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Rádio Guarujá

22ª edição da Casa Pronta apresenta inovações em construção civil, decoração e mobiliário em Criciúma

Por Rádio Guarujá26/09/2025 10h31
Foto/Arquivo

Entre os dias 15 e 19 de outubro, o Centro de Eventos José Jair Conti, em Criciúma, recebe a 22ª edição da Feira Casa Pronta, que reunirá mais de 180 empresas expositoras dos principais setores de construção civil, mobiliário e decoração. O evento promete apresentar soluções, lançamentos e oportunidades para quem busca investir, inovar ou transformar ambientes residenciais e corporativos.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá, a diretora da NossaCasa Feiras e Eventos, Jaqueline Backes, destacou que a feira deste ano terá três casas modelo totalmente montadas e mobiliadas, reproduzindo as obras como seriam entregues aos clientes. “Vamos mostrar diferentes formas construtivas: steel frame, concreto, madeira e tijolos convencionais. A ideia é que o visitante consiga visualizar exatamente como será a entrega da obra, com módulos construtivos que facilitam a execução e agilizam a construção”, explicou Jaqueline.

Ela acrescentou que a feira reflete a evolução do setor da construção civil ao longo de 22 anos. “O mercado mudou muito, principalmente por causa da falta de mão de obra. Hoje, a indústria vem oferecendo soluções que agilizam e tornam a obra mais eficiente, mantendo a qualidade do produto entregue. Por exemplo, algumas construtoras vão montar casas de concreto de 120 m² com módulos pré-fabricados que podem ser entregues no terreno em 30 dias.”

Além das casas modelo, a feira contará com palestras gratuitas sobre diversos temas, incluindo o novo Código de Obras de Criciúma, tendências de decoração, segurança no trânsito para crianças e bebês, e inovações do setor imobiliário. “Todas as palestras são abertas ao público dentro do evento. No sábado, por exemplo, teremos uma palestra voltada para os pais e cuidadores, abordando segurança infantil e uso adequado de equipamentos de transporte”, afirmou Jaqueline.

A feira também trará lançamentos em produtos, móveis, revestimentos e tecnologias para construção, com negociações diretas entre visitantes e expositores. “Tudo o que você precisa, desde o tijolo até a cobertura, está na Casa Pronta. Contamos ainda com o apoio de bancos, cooperativas e instituições financeiras , oferecendo condições especiais de financiamento imobiliário.”

Além do setor da construção civil, a feira aborda interiores, decoração e mobiliário, antecipando tendências de 2026. “Os expositores já estão trazendo cores, tecidos e modelos que estarão em alta no próximo ano. Também há forte presença de artesanato decorativo e itens de Natal, mostrando que a feira vai além da construção, oferecendo soluções completas para o lar”, comentou Jaqueline.

Horários de funcionamento

  • 15 a 17 de outubro (quarta a sexta): 16h às 22h
  • 18 de outubro (sábado): 14h às 22h
  • 19 de outubro (domingo): 14h às 19h

Ingressos e acesso

  • Entrada gratuita para quem apresentar convite oficial; menores de 12 anos não pagam.
  • Ingresso inteiro: R$ 10,00.
  • Meia-entrada (R$ 5,00) para aposentados, PCDs, estudantes com carteirinha e professores.
  • Ingressos vendidos nas bilheterias do evento, com dois pontos de acesso nos estacionamentos do Centro de Eventos.

Jaqueline ainda destacou a preocupação com a experiência do visitante. “Criamos o Quintal Casa Pronta, um espaço de convivência e alimentação, para que as pessoas possam relaxar após a visita à feira. Toda a feira é pensada para que o público tenha uma experiência completa e prática, seja para profissionais do setor ou consumidores finais.”

Segundo a diretora, a feira é também um reflexo da evolução tecnológica da construção civil, com produtos que permitem aplicação ‘faça você mesmo’ e melhorias na qualidade das obras, incluindo acústica, conforto térmico e acabamento superior. “Nos últimos 22 anos, vimos a construção civil se transformar. Hoje, qualquer pessoa pode aplicar revestimentos ou pisos com facilidade, sem precisar de mão de obra especializada, e isso está refletido na Casa Pronta”, concluiu.

