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BLOG

Rádio Guarujá

Moradores de Orleans pedem melhorias em ruas; Secretaria de Infraestrutura responde

Por Rádio Guarujá23/09/2025 13h06
Foto/Arquivo Rádio Guarujá

O Jornal da Guarujá recebeu nesta semana duas participações de ouvintes que solicitaram melhorias em vias do município de Orleans.

A primeira manifestação foi de Tati, que relatou as condições da estrada no Barro Vermelho, sentido Rio Novo, até a entrada do frigorífico Duas Meninas (referência). Segundo ela, o asfalto está em péssimas condições.

O pedido foi encaminhado ao secretário de Infraestrutura, Rodinei Pereira, o Galego. Ele explicou que a pasta já realizou operações tapa-buraco neste ano, mas que o trecho citado exige recapeamento. “Ali naquela estrada que sai do Barro Vermelho até o frigorífico Duas Meninas, como é um recapeamento, a gente está fazendo um levantamento, não só ali, mas em outros trechos também. A ideia é contratar uma empresa através do consórcio Sim Catarina, porque é um trabalho que precisa ser feito por uma empresa maior”, afirmou.

A segunda solicitação foi enviada por Eva Tezza, que pediu atenção para a Rua Domingos Borghesan, no Loteamento Tototo. De acordo com ela, a via não tem calçamento e segue sem melhorias.

Sobre a demanda, o secretário afirmou que a obra está prevista. “Essa rua também já está na programação. Futuramente vamos calçar ou asfaltar, já está sendo providenciado o projeto para resolver esse problema que há tempo vem incomodando os moradores”, garantiu.

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PEC da Blindagem: Senador diz que proposta não blinda corrupção, mas protege a liberdade de expressão dos parlamentares

Por Rádio Guarujá22/09/2025 11h03
Foto/Agência Senado

A Câmara dos Deputados aprovou, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem, com 344 votos favoráveis e 133 contrários. Com a aprovação, o texto segue para análise do Senado Federal.

Na manhã desta segunda-feira (22), o Jornal da Guarujá conversou com o senador pelo PL, Jorge Seif, sobre a polêmica envolvendo a PEC. Segundo ele, a proposta reforça o artigo 53 da Constituição, que garante imunidade aos parlamentares por opiniões, votos e palavras proferidas durante o mandato. “Hoje, infelizmente, o Supremo Tribunal Federal desrespeita esse artigo, e 61 processos correm contra parlamentares, a maioria por falas na tribuna”, explicou.

O senador afirmou que a PEC protege parlamentares que, segundo ele, têm sido alvo de perseguição judicial, mas não tem o objetivo de blindar casos de corrupção. Ele citou exageros presentes no texto, como voto secreto e blindagem de presidentes de partido, que, na visão dele, deverão ser corrigidos no Senado. “Tentamos reforçar as prerrogativas parlamentares, mas existem excessos que serão ajustados na Casa Revisora”, disse.

Seif criticou decisões do STF em processos de corrupção envolvendo políticos de esquerda. Ele lembrou que, apesar de condenações históricas em casos como Lava Jato, Mensalão e Petrolão, atualmente há, segundo sua avaliação, “uma blindagem a favor da esquerda”. “Qualquer acusação contra políticos de esquerda acaba sendo arquivada ou resultando em absolvição”, afirmou.

O senador ressaltou que a PEC surge em resposta à perseguição judicial sofrida por parlamentares da direita, que, segundo ele, têm suas falas na tribuna criminalizadas. “Não podemos aceitar que o Parlamento seja intimidado. O Senado vai revisar os excessos, mas é essencial que essas prerrogativas sejam respeitadas”, destacou.

Seif criticou ainda a atuação do ministro Alexandre de Moraes, afirmando que decisões monocráticas e interpretações do STF violam a Constituição e inviabilizam prerrogativas do Parlamento e do Executivo. Durante a votação de uma lei no Senado para impedir decisões individuais de ministros, o senador relatou que presenciou um ministro do STF ligando para um parlamentar, pedindo que se retirasse do plenário para não votar. “Isso não pode acontecer”, afirmou.

Apesar do cenário desafiador, com relatório negativo já antecipado pelo relator Alessandro Vieira, Seif reafirmou seu compromisso de defender a PEC e a liberdade de expressão dos parlamentares. “Houve alguns exageros, mas nós corrigiríamos no Senado para tentar reforçar as prerrogativas parlamentares através dessa PEC. Estamos bem pessimistas, já que o relator sorteado disse que é contra a PEC e fará um relatório negativo. Dessa forma, a PEC poderia morrer no Senado”, explicou.

