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Rádio Guarujá
Desgastes no partido: Ex-secretária de Orleans explica mudança para o PSD e confirma pré-candidatura
Por Rádio Guarujá12/04/2024 11h13
Foto/Redação
Na manhã desta sexta-feira, 12 de abril, o Jornal da Guarujá recebeu em seus estúdios a agora ex-Secretária de Assistência Social e Habitação de Orleans, Roseli Moraes. Roseli, que estava filiada ao PSDB, surpreendeu ao anunciar sua filiação ao PSD e sua pré-candidatura como vereadora. A decisão agitou o cenário político da cidade.
Durante a entrevista, Roseli explicou os motivos que a levaram a deixar o PSDB. Segundo ela, ao longo do tempo, enfrentou desgastes e falta de reconhecimento dentro do partido, o que a levou a buscar uma nova sigla. “Vários fatores foram me desgastando dentro do próprio partido, falta de autonomia, falta de reconhecimento, desgaste com algumas pessoas de dentro do próprio partido”, destacou.
Roseli também mencionou que tentou marcar uma conversa com o vice-prefeito Mario Coan (PSDB) para expor suas insatisfações, mas encontrou dificuldades. “Meu marido mandou algumas mensagens para o nosso vice-prefeito, querendo que ele fosse na nossa casa, ou que a gente fosse até ele para a gente sentar e conversar, que eu queria falar das minhas frustrações, das minhas angústias, das minhas incertezas. Ele tentou deixar para depois e agendou uma data que seria na quarta-feira, mas eu não ia esperar até quarta-feira, até por conta da janela, eu já estava com esse pensamento”, explicou.
A ex-secretária também falou da sua relação com a presidente do seu antigo partido, Mirele Debiasi. “Eu acho que talvez ela não tenha se atentado a algumas falas minhas, mas eu conversei com ela algumas vezes, tanto em off quanto em conversas pessoais. A gente sentava, conversava, eu sou amiga dela dentro e fora da política, tenho grande respeito e admiração pelo trabalho dela”, afirmou.
Além disso, ela explicou sua escolha pelo PSD, citando o crescimento do partido e a afinidade com suas ideias. “Eu vi no PSD um partido que vem crescendo muito. Eu vi também que é um grupo de grande empresariado e que compactua comas as mesmas ideias que as minhas”, ressaltou.
Confirmada como pré-candidata vereadora pelo PSD, Roseli ressaltou sua dedicação em trabalhar para a população. “Eu trabalhei, não trabalhei para partidos, eu trabalhei para a população, e o secretário tem que entender o porquê. Ele é funcionário do povo, porque ele é pago com o salário do povo”, afirmou. Para ela, a política é a arte de fazer o bem, e é com esse propósito que ela pretende seguir em sua trajetória política.
Confira entrevista completa
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Transporte público escolar em Orleans: Universitários sofrem com falta de acesso à universidade
Por Rádio Guarujá11/04/2024 12h46
Foto/Redação
Uma questão recorrente tem gerado inquietação entre os estudantes universitários de Orleans: o transporte público escolar. Mais de 60 alunos do UNIBAVE enfrentam dificuldades para chegar à universidade nos dias em que não há aulas à noite na Escola Toneza Cascaes.
Mas se engana quem acha em que os dias em que há transporte, os alunos não ficam prejudicados. Sem linha específica para chegar até a universidade, os universitários que utilizam o transporte cedido pela prefeitura precisam sair das salas de aula cerca de quinze minutos mais cedo para pegar o ônibus, pois o mesmo precisa buscar os alunos do Toneza. Esse inconveniente tem sido motivo de discussões e mobilizações entre os estudantes afetados.
Recentemente, duas reuniões foram realizadas com o prefeito de Orleans, Jorge Koch, para discutir o problema. Sobre o tema, o Jornal da Guarujá conversou com Gabriel Cunha de Oliveira, representante dos alunos impactados por essa situação.
“Primeiramente, eu queria agradecer pela oportunidade de podermos expor esse problema que vem afetando os alunos há muito tempo. Represento o movimento dos alunos afetados por esse problema. Como o próprio prefeito em suas palavras nos disse, pegamos carona com os alunos do Toneza porque não temos transporte próprio”, destacou Gabriel.