Confira entrevista completa

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“Se eu tivesse feito, teria renunciado”: Luan Varnier chora e acusa perseguição política em entrevista sobre processo de cassação

Por Rádio Guarujá26/09/2025 10h29
Foto/Reprodução Instagram

O vereador Luan Varnier (MDB) concedeu, pela primeira vez, uma entrevista sobre o processo que responde na Câmara Municipal relacionado a um suposto caso de “fura-fila” no Sistema Único de Saúde (SUS). O parlamentar é investigado por, enquanto secretário municipal de Saúde, ter permitido que um paciente furasse a fila para consulta com um médico oftalmologista.

Na manhã desta sexta-feira (26), Varnier conversou com o Jornal da Guarujá e, bastante emocionado, detalhou sua versão sobre o caso e os motivos que o levaram a registrar um boletim de ocorrência contra o vereador José Bis (PP), presidente da comissão processante que apura o episódio.

Segundo Varnier, o registro do BO decorre de um suposto abuso de autoridade, evidenciado após a veiculação de um áudio no WhatsApp em que José Bis “demonstraria pressa” em cassar seu mandato, inclusive antes da data prevista para a votação.

“Eu posso explanar um pouco com os ouvintes, porque em outras oportunidades vocês me convidaram para participar, mas por orientações dos meus advogados eu acabei me recolhendo para aguardar todos os trâmites. Então, só para deixar claro para os ouvintes, essa é a primeira vez que eu estou falando sobre o assunto”, afirmou.

O vereador relatou se sentir alvo de perseguição política, mencionando “coações” e “abusos de poder” por parte de adversários.

“A perseguição é tanta que eu preciso expor. Eu preciso colocar aqui para vocês as perseguições que tenho passado. Vídeos montados fora do contexto, matérias no jornal como uma coluna chamada Bafone, sem identificação, com inverdades e ataques mentirosos”, disse, acrescentando que houve tentativas de instaurar duas Comissões de Investigação Processante (CIPs) contra ele.

Segundo Varnier, o próprio parecer técnico que apurou o suposto fura-fila concluiu pelo arquivamento do processo, apontando falta de materialidade.

“Esse PAD foi feito por servidores técnicos efetivos, e aí, obviamente, foi arquivado, porque entenderam que não havia materialidade contra mim. Eu não fiz nada errado, essa é a questão”, afirmou.

Nesse momento, Varnier chorou ao reafirmar que é inocente e que renunciaria caso tivesse cometido irregularidades.

“Se eu realmente tivesse feito, eu teria renunciado ao meu mandato, mas eu não fiz. Eu sempre lutei contra a corrupção, sempre lutei contra as coisas erradas da administração pública. Eu não participei. Eu nem na cidade estava naquele período, eu tirei uma licencinha de sete dias e fui ao Nordeste com a minha família. Isso me machuca. Sei que parece sinal de fraqueza o político vir aqui, mas está demais, está muito difícil”, disse, aos prantos.

O vereador explicou que seus advogados solicitaram uma liminar para suspender a tramitação do processo, alegando irregularidades. O juiz responsável, Roque, concedeu a suspensão por tempo determinado.

Varnier também criticou a postura do presidente da comissão processante, vereador José Bis.

“Ele deve ser totalmente imparcial por ser o presidente da comissão. Na outra ocasião, contra o prefeito que foi preso, mesmo havendo indícios de corrupção, eu sempre procurei ser imparcial. Nunca quis acusar alguém injustamente. Agora eu estou sentindo na pele. Esse presidente está agindo pela emoção, já com seu voto declarado pela cassação. E ainda tenta antecipar essa votação antes que eu fizesse uma cirurgia”, declarou.

Segundo ele, um áudio enviado “por engano” ao grupo da Câmara mostraria articulações para antecipar a votação do processo, o que caracterizaria abuso de poder.

“Eu realizei um BO porque na legislação fala do abuso de poder. E abuso de poder mais escancarado que esse não existe. O que se percebe é que alguns querem somente saber de me cassar. Eles não querem saber se eu fiz ou não fiz. Eu já provei que não fiz. Eles querem me tirar da Câmara pensando num processo eleitoral”, acusou.

Questionado sobre seu futuro político, Varnier sinalizou que deve encerrar sua trajetória após este mandato, mas disse que seguirá trabalhando pela população.

