Miami, Orlando e Nova York por pouco mais de R$ 4 mil.”
Na avaliação do empresário, a redução pode estar relacionada ao aumento da oferta de voos e a uma demanda menor do que a esperada inicialmente pelas companhias aéreas.
“Hoje o preço das viagens para os Estados Unidos, por exemplo, continua dentro da normalidade. O importante é se organizar com antecedência e buscar orientação para evitar imprevistos.”
Outro ponto destacado pelo empresário é o aumento da procura por informações relacionadas a passaportes, vistos e exigências de entrada em diferentes países.
Ele lembra que alguns destinos passaram a exigir novas autorizações de viagem e que muitos turistas acabam descobrindo essas exigências apenas próximo ao embarque.
“São detalhes que muitas vezes passam despercebidos. Quando o cliente procura uma agência, a gente consegue orientar desde a documentação necessária até a melhor forma de montar o roteiro conforme o tempo disponível e os objetivos da viagem.”
Segundo Everton, esse acompanhamento ajuda o viajante a evitar contratempos e aproveitar melhor a experiência.
Apesar dos desafios enfrentados pelo mercado, especialmente relacionados aos custos operacionais das companhias aéreas e ao cenário econômico internacional, a avaliação é de que o turismo segue aquecido.
“Hoje muito mais pessoas viajam do que há vinte anos. O turismo se tornou mais acessível e faz parte dos planos de muitas famílias.”
Para ele, o desejo de conhecer novos destinos e viver experiências diferentes continua impulsionando o setor, tanto em viagens nacionais quanto internacionais.
A Try Travel Viagens oferece assessoria completa para planejamento de viagens nacionais e internacionais, incluindo emissão de passaportes, orientação para obtenção de vistos, venda de passagens aéreas, reservas de hospedagem, cruzeiros marítimos, seguros de viagem e pacotes turísticos.
A empresa está localizada na Rua Henrique Lage, nº 1251, anexo ao Giassi Supermercados, em Criciúma.
Mais informações podem ser obtidas pelo WhatsApp (48) 99128-1089 ou pelo Instagram @trytravelviagens.
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Parada irregular de veículos dificulta embarque e desembarque de alunos em Orleans
Por Rádio Guarujá17/06/2026 10h55
Foto/Redação – Arquivo
Os constantes engarrafamentos registrados em frente à Escola de Educação Básica Costa Carneiro, na Rua Aristiliano Ramos, no Centro de Orleans, voltaram a ser tema de debate na Câmara de Vereadores. Durante o uso da tribuna na última sessão do Legislativo, o vereador Dovagner Baschiroto (MDB) chamou a atenção para os transtornos enfrentados diariamente por motoristas, principalmente nos horários de entrada e saída dos estudantes.
Segundo o vereador, o problema ocorre porque veículos particulares estariam estacionando em locais destinados aos ônibus escolares, obrigando os coletivos a parar na pista para realizar o embarque e desembarque dos alunos.
Em entrevista ao Jornal da Guarujá, Baschiroto afirmou que recebeu registros enviados por motoristas da educação mostrando a situação.
“Eu recebi fotos dos próprios motoristas da educação que mostram veículos estacionados justamente onde existem placas e faixas amarelas. Muitas vezes são pessoas que não identificam o significado da sinalização ou até pessoas mal educadas que estacionam seus veículos nos horários em que os ônibus precisam encostar para que as crianças façam o embarque e desembarque.”
O vereador destaca que a situação acaba gerando congestionamentos significativos nos horários de maior movimento.
“Isso vem gerando o famoso engarrafamento de grande extensão nos horários de entrada, na saída das 11h45, na entrada da 1 hora da tarde e principalmente às 17 horas, que é o nosso maior horário de fluxo. Somos sabedores de que Orleans praticamente possui uma única avenida central e isso acaba causando um transtorno absurdo no trânsito.”
Fiscalização e conscientização
Durante a entrevista, Baschiroto defendeu que o município intensifique a fiscalização, mas ressaltou que a conscientização dos motoristas também é fundamental.
“O primeiro passo vem pela educação. Muitas vezes não adianta só a caneta. Mesmo sendo multado, isso não resolve sozinho o problema. Hoje nós temos agentes de trânsito que, no meu entendimento, deveriam estar mais presentes nas ruas, orientando, educando, chamando a atenção e, se necessário, multando.”
O vereador também citou que os próprios motoristas do transporte escolar cobram uma atuação mais efetiva nos horários considerados críticos.
