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Rádio Guarujá
Assoreamento ameaça canal da Barra do Camacho e Jaguaruna busca nova dragagem
Por Rádio Guarujá20/07/2026 10h21
Foto/Amurel
O assoreamento e a possibilidade de fechamento do canal da Barra do Camacho, em Jaguaruna, voltaram a preocupar autoridades e representantes da região. O tema foi discutido em uma reunião realizada na Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil, com a participação de lideranças políticas e empresariais, que apresentaram argumentos sobre a necessidade de uma nova dragagem no local.
A última dragagem do canal foi realizada em 2022, com investimento de R$ 10 milhões do Governo do Estado. Na ocasião, foram retirados mais de 150 mil metros cúbicos de material.
Ao Jornal da Guarujá, o prefeito de Jaguaruna, Laerte Silva dos Santos informou que o assoreamento voltou a avançar e, apesar de ainda existir uma abertura que permite o fluxo de água, o canal não apresenta atualmente a vazão considerada necessária para garantir maior segurança em períodos de chuvas intensas.
“Já faz quatro anos que a gente fez um trabalho ali e conseguimos ter um bom resultado, onde foi tirado mais de 150 mil metros cúbicos de material. Através de um direcionamento, também fizemos o enrocamento e, com o mar de leste ou vento nordeste, acaba acontecendo esse fenômeno que é o assoreamento”, explicou o prefeito.
De acordo com Laerte, o município trabalha na busca por uma nova intervenção no local, mas enfrenta entraves relacionados principalmente ao licenciamento ambiental. A Prefeitura está há mais de dois anos e sete meses tentando viabilizar a licença para realizar o serviço.
“Hoje a maior dificuldade que a gente tem fica na boca da lagoa, onde temos uma parte muito assoreada. Ainda existe uma abertura, que está conseguindo manter um fluxo de água, mas não dá aquela vitalidade e aquela abertura que são necessárias para, caso venham fortes chuvas, termos mais segurança”, afirmou.
Município busca licença para realizar o serviço
A Prefeitura de Jaguaruna pretende obter autorização para realizar o trabalho de forma contínua, com a possibilidade de utilizar uma draga de pequeno porte operada pelo próprio município.
Segundo o prefeito, os estudos ambientais estão em fase de conclusão e parte da documentação já foi encaminhada ao Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA). O órgão teria feito uma devolutiva com solicitações de ajustes em alguns pontos do processo.
“Estamos quase finalizando. Tivemos uma conversa com o Estado para viabilizar algum tipo de recurso para fazer um processo estadual de desassoreamento, entre 30 mil e 70 mil metros cúbicos. Estamos trabalhando com duas possibilidades, se não conseguirmos com o Estado, o intuito é que, depois da licença, tenhamos nosso equipamento para fazer o trabalho”, explicou Laerte.
O prefeito também afirmou que o município já investiu cerca de R$ 325 mil na tentativa de viabilizar a licença ambiental.
“Quando você vai conseguir viabilizar uma licença de um órgão público para outro órgão público, as coisas têm que ser muito mais fáceis, muito mais práticas e mais rápidas. O órgão público não tem benefício, não vai tirar retorno, não vai vender, não vai comercializar. Vai fazer um trabalho para beneficiar uma comunidade e regiões. Parece que a gente joga contra a gente mesmo, e isso nos deixa um pouco frustrados”, declarou.
Canal é importante para a pesca e para o escoamento das águas
Além da preocupação com o período de chuvas, a manutenção do canal é considerada fundamental para a atividade pesqueira. Conforme o prefeito, a profundidade precisa ser mantida entre três e três metros e meio para permitir a entrada de espécies e garantir a atividade dos pescadores da região.
“Ali tem um fator importantíssimo, que é através do pescado. O pescador precisa que o canal esteja pelo menos com um calado de três a três metros e meio de fundura para que entrem a manjuba, a tainha, o camarão e para que os pescadores daquela região, não só do município de Jaguaruna, mas também de Laguna, consigam sobreviver com a pesca”, afirmou.
Laerte também destacou a importância do canal para o escoamento das águas de municípios da região como Sangão, Treze de Maio, Jaguaruna e Tubarão.
“Quando se trata de um trabalho para manter um canal que escoa 90% das águas do município de Sangão, 30% das águas de Treze de Maio, 100% das águas do município de Jaguaruna e 10% das águas do município de Tubarão, a gente tem que pensar de outra forma. Não é apenas um processo que está sendo licenciado. Se não estiver aberto, isso pode causar um desastre lá na frente”, alertou.
Apesar dos entraves burocráticos e ambientais, o prefeito afirma que a execução do serviço não deve ser demorada após a obtenção das licenças e a mobilização dos equipamentos.