“Meu intuito é terminar esse mandato com as minhas mãos limpas, como sempre foi, focar no serviço público de qualidade e me dedicar ao cargo que me efetivei que é na  rede estadual de ensino. Eu entendo que para ajudar o povo não preciso estar na tribuna. Vou continuar cobrando, visitando as comunidades, como sempre fiz. Eu estou na política desde os 19 anos. Não tem nada que diga que o Luan tenha feito algo errado”, afirmou, emocionado.

“Eu amo ser vereador, é uma coisa que me move. Mas eu entendo que meu ciclo vai se encerrar. Neste mandato eu não vou desistir, não vou renunciar. Vou lutar até o fim pelos meus 918 votos. Eu fui o vereador mais votado da história dessa cidade com apenas 29 anos”, completou.

No encerramento da entrevista, Varnier disse que seu sofrimento não é apenas pessoal, mas familiar.

“Não é nem mais por mim, é pela minha mãe, pela minha família. Ela chora todos os dias pela injustiça que estão cometendo comigo”, desabafou.

Áudio atribuído ao presidente da comissão processante sugere tentativa de antecipar votação do processo de cassação

Um áudio compartilhado em um grupo da Câmara Municipal mostra o presidente da comissão processante, vereador José Bis (PP), discutindo a agenda do processo de cassação do colega Luan Varnier (MDB), sugerindo antecipar a votação. No trecho, p vereador Bis comenta

“Pessoal, bom dia. Alguma notícia aí do mandado de segurança que foi impetrado ali antes de ontem? Escuta, outra coisa também importante, tá? O Sérgio Costa me ligou ainda pouco dizendo que o Luan, segunda-feira, vai marcar uma cirurgia bariátrica, certo? Vamos ver se a gente consegue aí resolver isso aí essa semana”.em referência à tramitação do processo.

Confira entrevista completa:

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Crédito rural e defesa da propriedade: Deputada faz cobranças ao ministro da Fazenda

Por Rádio Guarujá25/09/2025 15h00
Foto/Divulgação

Na manhã desta quinta-feira (25), o Jornal da Guarujá conversou com a deputada federal pelo PL e ex-vice-governadora de Santa Catarina,  Daniela Reinehr.

Reinehr fez cobranças firmes  ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre a disponibilização de crédito no campo e destacou as dificuldades enfrentadas por produtores rurais de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e outras regiões do país, durante a audiência da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, realizada nesta quarta-feira, 24.

“Estávamos aguardando o ministro há mais de 150 dias. Às vezes, quando se faz um requerimento, a situação demora a se resolver. Quase se passou uma safra inteira entre a aprovação do pedido e a vinda do ministro. Mas, finalmente, ele veio”, relatou. Segundo a deputada, um dos principais pontos cobrados foi o crédito rural: “O produtor precisa financiar e refinanciar a safra, mas não tem acesso ao crédito com tarifas acessíveis e garantias adequadas. Em casos específicos, como no Rio Grande do Sul, produtores estão extremamente endividados e não conseguem refinanciar”.

A deputada federal destacou ainda a ameaça de taxação de instrumentos financeiros fundamentais para o crédito rural, como LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) e LCI (Letra de Crédito Imobiliário). “Se o governo taxar, os pequenos investidores vão retirar dinheiro da LCA e colocar na poupança. Não podemos aceitar aumento de impostos ou tarifação adicional. O crédito rural precisa chegar à ponta, sem custo extra, porque o custo Brasil já é muito alto para quem trabalha no campo”, afirmou.

Críticas à relação do governo federal com produtores

A deputada criticou a política do governo federal em relação ao setor produtivo, considerando-a “tóxica”. Ela citou a crise do leite e a situação dos bananicultores como exemplos recentes. “O governo quer trazer bananas de fora, mesmo sendo o Brasil autossuficiente e reconhecido pela qualidade do nosso produto. Além disso, a banana importada do Equador pode trazer patologias que não existem aqui, controladas por defensivos que não usamos no Brasil. É um risco enorme para os nossos pomares”, disse.

Reinehr também citou casos anteriores de importação de arroz e maçã, que, segundo ela, colocaram em risco a produção nacional. “Em vez de valorizar o produto brasileiro, o governo muitas vezes cria obstáculos e inviabiliza negócios. Precisamos de políticas claras e soluções efetivas”, afirmou.