“Os próprios motoristas questionam por que os agentes de trânsito não estão na rua, principalmente nesses horários, para fazer essa averiguação e tentar fazer com que o trânsito flua e que os ônibus consigam estacionar nos locais destinados para isso.”
Alternativas já foram discutidas
Baschiroto lembrou que o problema não é recente e que alternativas já foram discutidas antes.
Uma das propostas seria utilizar a rua localizada nos fundos da escola para o embarque e desembarque dos estudantes, reduzindo o impacto no trânsito da região central.
“Há um tempo atrás eu fiz uma indicação para que fosse estudada a utilização da rua atrás do Costa Carneiro. A ideia era que os ônibus parassem naquela parte de trás e que os alunos saíssem por aquele acesso. Na época foi considerada uma boa ideia, mas acabou sendo entendida como inviável. Eu acho que é um assunto que precisa voltar a ser estudado.”
Segundo o vereador, a preocupação é que o problema se agrave nos próximos anos.
“Nós precisamos criar uma alternativa o quanto antes, porque a tendência não é melhorar. A tendência é piorar ainda mais. O trânsito não diminui, a quantidade de veículos só aumenta.”
Ao final da entrevista, Dovagner Baschiroto fez questão de destacar que a situação não começou na atual administração municipal.
“O problema não é atual, não é de hoje. É um problema recorrente de administrações antigas e, infelizmente ou felizmente, acaba caindo no colo da atual administração. Mas é um assunto que a gente precisa sentar, conversar e procurar uma solução para resolver esse problema no município.”
Confira entrevista completa
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Caso de esporotricose gera debate durante sessão da Câmara de Orleans
Por Rádio Guarujá16/06/2026 12h59
Fotos/Redação
A 21ª Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores de Orleans, realizada na noite desta segunda-feira (15), foi marcada por debates sobre trânsito, infraestrutura rural, saúde pública e causa animal. A sessão também contou com a participação do presidente do Lions Clube de Orleans, Dalton Bagio, na Tribuna Livre, além do retorno do vereador Joel Cavanholi (PL) à tribuna após a perda da filha Vivian Cavanholi, de 11 anos.
Um dos temas abordados durante a sessão foi a situação do trânsito na Rua Aristiliano Ramos, em frente à Escola de Educação Básica Costa Carneiro. O vereador Dovagner Baschiroto (MDB) chamou atenção para os congestionamentos registrados nos horários de entrada e saída dos estudantes. Segundo o parlamentar, a dificuldade ocorre porque o espaço destinado à parada dos ônibus escolares frequentemente é ocupado por veículos estacionados. Com isso, os ônibus acabam realizando o embarque e desembarque na pista de rolamento, provocando filas e lentidão no trânsito em horários de maior movimento.
Outro tema debatido foi apresentado pelo vereador Pedrinho Orben (MDB), que questionou a instalação de mata-burros de ferro em propriedades da comunidade de Barracão.
De acordo com o vereador, alguns agricultores foram atendidos pelo município enquanto outros, que também necessitam da estrutura para acesso às propriedades, ainda aguardam providências. O parlamentar solicitou atenção da Secretaria de Infraestrutura para avaliar a situação.
Retorno à tribuna
A sessão também marcou o retorno do vereador Joel Cavanholi (PL) ao Legislativo. Durante o uso da tribuna, o parlamentar falou sobre o momento de luto enfrentado pela família após a morte da filha Vivian de apenas 11 anos, ocorrida na semana passada.
O pronunciamento emocionou vereadores e a todos que acompanhavam a sessão. Em uma das passagens do discurso, Joel afirmou que já não tinha mais lágrimas para chorar ao falar sobre a dor da perda da segunda filha.
Caso de esporotricose gera debate
Outro assunto que dominou os debates foi o caso de um gato diagnosticado com esporotricose em Orleans. A doença é uma zoonose que pode ser transmitida aos seres humanos e preocupa autoridades de saúde da região.
A vereadora Mirele Debiasi (PSDB) afirmou que buscou esclarecimentos junto aos órgãos municipais após tomar conhecimento e confirmação de um gato com a doença, mas encontrou dificuldades para identificar qual setor seria responsável pelo atendimento da ocorrência.
“No dia 1º de junho eu estava em contato com a Famor, que passou para outro departamento, que passou para a Vigilância Sanitária. Ficou aquele empurra para um lado, empurra para o outro, e hoje já é dia 15 e nada foi feito”, afirmou.
