Para uma melhor experiência neste site, utilize um navegador mais moderno. Clique nas opções abaixo para ir à página de download
Indicamos essas 4 opções:

Google Chrome Opera Mozilla Firefox Microsoft Edge
Ok, estou ciente e quero continuar usando um navegador inferior.

BLOG

Rádio Guarujá

Resgate do Carnaval de Orleans começa nesta quinta-feira com programação para todas as idades

Por Rádio Guarujá11/02/2026 12h44
Foto/Redação

Após 17 anos sem Carnaval de rua, Orleans volta a celebrar a festa popular com uma programação especial a partir desta quinta-feira (12). O “Resgate do Carnaval” será realizado na Praça Celso Ramos, em frente ao Bar da Esquina, com atividades gratuitas até domingo (15), reunindo terceira idade, crianças e público em geral.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá nesta quarta-feira (11), os sócio-proprietários Sandro Ramires Tamagno, o Pepita (Bar da Esquina), e Ítalo Vieira (Bodega Vieira) detalharam a proposta do evento, que conta com apoio da Prefeitura.

“A ideia começou numa conversa informal, relembrando os velhos tempos. Surgiu essa oportunidade de resgatar o Carnaval de Orleans”, explicou Ítalo. Segundo ele, a administração municipal está apoiando dentro das possibilidades, com estrutura e suporte logístico.

A programação inicia na quinta-feira às 15h com o Carnaval da Terceira Idade. “Já começa o barulhinho às três horas da tarde, com o pessoal da melhor idade”, destacou Pepita. Após uma pausa para a missa, a abertura oficial ocorre às 19h, com presença de autoridades e entrega da chave da cidade ao Rei Momo, Mário Rogério Dias.

Na sequência, a tradicional Charanga 2001 sobe ao palco. “A Charanga existe desde sempre, é histórica pra nossa cidade”, afirmou Pepita. Segundo ele, o grupo surgiu de forma espontânea, com amigos que se reuniam com instrumentos para tocar por amor ao Carnaval. Nesta edição, a apresentação terá novidades, incluindo a participação de alunos da Apae.

A noite de quinta-feira também contará com DJs locais. “Tanto as bandas como os DJs são todos artistas aqui de Orleans”, ressaltou.

A programação segue na sexta-feira (13) com abertura às 19h. Às 20h30 se apresenta a Banda Estrela do Oriente, seguida por DJ e, às 22h30, pagode. No sábado (14), as atividades começam mais cedo, às 17h, novamente com a Banda Estrela do Oriente. Após intervalo para missa, a programação retorna com DJ e pagode à noite.

No domingo (15), o destaque é o Carnaval Kids, a partir das 15h. Haverá brinquedos infláveis gratuitos, além da apresentação da Charanga animando a tarde. À noite, após a missa, o evento encerra com DJ e pagode.

Segundo os organizadores, o evento será totalmente gratuito. “Não vai ter cobrança de ingresso, é praça pública, aberto”, reforçou Ítalo. A estrutura contará com banheiros químicos, além do banheiro público da praça, e praça de alimentação com comerciantes locais.

Pepita destacou o significado do momento para a cidade. “Faz 17 anos que o Carnaval de Orleans não acontece. O povo orleanense está esperando por isso”, afirmou. Para ele, o objetivo é promover uma festa familiar, segura e acessível. “Esse Carnaval aqui é pra família. Traga seu filho, seu marido, sua esposa e vem se divertir.”

A rua será parcialmente fechada para a realização do evento, e a expectativa dos organizadores é atrair também público da região, já que o modelo de Carnaval de rua gratuito se tornou menos comum nos municípios vizinhos.

Confira entrevista completa

0
0

Unesc realiza monitoramento ambiental em praias do Sul catarinense

Por Rádio Guarujá10/02/2026 12h42
Fotos/Unesc

A Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) está realizando o monitoramento das praias no trecho entre Balneário Rincão e Jaguaruna, no Sul de Santa Catarina. A ação abrange cerca de 58 quilômetros de litoral e integra o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Pelotas (PMP-BP).

