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BLOG
Rádio Guarujá
Desembargador Carlos Alberto Civinski assume presidência do TRE-SC e destaca desafios para as eleições de 2026
Por Rádio Guarujá29/04/2025 14h09
Foto/TRE-SC
O desembargador Carlos Alberto Civinski tomou posse como novo presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC), substituindo a desembargadora Maria do Rocio Luz Santa Ritta. Em entrevista ao Jornal da Guarujá, Civinski falou sobre a responsabilidade de liderar o tribunal em um período preparatório para as próximas eleições gerais, que ocorrem em 2026.
“Recebo essa missão com muita responsabilidade, porque Santa Catarina é reconhecida pela eficiência, inclusive no campo eleitoral. Assumir essa função, ainda mais sucedendo uma gestão de excelência, é motivo de orgulho e desafio”, afirmou.
Civinski destacou que sua gestão será focada na valorização dos principais atores do processo eleitoral: eleitores, mesários, servidores e magistrados. A meta é garantir um processo tranquilo e acessível a todos, com investimento em treinamento, melhorias na estrutura de votação e maior proximidade com a população.
“Queremos que o eleitor vá votar com tranquilidade, em locais acessíveis e bem estruturados, e que os mesários e juízes eleitorais estejam preparados para um processo que, em 2026, será mais complexo. Serão 25 toques na urna eletrônica, o que exigirá mais tempo de cada eleitor na cabine e maior agilidade e preparo de toda a equipe envolvida”, explicou o presidente.
Além disso, Civinski reforçou a importância da comunicação com a população e anunciou uma campanha de revisão dos locais de votação, especialmente nas regiões em crescimento, como o litoral catarinense.
Prazo para regularizar título termina em 19 de maio
Durante a entrevista, o presidente do TRE-SC também alertou para um prazo importante: até o dia 19 de maio, cerca de 200 mil eleitores de Santa Catarina precisam regularizar a situação do título eleitoral para não terem o documento cancelado. Estão em risco os cidadãos que não votaram e não justificaram a ausência em três eleições consecutivas ou cinco alternadas.
A atualização deve ser feita nos cartórios eleitorais, que agora funcionam em turno único no período da tarde. “É essencial que esses eleitores fiquem atentos. Regularizar o título evita perda de direitos e garante a participação nas próximas eleições”, destacou Civinski.
A expectativa do TRE-SC é intensificar ações de aproximação com os eleitores, como o programa Justiça Eleitoral em Movimento, depuração de cadastro e ampliação do uso da biometria, atualmente em 85% do estado.
Confira entrevista completa
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Luana Patrício: Mulher Influente de Pedras Grandes na 4ª edição do Agora Que São Elas
Por Rádio Guarujá28/04/2025 13h51
Casada há quase 12 anos com Leandro e mãe de Ayron e Yan, Luana construiu uma trajetória marcada pela paixão, autenticidade e conexão genuína com as pessoas.
Aos 17 anos, iniciou sua carreira como maquiadora e, em 2014, lançou seu canal no YouTube, onde compartilhou conteúdos sobre maquiagem, lifestyle e moda. Com o crescimento no Instagram, tornou-se influenciadora digital e criadora de conteúdo, colaborando com diversas marcas e lojas.
Em 2017, decidiu se dedicar exclusivamente ao universo digital. A maternidade, porém, trouxe novos significados à sua jornada: desde 2022, Luana divide com sua audiência o dia a dia do maternar, da rotina familiar e, mais recentemente, sua caminhada de fé e conversão.
São 10 anos de histórias compartilhadas com uma comunidade que cresceu junto com ela. Luana inspira porque escolheu viver e compartilhar a vida como ela é: com verdade, propósito e amor.
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Esquema de compra de votos em Laguna: Polícia Civil conclui inquérito e indicia 14 pessoas
Por Rádio Guarujá28/04/2025 13h51
Foto/PCSC
Um inquérito policial conduzido pela Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Laguna revelou a existência de um esquema de possível compra de votos envolvendo pré-candidatos e apoiadores políticos durante o período pré-eleitoral de 2024. A investigação, realizada em conjunto com a Justiça Eleitoral, teve início após denúncias anônimas que apontaram movimentações suspeitas em um imóvel rural. O sítio, localizado em Pescaria Brava, município vizinho a Laguna, teria sido utilizado como base para ações eleitorais, com o objetivo de arrecadar e distribuir grandes quantias de dinheiro para a compra de apoio político e votos.
De acordo com o relatório da investigação, valores superiores a R$ 2 milhões teriam sido movimentados durante o período, com o objetivo de influenciar a decisão dos eleitores nas eleições de 2024. Em entrevista ao Jornal da Guarujá, Bruno Pereira Fernandes, delegado responsável pela DIC de Laguna, detalhou os principais desdobramentos da apuração e as dificuldades enfrentadas ao longo do processo.
A apuração teve início nas duas semanas que antecederam as eleições de outubro de 2024, quando as primeiras informações indicaram a utilização de um sítio para a ocultação de valores não declarados, destinados à compra de votos. “Essa apuração começou nas duas semanas que antecederam as eleições, em outubro de 2024, diante das informações de que um sítio estaria sendo utilizado para a ocultação de valores não declarados, que foram usados para a compra de votos”, explicou o delegado Fernandes.
Ele completou, afirmando que após seis meses de investigação, foi possível concluir a apuração. “Após seis meses de apuração, conseguimos encerrar o inquérito e encaminhá-lo ao Ministério Público. Constatamos que valores vultosos, não declarados, foram, de fato, ocultados nesse sítio e usados por alguns candidatos para compra de votos, sempre à margem da lei e sem qualquer tipo de declaração à Justiça Eleitoral.”
