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BLOG
Rádio Guarujá
APA da Baleia: Reuniões em Brasília avançam processo de regularização fundiária em Jaguaruna e Laguna
Por Rádio Guarujá02/10/2025 10h04
Foto/Reprodução Prefeitura de Laguna
Nesta quarta-feira (1º), duas reuniões em Brasília trataram do processo de regularização fundiária de imóveis nos núcleos Campos Verdes, em Jaguaruna, e Farol de Santa Marta, em Laguna, como parte de um projeto-piloto do governo federal. O primeiro encontro ocorreu na Advocacia-Geral da União (AGU) e o segundo no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
O Jornal da Guarujá conversou nesta quinta-feira (2) com Natália Foster, advogada e diretora do Instituto Federal de Regulação Fundiária em Santa Catarina, que detalhou os avanços e os desafios do processo.
“Desde a criação da APA da Baleia, em 2000, nosso litoral passou a atrair atenção devido à preservação das baleias, mas o plano de manejo só foi instituído em 2018, com falhas que impactaram os municípios de Jaguaruna e Laguna. Além disso, existem ações civis questionando a regularidade de alguns loteamentos. Por isso, buscamos soluções em diversas frentes, garantindo que as famílias possam permanecer em suas residências enquanto o processo avança”, explicou Foster.
Segundo a diretora, a primeira reunião com a AGU foi fundamental para sanar divergências jurídicas entre os órgãos federais, esclarecendo que a regularização fundiária por meio da REURB é possível mesmo em áreas de Mata Atlântica, como nos núcleos selecionados.
“Esse parecer consolidou a garantia jurídica para os moradores e alinhou a legislação ambiental com a regularização fundiária. Foi um passo crucial para dar sequência efetiva aos processos”, afirmou Foster.
No segundo encontro, com o ICMBio, o foco foi obter informações sobre os processos piloto e formalizar um documento conjunto para garantir o restabelecimento e a manutenção de serviços essenciais, como água e energia, enquanto a regularização urbana está em andamento.
“Muitas famílias estão sem energia elétrica devido à revogação de liminares antigas, e é fundamental assegurar condições dignas de moradia durante o trâmite do processo. Também foi acordada a criação de um grupo misto, envolvendo ICMBio e representantes das prefeituras, para análise técnica dos processos, garantindo maior agilidade e transparência”, detalhou Foster.
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Associação Beneficente Nossa Casa realiza Pedágio Solidário neste sábado em Criciúma
Por Rádio Guarujá02/10/2025 09h33
Foto/Reprodução Internet
A Associação Beneficente Nossa Casa de Criciúma promove neste sábado (4), a partir das 8h, mais uma edição do “Pedágio Solidário Nossa Casa”, ação que tem como objetivo arrecadar recursos para a manutenção da instituição, que acolhe crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.
Para a realização do evento, a associação conta com a colaboração de voluntários, que estarão posicionados em pontos estratégicos da cidade.
Pontos de arrecadação
Av. Centenário – Próspera: Praça da Chaminé
Av. Centenário – Pinheirinho: Posto Barp
Praça Igreja do Relógio – Av. Centenário, Centro: Assembleia de Deus
Nosso Posto, entre as ruas Henrique Lage e Álvaro Catão
Semáforos em frente ao Hospital São José
Em entrevista ao Jornal da Guarujá, Franciele Becker, coordenadora administrativa da associação, detalhou o trabalho da instituição e a importância do pedágio.
“Nossa Casa existe há 26 anos e acolhe crianças e adolescentes em risco social, retirados pelo Conselho Tutelar através do Judiciário. Funcionamos 24 horas, e essas crianças vivem conosco por um período indeterminado, recebendo todo o acolhimento necessário: escola, vacinas, rede de apoio e garantia dos direitos. Contamos com uma equipe de 28 funcionários e nos mantemos através de doações e projetos beneficentes. O pedágio é uma dessas ações, que nos ajuda a custear despesas que não são cobertas pelos recursos dos convênios, como alimentação diferenciada, manutenção e imprevistos. Este ano, será a oitava edição do pedágio, e contamos com a comunidade para arrecadar valores importantes para a manutenção da instituição.”
Além da participação presencial no pedágio, interessados podem contribuir via Pix pelo CNPJ da associação: 03.181.755/0001-28, ou entrar em contato pelo Instagram da instituição.
