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BLOG

Rádio Guarujá

Criciúma remove casas abandonadas para combater riscos à comunidade

Por Rádio Guarujá12/02/2026 11h33
Foto/Arquivo

Desde 2021, aproximadamente 80 casas abandonadas já foram demolidas em Criciúma. A informação é do diretor da Defesa Civil do município, Fred Gomes, que atribui as intervenções à falta de manutenção por parte dos proprietários. Segundo ele, muitos desses imóveis acabam invadidos e se tornam pontos de risco à segurança e à saúde pública.

O tema voltou a ganhar destaque nesta semana após o vereador Toninho da Figueira (PL) apresentar, na terça-feira (10), um requerimento ao prefeito Vagner Espíndola. O parlamentar questiona quais providências estão sendo adotadas em relação a uma casa desocupada no bairro São Marcos. De acordo com o vereador, o imóvel tem registrado circulação frequente de usuários de drogas, gerando transtornos para moradores da região.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá na manhã desta quinta-feira (12), Fred Gomes explicou que as demolições ocorrem após denúncia e abertura de processo administrativo. “Ou a gente recebe essa denúncia do Departamento de Fiscalização Urbana ou pela central 199 da Defesa Civil. A partir daí, fazemos a vistoria e iniciamos o processo. Dependendo da gravidade, a gente já encaminha a demolição o mais rápido possível”, afirmou.

O diretor destacou que a responsabilidade inicial é sempre do proprietário. “Eu costumo dizer que é a mesma coisa que um carro. Você precisa fazer manutenção. A casa também precisa. Se o proprietário não faz, a Defesa Civil de Criciúma, junto com a municipalidade, vai fazer”, declarou.

Segundo Fred, o número de demolições realizadas diretamente pelo município ou após notificação aos donos dos imóveis varia entre 80 e 90 desde o início do projeto. Em muitos casos, os proprietários acabam realizando a limpeza ou a demolição após serem notificados. “Muitas vezes, por nosso espanto, o proprietário diz que nem lembrava que o imóvel era dele. A maioria acaba acatando a recomendação”, relatou.

Atualmente, a Defesa Civil tem entre 150 e 180 casos em andamento relacionados a imóveis com falta de manutenção que podem resultar em demolição. O processo inclui notificações e, se não houver resposta, autuação. Em situações consideradas graves, a prefeitura pode publicar parecer no Diário Oficial e realizar a demolição diretamente.

Fred Gomes reforça que, quando o município executa o serviço, os custos são cobrados do proprietário. “Tudo o que é feito dentro do terreno é lançado no IPTU do cidadão. Inclusive cálculo de diesel das máquinas. Por isso, é muito mais em conta o proprietário providenciar a limpeza ou a demolição por conta própria”, explicou.

Além das casas abandonadas, terrenos baldios com mato alto também entram no radar da fiscalização, especialmente quando representam risco próximo a escolas ou áreas de grande circulação. “Quando a gente fala em gerenciamento de risco, estamos falando de segurança pública, saúde pública e questão social. É um trabalho que impacta diretamente na qualidade de vida dos bairros”, concluiu.

Confira entrevista completa

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Investir em veículos para locação pode gerar renda, afirma André Eleutério

Por Rádio Guarujá12/02/2026 11h30
Foto/Redação

O Jornal da Guarujá recebeu em seu estúdio o CEO da Exclusivo Consórcios, André Eleutério, para falar sobre um tema que tem ganhado espaço no mercado: investimentos em cartas de crédito para aquisição de automóveis destinados à locação.

Segundo ele, cresce no Brasil a procura por veículos alugados, tanto por empresas que desejam ampliar a frota quanto por motoristas de aplicativo e profissionais autônomos. A principal justificativa, de acordo com esses usuários, é a redução de custos com manutenção, seguro e impostos. “Se tem gente querendo alugar, precisa ter alguém oferecendo esses veículos. Isso abre uma oportunidade para quem quer investir”, destacou André Eleutério.

O empresário afirma que o modelo já é consolidado em países como os Estados Unidos, onde o leasing é comum. No Brasil, a cultura da locação também avança e, conforme explicou, não é necessário ter uma grande empresa para atuar no segmento. “Qualquer pessoa pode começar. Não precisa ter CNPJ nem uma estrutura grande de locadora”, disse.

