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Rádio Guarujá
TSE rejeita pedido de cassação e mantém mandato do senador Jorge Seif
Por Rádio Guarujá13/02/2026 11h29
Foto/Agência Senado
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou nesta quinta-feira (12) o pedido de cassação do mandato do senador Jorge Seif (PL-SC). A decisão mantém o resultado das eleições de 2022 em Santa Catarina, quando Seif derrotou nomes tradicionais da política catarinense na disputa pela única vaga ao Senado.
A ação foi proposta pelo ex-governador Raimundo Colombo (PSD), que também concorreu ao cargo. Na mesma eleição, o então senador Dário Berger, à época no PSB, tentava a reeleição, mas acabou superado nas urnas.
O processo foi movido pela coligação formada por Patriota, PSD e União Brasil. Entre as acusações estavam a suposta cessão de um helicóptero pelo empresário Osni Cipriani, do setor da construção civil; o alegado uso da estrutura da Havan na campanha; e um suposto financiamento irregular de propaganda eleitoral pelo Sindicato das Indústrias de Calçados de São João Batista.
Também figuraram como réus os suplentes da chapa, Hermes Artur Klann e Adrian Rogers Censi; o empresário Almir Manoel Atanazio dos Santos; e o empresário Luciano Hang, proprietário da Havan.
O caso já havia sido arquivado por unanimidade no Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC). A coligação recorreu ao TSE, onde chegou a obter parecer favorável da Procuradoria-Geral Eleitoral. Ainda assim, os ministros da Corte decidiram manter o mandato do senador.
“A justiça foi feita mais uma vez”
Em entrevista ao Jornal da Guarujá, na manhã desta sexta-feira (13), Jorge Seif afirmou que sempre esteve confiante no desfecho do processo.
“Primeiramente eu preciso agradecer muito a Deus porque a justiça foi feita mais uma vez. O Tribunal Superior Eleitoral ontem simplesmente acompanhou a decisão dos magistrados catarinenses do TRE de Santa Catarina”, declarou.
O senador destacou que as denúncias surgiram ainda na fase de prestação de contas da campanha. “Essas denúncias levianas já iniciaram lá na minha prestação de contas. Depois vencemos de 7 a 0. Depois apresentaram uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral aqui em Santa Catarina e ainda vencemos de 7 a 0”, afirmou.
Segundo ele, o Ministério Público chegou a pedir o arquivamento da ação e a aplicação de litigância de má-fé contra os autores. “Ou seja, dizendo que eles tinham má-fé nessa ação e pedindo arquivamento. Depois apelaram ao TSE. Foi uma ação muito longa”, disse.
Seif relatou o impacto pessoal do processo. “Mesmo que nós saibamos que nossas mãos estão limpas, isso traz ansiedade, traz insegurança. Você ser acusado de algo que você não cometeu gera especulação, gera notícia, preocupa a família inteira”, afirmou.
Ele também declarou que a decisão unânime reforça a legitimidade da eleição. “Não foi uma, não foi duas, mas três vezes vencendo. Mais uma unanimidade, para não deixar dúvidas de que não houve nenhuma trapaça por parte do senador Jorge Seif”, disse.
Ao comentar o desfecho, acrescentou: “Eu estou muito feliz e agradecido a Deus por mais uma vez comprovar minha inocência e finalmente poder tocar minha vida”.
Articulações políticas
Durante a entrevista, o senador também comentou o cenário político para as próximas eleições e as discussões em torno das candidaturas ao Senado em Santa Catarina. Ele afirmou que o governador Jorginho Mello terá habilidade para conduzir o processo e defendeu unidade no campo conservador.
Seif citou como possíveis nomes a deputada federal Caroline De Toni e Carlos Bolsonaro, além de mencionar o prefeito de Chapecó, João Rodrigues.
“Parlamento é voto. Você pode ter o projeto mais lindo do mundo, mas parlamento é voto. Hoje nós somos minoria lá dentro do Senado”, afirmou.
Com a decisão do TSE, fica encerrado o questionamento judicial sobre o resultado da eleição ao Senado em Santa Catarina, mantendo Jorge Seif no cargo.
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Criciúma remove casas abandonadas para combater riscos à comunidade
Por Rádio Guarujá12/02/2026 11h33
Foto/Arquivo
Desde 2021, aproximadamente 80 casas abandonadas já foram demolidas em Criciúma. A informação é do diretor da Defesa Civil do município, Fred Gomes, que atribui as intervenções à falta de manutenção por parte dos proprietários. Segundo ele, muitos desses imóveis acabam invadidos e se tornam pontos de risco à segurança e à saúde pública.