O projeto é uma exigência do licenciamento ambiental federal conduzido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e está relacionado às atividades de pesquisa e aquisição de dados geológicos realizadas pela empresa TGS na Bacia de Pelotas.

Sobre o tema, o Jornal da Guarujá conversou, na manhã desta terça-feira (10), com a professora e pesquisadora da Unesc, Morgana Cirimbelli Gaidzinski. Segundo ela, o PMP é uma condicionante ambiental para que a empresa possa realizar estudos de prospecção sísmica na região.

“Esse projeto se chama Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Pelotas. Ele é uma condicionante do Ibama para que uma empresa chamada TGS, que trabalha com prospecção sísmica, possa realizar estudos geológicos na Bacia de Pelotas”, explicou.

A pesquisadora destacou que diversas instituições participam da iniciativa, incluindo universidades de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, com o objetivo de acompanhar diariamente a fauna marinha ao longo do litoral sul do Brasil.

“Algumas instituições, como a Unesc, a Univali, a Udesc, a Educamar e a UFRGS, estão envolvidas nesse projeto, que tem como objetivo monitorar a orla e analisar animais que possam encalhar, vivos ou mortos, principalmente mamíferos marinhos, aves e tartarugas marinhas”, afirmou.

De acordo com Morgana, as equipes estão em campo desde o dia 24 de novembro. No caso da Unesc, o trabalho é realizado diariamente em um trecho que vai da barra do Rio Araranguá até a barra do Camacho.

“A nossa equipe é responsável por monitorar em torno de 58 quilômetros de praias todos os dias. No verão, como ainda há muitos turistas e pessoas em veraneio, a gente se desloca mais cedo. Todos os dias a equipe percorre a orla”, relatou.

Sobre os registros feitos até o momento, a pesquisadora ressaltou que os dados estão dentro da normalidade esperada para esta época do ano.

“Ainda é um período inicial do projeto e o número de animais encontrados corresponde ao esperado para essa época. Geralmente, o maior número de ocorrências acontece no inverno, quando aves marinhas, como pinguins, e mamíferos, como lobos e leões-marinhos, saem da Patagônia e vêm para o litoral sul do Brasil”, explicou.

Segundo Morgana, a presença desses animais na região é considerada natural e está relacionada à migração em busca de alimento e condições climáticas mais favoráveis.

“Essa migração é trófica e reprodutiva. No inverno, a oferta de alimento na Patagônia diminui e as temperaturas são muito baixas. Então, eles vêm para áreas onde encontram mais alimento e uma temperatura mais adequada”, disse.

Ela acrescenta que, em muitos casos, os animais utilizam o litoral catarinense apenas como área de descanso temporário.

“Às vezes eles se afastam da área principal de alimentação e acabam parando na nossa orla para descansar. As pessoas podem achar que o animal está ferido, mas muitas vezes ele só está descansando”, esclareceu.

Quando são identificados animais feridos, a equipe aciona os protocolos de resgate.

“Se a gente encontra um animal vivo e ferido, ele é encaminhado para o Centro de Estabilização da Udesc”, completou.

O projeto tem previsão inicial de duração de dois anos, mas o prazo pode variar conforme o andamento das pesquisas realizadas pela empresa.

“A princípio, o projeto foi pensado para dois anos. Mas isso depende dos resultados dos estudos. Se a empresa concluir antes, o projeto pode encerrar antes. Caso contrário, ele pode se estender”, finalizou.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=vtDeWbQ_Iw0 

0
0

Orleans confirma novos focos do Aedes aegypti e inicia vacinação contra a dengue em adolescentes

Por Rádio Guarujá10/02/2026 12h38
Foto/Redação

O município de Orleans confirmou recentemente mais dois focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Os registros ocorreram nos bairros Barro Vermelho e Samuel Sandrini, elevando para quatro o número de focos identificados na cidade.