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Orleans veste rosa: Rede Feminina promove ações de prevenção e conscientização
Por Rádio Guarujá01/10/2025 11h00
Foto/Redação
O mês de outubro chegou e trouxe consigo uma intensa programação em Orleans dedicada ao Outubro Rosa, campanha que visa a conscientização sobre a prevenção e diagnóstico precoce dos cânceres de mama e do colo do útero. A iniciativa é promovida pela Rede Feminina de Combate ao Câncer de Orleans, que comemora 27 anos de atuação no município.
Em entrevista ao Jornal da Guarujá, a presidente da entidade, Andiara Pickler Cunha, e a vereadora e voluntária Mirele Debiasi, detalharam as ações e a importância da prevenção contínua, além de compartilhar experiências pessoais e desafios enfrentados ao longo dos anos.
Programação de Outubro Rosa
A Rede Feminina preparou atividades que envolvem toda a comunidade:
Hoje, 15h30: Missa em Ação de Graças na Igreja Matriz Santa Otília, celebrando também os 27 anos da Rede Feminina.
Quinta-feira, 16h: Capacitação para voluntárias na sede da entidade.
11 de outubro, 10h: Caminhada Rosa, com saída do bairro Lomba.
30 de outubro: Dia do Rosa – toda a população é convidada a vestir uma peça rosa.
31 de outubro, 16h: Palestra sobre hábitos financeiros sustentáveis, na Igreja Batista, em parceria com o Sicredi.
Além disso, durante todo o mês, palestras em empresas e escolas reforçam a importância da prevenção do câncer e da vacinação contra o HPV, agora indicada até os 19 anos.
Prevenção o ano todo
Segundo Mirele Debiasi, o Outubro Rosa é apenas um momento de maior visibilidade:
“Às vezes as pessoas dizem que não têm dinheiro para fazer o exame, mas hoje todos os procedimentos preventivos estão disponíveis gratuitamente pelo SUS. O problema maior é a resistência em cuidar de si mesmo. Muitas pessoas deixam para depois, até que o diagnóstico é feito tardiamente, e o câncer já avançou.”
Ela reforça que é necessário vencer barreiras culturais e o preconceito, especialmente em cidades pequenas, onde algumas mulheres ainda sentem vergonha de realizar exames preventivos.
“Nós intensificamos as ações no Outubro Rosa, mas a prevenção deve ser diária. Tirar um tempinho para cuidar da saúde hoje pode significar economia de dor, tempo e dinheiro no futuro”, completa.
Casa Rosa: espaço de acolhimento e atendimento humanizado
A Casa Rosa, espaço próprio da Rede Feminina, é estruturada para oferecer atendimento humanizado a pacientes e familiares. Conta com consultórios, sala de triagem, atendimento psicológico, e uma equipe de enfermeiras e voluntárias dedicadas.
Para a presidente Andiara, a Casa Rosa representa muito mais que uma estrutura física: é um espaço de acolhimento e confiança, onde cada mulher recebe atenção desde o primeiro contato até a orientação completa sobre sua saúde.
“Agora temos um espaço que é nosso, acolhedor e bem estruturado. Recebemos mulheres que nunca fizeram exames preventivos e acompanhamos todo o processo, do atendimento à orientação. É gratificante ver o sorriso de quem sai da primeira consulta com confiança.”
Mirele explicou que a Casa Rosa funciona em horários flexíveis para atender diferentes públicos: às segundas-feiras, o atendimento ocorre no período da noite, das 17h30 às 21h, permitindo que quem trabalha durante o dia possa realizar seus exames. De terça a quinta, a equipe recebe pacientes à tarde, das 13h30 às 17h, enquanto às sextas-feiras, o atendimento acontece pela manhã, das 7h30 às 11h30
Os serviços incluem coleta de exames preventivos, acompanhamento da saúde da mama, encaminhamentos para mamografia, além de suporte psicológico.
História e conquistas
A construção da Casa Rosa representa o resultado de anos de dedicação, planejamento e engajamento da comunidade. A vereadora Mirele Debiasi, voluntária da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Orleans há 16 anos, foi peça-chave nesse processo.
“Quando me elegi, uma das minhas prioridades era apoiar a Rede Feminina, entidade da qual faço parte há tantos anos. Conheço de perto a importância do trabalho realizado pelas voluntárias e o impacto que ele tem na vida das pessoas,” relembra Mirele.