“Hoje uma draga pequena faz um trabalho de 120 metros cúbicos por hora. É um equipamento que faz uma demanda muito boa. É um lugar fácil de trabalhar e um material fácil de retirar. O difícil é a parte de licenciamento e de movimentação para trazer os equipamentos”, explicou.
Durante a entrevista, o prefeito também comentou sobre as ações para a próxima temporada de verão. Entre os projetos está a pavimentação asfáltica de um trecho que fará a ligação entre os balneários Campo Bom e Arroio Corrente.
Conforme Laerte, foi viabilizado um convênio para a primeira etapa da obra, que prevê aproximadamente seis quilômetros de pavimentação, ligando a região do Chuveirão aos acessos dos balneários.
“A gente vem trabalhando forte e se esforçando para evoluir, principalmente na região litorânea. Conseguimos viabilizar um convênio para fazer a pavimentação asfáltica ligando os dois balneários, Campo Bom e Arroio Corrente. A primeira etapa terá seis quilômetros, para trazer melhorias e fazer com que as pessoas possam desfrutar das belezas que temos ali e também trazer os investimentos necessários”, afirmou.
Confira entrevista completa
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Sete em cada dez famílias catarinenses estão endividadas, aponta pesquisa
Por Rádio Guarujá17/07/2026 11h23
Foto/Divulgação
O endividamento das famílias catarinenses alcançou, em junho de 2026, o maior patamar dos últimos dois anos. Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina (Fecomércio SC), 76,3% das famílias possuem algum tipo de dívida.
Apesar da alta, o índice catarinense permanece abaixo da média nacional, que chegou a 81,3% no mesmo período.
Em entrevista ao Jornal da Guarujá, a economista da Fecomércio SC, Edilene Cavalcanti, explicou que o endividamento não deve ser automaticamente interpretado como um indicador negativo. Segundo ela, o dado também representa o uso de modalidades de pagamento parcelado, como cartão de crédito e financiamentos.
“O endividamento atingiu o maior nível desde junho de 2024. Ou seja, sete em cada dez famílias estão endividadas. Mas, apesar de preocupar, o endividamento também pode ser olhado sob outras perspectivas. Não necessariamente é uma coisa ruim. Significa que as famílias estão fazendo compras parceladas, seja no cartão de crédito ou em um financiamento.”
A economista explica que a preocupação aumenta quando a família perde a capacidade de pagar as dívidas contraídas e passa a atrasar as contas.
“O endividamento não é ruim. Significa que as famílias estão fazendo compras parceladas. Mas, se chega um momento em que elas não conseguem pagar essa conta, tornam-se inadimplentes. É aí que entra a preocupação: não ter capacidade de pagar as contas que estão sendo feitas.”
Apesar do aumento do endividamento, a pesquisa apontou uma melhora na inadimplência em Santa Catarina no mês de junho, com recuo no número de famílias com contas em atraso.
Cartão de crédito é principal fonte de endividamento
O cartão de crédito continua sendo a principal modalidade utilizada pelas famílias catarinenses para realizar compras e, consequentemente, também aparece como a principal fonte de endividamento.
“Hoje em dia é bastante fácil ter acesso a um cartão de crédito com algum limite. É uma modalidade de pagamento muito utilizada no dia a dia. A fatura geralmente vem a cada 30 dias e, então, já consideramos isso como um endividamento.”
Na sequência, aparecem os carnês e o crédito pessoal. Financiamentos de imóveis e veículos também fazem parte do perfil de endividamento das famílias, mas representam uma parcela menor. De acordo com a economista, os juros elevados dificultam o acesso a esse tipo de crédito.
A pesquisa é realizada em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que coleta os dados nos estados. As federações estaduais analisam as informações e acompanham o comportamento financeiro dos consumidores.
Segundo Edilene, o monitoramento é importante para orientar o setor varejista sobre a situação financeira das famílias e auxiliar os empresários no planejamento de estratégias de venda.
Varejo mantém desempenho positivo
Mesmo diante do cenário de endividamento e da preocupação com os juros elevados, o comércio catarinense vem apresentando resultados positivos. Segundo Edilene, as vendas do varejo cresceram 7% em maio, enquanto a média nacional foi de 0,4%. No acumulado do ano, o crescimento chegou a 4,6%.
As datas comemorativas, como o Dia das Mães e o Dia dos Namorados, também contribuíram para movimentar o comércio.
“Apesar dessa preocupação, os indicadores estão vindo positivos. As vendas, como eu disse, cresceram nesse último mês e 4,6% no ano. As famílias estão consumindo nessas datas comemorativas, então o mercado de trabalho segue aquecido, com geração de empregos. Há um equilíbrio entre essa preocupação e os resultados que estão sendo observados.”