O senador avaliou também as manifestações realizadas no final de semana, que tiveram baixa adesão. Segundo ele, os atos não mobilizaram grande parte da população e, mesmo com a participação de nomes como Gilberto Gil e Chico Buarque, financiados por recursos públicos via Lei Rouanet, não atingiram público expressivo. Em contraste, ele destacou que manifestações organizadas por parlamentares da direita costumam ser limpas, familiares e ordeiras, com maior engajamento popular.

Confira entrevista completa

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Cirsures realiza capacitação sobre coleta de resíduos para agentes de saúde e combate a endemias

Por Rádio Guarujá22/09/2025 10h03
Foto/Divulgação

O Consórcio Intermunicipal de Resíduos Sólidos Urbanos da Região Sul (Cirsures), em parceria com o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), realiza no próximo dia 30 de setembro, em Urussanga, uma capacitação voltada aos agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias dos sete municípios consorciados: Cocal do Sul, Lauro Müller, Morro da Fumaça, Orleans, Siderópolis, Treviso e Urussanga.

O objetivo do encontro é capacitar os profissionais para que atuem como multiplicadores do programa “Pensa Logo o Destino”, projeto do IMA voltado à destinação correta de resíduos sólidos. A iniciativa busca ampliar o conhecimento da comunidade sobre coleta seletiva e descarte adequado de resíduos.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá, Graziela Bolan, engenheira sanitarista ambiental do Cirsures, explicou como será a capacitação: “Nosso encontro acontece no dia 30, terça-feira, a partir das 13h30, no salão paroquial da Igreja em Urussanga. Vamos reunir todos os agentes de saúde e da vigilância sanitária para capacitá-los em relação ao programa ‘Pensa Logo o Destino’. A intenção é que eles se tornem multiplicadores e levem essas informações para a comunidade, já que estão diariamente no porta-a-porta.”

Sobre a participação, Graziela explicou que cada município deverá inscrever seus agentes: “Encaminhamos há cerca de 15 dias um convite para cada secretaria de saúde, com um link para inscrição. É rápido, simples e garante a presença no dia 30.”

A engenheira também ressaltou a importância de eventos como este: “Ainda precisamos evoluir muito na coleta seletiva e na destinação correta dos resíduos. A educação ambiental deve ser contínua, sempre presente. Capacitando os agentes de saúde e da vigilância sanitária, conseguimos levar essas informações diretamente para o dia a dia dos moradores, atingindo desde donas de casa até aposentados, que muitas vezes ainda não sabem como descartar corretamente o lixo e por que isso é importante.”

Quanto à atuação do Cirsures nos sete municípios, Graziela destacou que o consórcio possui um programa de coleta seletiva em operação há quase 20 anos: “Trabalhamos continuamente com a população. O caminhão da coleta seletiva passa geralmente uma vez por semana em cada município. Além disso, temos um programa de educação ambiental, recebendo crianças no Cirsures para palestras e visitas técnicas, e realizamos divulgação em rádios e folders para engajar cada vez mais a população na coleta seletiva.”

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Israel enfrenta guerra intensa contra o Hamas; Major da reserva fala sobre resgate de reféns e sofrimento do povo

Por Rádio Guarujá18/09/2025 10h40
Foto/Captura vídeo

O Jornal da Guarujá conversou na manhã desta quinta-feira (18) com o Major da Reserva Rafael Rozenszajn, porta-voz em português das Forças de Defesa de Israel, diretamente do país. A entrevista, viabilizada pela Embaixada de Israel no Brasil, trouxe informações sobre o atual conflito no Oriente Médio, incluindo o drama dos reféns mantidos pelo Hamas, o impacto da guerra sobre civis e o papel de países como o Irã no financiamento de grupos terroristas.

Em Israel, a guerra deixa marcas profundas na população. Famílias vivem com medo constante de novos ataques e carregam a dor daqueles que foram sequestrados. Ao detalhar a situação, o Major explicou a prioridade das Forças de Defesa: resgatar os reféns e proteger civis.

“Nós continuamos atuando pra garantir que os objetivos da guerra sejam alcançados. Devolver nossos reféns que foram sequestrados pelo mundo terrorista Hamas. Ainda há 48 reféns em condições desumanas na Faixa de Gaza, em túneis subterrâneos, quase sem oxigênio, com muito pouco alimento, muito pouca bebida. Estamos atuando para trazer os que estão vivos, suas famílias, e aqueles que foram assassinados pelo Hamas para serem enterrados com respeito.”