Ela explica que o caminho até a casa própria envolveu mais de quatro anos de reuniões, visitas à Assembleia Legislativa e articulações políticas, com participação ativa da comunidade. Em paralelo, ações de arrecadação, como a venda de livros e camisetas, ajudaram a financiar parte da obra.
“Tudo começou com um sonho no papel. Eu e a então presidente da Rede desenhamos o projeto da casa e, com a ajuda do engenheiro Jeferson Baggio, que fez o projeto de forma voluntária, conseguimos transformar a ideia em realidade. O prefeito da época, Jorge Koch, e o vice-prefeito, Mario Coan, entenderam a importância do projeto e cederam o terreno ideal, ao lado do Creas, formando um verdadeiro complexo de saúde para a cidade,” contou Mirele.
A vereadora destaca ainda a atuação do deputado Marcos Vieira, que garantiu os recursos financeiros necessários para a construção da Casa Rosa,
“O deputado Marcos Vieira (PSDB) anunciou que daria todo o valor da obra, mais de 569 mil reais. Isso possibilitou que a construção fosse concluída sem precisar de financiamento adicional, e hoje a população de Orleans tem um espaço próprio, acolhedor e estruturado para atendimento preventivo e humanizado.”
Andiara ressalta que o sucesso da Casa Rosa depende diretamente da dedicação das voluntárias, que transformam tempo e esforço em cuidado concreto para a comunidade
“São mulheres que se doam, dedicando várias horas por semana, vendendo brechó ou artesanato, tudo para manter os serviços gratuitos da Rede. Sem esse comprometimento, a Casa Rosa não seria possível.”
A trajetória da Rede Feminina e a conquista da Casa Rosa mostram como dedicação, união, mobilização política e envolvimento comunitário podem transformar sonhos em realidade, oferecendo um espaço estruturado e humanizado para prevenção, atendimento e acolhimento de pacientes oncológicos e da comunidade em geral.
“Não espere sentir dor ou desconforto para procurar ajuda. A rede oferece atendimento gratuito e humanizado,” finalizou a presidente.
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Foragido condenado por estupro de vulnerável é preso em Orleans
Por Rádio Guarujá01/10/2025 10h57
Foto/Reprodução
A Polícia Civil prendeu nesta segunda-feira (30) um homem condenado por diversos crimes de estupro de vulnerável. A ação foi realizada pela Delegacia de Orleans, que localizou o foragido em uma área rural do interior do município.
Segundo informações da delegacia, o homem estava foragido desde março de 2024, quando fugiu da Penitenciária de Curitibanos, e vinha sendo procurado desde então. Ele foi localizado após denúncia anônima que indicava sua presença em uma propriedade próxima a Brusque do Sul, na região de Orleans.
Em entrevista ao Jornal da Guarujá nesta quarta-feira (1º), o delegado Osmar de Souza Filho detalhou a operação. “A equipe estava realizando outras diligências quando recebemos a informação sobre a presença do foragido. Imediatamente nos deslocamos ao local e, após algumas buscas, conseguimos localizá-lo e cumprir a prisão”, relatou.
O delegado explicou que os crimes cometidos pelo homem ocorreram de forma continuada dentro do núcleo familiar em que estava inserido, na região da Serra, desde antes de sua fuga. “Não se trata de uma situação isolada, e os registros indicam que ele praticou mais de um crime de estupro de vulnerável”, disse.
O homem foi surpreendido pela ação policial, não oferecendo resistência, e foi encaminhado inicialmente à delegacia e, posteriormente, ao Presídio de Criciúma. A pessoa que o hospedava na propriedade rural desconhecia a condição do foragido.
O delegado Osmar aproveitou para orientar empregadores do meio rural e empresas sobre a importância de verificar antecedentes de trabalhadores, especialmente em períodos de maior rotatividade de mão de obra, como na colheita de fumo. “Não é incomum encontrarmos indivíduos com mandados de prisão ativos em situações assim. É essencial identificar antecedentes para reduzir riscos”, afirmou.
Osmar também comentou sobre o início de seu trabalho em Orleans, destacando que a delegacia atua em diversas frentes, incluindo casos de violência doméstica, crimes contra crianças, tráfico de drogas e furtos. “A cidade é segura, mas alguns crimes ocorrem. Nosso objetivo é combater essas ocorrências e fortalecer a segurança pública local”, concluiu.