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Rádio Guarujá
Urussanga intensifica limpeza de bocas de lobo e reforça ações preventivas contra alagamentos
Por Rádio Guarujá02/06/2026 12h18
Fotos/Assessoria de Imprensa – Prefeitura de Urussanga
O Governo Municipal de Urussanga, por meio da Diretoria de Infraestrutura, intensificou os trabalhos de limpeza e desobstrução das bocas de lobo em diferentes regiões da cidade. A iniciativa busca melhorar o escoamento das águas pluviais, reduzir os riscos de alagamentos e preparar o município para possíveis períodos de chuvas intensas.
As ações começaram nos bairros Dois Rios e no loteamento Bom Jesus e devem se estender para outras localidades ao longo dos próximos meses.
De acordo com o diretor de Infraestrutura de Urussanga, Henrique Gastaldon, o trabalho já vinha sendo realizado pela prefeitura, mas ganhou reforço com a contratação de novos equipamentos especializados.
“Nós já vínhamos fazendo esse tipo de serviço, mas de forma manual. Hoje existe uma grande dificuldade na questão da mão de obra e, por isso, buscamos alternativas tecnológicas. Fizemos uma licitação e passamos a utilizar caminhão hidrojato, o que permite intensificar esse trabalho preventivo em todo o município”, explicou.
Segundo ele, embora ainda existam dúvidas sobre a intensidade dos impactos do fenômeno El Niño na região, a administração optou por agir antecipadamente.
“A gente não sabe exatamente o que vai acontecer. Cada hora surgem previsões diferentes. Por isso, decidimos nos antecipar e iniciar esse trabalho de prevenção em todo o município”, afirmou.
Conforme o cronograma definido pela prefeitura, os serviços começaram pelas áreas consideradas mais suscetíveis a problemas em caso de chuvas volumosas.
“Nosso secretário de Infraestrutura também atua na Defesa Civil, o que facilita esse planejamento. Iniciamos pelos bairros que podem ser mais atingidos, como Bom Jesus, Dois Rios e as regiões próximas ao rio, no bairro Estação. Depois vamos avançando para as demais localidades”, destacou.
A expectativa é que a revisão completa da rede de drenagem seja concluída nos próximos meses.
“Esperamos que em cerca de 60 a 90 dias esse trabalho esteja finalizado. Estamos verificando toda a rede. Onde houver drenagens obstruídas, fazemos a limpeza e, se necessário, uma intervenção mais detalhada para garantir o escoamento adequado da água”, explicou.
Durante os trabalhos, a equipe tem encontrado situações que chamam a atenção pela quantidade de resíduos descartados de forma irregular nas estruturas de drenagem.
“O que mais nos preocupa é o acúmulo de lixo nas bocas de lobo. Em muitos casos encontramos concreto endurecido porque trabalhadores lavam ferramentas e carrinhos de obra diretamente nesses locais. Em várias situações a drenagem fica totalmente comprometida por causa disso”, relatou.
Henrique também citou exemplos encontrados recentemente pelas equipes da prefeitura.
“Tivemos um caso em que um morador colocou restos de grama dentro de um saco de lixo e jogou na boca de lobo. Em outra situação, no cemitério municipal, encontramos uma coroa de flores dentro da tubulação de drenagem. Isso causou um entupimento que exigiu três dias de trabalho para ser resolvido”, contou.
Além da limpeza das bocas de lobo, o município também realiza ações de manutenção e desassoreamento dos rios que cortam a cidade.
“Hoje temos duas escavadeiras trabalhando em pontos alternados dos rios que passam por Urussanga. Estamos atuando nos trechos mais críticos para desobstruir a passagem da água e reduzir os riscos em períodos de chuva intensa”, finalizou.
Seguros vão além da proteção patrimonial e podem garantir renda em momentos de dificuldade
Por Rádio Guarujá01/06/2026 11h24
Foto/Redação
Em um cenário marcado por eventos climáticos, acidentes e problemas de saúde, a contratação de seguros tem sido cada vez mais discutida como uma ferramenta de proteção financeira para famílias e empresas. Em entrevista ao Jornal da Guarujá, a corretora de seguros Mirts Piazza Zomer, destaca que a principal função do seguro é garantir estabilidade diante de situações inesperadas.
Segundo ela, a proteção do patrimônio não está relacionada apenas a grandes perdas, mas também à continuidade das atividades profissionais e empresariais.