Ele explicou que, mesmo nos dias em que o transporte está disponível, os universitário enfrentam atrasos devido à logística envolvida. “O ônibus precisa buscar os alunos do Toneza, o que nos faz sair mais cedo das aulas para não perder o transporte. Isso afeta nosso tempo de estudo e compromete nossa rotina acadêmica”, ressaltou.
Gabriel também relatou as dificuldades encontradas nas reuniões com as autoridades municipais. “Tivemos duas reuniões com o prefeito e outros representantes da administração municipal, mas até agora não obtivemos uma solução satisfatória. A justificativa é que o recurso para o transporte vem do estado e não há verba disponível para atender nossas demandas”, explicou.
Diante da falta de uma solução imediata, os alunos estão se organizando para encontrar alternativas. “Estamos buscando formas de não ficarmos prejudicados enquanto não há uma resposta definitiva. Talvez façamos um esquema de caronas solidárias entre os alunos que possuem veículo próprio. Queremos encontrar uma solução para esse problema que afeta nossa educação”, concluiu Gabriel.
Enquanto aguardam por uma resposta da administração municipal, os universitários continuam mobilizados em busca de uma solução para os desafios enfrentados com o transporte escolar em Orleans.
Confira entrevista completa
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Desafios no acesso a medicamentos: Orleans debate horários de funcionamento das farmácias
Por Rádio Guarujá11/04/2024 12h43
Nas últimas semanas, o Jornal da Guarujá tem recebido mensagens de ouvintes, muitos dos quais estão expressando preocupação com o sistema de funcionamento das farmácias em Orleans, especialmente aos domingos. Em resposta a essas preocupações, o Jornal da Guarujá conversou com Halan Batista, autor de uma petição que solicita alterações na lei que determina os horários de funcionamento das farmácias em regime de plantão na cidade.
Halan compartilhou sua experiência pessoal, destacando a necessidade de mudanças no sistema atual. “Algumas vezes tentamos ir à farmácia durante o horário de plantão e nos deparamos com portas fechadas. Ligamos para o número fornecido na porta, mas não conseguimos contato. Ficamos sem o medicamento. Postei sobre isso nas redes sociais anteriormente, questionando por que Orleans não permite que uma farmácia funcione 24 horas por dia”.
Ele continuou, mencionando a Lei Municipal 3174/2023, que estabelece os horários de funcionamento das farmácias na cidade. Alan expressou sua preocupação com as restrições impostas por essa lei, impedindo novos estabelecimentos de operar 24 horas. Ele ressaltou a importância de oferecer acesso fácil a medicamentos, especialmente durante emergências, e enfatizou a necessidade de melhorar os serviços de saúde na cidade.
O morador de Orleans e autor da petição também compartilhou exemplos de outras cidades que revogaram leis semelhantes e agora possuem farmácias funcionando 24 horas. “Em Braço do Norte, por exemplo, as mudanças na legislação permitiram que novas farmácias operassem 24 horas. Por que Orleans não pode seguir esse exemplo?”
Além disso, Halan enfatizou a crescente necessidade de serviços de saúde acessíveis em Orleans. “Nossa cidade cresceu e precisa desse serviço. É importante trazer melhorias para nossa cidade. Não podemos ser tão precários em questões de saúde, especialmente quando já temos outros estabelecimentos funcionando 24 horas. Precisamos mudar esse sistema e garantir um acesso mais fácil aos medicamentos”.
Além disso, o Jornal da Guarujá também conversou nos últimos dias com o secretário de saúde de Orleans, Murilo Debiasi, para obter sua posição sobre o tema. Debiasi expressou preocupação com a possível revogação da lei, argumentando que isso poderia levar a uma situação em que nenhuma farmácia estaria disposta a abrir nos domingos, piorando ainda mais a situação. Ele destacou a importância de garantir que os cidadãos tenham acesso aos serviços de saúde quando necessário e afirmou que o poder executivo está aberto ao diálogo para encontrar soluções que atendam às necessidades da comunidade.