Legislação e defesa da propriedade rural

Além das questões do crédito e da proteção da produção nacional, Reinehr comentou sua atuação legislativa em defesa da propriedade rural. Ela foi relatora do projeto de lei 3.578, aprovado pela Comissão de Agricultura, que altera a lei da Reforma Agrária e estabelece que imóveis rurais produtivos invadidos não poderão ser desapropriados, exceto em casos de descumprimento simultâneo de requisitos constitucionais, como uso inadequado de recursos naturais, preservação ambiental, cumprimento das normas de trabalho e exploração produtiva que beneficie proprietários e trabalhadores.

“O objetivo é garantir segurança jurídica aos produtores e impedir que áreas invadidas desvalorizem as indenizações pagas aos proprietários. Também buscamos coibir incentivos indiretos à invasão de terras, que têm aumentado nos últimos anos”, afirmou. Reinehr ressaltou que a lei protege imóveis produtivos e só permite desapropriação se todos os requisitos forem descumpridos ao mesmo tempo, evitando prejuízos a quem produz e investe.

Apesar das críticas ao governo federal, a deputada mantém uma postura otimista. “Somos eternos otimistas, porque estamos trabalhando para resolver os problemas do setor. A questão do crédito rural, da proteção à produção e da defesa da propriedade são prioridades que exigem atuação contínua na frente parlamentar da agropecuária e na Comissão de Agricultura. Não podemos aceitar que o dinheiro não chegue à ponta ou que decisões prejudiciais sejam tomadas sem debate”, concluiu.

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Presença de integrantes de partidos de esquerda em cargos comissionados da prefeitura gera embate político em Laguna

Por Rádio Guarujá25/09/2025 14h58
Foto/Divulgação

O impasse político envolvendo a administração de Laguna ganhou novos capítulos nesta semana. Deputados do PL passaram a criticar a permanência do prefeito Preto Crippa no partido em razão da presença de integrantes do PT e do PCdoB em cargos da prefeitura.

As manifestações partiram da deputada federal Júlia Zanatta (PL), após uma fala do prefeito em uma rádio local, em que ele dizia que o PL de Laguna não era o mesmo PL da deputada e do deputado Zé Trovão.

O deputado federal Zé Trovão e o deputado estadual Jessé Lopes também defendem  que Crippa deixe a legenda, alegando incoerência na composição administrativa.

Procurado, o prefeito de Laguna preferiu não se pronunciar. O Jornal da Guarujá  também buscou contato com os deputados citados, mas não obteve agenda com eles até o fechamento deste texto.

Para comentar o caso, o Jornal da Guarujá conversou nesta quinta-feira (25) com Guilherme Medeiros Martins, presidente do PT em Laguna. Servidor público concursado desde 2013, ele exerce hoje a função de Ouvidor da prefeitura, cargo que assumiu a convite do prefeito.

Martins afirmou que sua indicação foi baseada em critérios técnicos e não em acordos partidários.

“O PT de Laguna não faz parte do governo do PL. O diretório municipal não indicou ninguém. Fui convidado pelo prefeito, mas já sou servidor concursado. Outros colegas também são concursados e exercem funções estratégicas. Essa é uma escolha administrativa, não política”, destacou.

Segundo ele, a reação dos parlamentares surpreendeu pelo tom dado à questão. “Foi inesperado ver uma deputada federal fazer vídeo para externar um problema interno do partido. Esse tipo de ataque faz parte de disputas locais, mas seguimos tranquilos. O PT não está dentro do governo do PL. O prefeito apenas valoriza o aspecto técnico das funções”, disse.

O presidente do PT e funcionário da prefeitura destacou que a análise política em nível municipal não pode se restringir ao embate ideológico nacional.

“Tudo é uma questão de conjuntura. Não dá para analisar só por questão ideológica e nacional, porque os municípios funcionam de forma diferente. Às vezes, tu tem uma pessoa muito competente que é de outro partido e que vai desempenhar bem aquele papel. Então é preciso avaliar ponto a ponto”, afirmou.

Mesmo estando de férias, o presidente do PT disse que chegou a conversar rapidamente com o prefeito após a polêmica. Segundo ele, Preto Crippa reagiu com tranquilidade.

“Muito rapidamente, sim. Ele está bem tranquilo, demonstrou bastante tranquilidade. O Preto é assim, ele banca, ele fala o que tem que falar. Nosso contato é muito mais técnico do que político, mas pelo pouco que conversei, percebi que está tudo tranquilo”, completou.

Confira entrevista completa

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