Para uma melhor experiência neste site, utilize um navegador mais moderno. Clique nas opções abaixo para ir à página de download Indicamos essas 4 opções:
Ok, estou ciente e quero continuar usando um navegador inferior.
BLOG
Rádio Guarujá
Chiodini nega mágoa com governo e diz que saída foi decisão política
Por Rádio Guarujá20/02/2026 12h07
Foto/Instagram
O deputado federal Carlos Chiodini, presidente do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) em Santa Catarina, falou ao Jornal da Guarujá na manhã desta sexta-feira (20) sobre sua saída do Governo do Estado, os rumos do partido nas eleições de 2026 e o cenário político catarinense.
Ex-secretário de Estado da Agricultura, Chiodini deixou o governo após o anúncio de uma nova composição política por parte do governador, que indicou o prefeito de Joinville, Adriano Silva, como nome para vice. Nos bastidores, circularam rumores de que o deputado teria ficado desgostoso com a situação e, por isso, retornado à Câmara Federal.
“Eu fiz parte do governo durante um ano, um trabalho muito forte na Secretaria da Agricultura, um trabalho de reestruturação da Secretaria, o lançamento de novos programas de uma área tão importante aqui em Santa Catarina, que representa nada mais e nada menos de 30% do nosso PIB e de tudo que a gente produz, além de ser quase mais de 60% das nossas exportações.”
Segundo Chiodini, a decisão de deixar o governo foi política. “Por uma questão política e pelo fato de acumular a presidência do MDB de Santa Catarina, e nós termos um distrato unilateral do que foi alinhado, eu não tinha mais como ficar no governo. Então, comuniquei o governador, voltei ao meu mandato de deputado federal para continuar o trabalho em prol de Santa Catarina, mas nessa função e me dedicar à função de presidência do partido nesse período que antecede as eleições.”
Ele ressaltou que o calendário eleitoral impõe prazos curtos. “São agora poucos meses que limitam o prazo de filiação, que é 2 de abril, e logo, logo nós já temos as convenções partidárias.”
MDB faz encontros regionais e avalia cenário
Chiodini destacou o desempenho recente do partido. “O MDB é um partido expressivo. Nós somos o partido, sem dúvida alguma, com maior capilaridade em Santa Catarina. Tivemos um bom resultado na eleição de 2024, fomos o partido que mais elegeu vereadores, o segundo partido que mais elegeu prefeitos.”
Ele afirmou que havia o encaminhamento de uma composição majoritária com o atual governador, mas o cenário mudou. “Tínhamos o encaminhamento de uma composição majoritária na coligação do atual governador, que preferiu tomar um outro caminho.”
Diante disso, o MDB iniciou uma série de encontros regionais. “Dessa forma, nós estamos agora, sem tomar decisão precipitada alguma, fazendo uma série de encontros regionais. Inclusive, eu estou indo de Concórdia a Campos Novos nesse momento, que nós realizaremos o quarto encontro regional, ouvindo a nossa militância e trocando impressões do que eles imaginam para Santa Catarina, para o MDB, qual o seu espectro político, e assim a gente possa encaminhar o partido a um projeto vencedor nessas eleições.”
Ele ainda observou que o calendário está apertado: “No final das contas, nós já estamos chegando no mês de março e, logo, logo, as eleições estão batendo à nossa porta.”
Sobre a informação de que haveria uma inclinação do MDB em não estar com o atual governo na campanha de reeleição, o deputado negou que haja decisão tomada.
“O partido pode estar com a composição política do governo. O governo é uma questão pública, não vai para a eleição. Digo, os partidos que estão no governo não têm problema algum e podem fazer diálogo.”
No entanto, fez uma ressalva clara: “O ponto de partida: nós não sentaremos à mesa como MDB se não estivermos na majoritária. Isso é em respeito à nossa história, à tradição e à quantidade de votos e ao trabalho que o MDB realizou em Santa Catarina.”