De acordo com Eleutério, uma carta de crédito de R$ 50 mil para automóvel pode ter parcela inicial em torno de R$ 290 até a contemplação. Após contemplado, o valor pode chegar a aproximadamente R$ 600. Ele exemplifica que um veículo nessa faixa pode ser alugado por cerca de R$ 700 por semana. “Em uma semana paga a parcela e ainda sobra. Ao longo do mês, mesmo reservando valor para manutenção, pode gerar renda para reinvestimento”, explicou.

A estratégia, segundo ele, está ligada ao conceito de fazer o dinheiro trabalhar a favor do investidor. “Muita gente trabalha por dinheiro. A diferença é aprender a fazer o dinheiro trabalhar para você”, afirmou, defendendo o planejamento financeiro e o investimento gradual.

O empresário também comparou o consórcio ao financiamento bancário. Enquanto linhas de crédito tradicionais podem ter juros superiores a 1% ao mês, ele destaca que o consórcio opera com taxa administrativa diluída ao longo do plano, o que reduz o custo final. “Para quem tem pressa, o financiamento pode ser o caminho. Para quem pode planejar, o consórcio costuma ser mais vantajoso”, avaliou.

Outro ponto abordado foi a possibilidade de utilizar cartas de crédito para caminhões, inclusive usados, dependendo das regras da administradora. A modalidade é utilizada por transportadoras para renovação de frota e também por autônomos que desejam se programar para trocar o veículo sem recorrer a financiamentos com juros elevados.

Durante a entrevista, André Eleutério reforçou a importância da educação financeira e do controle emocional na hora de investir. “O maior erro é gastar por impulso e se comparar com os outros. Investimento exige planejamento, não pressa”, pontuou.

A Exclusivo Consórcios atua há quase 14 anos no mercado e possui escritórios em Criciúma e Araranguá. Os interessados podem entrar em contato com André Eleutério pelo telefone (48) 99636-8820 ou buscar mais informações no site exclusivoconsorcios.com.br ou  nas redes sociais da Exclusivo Consórcios, onde há vídeos e conteúdos sobre planejamento e investimentos.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=bHMkJZoTvSk

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Presidente do Sindisaúde afirma em entrevista que acordo não foi totalmente cumprido no Hospital Santa Catarina

Por Rádio Guarujá11/02/2026 12h48
Foto/Divulgação

Santa Catarina viveu dias de apreensão diante da crise enfrentada pelo Hospital Materno-Infantil Santa Catarina, em Criciúma. A unidade, administrada pelo Instituto IDEAS, vinha acumulando atrasos no cumprimento de direitos trabalhistas, o que levou os trabalhadores a realizarem paralisação na última semana. Após mobilização da categoria e atuação do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde), os depósitos referentes aos direitos em atraso foram realizados e a greve foi encerrada.

Na manhã desta quarta-feira (11), o Jornal da Guarujá conversou com o presidente do Sindisaúde, Cleber Cândido, que detalhou a situação.

Segundo ele, os problemas se intensificaram nos últimos cinco a seis meses. “A gente vem tendo problemas há uns cinco, seis meses já, com questões de atraso em FGTS, atraso em pagamento de férias, de trabalhadores com empréstimos consignados que estão sendo descontados e não estavam sendo repassados para as instituições financeiras, negativando o nome dos trabalhadores”, afirmou.

O presidente também relatou atrasos no complemento do piso salarial e no pagamento de salários. “Agora em janeiro no pagamento de salário também teve atraso e as coisas vêm piorando cada vez mais”, disse.

Diante do cenário, os trabalhadores decidiram paralisar as atividades na semana passada. Conforme Cândido, parte das pendências foi resolvida naquele momento, como o pagamento do complemento do piso, vale-alimentação e vale-transporte. No entanto, outras questões permaneceram em aberto.

“Ficando pendente ainda a questão dos empréstimos consignados, FGTS e férias, que foram prometidas resolver até ontem, mas que ainda continuam pendentes hoje”, declarou durante a entrevista.

O sindicato chegou a convocar novo ato para a manhã desta quarta-feira. “O acordo firmado tem que ser cumprido, mas infelizmente não foi”, afirmou o presidente, acrescentando que a mobilização foi mantida por solicitação dos próprios trabalhadores.

Apesar da insatisfação crescente, o hospital manteve o funcionamento. “A gente sabe que é um hospital importante para a região. Inclusive os trabalhadores queriam até parar os serviços, mas a gente tem que ter uma responsabilidade também, não podemos parar assim a qualquer momento, temos que tentar negociar”, explicou.

