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BLOG

Rádio Guarujá

Universidade Gratuita: Coordenadora do Unibave explica como se inscrever no programa

Por Rádio Guarujá02/04/2025 13h39
Foto/Unibave

Estudantes interessados em ingressar no ensino superior com bolsa integral já podem se inscrever no programa Universidade Gratuita no Unibave. O período de inscrições teve início no dia 27 de março e segue até as 19h do dia 23 de abril. O programa, criado pelo Governo do Estado de Santa Catarina, tem como objetivo garantir acesso gratuito ao ensino superior para estudantes que atendam aos critérios estabelecidos.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá, Kátia Aurora Dalla Líbera Sorato, coordenadora da Central de Atendimento ao Estudante do Unibave, destacou a importância de os candidatos ficarem atentos aos prazos e documentos necessários. “Todos os nossos alunos de graduação que desejarem concorrer à bolsa devem fazer a inscrição dentro do período estipulado, anexando corretamente toda a documentação exigida para terem a chance de obter a gratuidade no curso”, explicou.

Critérios para participação

Para ter acesso ao benefício, o estudante precisa atender a alguns requisitos:
✔ Estar matriculado em um curso de graduação no Unibave.
✔ Ser natural de Santa Catarina ou residir no estado há pelo menos cinco anos antes do ingresso na instituição.
✔ Estar cursando a primeira graduação, com exceção para cursos de licenciatura curta.
✔ Ter renda familiar per capita de até quatro salários mínimos.
✔ Ter cursado o ensino médio em escola pública ou, caso tenha estudado em escola particular, ter sido bolsista integral.

Os candidatos que estudaram em escola particular sem bolsa também podem se inscrever, porém não terão prioridade no processo seletivo, que leva em conta o índice de carência.

O processo de inscrição acontece em duas etapas:
1️⃣ Inscrição no site do Governo do Estado: o candidato deve preencher seus dados no sistema estadual.
2️⃣ Envio da documentação ao Unibave: após a inscrição inicial, o estudante deve anexar todos os documentos exigidos no site da instituição.

“É muito importante que os alunos compreendam que se trata de dois passos. Muitos fazem apenas o cadastro no site do governo e acham que já concluíram o processo, mas sem a segunda etapa, a inscrição não é validada”, alertou Kátia.

Todas as informações sobre os documentos exigidos estão detalhadas no edital do Unibave, disponível no site oficial da instituição (www.unibave.net) e em suas redes sociais.

Gratuidade e contrapartida

O programa Universidade Gratuita oferece 100% de isenção nas mensalidades para os alunos contemplados. Diferente de iniciativas anteriores, não se trata de um financiamento estudantil, ou seja, não há necessidade de reembolso após a formatura.

A única contrapartida exigida dos beneficiários será a realização de atividades relacionadas à sua área de formação após a conclusão do curso. “A lei prevê que, ao final da graduação, o aluno tenha até dois anos para cumprir até 480 horas de atividades em projetos aprovados pelo governo. Isso garante que ele possa retribuir à sociedade de forma prática, aplicando os conhecimentos adquiridos durante a faculdade”, explicou Kátia.

Desde sua criação, o programa Universidade Gratuita tem atraído um grande número de estudantes. No ano passado, todos os alunos que preencheram os requisitos e enviaram corretamente a documentação foram contemplados. Para 2025, ainda não há garantia de que o recurso será suficiente para atender a todos os novos inscritos.

“A verba precisa cobrir tanto os estudantes que estão renovando a bolsa quanto os novos candidatos. No ano passado, conseguimos atender a todos que se inscreveram corretamente. Nossa expectativa é que isso se repita, mas dependemos do orçamento disponível”, afirmou a coordenadora.