Segundo ele, a condição acabou inviabilizando, até o momento, um avanço nas conversas com o atual governo e abriu espaço para diálogo com outras siglas. “Isso, de certa forma, inviabilizou esse tipo de conversa e proporcionou conversa com diversos outros partidos que têm nos procurado.”
Chiodini confirmou que o Partido Social Democrático (PSD), liderado em Santa Catarina pelo prefeito de Chapecó, João Rodrigues, foi um dos partidos que procuraram o MDB. “Foi um dos partidos, assim como a Federação União Progressistas e outros partidos da cena política.”
Futuro político e eleição presidencial
Sobre uma eventual candidatura à reeleição, Chiodini afirmou que ainda avalia o cenário. “Eu ainda estou analisando, de fato, me dedicando 24 horas à presidência do partido, até deixando os meus projetos pessoais nesse momento de lado. Eu já estou no meu quinto mandato. Tenho uma boa relação e uma boa reeleição a deputado federal, mandato que eu gosto muito.”
Ele reforçou que a prioridade, agora, é definir o rumo do MDB em Santa Catarina. “Isso agora eu deixei em segundo plano para a gente primeiro resolver esse caminho que o MDB vai tomar.”
No plano nacional, o deputado lembrou que o MDB teve candidatos próprios nas duas últimas eleições presidenciais: Henrique Meirelles, em 2018, e Simone Tebet, em 2022.
“Se você lembrar, nas últimas duas eleições, em 2018, o MDB teve um candidato próprio, foi o Henrique Meirelles. Em 2022, a senadora Simone Tebet, que ficou em terceiro lugar nas eleições presidenciais.”
Para 2026, ele defendeu uma posição mais estratégica. “Eu dei uma opinião minha, isso ainda está um pouco distante: o MDB deve manter um papel de não coligar com nenhuma das candidaturas, como na última eleição já fez o PSD e outros partidos Brasil afora, não estar em nenhuma proposta majoritária e se focar nas suas eleições proporcionais, colocando mais deputados federais, deputados estaduais, governadores, e liberando os estados para que eles estejam no palanque onde tiver mais afinidade e mais força regional.”
Rompimento em adutora afeta abastecimento em Orleans; sistema começa a ser normalizado
Por Rádio Guarujá20/02/2026 10h40
Foto/Divulgação
Um rompimento na principal adutora que leva água bruta até a Estação de Tratamento de Água (ETA) causou falta de abastecimento em bairros de Orleans nesta quarta-feira (18).
Na manhã desta quinta-feira (19), o Jornal da Guarujá conversou com o diretor do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto de Orleans (Samae), Rossano Umberto Comelli, que detalhou o problema e explicou as medidas adotadas.
Segundo ele, o Samae conta com duas adutoras que trazem água da localidade do Rio Novo até a estação de tratamento. Uma delas, considerada a principal, com 250 milímetros de diâmetro, rompeu em um ponto mais baixo da rede.
“O Samae tem duas adutoras que trazem água lá da localidade do Rio Novo até a estação de tratamento. Uma dessas adutoras, que é a principal, de 250 milímetros, acabou rompendo num ponto mais baixo, numa curva com aterro. Com essas chuvaradas, o aterro acabou cedendo e a adutora também cedeu. Como é cano rígido, ela rompeu, rachou uma barra de seis metros de fora a fora e mais as conexões”, explicou.
Rossano destacou que o problema foi resolvido ainda na quarta-feira.
“A obra foi resolvida ontem. Meio-dia já estava chegando água na ETA, com vazão completa ou quase completa, porque entra ar na rede e daí ela se recupera totalmente e vai mais um tempinho. Mas os serviços foram feitos o mais rápido possível”, afirmou.
Ele também ressaltou o empenho da equipe. “Nosso pessoal está sempre pronto para vestir a camisa. Estavam lá bastante funcionários se ajudando para resolver o problema o mais rápido possível.”