O tema voltou a ganhar destaque nesta semana após o vereador Toninho da Figueira (PL) apresentar, na terça-feira (10), um requerimento ao prefeito Vagner Espíndola. O parlamentar questiona quais providências estão sendo adotadas em relação a uma casa desocupada no bairro São Marcos. De acordo com o vereador, o imóvel tem registrado circulação frequente de usuários de drogas, gerando transtornos para moradores da região.
Em entrevista ao Jornal da Guarujá na manhã desta quinta-feira (12), Fred Gomes explicou que as demolições ocorrem após denúncia e abertura de processo administrativo. “Ou a gente recebe essa denúncia do Departamento de Fiscalização Urbana ou pela central 199 da Defesa Civil. A partir daí, fazemos a vistoria e iniciamos o processo. Dependendo da gravidade, a gente já encaminha a demolição o mais rápido possível”, afirmou.
O diretor destacou que a responsabilidade inicial é sempre do proprietário. “Eu costumo dizer que é a mesma coisa que um carro. Você precisa fazer manutenção. A casa também precisa. Se o proprietário não faz, a Defesa Civil de Criciúma, junto com a municipalidade, vai fazer”, declarou.
Segundo Fred, o número de demolições realizadas diretamente pelo município ou após notificação aos donos dos imóveis varia entre 80 e 90 desde o início do projeto. Em muitos casos, os proprietários acabam realizando a limpeza ou a demolição após serem notificados. “Muitas vezes, por nosso espanto, o proprietário diz que nem lembrava que o imóvel era dele. A maioria acaba acatando a recomendação”, relatou.
Atualmente, a Defesa Civil tem entre 150 e 180 casos em andamento relacionados a imóveis com falta de manutenção que podem resultar em demolição. O processo inclui notificações e, se não houver resposta, autuação. Em situações consideradas graves, a prefeitura pode publicar parecer no Diário Oficial e realizar a demolição diretamente.
Fred Gomes reforça que, quando o município executa o serviço, os custos são cobrados do proprietário. “Tudo o que é feito dentro do terreno é lançado no IPTU do cidadão. Inclusive cálculo de diesel das máquinas. Por isso, é muito mais em conta o proprietário providenciar a limpeza ou a demolição por conta própria”, explicou.
Além das casas abandonadas, terrenos baldios com mato alto também entram no radar da fiscalização, especialmente quando representam risco próximo a escolas ou áreas de grande circulação. “Quando a gente fala em gerenciamento de risco, estamos falando de segurança pública, saúde pública e questão social. É um trabalho que impacta diretamente na qualidade de vida dos bairros”, concluiu.
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Investir em veículos para locação pode gerar renda, afirma André Eleutério
Por Rádio Guarujá12/02/2026 11h30
Foto/Redação
O Jornal da Guarujá recebeu em seu estúdio o CEO da Exclusivo Consórcios, André Eleutério, para falar sobre um tema que tem ganhado espaço no mercado: investimentos em cartas de crédito para aquisição de automóveis destinados à locação.
Segundo ele, cresce no Brasil a procura por veículos alugados, tanto por empresas que desejam ampliar a frota quanto por motoristas de aplicativo e profissionais autônomos. A principal justificativa, de acordo com esses usuários, é a redução de custos com manutenção, seguro e impostos. “Se tem gente querendo alugar, precisa ter alguém oferecendo esses veículos. Isso abre uma oportunidade para quem quer investir”, destacou André Eleutério.
O empresário afirma que o modelo já é consolidado em países como os Estados Unidos, onde o leasing é comum. No Brasil, a cultura da locação também avança e, conforme explicou, não é necessário ter uma grande empresa para atuar no segmento. “Qualquer pessoa pode começar. Não precisa ter CNPJ nem uma estrutura grande de locadora”, disse.
De acordo com Eleutério, uma carta de crédito de R$ 50 mil para automóvel pode ter parcela inicial em torno de R$ 290 até a contemplação. Após contemplado, o valor pode chegar a aproximadamente R$ 600. Ele exemplifica que um veículo nessa faixa pode ser alugado por cerca de R$ 700 por semana. “Em uma semana paga a parcela e ainda sobra. Ao longo do mês, mesmo reservando valor para manutenção, pode gerar renda para reinvestimento”, explicou.
A estratégia, segundo ele, está ligada ao conceito de fazer o dinheiro trabalhar a favor do investidor. “Muita gente trabalha por dinheiro. A diferença é aprender a fazer o dinheiro trabalhar para você”, afirmou, defendendo o planejamento financeiro e o investimento gradual.