“O seguro empresarial, por exemplo, não cobre apenas incêndios. Hoje existem coberturas para vendavais, danos elétricos e até situações envolvendo acidentes de trabalho. O objetivo é garantir que a empresa consiga manter suas atividades mesmo diante de um imprevisto”, explica.
Mirts observa que muitas pessoas ainda associam o seguro de vida exclusivamente à morte, mas afirma que as apólices atuais oferecem uma série de coberturas que podem ser utilizadas ainda em vida.
“Quando falamos em seguro de vida, muita gente pensa apenas na indenização para a família após a morte. Mas existem coberturas para doenças graves, incapacidade temporária para o trabalho e outras situações que ajudam a pessoa justamente quando ela mais precisa”, afirma.
Entre os exemplos citados está o caso de uma cliente que recebeu indenização após ser diagnosticada com uma doença grave. Além disso, ela contou com o pagamento de diárias durante o período em que precisou interromper suas atividades profissionais para realizar o tratamento.
“Ela era profissional liberal e dependia do próprio trabalho para gerar renda. Como precisou parar de trabalhar, recebeu as diárias previstas no seguro, o que ajudou durante todo o período de tratamento”, relata.
Outro ponto destacado pela corretora é o aumento da procura por coberturas relacionadas a eventos climáticos e danos elétricos, especialmente em uma região que frequentemente registra temporais e vendavais.
“É muito comum as pessoas acreditarem que esse tipo de situação acontece apenas com os outros. Mas basta um temporal para causar prejuízos dentro de uma residência ou empresa. Em muitos casos, equipamentos eletrônicos podem ser danificados e os custos de reposição acabam sendo elevados”, comenta.
Além das modalidades tradicionais, o setor também tem ampliado a oferta de produtos voltados a novas demandas do mercado. Entre elas estão os seguros voltados para riscos cibernéticos, que buscam proteger empresas contra ataques virtuais e vazamento de informações.
“Hoje praticamente todas as empresas armazenam dados importantes de clientes e fornecedores. O seguro cibernético surge como uma alternativa para ajudar a lidar com prejuízos causados por ataques digitais”, explica.
Para Mirts, a contratação de um seguro deve ser analisada de acordo com a realidade e as necessidades de cada pessoa ou empresa.
“O mais importante é entender quais são os riscos envolvidos e buscar uma proteção adequada. O seguro não deve ser visto apenas como uma despesa, mas como uma ferramenta de planejamento e segurança financeira”, conclui.
A Mirts Corretora de Seguros está localizada na Rua Conselheiro João Bussolo, nº 129, no Centro de Orleans. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 18h. Informações podem ser obtidas pelos telefones (48) 99978-5704 e (48) 3466-0817 ou pelo site www.mirtsseguros.com.br.
“O Brasil perdeu a batalha da segurança pública”, afirma cientista político ao comentar decisão dos EUA
Por Rádio Guarujá01/06/2026 11h19
Foto/Arquivo Agecom
A classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas anunciada pelos Estados Unidos continua gerando repercussão. Uma reportagem publicada pela Folha de S.Paulo aponta que a medida pode trazer efeitos econômicos, financeiros e reputacionais para o Brasil, aumentando a percepção de risco para empresas e instituições que mantêm negócios ligados ao país.
Sobre o tema, o Jornal da Guarujá conversou na manhã desta segunda-feira, 1º de junho, com o cientista político Enio Coan. Para ele, a discussão vai muito além da questão diplomática e está diretamente relacionada ao avanço das facções criminosas em diversas regiões do Brasil.
Coan afirma que a preocupação das autoridades norte-americanas está ligada ao crescimento dessas organizações e à expansão de suas atividades para além do tráfico de drogas.
“Essas organizações já estão se tornando governos paralelos em certas regiões do país. Elas controlam territórios, cobram taxas, exploram serviços e impõem regras próprias. Esse é o fundamento principal da decisão do governo americano, O PCC e o CV atuam em roubos, contrabando, lavagem de dinheiro, exploração de serviços e controle de territórios. Em algumas regiões, acabam assumindo funções que deveriam ser exercidas pelo Estado”
Na avaliação de Coan, a decisão dos Estados Unidos representa também um sinal de alerta sobre a situação da segurança pública brasileira.
“O Brasil perdeu a batalha da segurança pública. É uma situação que compromete a imagem do país e gera preocupação internacional.”
O cientista político destaca que a medida não tem relação com interferência na soberania brasileira, mas com a preocupação dos Estados Unidos em impedir a atuação dessas organizações em seu território.