O diretor confirmou que houve desabastecimento em algumas regiões.
“Ficou região sem água, sim. Ainda temos o bairro Oratório, que agora é que está chegando água”, disse.
Ele explicou que a entrada de ar nas bombas também impactou o sistema. “Outra coisa que ocasiona é entrada de ar nas bombas. À medida que a água vai chegando no nível das bombas, tira o ar e aciona o bombeamento novamente.”
Segundo Rossano, os reservatórios principais já estavam praticamente normalizados. “Os reservatórios da Santinha estão com 80%, 90%, que são os dois principais, fazendo distribuição. Os outros bairros estão em torno de 25%, 30%.”
O bairro Corridas também aguardava normalização no momento da entrevista. “É só questão de tirarem o ar da bomba que logo já chega também”, afirmou.
Novas regras para ligações
Durante a entrevista, Rossano informou que o Samae está passando a exigir padrão adequado nas novas ligações de água.
“A gente está pedindo agora que cada ligação nova faça um padrão. A gente fez um padrão de acordo com a Casan, Samae, Sisam e o que a lei preconiza, para que a coisa comece a se organizar”, explicou.
Ele relatou dificuldades enfrentadas pelas equipes. “Às vezes o leiturista não tem acesso porque tem cachorro, portão fechado. O pessoal que faz revisão ou corte também não consegue acessar.”
Rossano afirmou que o rompimento serve de alerta e que o município já trabalha em melhorias estruturais.
“Hoje a gente trabalha com 90 litros por segundo. Com esse novo projeto de captação no Rio Laranjeiras, poderíamos iniciar com 15 ou 20 litros por segundo a mais e depois ampliar, com possibilidade de chegar a 130, 140 litros por segundo. Com as duas adutoras, chegaríamos a 220 litros por segundo, o que nos daria uma ‘cancha’, pelas nossas contas, para mais de 45 anos em captação”, afirmou.
Ele também citou a ampliação no Morro da Santinha. “A ideia é fazer um novo reservatório com maior capacidade de dois milhões de litros lá na Santinha, e ampliar a ETA em mais de um milhão de litros.”
Segundo o diretor, parte dos projetos já está pronto e há recursos garantidos por meio de emendas parlamentares para aquisição de equipamentos.
Confira entrevista completa
0
0
Comissão do Senado se reúne com PF e STF e reforça que investigação do caso Banco Master não pode ser abafada
Por Rádio Guarujá20/02/2026 10h37
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
A Comissão de Acompanhamento do Caso Banco Master, criada na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal, se reuniu na noite desta quarta-feira (11) com o diretor-geral da Polícia Federal do Brasil, Andrei Rodrigues, e com o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin.
Na manhã desta quinta-feira (19), o Jornal da Guarujá conversou com o senador Esperidião Amin (PP-SC), que detalhou os bastidores das reuniões e fez críticas duras à gravidade do caso.
Segundo o senador, a criação do grupo foi uma resposta necessária do Congresso. “Realmente, em boa hora foi criado esse grupo de trabalho na Comissão de Assuntos Econômicos, porque foi o primeiro movimento no Congresso para fazer frente, para dizer presente a esta barbaridade”, afirmou.
Amin comparou o episódio às denúncias já reveladas na CPI do INSS. “Não bastassem os episódios da própria CPI do INSS, que mostraram ao Brasil a crueldade de avançar em cima do dinheirinho suado de aposentados, pessoas vulneráveis. Não bastasse isso, surge esse gigantesco processo de fraudes”, declarou.
De acordo com ele, o rombo pode chegar à casa dos R$ 50 bilhões, valor que já estaria sendo coberto pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), mantido pelos bancos brasileiros. Ele também citou a liquidação do Banco Pleno, apontado como ligado ao grupo.