O empresário também comparou o consórcio ao financiamento bancário. Enquanto linhas de crédito tradicionais podem ter juros superiores a 1% ao mês, ele destaca que o consórcio opera com taxa administrativa diluída ao longo do plano, o que reduz o custo final. “Para quem tem pressa, o financiamento pode ser o caminho. Para quem pode planejar, o consórcio costuma ser mais vantajoso”, avaliou.
Outro ponto abordado foi a possibilidade de utilizar cartas de crédito para caminhões, inclusive usados, dependendo das regras da administradora. A modalidade é utilizada por transportadoras para renovação de frota e também por autônomos que desejam se programar para trocar o veículo sem recorrer a financiamentos com juros elevados.
Durante a entrevista, André Eleutério reforçou a importância da educação financeira e do controle emocional na hora de investir. “O maior erro é gastar por impulso e se comparar com os outros. Investimento exige planejamento, não pressa”, pontuou.
A Exclusivo Consórcios atua há quase 14 anos no mercado e possui escritórios em Criciúma e Araranguá. Os interessados podem entrar em contato com André Eleutério pelo telefone (48) 99636-8820 ou buscar mais informações no site exclusivoconsorcios.com.br ou nas redes sociais da Exclusivo Consórcios, onde há vídeos e conteúdos sobre planejamento e investimentos.
Presidente do Sindisaúde afirma em entrevista que acordo não foi totalmente cumprido no Hospital Santa Catarina
Por Rádio Guarujá11/02/2026 12h48
Foto/Divulgação
Santa Catarina viveu dias de apreensão diante da crise enfrentada pelo Hospital Materno-Infantil Santa Catarina, em Criciúma. A unidade, administrada pelo Instituto IDEAS, vinha acumulando atrasos no cumprimento de direitos trabalhistas, o que levou os trabalhadores a realizarem paralisação na última semana. Após mobilização da categoria e atuação do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde), os depósitos referentes aos direitos em atraso foram realizados e a greve foi encerrada.
Na manhã desta quarta-feira (11), o Jornal da Guarujá conversou com o presidente do Sindisaúde, Cleber Cândido, que detalhou a situação.
Segundo ele, os problemas se intensificaram nos últimos cinco a seis meses. “A gente vem tendo problemas há uns cinco, seis meses já, com questões de atraso em FGTS, atraso em pagamento de férias, de trabalhadores com empréstimos consignados que estão sendo descontados e não estavam sendo repassados para as instituições financeiras, negativando o nome dos trabalhadores”, afirmou.
O presidente também relatou atrasos no complemento do piso salarial e no pagamento de salários. “Agora em janeiro no pagamento de salário também teve atraso e as coisas vêm piorando cada vez mais”, disse.
Diante do cenário, os trabalhadores decidiram paralisar as atividades na semana passada. Conforme Cândido, parte das pendências foi resolvida naquele momento, como o pagamento do complemento do piso, vale-alimentação e vale-transporte. No entanto, outras questões permaneceram em aberto.
“Ficando pendente ainda a questão dos empréstimos consignados, FGTS e férias, que foram prometidas resolver até ontem, mas que ainda continuam pendentes hoje”, declarou durante a entrevista.
O sindicato chegou a convocar novo ato para a manhã desta quarta-feira. “O acordo firmado tem que ser cumprido, mas infelizmente não foi”, afirmou o presidente, acrescentando que a mobilização foi mantida por solicitação dos próprios trabalhadores.
Apesar da insatisfação crescente, o hospital manteve o funcionamento. “A gente sabe que é um hospital importante para a região. Inclusive os trabalhadores queriam até parar os serviços, mas a gente tem que ter uma responsabilidade também, não podemos parar assim a qualquer momento, temos que tentar negociar”, explicou.
Cleber também demonstrou preocupação quanto ao futuro da gestão. “Nós já temos históricos na nossa região de empresas que fizeram a mesma coisa. No final, os trabalhadores saíram com uma mão na frente e outra atrás. Ganha na Justiça, mas não leva, porque não consegue executar os valores”, alertou.
Ele ainda mencionou a responsabilidade do poder público. “A responsabilidade também é dos entes públicos, quando faz o chamamento de licitação e não acompanha o cumprimento dos serviços, por mais que há denúncias”, afirmou.
Segundo o presidente, o IDEAS administra outras unidades no país. “Eles têm muita administração de hospitais e UPAs pelo Brasil todo, ultrapassam aí a 30”, disse, acrescentando que já existem diversas ações trabalhistas contra o instituto. “Nós temos mais de dez ações trabalhistas coletivas contra eles.”
Após a confirmação dos depósitos referentes aos direitos trabalhistas em atraso, a greve foi encerrada. O sindicato, no entanto, afirma que seguirá acompanhando a situação e não descarta novas mobilizações caso os problemas voltem a ocorrer.