O tema foi abordado durante entrevista no Jornal da Guarujá, com a participação da coordenadora de Imunização de Orleans, Gileisi Debiasi Ceolin, e do coordenador de Endemias, Luiz Fellipe da Silva Garcia.

De acordo com Luiz Fellipe, o município realiza um trabalho permanente de monitoramento por meio de armadilhas instaladas na área urbana.

“Hoje o município de Orleans possui 109 armadilhas na área urbana. Essas armadilhas são vistoriadas a cada sete dias. A gente faz a inspeção, coleta as larvas e envia para o laboratório da Regional de Saúde, que identifica de que tipo de mosquito se trata”, explicou.

Segundo ele, os focos positivos foram confirmados no bairro Barro Vermelho, no sentido do Rio Novo, e em três pontos do bairro Samuel Sandrini.

“Nesse período é comum aparecer foco porque a temperatura está alta e chove bastante. Isso acaba sendo um ambiente propício para a proliferação do vetor”, afirmou.

Luiz também destacou a atuação dos agentes de endemias após a identificação dos focos.

“É nesse momento que os agentes entram em campo para orientar a população, eliminar criadouros e fazer esse trabalho de varredura, justamente para evitar que o mosquito se espalhe para outros bairros”, completou.

Apesar da confirmação dos focos, não há casos confirmados de dengue no município. A coordenadora de Imunização, Gileisi, reforçou que a prevenção depende diretamente do envolvimento da comunidade.

“A gente sempre fala que a dengue precisa da colaboração da comunidade. São situações simples do dia a dia que, se forem observadas, fazem com que os casos sejam raríssimos”, destacou.

Vacinação contra a dengue

Durante a entrevista, Gileisi também falou sobre a vacinação contra a dengue, que já está disponível para adolescentes de 10 a 14 anos em Orleans.

“A vacina é uma prevenção, mas isso não quer dizer que, se não cuidar do vetor, a doença não vai acontecer”, explicou.

Ela ressaltou que o principal objetivo da imunização é evitar formas graves da doença.

“A vacina tenta prevenir casos graves, hospitalizações e óbitos. Os sintomas da dengue são muito intensos, com muita dor no corpo, dor de cabeça, manchas pelo corpo e, em casos mais graves, até hemorragia”, alertou.

As doses estão disponíveis em todas as salas de vacinação do município, com atendimento das 8h às 11h30 e das 13h às 16h30.

“Esse horário diferenciado é por causa dos cuidados com a rede de frio. A gente precisa seguir esse protocolo para garantir a qualidade da vacina”, explicou Gileisi.

Luiz Fellipe chamou atenção para o risco regional e para a falsa sensação de segurança causada pela vacinação.

“O Aedes aegypti não transmite só dengue, mas também zika e chikungunya. A vacina ajuda, mas a prevenção continua sendo essencial”, afirmou.

Ele destacou ainda a importância das denúncias feitas pela população.

“Muitas vezes o foco não aparece naquela semana epidemiológica. Por isso, a denúncia da população é fundamental para que a gente consiga chegar antes da disseminação do mosquito”, disse.

Segundo o coordenador, o combate à dengue exige um esforço coletivo.

“A dengue é uma doença compartilhada. Não é só com vacina ou só com agente de campo. A população precisa ajudar para que o município não se torne infestado”, concluiu.

A Secretaria de Saúde orienta que a população mantenha os cuidados básicos, elimine recipientes com água parada e procure a unidade de saúde para vacinar adolescentes dentro da faixa etária indicada.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=vtDeWbQ_Iw0

0
0

Reunião no TCU confirma avanço no projeto dos túneis do Morro dos Cavalos

Por Rádio Guarujá06/02/2026 12h03
Foto: Arteris Litoral Sul

A deputada federal Geovania de Sá participou, em Brasília, de uma reunião no Tribunal de Contas da União (TCU) que confirmou o encaminhamento para o início das obras dos túneis do Morro dos Cavalos, na BR-101, ainda em 2026. O encontro reuniu representantes do Ministério dos Transportes, da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e das concessionárias envolvidas no processo de otimização e readequação contratual do trecho.