No entanto, Halan também compartilhou os desafios enfrentados ao levantar essa questão, incluindo ameaças e pressões de alguns farmacêuticos. Ele reiterou seu compromisso em promover um debate construtivo sobre o assunto e encorajou outros cidadãos a se envolverem na petição.
A petição online já conta com mais de trezentas e vinte assinaturas em apenas cinco dias, e pode ser assinada através do link disponível aqui.
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Delegado-geral Ulisses Gabriel faz balanço de sua gestão à frente da Polícia Civil de Santa Catarina
Por Rádio Guarujá11/04/2024 12h39
Foto/Reprodução Instagram
Há quase um ano e meio à frente da Polícia Civil de Santa Catarina, o delegado Ulisses Gabriel tem conduzido uma série de ações que têm refletido positivamente nos índices de segurança do estado. Em uma entrevista ao Jornal da Guarujá na manhã desta quinta-feira, 11, o delegado destacou o progresso alcançado durante sua gestão e os desafios enfrentados no combate à criminalidade.
“Aqui na Polícia Civil, nós aumentamos em 65% o número de mandados de prisão cumpridos e em 59% o número de busca e apreensão entre 2022 e 2023. Isso representa um conjunto de operações, totalizando 530 no ano passado, realizadas pela Polícia Civil de Santa Catarina”, relatou.
Os resultados positivos não foram apenas fruto do aumento das operações policiais, mas também de uma atuação conjunta das forças de segurança, incluindo a Polícia Militar, a Polícia Científica e o Corpo de Bombeiros, em colaboração com o Ministério Público e o Poder Judiciário.
“Os índices de roubo, furto, homicídio, latrocínio e feminicídio tiveram uma grande queda de 2022 para 2023, demonstrando a eficácia das medidas adotadas”, destacou.
Questionado sobre a necessidade de uma postura rígida no combate à criminalidade, Gabriel destacou a importância da harmonia entre as polícias civil e militar, bem como o judiciário, para garantir que os criminosos sejam punidos.
“Santa Catarina tem um judiciário e um ministério público conservadores que são pesados contra a criminalidade. É claro que há desafios, especialmente nos tribunais superiores em Brasília, que muitas vezes concedem liberdade para criminosos. No entanto, estamos trabalhando para reverter essa situação e garantir que a justiça seja feita”, afirmou.
Outro ponto abordado na entrevista foi a necessidade de aumentar o efetivo policial. Gabriel destacou que mais de 200 policiais se aposentaram nos últimos anos, o que gerou um déficit significativo no quadro de pessoal da Polícia Civil.
“Estamos trabalhando para realizar concursos públicos para recompor nosso efetivo. O governador Jorginho Mello já autorizou o concurso para delegados e psicólogos policiais, e em breve teremos autorização para agentes e escrivães de polícia”.
Diante dos desafios enfrentados, Ulisses Gabriel reafirmou o compromisso de sua gestão em garantir a segurança e a tranquilidade da população catarinense, buscando constantemente aprimorar os serviços prestados pela Polícia Civil do estado.
Além disso, o delegado-geral destacou as recentes inaugurações e investimentos realizados pela polícia, como o Núcleo de Operações com Cães de São Miguel do Oeste e a revitalização da delegacia de Abelardo Luz, que visam fortalecer as ações de combate ao crime em Santa Catarina.
“A atuação da Polícia Civil não se limita apenas à investigação e repressão ao crime, mas também engloba iniciativas que visam prevenir e combater a criminalidade em todas as suas formas”, acrescentou o delegado.
Ainda durante a entrevista o delegado-geral mencionou a recente aquisição de um helicóptero apreendido de traficantes de drogas, que será utilizado pela estrutura das polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e Polícia Científica. “Estaremos utilizando esse helicóptero, que antes estava nas mãos do crime, para fortalecer nossas operações e garantir a segurança da população”.
Por fim, o delegado Ulisses Gabriel ressaltou a importância da participação da comunidade no processo de segurança pública, incentivando a colaboração e o diálogo entre a polícia e os cidadãos para construir um estado mais seguro e justo para todos.