Cleber também demonstrou preocupação quanto ao futuro da gestão. “Nós já temos históricos na nossa região de empresas que fizeram a mesma coisa. No final, os trabalhadores saíram com uma mão na frente e outra atrás. Ganha na Justiça, mas não leva, porque não consegue executar os valores”, alertou.

Ele ainda mencionou a responsabilidade do poder público. “A responsabilidade também é dos entes públicos, quando faz o chamamento de licitação e não acompanha o cumprimento dos serviços, por mais que há denúncias”, afirmou.

Segundo o presidente, o IDEAS administra outras unidades no país. “Eles têm muita administração de hospitais e UPAs pelo Brasil todo, ultrapassam aí a 30”, disse, acrescentando que já existem diversas ações trabalhistas contra o instituto. “Nós temos mais de dez ações trabalhistas coletivas contra eles.”

Após a confirmação dos depósitos referentes aos direitos trabalhistas em atraso, a greve foi encerrada. O sindicato, no entanto, afirma que seguirá acompanhando a situação e não descarta novas mobilizações caso os problemas voltem a ocorrer.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=ILYB0H9fhR0

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Resgate do Carnaval de Orleans começa nesta quinta-feira com programação para todas as idades

Por Rádio Guarujá11/02/2026 12h44
Foto/Redação

Após 17 anos sem Carnaval de rua, Orleans volta a celebrar a festa popular com uma programação especial a partir desta quinta-feira (12). O “Resgate do Carnaval” será realizado na Praça Celso Ramos, em frente ao Bar da Esquina, com atividades gratuitas até domingo (15), reunindo terceira idade, crianças e público em geral.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá nesta quarta-feira (11), os sócio-proprietários Sandro Ramires Tamagno, o Pepita (Bar da Esquina), e Ítalo Vieira (Bodega Vieira) detalharam a proposta do evento, que conta com apoio da Prefeitura.

“A ideia começou numa conversa informal, relembrando os velhos tempos. Surgiu essa oportunidade de resgatar o Carnaval de Orleans”, explicou Ítalo. Segundo ele, a administração municipal está apoiando dentro das possibilidades, com estrutura e suporte logístico.

A programação inicia na quinta-feira às 15h com o Carnaval da Terceira Idade. “Já começa o barulhinho às três horas da tarde, com o pessoal da melhor idade”, destacou Pepita. Após uma pausa para a missa, a abertura oficial ocorre às 19h, com presença de autoridades e entrega da chave da cidade ao Rei Momo, Mário Rogério Dias.

Na sequência, a tradicional Charanga 2001 sobe ao palco. “A Charanga existe desde sempre, é histórica pra nossa cidade”, afirmou Pepita. Segundo ele, o grupo surgiu de forma espontânea, com amigos que se reuniam com instrumentos para tocar por amor ao Carnaval. Nesta edição, a apresentação terá novidades, incluindo a participação de alunos da Apae.

A noite de quinta-feira também contará com DJs locais. “Tanto as bandas como os DJs são todos artistas aqui de Orleans”, ressaltou.

A programação segue na sexta-feira (13) com abertura às 19h. Às 20h30 se apresenta a Banda Estrela do Oriente, seguida por DJ e, às 22h30, pagode. No sábado (14), as atividades começam mais cedo, às 17h, novamente com a Banda Estrela do Oriente. Após intervalo para missa, a programação retorna com DJ e pagode à noite.

No domingo (15), o destaque é o Carnaval Kids, a partir das 15h. Haverá brinquedos infláveis gratuitos, além da apresentação da Charanga animando a tarde. À noite, após a missa, o evento encerra com DJ e pagode.

Segundo os organizadores, o evento será totalmente gratuito. “Não vai ter cobrança de ingresso, é praça pública, aberto”, reforçou Ítalo. A estrutura contará com banheiros químicos, além do banheiro público da praça, e praça de alimentação com comerciantes locais.

Pepita destacou o significado do momento para a cidade. “Faz 17 anos que o Carnaval de Orleans não acontece. O povo orleanense está esperando por isso”, afirmou. Para ele, o objetivo é promover uma festa familiar, segura e acessível. “Esse Carnaval aqui é pra família. Traga seu filho, seu marido, sua esposa e vem se divertir.”

A rua será parcialmente fechada para a realização do evento, e a expectativa dos organizadores é atrair também público da região, já que o modelo de Carnaval de rua gratuito se tornou menos comum nos municípios vizinhos.

Confira entrevista completa

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