Em relação ao sucesso dos pré-candidatos envolvidos no esquema, o delegado explicou que alguns conseguiram alcançar seus objetivos eleitorais, enquanto outros não. “Alguns conseguiram, outros não. O inquérito acabou tomando uma dimensão bastante ampla, apurando no total 55 crimes cometidos pelos envolvidos. Ao final, 14 pessoas foram indiciadas”, afirmou.
Eixos de atuação
Os três principais eixos identificados pela investigação foram: o primeiro envolvia a captação de recursos financeiros não declarados, que, em sua maioria, seriam provenientes de empresas interessadas em contratos administrativos com o município de Laguna. O segundo eixo se referia à própria compra de votos, realizada por meio da distribuição de recursos. O terceiro eixo, mais específico, envolvia um dos investigados, que possuía uma empresa de terraplanagem. Esse investigado se valia de sua empresa para fornecer caminhões de brita, aterro e areia a eleitores, como uma forma de “doação” em troca de apoio político.
“O fornecimento de caminhões de brita, de aterro, de areia foi bastante evidente. No final, ao menos 30 condutas de fornecimento para eleitores e comunidades foram registradas”, detalhou o delegado.
Bruno Pereira Fernandes também falou sobre os desafios enfrentados pela DIC durante a investigação. Segundo ele, a fase mais difícil foi a análise de dados extraídos dos celulares apreendidos. “A fase mais difícil foi a própria análise, especialmente porque a quase totalidade das mensagens nos celulares já havia sido apagada pelos investigados. Isso exigiu um trabalho árduo dos policiais para encontrar os telefones celulares que poderiam conter elementos probatórios”, explicou Fernandes.
Ele destacou que, apesar das dificuldades, a equipe da DIC conseguiu montar um “quebra-cabeça”. “Foi um trabalho de quebra-cabeça. Com alguns telefones, conseguimos entender o contexto geral e expandir a investigação, o que envolveu ainda mais pessoas no processo”, afirmou.
Obstrução
Quando questionado sobre possíveis tentativas de obstrução da investigação, o delegado afirmou que, embora haja resistência por parte dos envolvidos, isso não comprometeu o andamento das apurações. “Tentativa sempre há, né? Sempre há essa irresignação por parte de alguns candidatos ou algo nesse sentido, mas nada que tenha colocado em cheque o trabalho da Polícia Civil. Nossa atuação é técnica e imparcial, e todos sabem disso”, afirmou.
Encaminhamento ao Ministério Público
Agora, com as provas em mãos, o caso foi encaminhado ao Ministério Público. “As provas já foram encaminhadas ao Ministério Público com atuação na área eleitoral. Faz uma semana que os relatórios foram enviados, e o Ministério Público. Como o caso é bastante volumoso, ainda não temos uma posição final”, explicou o delegado Fernandes.
Bruno Fernandes finalizou a entrevista destacando a importância da atuação contínua da Polícia Civil no combate à corrupção e à fraude eleitoral. “Infelizmente, é um problema crônico em Laguna, basta analisar outras operações como a “Operação Seival” fase 1 e fase 2. Alguns se valem da vulnerabilidade de parte da população para permanecer no poder. Mas, a Polícia Civil, nos municípios onde não há Polícia Federal, está atenta, e sempre estará de olho”, afirmou o delegado. Ele também ressaltou que a corrupção eleitoral é um crime grave e que as autoridades continuarão a investigar e responsabilizar aqueles que tentam burlar o processo democrático.
Confira entrevista completa
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Prefeitura de Tubarão firma novo convênio de R$ 3,1 milhões com Hospital Nossa Senhora da Conceição
Por Rádio Guarujá28/04/2025 13h46
Foto/Reprodução
A Prefeitura de Tubarão, por meio da Secretaria de Saúde, assinou na última segunda-feira, um novo convênio com o Hospital Nossa Senhora da Conceição, formalizando um repasse financeiro de R$ 3,1 milhões. O objetivo é fortalecer áreas essenciais como urgência, emergência, internações, cirurgias, exames e partos, ampliando e qualificando o atendimento de saúde oferecido à população.
Sobre o tema, o Jornal da Guarujá conversou com o secretário de Saúde de Tubarão, Otávio Piva. Ele destacou a importância da renovação do convênio e explicou as mudanças implementadas.
“Antes, o valor do convênio era de R$ 2,5 milhões. Agora, passamos para R$ 3,120 milhões, que serão pagos em nove parcelas de aproximadamente R$ 346.600 cada”, informou o secretário. Segundo Piva, esse repasse garante que o hospital continue prestando serviços de urgência, emergência e de média complexidade, como internações, cirurgias, exames e partos, à população tubaronense.
O secretário também reconheceu que, apesar do reforço financeiro, o Hospital Nossa Senhora da Conceição ainda enfrenta dificuldades. “O hospital trabalha com um déficit de cerca de R$ 57 milhões. Eles recebem recursos do Estado e agora esse apoio da prefeitura. Mesmo assim, como não é um hospital de gestão plena, enfrentam limitações”, explicou.
Questionado sobre a evolução da situação financeira do hospital, Piva foi realista. “Já esteve pior, mas ainda é crítico. Trabalhar pelo SUS, infelizmente, é trabalhar deficitário, já que a tabela SUS não é reajustada há muitos anos”, afirmou.
Além de atender Tubarão, o hospital também recebe pacientes de toda a região da Amurel, o que aumenta a demanda sobre a instituição. “Cerca de 50% dos atendimentos na emergência são de moradores de outros municípios”, acrescentou o secretário.