Nota máxima no MEC

Para aqueles que ainda não são alunos do Unibave, mas desejam ingressar no ensino superior, a instituição reforça sua posição como referência na região. “O Unibave é nota máxima no MEC. Somos uma instituição comunitária, o que significa que toda a nossa receita é reinvestida na própria universidade, garantindo melhorias constantes na estrutura e na qualidade do ensino. O Unibave faz parte do sistema ACAFE e tem um compromisso com o desenvolvimento regional”, ressaltou Kátia.

Os interessados em saber mais sobre o programa Universidade Gratuita devem acessar o site www.unibave.net, onde estão disponíveis todas as informações sobre o edital, critérios de seleção e prazos. A universidade também divulga atualizações em suas redes sociais.

Confira entrevista completa

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Transporte universitário e segurança pública: Entrevista com Pamelys de Barros, presidente da Câmara de Vereadores de Braço do Norte

Por Rádio Guarujá01/04/2025 12h29
Foto/Instagram

Na manhã desta terça-feira, 1º de abril, o Jornal da Guarujá conversou com Pamelys de Barros, presidente da Câmara de Vereadores de Braço do Norte, sobre uma questão importante que gerou discussões na cidade: o repasse de verba para o transporte dos universitários que estudam em outros municípios.

Em suas redes sociais, Pamelys manifestou sua preocupação com a maneira como os estudantes têm sido escolhidos para receber o auxílio, explicando que, embora o tema seja complexo, ele reflete um problema que, segundo ela, deveria ter sido resolvido com mais agilidade pela gestão municipal. “O que acontecia nos anos anteriores é que a prefeitura oferecia um valor para a verba do transporte, destinada através de um termo de fomento a uma associação de estudantes. Essa associação foi criada pelos próprios alunos, e eu parabenizo essa iniciativa deles”, destacou a vereadora.

Contudo, com a mudança na gestão municipal, as coisas mudaram. Pamelys revelou que, após o início do novo ano, ela começou a receber muitas mensagens de alunos, tanto de universitários que já haviam solicitado o transporte quanto de alunos de anos anteriores que não conseguiram acessar o benefício devido à forma como os critérios de seleção eram aplicados. “A gestão do prefeito demorou um pouco para se adaptar, e foi isso que gerou toda essa situação de incerteza”, explicou.

Segundo a vereadora, após algumas reuniões com a administração municipal, ela obteve a informação de que a associação não havia conseguido prestar contas dos meses finais de 2024. Sem a devida prestação de contas, o repasse do recurso para o transporte não pôde ser renovado, o que impediu que o auxílio fosse disponibilizado para os alunos no início de 2025. “A solução foi, então, cobrar da prefeitura a conclusão da prestação de contas de 2024 para poder dar início ao processo de renovação do termo de fomento”, disse Pamelys.

Após esforços conjuntos, a associação conseguiu regularizar a situação e apresentou à prefeitura um plano de trabalho para o ano de 2025. “A boa notícia é que, segundo a prefeitura, tudo está certo agora, e os universitários terão novamente o auxílio para o transporte escolar”, informou a presidente da Câmara.

Em relação ao Projeto de Lei Complementar 0006/2025 , que trata da iluminação pública e da instalação de câmeras de monitoramento, a vereadora também comentou sobre sua preocupação com o cumprimento efetivo das leis. “O projeto passou pela Câmara e foi aprovado por unanimidade, mas com a preocupação de que, muitas vezes, leis são aprovadas e ficam no papel. Por isso, fiz um requerimento ao executivo para que nos informem sobre o andamento da instalação das câmeras de segurança, que já estão disponíveis, mas ainda não foram colocadas em operação”, concluiu Pamelys.

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Entrevista com Joel Cavanholi, presidente da Câmara de Vereadores de Orleans, sobre proposta de destinar parte do IPTU para a Fundação Hospitalar Santa Otília

Por Rádio Guarujá01/04/2025 12h24
Foto/Ilustrativa

Na manhã desta terça-feira, 1º de abril, o Jornal da Guarujá conversou com Joel Cavanholi, presidente da Câmara de Vereadores de Orleans. O vereador trouxe à tona um importante tema discutido na sessão da Câmara de ontem, 31 de março: a proposta de destinar um percentual da  arrecadação do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) para a Fundação Hospitalar de Santa Otília, como forma de fortalecer a saúde pública no município.