Para ele, a ação não é apenas militar, mas também humanitária, visando limitar o sofrimento de civis palestinos usados como escudos humanos pelo Hamas.

“Nesse momento, estamos atuando na cidade de Gaza, que é o principal reduto do Hamas, e estamos evacuando a população civil. Esta guerra não é contra a população civil, não é contra os palestinos, é contra o terrorista que quer causar mal imenso, não apenas a Israel, mas à própria população palestina, que o Hamas utiliza como escudos humanos.”

Rumores de acordos de libertação de reféns

Nos últimos dias, surgiram notícias sobre supostos acordos internacionais para a libertação de reféns. Rozenszajn foi claro sobre a realidade.

“Em nenhum momento o Hamas aceitou liberar os reféns. O grupo vem negando qualquer acordo. Nenhum país soberano aceitaria conviver com um grupo terrorista que já demonstrou querer exterminar sua população. Nós não vamos mais aceitar essa situação e continuaremos trabalhando para trazer todos os reféns e garantir que o Hamas não continue governando a Faixa de Gaza.”

O porta-voz ainda falou sobre a persistência do Hamas em manter reféns e usar a população como estratégia de guerra, aumentando ainda mais o sofrimento humano.

Operação em Gaza e proteção de civis

A cidade de Gaza concentra a maior parte da população civil e também o núcleo militar do Hamas. Rozenszajn explicou que a operação é complexa e envolve evacuação de civis e controle operacional.

“Estamos em termos de controle operacional. Para alcançar os objetivos da guerra, precisamos controlar operacionalmente as áreas sob comando do Hamas, principalmente a cidade de Gaza. Ali, a maior concentração de civis é utilizada como escudo pelos terroristas. Eles transformam escolas e hospitais em centros de comando e escondem armamentos em casas civis.”

Ele também relatou a dificuldade de retirar civis da linha de fogo.

“Já fizemos milhares de ligações para os civis, explicando a necessidade de deixarem a cidade. Mas o Hamas faz tudo para impedir a evacuação, porque os civis são parte da estratégia de guerra deles.”

A narrativa mostra que, enquanto Israel procura proteger vidas, o Hamas usa os civis como barreira para suas ações militares.

O peso da ameaça internacional e o sofrimento do povo israelense

O apoio de países como Irã e Síria ao Hamas amplia o risco da guerra e alimenta o terror na região. Rozenszajn foi direto sobre a responsabilidade internacional.

“Sabemos que o Irã é o patrono do terrorismo mundial. Todas as organizações terroristas da região recebem apoio do Irã, não só o Hamas, mas também grupos no Iêmen, Síria e Iraque.”

Ele lembrou ainda o impacto do ataque de 7 de outubro sobre a população israelense.

“O ataque do Hamas em 7 de outubro foi o maior ataque terrorista contra o povo judeu desde o Holocausto. Aqui, a cada mil pessoas, uma foi sequestrada, ferida ou assassinada. O Hamas deixou claro que planejava ações ainda maiores.”

A fala reforça a sensação de vulnerabilidade, mas também o compromisso histórico de Israel em garantir a sobrevivência de seu povo.

Mensagem ao povo brasileiro

Rafael Rozenszajn nasceu e viveu no Brasil metade de sua vida. Aos 21 anos, mudou-se para Israel, onde se tornou militar e construiu sua carreira dentro das Forças de Defesa do país. Hoje, além de servir como Major da reserva, atua como porta-voz em português, com o objetivo de aproximar a população brasileira da realidade do conflito e combater a desinformação sobre a guerra em Israel.

Em sua mensagem aos brasileiros, o Major pediu atenção para os fatos e alertou sobre a propagação de narrativas equivocadas.

“Esta guerra não é entre Israel e o povo palestino, é entre a civilização e a barbárie, entre valores judaicos, cristãos e ocidentais contra o extremismo islâmico. Quem deseja a paz contra quem deseja ódio e destruição. No Brasil, a desinformação é grande, e meu papel é trazer informações precisas em português, combatendo narrativas enganosas.”

Ele reforçou a importância de acompanhar informações oficiais, especialmente através de sua rede social, toda escrita em português.

“Apelo ao povo brasileiro: não sejam reféns da desinformação, busquem entender os fatos. Minhas redes sociais estão à disposição para acompanhar tudo em português.”

O Major mantém sua rede social (instagram.com/rafael_rozenszajn) inteiramente escrita em português, permitindo que o público brasileiro compreenda de forma direta o que acontece em Israel, tenha acesso às informações oficiais das Forças de Defesa do país e não seja levado por narrativas equivocadas.

Confira entrevista completa

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