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Rádio Guarujá

Transição energética em SC: governo reúne especialistas, empresas e setor produtivo

Por Rádio Guarujá06/03/2026 11h20
Foto/Divulgação

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE) recebeu, ao longo desta semana, no Sul de Santa Catarina e também na capital, especialistas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para uma série de encontros com stakeholders da cadeia carbonífera da região.

As reuniões fazem parte do processo de elaboração do Plano Estadual de Transição Energética Justa para Santa Catarina (PETEJ-SC) e reuniram representantes de instituições estratégicas do setor energético, como a Celesc, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a Secretaria de Estado do Planejamento de Santa Catarina (Seplan) e a SCGás, além de representantes do poder público, concessionárias, setor produtivo, academia e sociedade civil.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá na manhã desta sexta-feira (6), o secretário de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde, Cleiton Fossá, explicou que o debate sobre transição energética precisa ser compreendido de forma mais ampla.

“Quando falamos em transição energética justa é importante as pessoas entenderem que nós estamos falando em preparar Santa Catarina para o futuro da energia, ampliando o uso de fontes renováveis e reduzindo emissões. Mas essa mudança precisa acontecer com responsabilidade social e econômica, garantindo que trabalhadores, municípios e empresas tenham oportunidades e perspectivas de desenvolvimento”, afirmou.

Segundo ele, o processo não envolve apenas a substituição de uma fonte de energia por outra, mas também a preocupação com os impactos sociais e econômicos nas regiões onde determinadas atividades têm grande peso na economia.

“Não é simplesmente mudar, substituir uma fonte de energia por outra. É garantir que os trabalhadores, municípios e empresas que fazem parte dessa cadeia tenham segurança, oportunidades e perspectivas de desenvolvimento”, disse.

A discussão ganha maior relevância no Sul catarinense, onde a mineração de carvão ainda representa uma importante atividade econômica. Fossá destacou que a proposta de transição energética justa justamente busca evitar mudanças abruptas.

“Quando as pessoas falam que isso significa que o carvão vai acabar e que os empregos podem desaparecer, essa é justamente a preocupação que orienta o conceito da transição justa. Mudanças desse tamanho não podem acontecer de forma abrupta e sem planejamento”, ressaltou.

O secretário também defendeu que o debate ocorra com diálogo entre os diferentes setores envolvidos.

“Às vezes as pessoas já geram um preconceito sem formar um conceito. Elas geram um embate sem permitir sentar na mesa e dialogar. Nós precisamos substituir essa gritaria polarizada por uma mesa de diálogo, de planejamento”, afirmou.

De acordo com ele, os encontros realizados com especialistas da FGV têm como foco ouvir diferentes atores e compreender melhor os caminhos possíveis para o Estado.

“É de muita escuta, de muito estudo, de entender melhor a situação e compreender quais são os caminhos possíveis. Não é uma ruptura, é planejamento. Não se faz isso sem ouvir quem vive essa realidade”, disse.

Fossá também destacou o potencial ambiental de Santa Catarina como um diferencial estratégico.

“Santa Catarina tem 1% do território nacional e, desse 1%, 40% são de matas nativas. Isso mostra que nosso estado está fazendo o papel de colocar o meio ambiente não como trava, mas como um ativo”, declarou.

Segundo o secretário, a economia verde catarinense já movimenta cerca de R$ 67 bilhões e gera aproximadamente 800 mil empregos. A expectativa é que, com o planejamento da transição energética, novas oportunidades possam surgir.

“Quero tranquilizar a nossa gente do Sul. O plano visa escutar, planejar e encontrar caminhos para que a região continue crescendo, gerando renda e novas oportunidades”, concluiu.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=k5YUkDR5sWk

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Prefeitura e sindicato se reúnem hoje para discutir reajuste dos servidores de Orleans

Por Rádio Guarujá06/03/2026 11h15
Presidente do Sintramor, Janes Aparecida de Oliveira

Na última sessão da Câmara de Vereadores de Orleans, o Executivo municipal encaminhou o ofício nº 31/2026 solicitando a retirada do Projeto de Lei nº 002/2026, que tratava da revisão geral anual da remuneração dos servidores públicos do município.

A proposta previa a recomposição salarial para servidores ativos, inativos e pensionistas da administração pública direta, além de funcionários da autarquia Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto de Orleans (Samae) e das fundações municipais, como a Fundação Educacional Barriga Verde (Famor).

Segundo o presidente do Legislativo, Murilo Hoffmann (NOVO), a retirada ocorreu para a correção de um erro um erro na redação do texto  quanto ao período considerado para a alíquota que seria aplicada.

Apesar da justificativa técnica, o tema também gerou reação entre os servidores municipais. Em entrevista ao Jornal da Guarujá nesta sexta-feira (6), a presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Orleans (Sintramor), Janes de Lorenzi, afirmou que o sindicato não foi consultado antes do envio do projeto ao Legislativo.