“Não permitir abafar a operação”
O senador afirmou que um dos principais objetivos do grupo é garantir que as investigações avancem sem interferências. “Mobilizamos especialmente a ação no sentido de não permitir abafar a operação. A Polícia Federal sofreu tentativas de abafar, ou seja, de encobrir a sua investigação. E nós agimos politicamente para que isso não acontecesse e fomos bem-sucedidos”, disse.
Sobre o encontro com o presidente do STF, Amin destacou a fala de Fachin. “Ele se comprometeu, não conosco, mas com o Brasil, de garantir transparência. A frase dele eu faço questão de repetir: ‘Só a transparência vai permitir que as instituições brasileiras mereçam credibilidade’”, relatou.
Para o senador, sem esse compromisso o país poderia enfrentar uma crise institucional. “Sem transparência, nós estaríamos mergulhando o Brasil numa crise de moralidade nunca vista”, afirmou.
Suspeitas envolvendo consignados
Amin também comentou o depoimento previsto do ex-controlador do Banco Master na CPI do INSS. Segundo ele, há indícios de fraudes em operações de crédito consignado.
“Ele apresenta que tem 260 mil operações de crédito para aposentados, com garantia do salário para pagar o empréstimo. Suponhamos um ativo de um bilhão. E é tudo frio. A operação não foi feita. O aposentado não existe. Muitas vezes é nome de criança”, declarou.
O senador ressaltou que essas suspeitas devem ser alvo central das investigações e que o Congresso seguirá acompanhando o caso.
Durante a entrevista, Amin também comentou decisões recentes no STF envolvendo a relatoria dos inquéritos. Ele citou que o ministro Dias Toffoli foi afastado da relatoria e que o caso passou ao ministro André Mendonça.
“Eu achei muito bom para o Brasil. O ministro que já vinha acompanhando a questão da CPI do INSS agora assume também esse inquérito do Banco Master”, disse.
O senador afirmou ainda que defende a devolução rápida de valores a aposentados prejudicados, mas com a recuperação dos recursos desviados. Ele relatou que foi relator de medida provisória que abriu crédito de R$ 6 bilhões para ressarcimento e que apresentou emenda para que valores recuperados retornem ao INSS.
“Nós temos a obrigação de honrar o nosso mandato, dando às instituições, especialmente à Polícia Federal, a liberdade e o suporte para cumprirem a sua missão”, declarou.
Cenário político
Questionado sobre a possibilidade de o PL lançar chapa pura ao Senado em Santa Catarina, Amin afirmou que, caso a decisão se confirme, a federação formada por PP e União Brasil irá discutir internamente os próximos passos.
“Se esta é a decisão final, nós temos até que saudar, agradecer ao fato de termos sido avisados e procurar o nosso caminho, com serenidade. Nós temos base, temos história”, afirmou.
Ele reforçou que pretende disputar a reeleição ao Senado. “Eu não estou pedindo uma vaga, eu estou querendo merecer a possibilidade de disputar a renovação do meu mandato”, concluiu.
A Comissão de Assuntos Econômicos deve continuar acompanhando os desdobramentos do caso Banco Master nas próximas semanas, com expectativa sobre novos depoimentos e avanços nas investigações.
Produtores de Orleans têm até 31 de março para garantir bônus fiscal do Programa Agro 360
Por Rádio Guarujá18/02/2026 11h24
Foto/Redação
O secretário de Agricultura de Orleans, Guilherme Orbem, participou na manhã desta quarta-feira (18) do Jornal da Guarujá para reforçar o prazo do Programa Agro 360. Agricultores do município têm até o dia 31 de março para solicitar o bônus fiscal referente à produção do ano passado.
Segundo o secretário, o Agro 360 é dividido em três frentes: atendimento com maquinário, subsídio para contratação de equipamentos particulares e o bônus fiscal, que é uma bonificação calculada com base na produção anual do agricultor.