Segundo a vereadora, o animal foi resgatado por uma protetora independente e encaminhado ao Hospital Veterinário do Unibave, onde recebeu diagnóstico positivo para a doença.
“Nós temos um município vizinho, Cocal do Sul, com surto dessa doença. O animal precisou ser cremado porque não pode ser enterrado, já que poderia contaminar o solo. E até hoje ninguém foi ao local verificar se existem outros animais com sintomas ou até mesmo pessoas contaminadas. A minha preocupação é com a saúde pública”, declarou.
A pedido da Câmara, a superintendente da Fundação Ambiental Municipal de Orleans (Famor), Tathiane Cordini Fernandes, utilizou a tribuna para esclarecer as atribuições da entidade e do setor de Bem-Estar Animal.
“A fundação trabalha com licenciamento ambiental, educação ambiental, gestão florestal, fiscalização ambiental e também com a questão dos maus-tratos aos animais. Mas a questão de zoonose é uma questão de saúde pública. Esse caso não está dentro das atribuições da Famor”, explicou.
Segundo Tathiane, a pessoa que procurou a fundação recebeu todas as orientações necessárias.
“Foi explicado quais eram os trâmites que deveriam ser seguidos e qual setor deveria ser procurado. Na dúvida, a população pode entrar em contato com a fundação que a gente vai orientar da melhor forma possível”, afirmou.
Ela também destacou que o setor de Bem-Estar Animal foi criado há cerca de dois meses e ainda passa por estruturação.
“A gente sabe que a causa animal não é uma coisa fácil de resolver e não vai ser do dia para a noite. Mas já evoluímos muito nesse período e vamos evoluir mais. Agora contamos também com o apoio dos vereadores para ampliar as políticas públicas voltadas à causa animal”, disse.
O que é a esporotricose?
A esporotricose é uma zoonose causada por fungos do gênero Sporothrix, que pode afetar gatos, cães e seres humanos. A transmissão ocorre principalmente por arranhões, mordidas ou pelo contato com secreções de animais infectados.
Nos gatos, a doença costuma causar feridas na pele que não cicatrizam, além de lesões que podem se espalhar pelo corpo. Em humanos, os sintomas geralmente incluem feridas e nódulos na pele, exigindo acompanhamento médico.
A doença tem tratamento, mas o diagnóstico precoce é fundamental para evitar a disseminação do fungo. Quando um animal morre em decorrência da esporotricose ou precisa ser submetido à eutanásia por recomendação veterinária, a orientação dos órgãos de saúde é que o corpo seja cremado. Isso porque o fungo pode permanecer ativo após a morte do animal e continuar presente no ambiente, representando risco de contaminação para outros animais e pessoas.
Lions Clube celebra 65 anos de atuação em Orleans
Durante a Tribuna Livre, o presidente do Lions Clube de Orleans, Dalton Bagio, falou sobre os 65 anos da entidade, comemorados no último dia 3 de junho.
Ao apresentar um histórico das ações desenvolvidas pelo clube, Bagio destacou a participação da instituição na criação e apoio a importantes entidades do município.
“O Lions Clube de Orleans completou 65 anos e, durante esse período, ajudou a criar a Apae, o Corpo de Bombeiros, a Casa de Pedra do Unibave, a Cidasc, a Rede Feminina de Combate ao Câncer, o Centro de Eventos Galeano Zomer e também participou de diversas campanhas em benefício da comunidade”, afirmou.
O presidente também lembrou da atuação da entidade em momentos de dificuldade enfrentados pela população.
“Ajudamos Orleans durante a enchente de 1974, auxiliamos recentemente as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul e estamos sempre presentes quando alguma família precisa de apoio com alimentos, roupas ou qualquer outra necessidade”, destacou.
Segundo Bagio, as ações são mantidas por meio da contribuição dos associados e da realização de campanhas e eventos beneficentes.
“A contribuição dos companheiros leões, as rifas, os galetos, as campanhas e eventos são o que permite que o Lions continue ajudando quem precisa. Quando uma cidade tem necessidade, os outros clubes também ajudam. É uma rede de solidariedade”, explicou.
O presidente também destacou o Banco Ortopédico mantido pela entidade, que disponibiliza gratuitamente equipamentos para a população.
“Temos cadeira de rodas, colchão inflável, cadeira de banho e outros equipamentos que ficam à disposição da comunidade”, concluiu.