A economista também destacou que o mercado de trabalho segue aquecido e que o consumo continua sendo sustentado, apesar das preocupações relacionadas aos juros e ao cenário econômico.
Para Edilene, a expectativa é de que Santa Catarina mantenha bons resultados ao longo do ano, mesmo diante dos desafios relacionados ao endividamento, aos juros e ao comportamento de consumidores e empresários.
“A expectativa ainda para este ano é mantermos bons resultados e fecharmos o ano com números positivos em praticamente todos os indicadores da economia.”
Palestra gratuita em Orleans aborda como transformar conflitos em oportunidades de crescimento
Por Rádio Guarujá17/07/2026 11h19
Foto/Divulgação
A sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Orleans recebe, na próxima terça-feira (21), a palestra “Como Transformar Conflitos em Crescimento”. O evento será realizado às 19h30 e terá como palestrante Zaahy Denyze Reggio, reitora da Universidade de Estudos Avançados Independente (UEAI).
A proposta é abordar situações comuns do cotidiano e a forma como as pessoas lidam com conflitos nas relações familiares, profissionais e interpessoais.
“Nós estamos procurando levar ao público aqueles assuntos que são de conflitos diários, como nos relacionarmos e como trabalharmos a nossa mente a favor de nós mesmos. Então, nós vamos conversar um pouco sobre como processar a realidade de um conflito e a realidade do outro”, explicou Zaahy.
Segundo a palestrante, os conflitos fazem parte de diferentes áreas da vida e podem surgir em relações familiares, afetivas e profissionais.
“São conflitos familiares, conflitos entre pai e mãe, conflitos nos relacionamentos e conflitos no trabalho. Por que nós nos embatemos, nos magoamos, nos entristecemos e, com isso, reagimos? Reagimos de uma forma que nem sempre vai nos trazer bons resultados”, afirmou.
Durante a palestra, a proposta é abordar situações do dia a dia e mostrar como elas podem ser analisadas sob diferentes perspectivas.
“Nós vamos procurar, através de situações que acontecem com todos, levantar pequenas situações diárias de relacionamentos, mostrando a cada um como elas podem ser geradas de uma forma diferenciada”, explicou.
Com mais de 30 anos de experiência em atendimentos terapêuticos, Zaahy afirma que os relatos ouvidos ao longo da carreira também contribuíram para a construção de um campo de pesquisa sobre o comportamento humano.
“Foi o que eu construí durante 30 anos no consultório de terapia, ouvindo as pessoas, ouvindo seus desabafos e suas emoções em desequilíbrio. Isso nos gerou um campo de pesquisa também muito grande”, relatou.
De acordo com ela, muitos dos conflitos enfrentados pelas pessoas apresentam características semelhantes, independentemente do tipo de relação envolvida.
“Nós percebemos que isso se torna comum a muitos. A causa das relações entre pais e filhos, das relações entre marido e mulher, o casamento e o trabalho. Quais são as dificuldades? Observa-se que verdadeiramente havia muita semelhança. Então, isso estava no estado de comportamento das crenças limitantes que nós acabamos vivendo no nosso dia a dia”, afirmou.
Outro tema que será abordado é a empatia e a capacidade de ouvir o outro. Para Zaahy, desenvolver essa habilidade é fundamental para melhorar as relações.
“Eu penso que hoje está faltando muito na humanidade a capacidade de ir até o outro para escutar também. Nós falamos de empatia: ter mais empatia e compreender que, às vezes, nem sempre está um dia muito bom para outra pessoa, assim como também pode não estar para nós. E como nós podemos administrar tudo isso?”, questionou.
A palestrante também defende que os conflitos podem ser utilizados como oportunidades de aprendizado e transformação.
“Você tem oportunidade de reações diferentes frente aos desafios e, com isso, construir uma nova realidade. Reconstruir e repaginar toda aquela nossa programação que há décadas a gente está acostumado a fazer sempre a mesma coisa”, explicou.
A palestra também deve abordar o conceito de revisionismo, trabalhado pela UEAI como um processo de revisão das próprias ações e reações.
“Um dos pilares, uma das colunas fundamentais da universidade é o revisionismo. Criar um hábito de revisão é um ato de interiorização muito grande. Esse processo de revisão vai entrar no automático revisionista. Isso é um preparo fantástico no ser humano, porque ele vai ser capaz de autoanalisar-se a cada ação e reação”, afirmou.
A palestra “Como Transformar Conflitos em Crescimento” será realizada na próxima terça-feira (21), às 19h30, na sede da CDL de Orleans. A participação é gratuita e aberta ao público.