A ideia, que tem gerado debates, surgiu a partir de um levantamento feito por Cavanholi, que observou que outros municípios da região já adotaram essa prática com sucesso. Segundo ele, a proposta seria uma alternativa interessante para melhorar o atendimento à saúde, especialmente nas áreas de pronto-socorro e atendimento pediátrico, essenciais para a população.

“O repasse de 1,5% do IPTU ao hospital, que corresponde a cerca de 160 mil reais por mês, resultaria em quase dois milhões anuais. Esse recurso poderia melhorar a infraestrutura e a atuação do hospital, especialmente no pronto-atendimento, o que traria um grande benefício à comunidade”, afirmou o presidente da câmara.

O vereador destacou que, com o repasse de parte da arrecadação, seria possível ampliar o número de médicos no hospital e melhorar o atendimento à população. “Se conseguirmos, ao menos, garantir a presença de dois médicos consecutivos, já será um avanço. Nossa meta é garantir que o atendimento seja ágil, com menos tempo de espera e mais qualidade no pronto-socorro. E quem sabe, no futuro, até incluir quatro pediatras “, destacou Cavanholi.

O presidente da Câmara também mencionou que, embora a proposta de repasse do IPTU para o hospital ainda precise de um estudo mais aprofundado, já teve o apoio do prefeito Fernando Cruzetta. Cavanholi afirmou que já procurou o prefeito para discutir a proposta e que que uma nova reunião será realizada em breve para analisar a viabilidade do repasse.

Em relação à apresentação feita pela diretora do hospital, Cristiane Vavasori, na sessão de ontem, Cavanholi ressaltou a importância dos números apresentados, que destacaram a eficiência dos atendimentos e a necessidade de mais recursos para atender à crescente demanda.

“Os números apresentados são muito interessantes, especialmente no que diz respeito à triagem e à prioridade de atendimentos. Com a ampliação da equipe médica e a utilização mais eficiente dos recursos, podemos melhorar ainda mais o atendimento”, afirmou o vereador.

Além do debate sobre o repasse do IPTU, Cavanholi também mencionou sua atuação em um projeto que visa melhorar o sistema de farmácias municipais, para garantir maior acesso a medicamentos essenciais e evitar desperdícios. O projeto, que foi apresentado na Câmara, sugere a listagem de todos os  medicamentos disponíveis na farmácia popular do governo federal nas farmácias municipais, com o objetivo de reduzir custos e melhorar a distribuição dos medicamentos.

“É preciso otimizar os recursos, garantir que a população tenha acesso ao que é realmente necessário e evitar desperdícios de dinheiro público”, concluiu Cavanholi.

A discussão sobre o repasse do IPTU para o hospital ainda está em seus estágios iniciais, mas, para o presidente da Câmara, trata-se de uma medida importante para garantir a sustentabilidade e a qualidade da saúde pública em Orleans.

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Corte de R$ 400 milhões nas rodovias de SC: Deputado Matheus Cadorin faz apelo por mudanças no orçamento federal

Por Rádio Guarujá31/03/2025 14h05
Foto/Reprodução

Em entrevista ao Jornal da Guarujá na manhã desta segunda-feira, 31, o deputado estadual Matheus Cadorin, do Partido Novo, criticou o corte de R$ 400 milhões nas verbas federais destinadas às rodovias de Santa Catarina, uma medida que agrava ainda mais a situação já crítica das infraestruturas logísticas do estado. Cadorin ressaltou a necessidade urgente de mudanças no retorno dos recursos pagos pelos catarinenses à União, uma vez que o valor previsto no orçamento federal de 2025 para o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) em Santa Catarina é de aproximadamente R$ 600 milhões, o menor montante dos últimos dois anos.