“O governo americano está pensando em proteger a cidadania americana. Não se trata de invadir o Brasil ou interferir na soberania nacional. O objetivo é impedir que essas organizações ampliem sua atuação dentro dos Estados Unidos.”
Segundo Coan, a preocupação também está relacionada à expansão internacional das facções brasileiras. Ele afirma que o PCC e o Comando Vermelho já possuem atuação em território americano.
“O PCC e o Comando Vermelho já estão presentes em 28 estados americanos, atuando em mais da metade dos Estados Unidos. Isso ajuda a fundamentar a decisão do governo americano e mostra que o problema deixou de ser apenas brasileiro.”
Para o cientista político, o crescimento dessas organizações dentro e fora do Brasil demonstra a dificuldade do Estado em conter o avanço do crime organizado.
“Nós estamos falando de organizações que roubam, traficam, contrabandeiam, lavam dinheiro e exercem influência em diferentes regiões. Quando elas passam a expandir suas atividades para outros países, a preocupação deixa de ser apenas nacional e passa a ter dimensão internacional.”
Em relação aos possíveis impactos econômicos, Coan acredita que os reflexos mais significativos podem ocorrer no sistema financeiro.
“Não vejo um risco imediato para os setores produtivos do país. Mas o sistema financeiro pode ser impactado, porque organizações criminosas utilizam mecanismos financeiros para movimentação e lavagem de recursos.”
Segundo ele, caso sejam identificadas conexões entre operações financeiras brasileiras e atividades ligadas ao crime organizado, o país pode enfrentar restrições e perda de credibilidade internacional.
“Se ficar comprovada a utilização do sistema financeiro para movimentação de recursos dessas organizações, o Brasil pode sofrer sanções e ter sua credibilidade afetada. Isso acaba atingindo empresas e cidadãos que utilizam o mesmo sistema.”
Durante a entrevista, Coan também comentou sobre o uso de ferramentas digitais para movimentação de recursos, incluindo o Pix. Para ele, a tecnologia trouxe avanços importantes para a população, mas também pode ser utilizada por organizações criminosas devido à rapidez das transações.
“O Pix facilitou a vida dos brasileiros e é uma ferramenta extremamente eficiente. Mas, como qualquer sistema financeiro moderno, pode ser utilizado por pessoas que atuam à margem da lei. Por isso, os mecanismos de fiscalização e rastreamento são fundamentais.”
Confira entrevista completa
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Festa junina da Escola Samuel Sandrini será neste sábado na Praça Coberta, em Orleans
Por Rádio Guarujá29/05/2026 12h38
Foto/Reprodução
A Escola Samuel Sandrini realiza neste sábado, 30 de maio, uma ação especial em alusão às festividades juninas na Praça Coberta da Praça Celso Ramos, no Centro de Orleans. A programação contará com venda de doces típicos e apresentações culturais dos alunos da unidade escolar.
A iniciativa, segundo a direção, foi organizada como alternativa à tradicional festa junina da escola, que não poderá ser realizada em seu formato habitual neste ano em razão de obras em andamento na estrutura da instituição.
A diretora da escola, Cassiane Rosa Morgan, explica que a mudança no formato não altera o objetivo principal da ação, que é manter viva a tradição junina e envolver a comunidade escolar.
“Neste ano, por conta das obras que estão acontecendo na escola, não conseguimos realizar a nossa festa junina tradicional. Por isso, organizamos essa ação na praça, em um formato diferente, mas com o mesmo carinho e objetivo de sempre”
A programação terá início às 9h da manhã, com a comercialização de produtos típicos preparados de forma artesanal. Entre as opções estarão doces tradicionais como caju, cocada, rapadura, maçã do amor, cartucho e pipoca.
“Teremos uma variedade de doces caseiros, tudo feito com muito cuidado e carinho, como caju, cocada, rapadura, puxa-puxa, maçã do amor, cartucho e pipoca”
Além da venda dos alimentos, o evento também contará com apresentações dos estudantes, que irão apresentar danças típicas juninas preparadas especialmente para a ocasião.
“As nossas crianças farão apresentações de danças típicas ali na praça, como parte da programação”
Segundo a direção, toda a arrecadação será revertida para melhorias na escola e para o fortalecimento de projetos pedagógicos já em andamento.
“Todo o dinheiro arrecadado será utilizado para melhorias na nossa escola. Temos vários projetos em andamento e queremos seguir investindo cada vez mais”
A direção reforça o convite para que a comunidade de Orleans participe da programação e prestigie a iniciativa.