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BLOG
Rádio Guarujá
As pancadas e os clássicos do Mundo Rock, confira!
Por Rádio Guarujá25/08/2025 13h33
1️⃣ Guarujá FM – GRJ É Pra Já
2️⃣ Noel – Like A Child
3️⃣ Bon Jovi – Janie, Don’t Take Your Love To Town
4️⃣ Bob Dylan – Like A Rolling Stones
5️⃣ Scorpions – Rock You Like A Hurricane
6️⃣ The Offspring – You’re Gonna Go Far, Kid
7️⃣ CPM 22 E Sergio Britto – Será Que Vale A Pena
8️⃣ Seether – Broken
9️⃣ The Who – Pinball Wizard
City Of The Weak – War Pigs
Não perca mais tempo e sintonize na Guarujá FM de segunda a sexta, das 13h às 14h, para iniciar a sua tarde com essas e outras músicas incríveis no programa Mundo Rock, com Max Everson.
A sua companhia para deixar o seu dia muito mais alegre.
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FIESC propõe ajustes na Medida Provisória 1309/25 para proteger empresas catarinenses das tarifas dos EUA
Por Rádio Guarujá25/08/2025 10h32
Foto/Fiesc
A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) enviou ao Fórum Parlamentar Catarinense um conjunto de propostas econômicas e trabalhistas para serem incorporadas à Medida Provisória (MP) 1309/25, que institui o Plano Brasil Soberano e prevê medidas de apoio a empresas afetadas pelas tarifas norte-americanas. O Jornal da Guarujá conversou com Pablo Bittencourt, economista-chefe da entidade, sobre os impactos e ajustes sugeridos.
Segundo Bittencourt, a FIESC identificou pontos da MP que poderiam ser aprimorados e outros que, se mantidos, poderiam gerar efeitos indesejados, como aumento do desemprego. “Para empresas com grande exposição ao mercado dos Estados Unidos, certas exigências de manutenção de empregos ao acessar crédito poderiam gerar o efeito contrário: empresários podem reduzir pessoal antes de obter recursos para atravessar o período crítico”, explicou.
Entre as sugestões, a FIESC propôs o aumento do crédito tributário por exportação para médias e grandes empresas, de 3% para 6%, medida que, na visão da entidade, aumentaria a competitividade das empresas catarinenses fortemente afetadas pelas tarifas. Atualmente, segundo Bittencourt, cerca de 7,6% do preço final dos produtos exportados é composto por tributos acumulados ao longo da cadeia produtiva, um ponto que limita a competitividade internacional.
Além de medidas econômicas, a FIESC sugere ajustes trabalhistas, como maior flexibilidade para jornadas, implementação de banco de horas negativo e redução temporária de carga horária, para que as empresas consigam se adaptar às pressões do mercado externo sem comprometer empregos.
O economista destacou que o Plano Brasil Soberano, que prevê um crédito de R$ 30 bilhões, precisou ser elaborado com rapidez devido à urgência do tema, mas ajustes parlamentares são necessários. “É importante direcionar recursos a quem realmente precisa, considerando o grau de exposição e o tipo de segmento produtivo. Esses ajustes não resolvem o problema, mas ajudam a atravessar esse momento difícil”, disse.
Bittencourt ressaltou ainda que a FIESC atua em diferentes frentes para mitigar os impactos das tarifas dos EUA, como buscar diálogo com clientes americanos para pressionar a redução das tarifas e explorar novos mercados e produtos. No entanto, ele admite que a solução definitiva depende de negociações diplomáticas entre os presidentes do Brasil e dos Estados Unidos, que, até o momento, não apresentam sinais claros de aproximação.
“Tudo que podemos fazer no curto prazo é amenizar os efeitos. O ideal seria que houvesse ações racionais e negociações bilaterais para reduzir tarifas e restaurar a competitividade do Brasil no mercado mais importante do mundo”, concluiu.
Confira entrevista completa
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CNA recebe especialistas para debater agro e transição energética em seminário sobre Agroenergia
Por Rádio Guarujá25/08/2025 10h26
Foto/Divulgação
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) recebe nesta terça-feira, 26, especialistas em agroenergia para discutir os caminhos da transição energética no setor agropecuário. O evento, chamado Agroenergia e Transição Energética Sustentável, acontece na sede da CNA, das 14h às 18h, e reúne palestras e painéis sobre biocombustíveis, biogás e biometano.
Em entrevista ao Jornal da Guarujá, Eduarda Lee, assessora técnica da CNA, destacou a importância do seminário para ampliar a compreensão dos produtores rurais e especialistas sobre o papel do agronegócio na transição energética. Segundo ela, esta é a terceira edição do seminário: “A primeira tratou do etanol, abordando fontes consolidadas, como cana-de-açúcar e milho, e fontes emergentes, como trigo, sovo, agave, batata-doce e resíduos agroindustriais. A segunda edição abordou o biodiesel, e agora estamos focando no biogás e biometano, gases renováveis com grande potencial de expansão no setor agro.”