Durante a apresentação ao TCU, foi informado que o projeto passa por atualização de valores para adequação aos preços atuais. A estimativa inicial, que em 2015 girava em torno de R$ 150 milhões, hoje está entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3 bilhões, considerando a construção dos túneis e das obras complementares.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá, na manhã desta sexta-feira (6), Geovania explicou que a reunião integrou os trabalhos de uma comissão criada pelo Tribunal de Contas da União justamente para analisar alterações contratuais. “O TCU criou essa comissão exatamente para tratar da adequação dos valores e da transferência do trecho, porque hoje o Morro dos Cavalos é da concessionária Arteris, e a CCR Motiva é responsável aqui pelo Sul de Santa Catarina. Para essa transferência acontecer, precisa passar pela análise do Tribunal”, explicou.

Segundo a deputada, o Morro dos Cavalos é um dos pontos mais críticos da BR-101 no país. “Qualquer ocorrência ali interfere totalmente na nossa vida. A gente já viu isso acontecer com acidente, com deslizamento, com caminhão-tanque. Tudo isso bloqueia o tráfego e afeta toda a região”, afirmou.

Geovania relatou que acompanhou praticamente toda a reunião, que teve duração de cerca de três horas e meia. “Era uma reunião muito técnica, com apresentação do Ministério dos Transportes, da Secretaria Nacional e da ANTT, mas para nós é extremamente importante. O que foi passado ali é que o Morro dos Cavalos está nesse processo de transferência e que deve ter um relatório final agora em fevereiro ou, no mais tardar, em março”, disse.

De acordo com a deputada, o projeto apresentado prevê a construção de três túneis com três pistas, além de outras intervenções. “Foi apresentado inclusive para nós o projeto aprovado. E também os valores. Lá atrás falava-se em cerca de 15 milhões, hoje a obra completa, com túneis e obras complementares, gira entre 2,5 e 3 bilhões de reais”, detalhou.

O prazo estimado para execução é de 36 meses. “Eu até acho rápido, pela complexidade da obra, mas esse foi o prazo apresentado. Claro que nós vamos acompanhar do início ao fim, porque não é só o túnel, tem galerias, sistemas de segurança e várias outras intervenções”, ressaltou.

Sobre o licenciamento ambiental, Geovania afirmou que o tema foi mencionado, mas não foi o foco central da reunião. “Foi apresentado de forma rápida. A maior preocupação lá atrás era a questão da área indígena, e isso já está vencido. Pelo que eu percebi, as outras adequações ambientais não preocuparam os técnicos que estavam construindo o projeto”, avaliou.

Questionada sobre a possibilidade de as obras efetivamente começarem ainda este ano, a deputada demonstrou cautela, mas também otimismo. “É aquela coisa, né? Tem que ver para crer. Mas nós nunca estivemos tão perto. Antes isso nem era discutido. Hoje já é algo concreto, sendo analisado por um órgão extremamente respeitado, que é o Tribunal de Contas da União”, afirmou.

Durante a entrevista, Geovania também comentou sua posição contrária ao programa federal Gás do Povo. “Eu fui contra. Eu sempre defendi a assistência social, mas não aquela que faz a pessoa ficar dependente do governo. O maior programa social é o emprego. A gente precisa criar porta de saída, não só porta de entrada”, declarou. Segundo ela, é necessário investir em qualificação e autonomia financeira. “Não existe almoço de graça. Tudo isso é pago com imposto”, completou.

Ao final da entrevista, a deputada falou sobre seu futuro político. “Os encaminhamentos devem acontecer até março, que é o período da janela partidária. Estou analisando o cenário e trabalhando bastante, mas essa decisão deve ser tomada nesse período”, concluiu.

Confira entrevista completa

0
0