Confira a entrevista completa
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Orleans poderá receber distribuição gratuita de spray de pimenta para mulheres vítimas de violência doméstica
Por Rádio Guarujá16/07/2026 10h12
Imagem Ilustrativa
A distribuição gratuita de spray de pimenta para mulheres vítimas de violência doméstica ou de tentativa de feminicídio foi tema de debate na Câmara de Vereadores de Orleans. A vereadora Genaina Coan, a Jana, do Partido Liberal (PL), abordou o assunto durante a última sessão do Legislativo e explicou como deverá funcionar a aplicação da lei estadual que autoriza a medida em Santa Catarina.
A Lei Estadual nº 19.804 foi sancionada pelo governador Jorginho Mello no dia 14 de abril de 2026 e publicada no Diário Oficial no dia seguinte. A norma autoriza o poder público estadual a fornecer gratuitamente o equipamento de defesa pessoal para mulheres que estejam em situação de vulnerabilidade, seguindo critérios estabelecidos.
Ao jornal da Guarujá a vereadora destacou que, apesar de a lei já estar em vigor, a distribuição ainda não começou e depende da organização dos órgãos responsáveis pela segurança pública.
“É importante deixar claro para as pessoas que a lei foi sancionada, o poder público estadual está autorizado a distribuir gratuitamente o spray de pimenta, mas ele ainda não está em efetivo trabalho. Isso poderá levar alguns meses, porque existe toda uma organização que precisa ser feita”, explicou Jana.
Quem terá direito ao spray
O benefício não será destinado a qualquer mulher que se sinta ameaçada. A legislação estabelece critérios específicos para o recebimento do equipamento.
De acordo com Jana, a mulher deverá ter registro de ocorrência envolvendo violência doméstica ou tentativa de feminicídio, possuir medida protetiva de urgência concedida pela Justiça e apresentar documentação que comprove a decisão judicial. Além disso, é necessário ter renda individual de até dois salários mínimos.
“Não é simplesmente uma mulher dizer que o marido é grosseiro ou que alguém está incomodando e pedir um spray de pimenta. Existem requisitos. Ela precisa ter boletim de ocorrência, medida protetiva deferida pelo juiz da comarca e comprovar essa situação”, afirmou.
O controle e a distribuição do equipamento ficarão sob responsabilidade dos órgãos de segurança pública.
A lei também estabelece regras para o uso do spray de pimenta. O equipamento deverá ser utilizado exclusivamente para defesa pessoal da mulher contra o agressor identificado no boletim de ocorrência.
Segundo a vereadora, o objetivo é criar uma ferramenta que ajude a afastar o agressor em uma situação de risco, mas sem permitir o uso indevido.
“O spray de pimenta não poderá ser usado contra qualquer pessoa. Ele será exclusivamente para a defesa pessoal contra o agressor identificado no boletim de ocorrência”, explicou.
As mulheres que receberem o equipamento também deverão participar de orientações e treinamentos sobre o uso correto. A capacitação será realizada pelo Executivo, em parceria com a Rede Catarina e órgãos responsáveis.
Orleans tem 44 mulheres com medidas protetivas
Durante a entrevista, Jana também destacou a realidade da violência contra a mulher no município. Segundo informações repassadas pela policial Patrícia, responsável pela Rede Catarina em Orleans, atualmente 44 mulheres possuem medidas protetivas em vigor na cidade.
“É um número muito grande para um município de 24 mil habitantes. Nós temos também duas vítimas em aluguel social determinado pela Justiça, porque muitas mulheres não conseguem voltar para casa e não têm condições de pagar um aluguel”, relatou.
A vereadora, que atualmente preside a Procuradoria da Mulher da Câmara de Orleans, afirmou que a nova lei representa mais uma ferramenta de proteção.
“Sabemos que biologicamente o homem tem uma força física maior que a mulher. O spray vem para inibir, para afastar o agressor e, quem sabe, em um momento de tentativa de feminicídio, permitir que essa mulher consiga se proteger”, destacou.
Rede Catarina e ações do Agosto Lilás
Jana também reforçou a importância da Rede Catarina, programa desenvolvido pela Polícia Militar para acompanhamento de mulheres vítimas de violência. Segundo ela, o trabalho envolve visitas preventivas, orientações de segurança, fiscalização do cumprimento das medidas protetivas e encaminhamento para serviços de apoio.
“A policial Patrícia faz um trabalho muito importante. Ela acompanha as mulheres, orienta, fiscaliza as medidas protetivas e faz os encaminhamentos para a rede de apoio, como assistência social, CRAS e CREAS”, afirmou.
A Procuradoria da Mulher da Câmara de Orleans também prepara ações para o Agosto Lilás, mês dedicado à conscientização pelo fim da violência contra a mulher. Entre as atividades previstas estão uma participação da Rede Catarina na tribuna da Câmara e uma caminhada organizada em parceria com o grupo Unidas por Elas.