Sobre a conscientização do setor rural em relação à transição energética, Lee afirma que houve evolução: “Os produtores já reconhecem a importância dos biocombustíveis e do papel do agro para colocar o Brasil na vanguarda dessa transição. No etanol, somos líderes; no biodiesel, avançamos com iniciativas como o B-15; e no biogás e biometano, ainda há grande potencial a ser explorado.”
A assessora também comentou sobre os impactos esperados da transição energética: “O processo já está em andamento, impulsionado por políticas públicas como o RenovaBio e o programa Combustível do Futuro. Alguns efeitos serão percebidos a curto prazo, outros a médio e longo prazo, beneficiando não só o Brasil, mas o planeta como um todo.”
A programação do seminário inclui a palestra magna do diretor executivo do Biogás, Tiago Santovito, dois painéis sobre tecnologia, inovação e aplicação dos gases na matriz energética, cases de sucesso do setor sucroenergético e da pecuária, e uma palestra sobre o panorama internacional do biogás e biometano. Todo o conteúdo técnico produzido durante o evento será consolidado e disponibilizado pela CNA como parte de uma agenda maior ligada à COP 30, que ocorrerá em Belém, no Pará.
Eduarda Lee destacou ainda a participação do Sul do Brasil no avanço da transição energética: “No Sul, temos várias plantas de biometano e produção de etanol, principalmente no Paraná. O Rio Grande do Sul também se destaca pela força da pecuária. É a soma de iniciativas nos diferentes estados que permite avançar de forma sustentável.”
Confira entrevista completa
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Presidente da OAB de Orleans alerta sobre golpe do falso advogado
Por Rádio Guarujá22/08/2025 13h00
Foto/Redação
A Polícia Civil de Santa Catarina, em conjunto com outros órgãos estaduais, deflagrou nesta semana uma operação interestadual contra pessoas físicas e jurídicas acusadas de praticar o chamado golpe do falso advogado ou falso precatório. A ação teve alvos em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte.
A prática criminosa consiste no uso indevido da identidade de advogados catarinenses e de dados de processos judiciais para enganar vítimas e obter vantagens financeiras ilícitas. Os golpistas fazem contato por telefone ou aplicativos de mensagens se passando por advogados das partes. Utilizando documentos verdadeiros ou fabricados como sentenças ou guias de pagamento, solicitam depósitos de supostas custas processuais, prometendo a liberação de valores inexistentes.
Na manhã desta sexta-feira (22), o Jornal da Guarujá recebeu a presidente da 45ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Orleans, Vanessa Zomer, que relatou a dimensão do problema e reforçou alertas à população.
Segundo ela, a fraude já atingiu diversos profissionais da região, inclusive seu próprio nome foi usado por criminosos. “São pessoas que se passam por advogados daqui. Já se utilizaram do meu nome e, recentemente, também de outro colega. Eles mandam uma mensagem pelo WhatsApp, apresentam o número do processo, mostram documentos e dizem: ‘seu processo está no final, seu dinheiro vai ser liberado’. Mas logo em seguida vem o golpe: pedem um PIX de determinado valor para liberar o pagamento”, explicou.
A advogada ainda citou outros formatos utilizados pelos criminosos, como falsas audiências virtuais.“Já tivemos casos em que fizeram uma audiência falsa, com imagens e até vídeos do advogado. E como a vítima vai saber que não é ele? Eles usam a foto, usam o nome, e se aproveitam da confiança que existe entre cliente e advogado.”
De acordo com Vanessa, o acesso indevido às informações processuais contribui para dar credibilidade às investidas. “Muita gente pergunta: ‘como eles sabem que eu tenho um processo?’. A verdade é que hoje é muito fácil conseguir esses dados na internet, até mais fácil para eles do que para a própria parte. Eles estão sempre muito à frente em termos de tecnologia.”
Orientações à população
A advogada e presidente da OAB destaca alguns cuidados fundamentais:
Desconfie de pedidos de depósito ou PIX em nome de advogados;
Confira o número de telefone: observe o prefixo e confirme se é realmente do seu advogado;
Não se precipite: entre em contato direto com seu advogado pelo telefone oficial ou presencialmente no escritório;
Registre boletim de ocorrência e guarde provas como prints das mensagens;
Nunca forneça dados pessoais sem confirmar a identidade de quem faz o contato.“O seu advogado não vai pedir dinheiro para liberar valores. A Justiça não faz isso. Custas processuais existem, mas são recolhidas por meio de boletos emitidos em nome do Tribunal, nunca por PIX. Então, se pedirem transferência, pode ter certeza: é golpe”, reforçou.
Vanessa ainda destacou que, embora os criminosos tentem ser convincentes, a prevenção é possível. “Mesmo que apareça a foto do advogado no WhatsApp, desconfie. Eles pegam imagens da internet. No meu caso, usaram uma foto minha e depois mudaram para outras imagens, cada dia era uma diferente. Por isso, documentem tudo e comuniquem seu advogado.”