Segundo ela, a pauta de reivindicações da categoria foi entregue à prefeitura ainda em dezembro do ano passado, mas até agora não houve reunião para tratar das demandas.

“Na verdade, a gente entregou a pauta no dia 9 de dezembro e não foi feita reunião nenhuma com o sindicato. Aí o prefeito mandou dois projetos de lei para a Câmara sem o conhecimento do sindicato”, afirmou.

Janes explicou que o sindicato tem uma pauta com 19 itens a serem discutidos com o Executivo municipal, entre eles a negociação salarial, o vale-alimentação, auxílio-transporte e questões relacionadas à insalubridade.

“São 19 itens que nós temos na pauta que precisam ser conversados. Eles precisam entender como está funcionando o trabalho do servidor e as melhorias que precisam ser feitas”, disse.

Entre os pontos considerados prioritários pelo sindicato está o reajuste do vale-alimentação. De acordo com a presidente da entidade, o projeto encaminhado pelo Executivo previa apenas a reposição pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e um aumento de R$ 12 no benefício.

“Esse projeto que ele mandou para a Câmara veio com aumento apenas do INPC e o vale-alimentação aumentou R$ 12. O nosso estava em R$ 300 e foi para R$ 312”, explicou.

Segundo ela, o valor ficou abaixo do praticado por municípios da região.

“As prefeituras aqui da redondeza estão pagando de R$ 600 a R$ 1 mil de vale-alimentação. Então os servidores ficaram bastante indignados com esse aumento”, afirmou.

Uma reunião entre representantes do sindicato e o prefeito de Orleans, Fernando Cruzetta, está marcada para esta sexta-feira (6), às 17h, no gabinete do Executivo. A presidente do Sintramor explicou que o encontro contará com a participação da comissão eleita pela categoria, da assessoria jurídica e da presidência do sindicato.

“A gente sempre vai com a comissão do sindicato. A presidente não vai sozinha conversar com o prefeito sobre essas coisas. Então nós teremos a comissão que foi eleita na assembleia, a assessora jurídica e a presidente”, disse.

Apesar da insatisfação inicial dos servidores, Janes afirmou que mantém expectativa positiva em relação ao encontro.

“Estou bastante otimista. O prefeito é uma pessoa inteligente, tem consciência das coisas, e creio que vamos ter uma boa conversa e encontrar caminhos que não desagradem os servidores e também não desagradem a prefeitura”, concluiu.

A expectativa é que a reunião desta sexta-feira traga encaminhamentos sobre o reajuste e sobre as demais reivindicações da categoria. Novos desdobramentos devem ocorrer nos próximos dias.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=k5YUkDR5sWk

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Conheça Daniela Pompeo, criadora do podcast “Vivi e Aprendi”, que estreia neste sábado

Por Rádio Guarujá05/03/2026 12h25
Foto/Redação

A Rádio Guarujá FM estreia a partir deste sábado, 7 de março, o podcast “Vivi e Aprendi”, que passa a ser transmitido semanalmente das 8h às 9h. A proposta do programa é apresentar entrevistas com personagens que compartilham histórias de superação, desafios e aprendizados de vida.

O projeto é conduzido por Daniela Daufenback Pompeo, cirurgiã-dentista, PhD e mestre em Biologia Oral, especialista em Ortodontia e com pós-graduação em Odontologia do Sono e Dor Orofacial. Daniela também possui formação em Ortodontia Avançada pela Universidade do Texas em Houston, nos Estados Unidos, e atua como palestrante e mentora, com foco em desenvolvimento pessoal e mentalidade.

Durante entrevista ao Jornal da Guarujá, Daniela contou que o podcast surgiu em 2024, inicialmente como um projeto independente e sem grandes pretensões. A ideia nasceu após uma experiência inusitada como comentarista em uma transmissão esportiva de vôlei em uma rádio comunitária.

“Eu sempre gostei de comunicação. Quando tive aquela experiência comentando um jogo, senti que algo despertou em mim. Foi como se tivesse sido ‘mordida pela mosquinha do rádio’. A partir dali comecei a pensar em criar um podcast”, relatou.

Inicialmente, o programa foi gravado em uma estrutura simples, mas com o tempo o projeto ganhou forma e passou por investimentos em equipamentos e melhorias técnicas. As gravações passaram a ser feitas em um estúdio montado na própria clínica da apresentadora.

Segundo Daniela, o objetivo do “Vivi e Aprendi” é promover reflexões a partir das experiências reais dos entrevistados.

“Os seres humanos aprendem muito com histórias. A ideia é justamente transformar essas experiências vividas em aprendizados. É como se o ouvinte estivesse sentado à mesa conversando com aquela pessoa”, explicou.