“O prazo, dia 31 de março, é para os produtores que tiverem interesse em solicitar o bônus fiscal”, explicou Orbem.
Ele destacou que o programa mantém o atendimento com máquinas da prefeitura, semelhante ao antigo modelo, mas com ajustes para ampliar o alcance. “As decisões que são tomadas têm por objetivo principal conseguir alcançar o maior número de produtores. Talvez a gente não consiga atender o produtor na totalidade do que ele precisa, porque a ideia não é a gente ser assistencialista, e sim promotor de crescimento”, afirmou.
Para os agricultores que não conseguem ser atendidos com os equipamentos públicos, existe a possibilidade de subsídio para locação de máquinas. “Ele aluga o maquinário, ele custeia parte da produção dele ali. De forma individual não é um valor tão grande, mas ao longo dos anos isso se torna muito vantajoso”, explicou.
Como funciona o bônus fiscal
O bônus fiscal é calculado com base nas notas fiscais de venda emitidas pelo produtor ao longo de 2025. O percentual aplicado é de 1,2% sobre o valor total faturado, com limite máximo de R$ 1.200 por produtor.
Orbem detalhou o processo com um exemplo: “Vamos trabalhar com a ideia de que o produtor emitiu R$ 50 mil em notas fiscais de venda no ano passado. 1,2% desse valor vai dar R$ 600. Esse é o bônus que ele tem direito”.
Para receber o valor, o agricultor precisa apresentar na Secretaria de Agricultura notas fiscais de compra feitas em Orleans que somem pelo menos o valor do bônus a que tem direito. “Na dúvida, leva notas que somem R$ 1.200, que é o teto que cada produtor vai receber. Não vai ter erro”, orientou.
Além das notas, a secretaria emite o relatório de movimentação econômica e o formulário de solicitação. “É muito mais tranquilo do que pegar financiamento no banco. E você não precisa devolver esse recurso. Ele é proveniente dos impostos que foram arrecadados. A prefeitura não está dando esse recurso, porque esse recurso já era do produtor”, ressaltou.
Quase um ano após o lançamento do Agro 360, o secretário avalia que os produtores já entenderam o novo modelo. “A dinâmica mudou um pouco do atendimento. A gente tenta sempre ajudar um pouco todo mundo. O que ele precisa normalmente é muito mais do que o poder público tem condição de entregar, e não é a ideia ser assistencialista”, disse.
Ele acrescentou que o objetivo é dar autonomia ao agricultor. “A gente tem que dar condições para que o produtor consiga trabalhar de forma autônoma, sem ficar dependendo do amparo da prefeitura. Como falam os antigos, o cachimbo deixa a boca torta”, comentou.
Combate ao borrachudo
Durante a entrevista, Orbem também falou sobre o combate ao borrachudo, problema recorrente no município. Segundo ele, o produto utilizado é o mesmo dos últimos anos, mas a eficiência depende da aplicação correta.
“Não é simplesmente ir lá na beiradinha da ponte, abrir o litro e jogar dentro do rio. Ele precisa ser diluído, tem período específico para aplicar. Funciona como se fosse um defensivo, mas não é um agrotóxico”, explicou.
O produto é distribuído gratuitamente pela prefeitura. “É adquirido e distribuído de forma gratuita. A gente faz reunião, orienta como aplicar e pede que todas as comunidades participem”, destacou.
O secretário reforçou que a aplicação precisa ser feita de forma conjunta. “Se uma comunidade aplica e a outra não aplica, dá zebra. O foco vai ser muito intenso onde não aplicou e isso acaba prejudicando as outras”, alertou.
Produtores que ainda têm dúvidas sobre o Agro 360 ou sobre o combate ao borrachudo podem procurar diretamente a Secretaria de Agricultura. “Não precisa ficar com vergonha de perguntar. A gente tem que ter vergonha de não saber e não ir atrás da informação”, concluiu Orbem.