“O pacto federativo realmente é algo que sangra em Santa Catarina. Somos o segundo estado que menos recebe de volta dos impostos que mandamos pra Brasília. A gente só perde pra São Paulo, que é o maior de todos. Pra cada R$ 100 que a gente manda, a gente recebe menos de R$ 20 de volta, e São Paulo recebe menos de R$ 10. Isso é algo histórico que precisa ser corrigido”, afirmou Cadorin.

O deputado ainda lamentou o impacto do corte de verbas, que, segundo ele, chega em um momento crítico, com obras essenciais em andamento, como a duplicação das BRs 280, 470, 282 e 153. “A situação das nossas rodovias já é extremamente crítica. A BR-153, a 470, a 280 e a 282 são trechos extremamente importantes e economicamente necessários pra gente continuar crescendo. Santa Catarina não cresce mais porque não tem investimento suficiente em logística. E além de não termos o retorno adequado dos impostos, ainda recebemos um corte de R$ 400 milhões. Nos últimos dois anos, o investimento foi de pouco mais de R$ 1 bilhão, o que já é muito pouco. Agora, vem o anúncio de um corte de quase 50%. Isso realmente é frustrante, nos deixa atônitos”, criticou o deputado.

Cadorin também fez um apelo público para que lideranças políticas e entidades catarinenses se unam em defesa do estado. “Estamos nos movimentando pra que essa nossa revolta chegue até os nossos representantes parlamentares catarinenses, pra que isso seja de alguma forma revertido ou compensado de outra maneira. Não podemos mais aceitar essa situação”, disse.

Sobre as possibilidades de reverter o corte, o deputado destacou o papel da bancada federal catarinense. “O líder da bancada federal catarinense, que é do PT, tem uma boa relação com o presidente da República e com o ministro responsável pelo corte. Nada mais justo do que ele olhar pelos catarinenses e fazer essa intervenção pra que esse corte não aconteça de novo, ou que ele seja revertido ou compensado de outra maneira”, afirmou.

Cadorin também mencionou o exemplo do Porto de Itapoá, onde a iniciativa privada, junto com o Estado, financiou a dragagem do canal da Baía do Bambitonga, como uma alternativa para viabilizar obras essenciais. “Esse é um exemplo claro de como a iniciativa privada pode ajudar. A dragagem do canal do Porto de Itapoá, que era uma obra que o governo federal enrolava há anos, agora vai ser feita com dinheiro privado, em parceria com o Estado. Uma obra de R$ 300 milhões, que vai aumentar a capacidade do porto. Pra mim, já não acredito mais no modelo atual. Trechos como a BR-280 precisam ser estadualizados e concedidos à iniciativa privada. Não tem pedágio mais caro do que uma estrada que não consigo transitar. E é isso que está acontecendo em Santa Catarina”, disse.

Além do corte nas verbas para rodovias, Cadorin também criticou a imposição de cotas para a pesca da tainha, uma prática tradicional de mais de 200 anos em Santa Catarina. “Parece algo pessoal. Santa Catarina tem essa característica de ser eficiente e se virar, mas lá em Brasília isso é visto como se não precisássemos de nada. Isso reflete mal pra gente, porque somos penalizados por ser eficiente. É como se não merecêssemos o retorno dos impostos que geramos”, declarou.

Por fim, Cadorin ressaltou que, embora sua atuação seja como deputado estadual, ele continua buscando formas de mobilizar os parlamentares federais para reverter essa situação. “Já estamos em contato com os deputados federais e senadores catarinenses. A bancada federal discutirá esse tema na próxima reunião. Eu não sei se vamos conseguir reverter o processo, porque o orçamento já foi aprovado, mas a compensação de outra forma é possível. O que queremos é justiça financeira pro nosso estado. Não é justo pedir dinheiro que já é nosso, que já produzimos e não recebemos o retorno. A gente só quer que o nosso estado tenha o que merece”, concluiu.

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