Ao longo das entrevistas, o podcast já abordou temas como superação de doenças, vícios, desafios pessoais, liderança e trajetórias de empreendedorismo. De acordo com a apresentadora, muitos ouvintes relatam que se sentem impactados pelas histórias compartilhadas.

“Já recebemos mensagens de pessoas dizendo que um episódio mudou a forma como estavam enxergando a própria vida. Isso nos fez perceber que o projeto tinha um propósito maior do que apenas entrevistar pessoas”, destacou.

A estreia na programação da Rádio Guarujá FM representa um novo passo para o podcast. Para Daniela, a parceria com uma emissora tradicional amplia o alcance das histórias apresentadas no programa.

“Estamos falando de uma rádio com grande história e presença regional. Isso permite que essas histórias cheguem ainda mais longe e impactem mais pessoas”, afirmou.

O primeiro episódio na rádio terá como convidada Gisele Coelho Lopes, que compartilhará sua trajetória de vida e carreira, desde o início como costureira até chegar à reitoria da Unesc.

Além da atuação como dentista e comunicadora, Daniela também mantém uma agenda ativa de palestras e mentorias voltadas a profissionais da área da saúde e ao público interessado em desenvolvimento pessoal. Em março, ela também participará como palestrante do evento Expo Brasil, que será realizado em Nova York, nos Estados Unidos. O encontro reúne empreendedores e profissionais brasileiros para discutir inovação, negócios e liderança.

Com a estreia na programação da rádio, Daniela convida o público a acompanhar o programa e também a sugerir histórias para futuras entrevistas.

“Queremos que as pessoas participem, indiquem personagens e compartilhem histórias inspiradoras. Muitas vezes há trajetórias extraordinárias ao nosso redor que merecem ser contadas”, disse.

O “Vivi e Aprendi” estreia neste sábado, às 8h, na programação da Rádio Guarujá FM, com transmissão também pelas plataformas digitais da emissora.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=1a6b579i4EI 

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Greve no Hospital Materno-Infantil de Criciúma: trabalhadores anunciam paralisação a partir de sexta-feira

Por Rádio Guarujá05/03/2026 12h20
Foto/Arquivo – SindiSaúde

Funcionários do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina, em Criciúma, anunciaram que entrarão em greve a partir das 6 horas desta sexta-feira, dia 6. A paralisação ocorre após um mês de negociações sem acordo para resolver pendências trabalhistas apontadas pela categoria.

A unidade é administrada pelo Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência à Saúde (Ideas), responsável pela gestão do hospital.

Entre as principais reivindicações dos trabalhadores estão diferenças salariais, problemas envolvendo empréstimos consignados, além de atrasos e inconsistências no pagamento de benefícios como vale-alimentação e vale-transporte.

O anúncio da greve foi confirmado pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde), Cleber Cândido, durante entrevista concedida ao Jornal da Guarujá na manhã desta quinta-feira, dia 5.

Segundo o dirigente sindical, as negociações ocorrem há cerca de um mês e, apesar de algumas tratativas, os principais problemas ainda não foram solucionados.

“Estamos há cerca de um mês discutindo essas pendências. Já houve uma paralisação anteriormente e, embora algumas questões tenham sido tratadas, as principais continuam sem solução”, afirmou.

Entre as situações relatadas pela categoria está um erro no cálculo da folha de pagamento que estaria gerando prejuízo mensal aos trabalhadores.

“Hoje os trabalhadores têm um prejuízo médio de quase R$ 300 por mês por causa desse erro, que ainda não foi corrigido”, explicou Cândido.

Outro ponto citado envolve problemas com empréstimos consignados. De acordo com o sindicato, em alguns casos os valores teriam sido descontados dos salários dos funcionários, mas não repassados às instituições financeiras, o que acabou gerando transtornos.

“Há trabalhadores com o nome negativado e com queda no score de crédito por conta dessa situação”, disse o presidente do sindicato.

Além disso, os funcionários também apontam atrasos ou inconsistências no pagamento de benefícios e dificuldades relacionadas às condições de trabalho.

“Tudo isso foi se acumulando ao longo do tempo e acabou levando a essa mobilização”, acrescentou.

Paralisação pode começar nesta sexta

De acordo com o Sindisaúde, os trabalhadores aguardam uma solução ainda nesta quinta-feira. Caso isso não ocorra, a greve começará na manhã de sexta-feira.

“A posição dos trabalhadores é clara: se os valores não forem regularizados e não houver solução efetiva hoje, a paralisação começa amanhã”, afirmou Cândido.

Mesmo com a greve, parte dos serviços deve continuar funcionando. Conforme o sindicato, a legislação exige a manutenção de equipes mínimas em serviços considerados essenciais.

“Em setores críticos, como emergência e UTI, o funcionamento precisa ser mantido integralmente. Nos demais setores ligados diretamente ao atendimento ao paciente, pelo menos 50% dos trabalhadores devem permanecer em atividade”, explicou.

Confira entrevista completa

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