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BLOG

Rádio Guarujá

Lumma Insider: o novo programa de desenvolvimento para parceiros da Lumma corretores

Por Rádio Guarujá12/06/2026 13h23

O que é o Lumma Insider:  O programa consiste em encontros mensais com conteúdos voltados à realidade do mercado imobiliário catarinense. Cada edição reúne palestrantes de referência para tratar de temas práticos do dia a dia de quem vende. Os encontros acontecem em três formatos:

● Na sede da Lumma, em Florianópolis, com palestras e workshops presenciais

● Em espaços de parceiros, ampliando a rede de contatos dos participantes

● Online, para corretores de qualquer região acompanharem ao vivo Os temas Ao longo do programa, serão abordados assuntos como técnicas de vendas, negociação, permuta imobiliária, inteligência emocional, matemática financeira, macroeconomia, marca pessoal, marketing digital, atendimento ao cliente, gestão de carteira, direito imobiliário, incorporação, liderança, produtividade e tecnologia entre outros temas que serão incorporados ao longo do caminho.

O Lumma Insider é um programa contínuo e o convite já está sendo estendido aos corretores parceiros da Lumma. Fique de olho nos nossos canais para acompanhar datas, temas e formatos de cada edição.

Sobre a Lumma Construtora: duas décadas de dedicação e trabalho na construção civil. A Lumma é uma construtora catarinense de alto padrão, fundada em 2006 a partir do amor de uma família pela construção civil, e hoje é referência em qualidade e valorização imobiliária em Santa Catarina. Atualmente, a Lumma soma cerca de 150 mil metros quadrados em obras em andamento, posicionando-se entre as principais construtoras do país em volume de produção segundo o Ranking Intec das 100 maiores construtoras do Brasil.

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Defesa Civil e Secretaria de Agricultura intensificam ações preventivas contra enchentes em Orleans

Por Rádio Guarujá11/06/2026 12h13
Foto: Douglas Benker | Agência Athos Comunicação

A Defesa Civil de Orleans, em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura, está realizando uma série de ações preventivas para minimizar os impactos das fortes chuvas e possíveis enchentes associadas ao fenômeno El Niño. Neste momento, os trabalhos estão concentrados na comunidade de Brusque do Sul e, posteriormente, seguirão para Boa Vista e para a área urbana do município. A comunidade de Três Barras já foi contemplada com serviços de desassoreamento dos rios que cortam a localidade.

Sobre o assunto, o Jornal da Guarujá conversou na manhã desta quarta-feira (11) com o coordenador municipal de Proteção e Defesa Civil de Orleans, Alan Firmiano, que detalhou as medidas adotadas pela administração municipal diante das previsões meteorológicas para os próximos meses.

Segundo Firmiano, a expectativa é de um El Niño mais intenso do que o registrado em anos anteriores, o que exige atenção redobrada e ações preventivas.

“A  atenção especial está na limpeza e desassoreamento dos cursos hídricos. Começando desde o interior. A gente já está com alguns maquinários nas comunidades de Três Barras e Brusque do Sul e o próximo passo é a área urbana para realizar também a limpeza desses cursos hídricos aqui no entorno e também a manutenção da drenagem pluvial”, explicou.

De acordo com o coordenador, uma das prioridades é recuperar a capacidade natural dos rios e córregos, especialmente em áreas que sofreram impactos durante as enchentes registradas em 2023 e 2024.

“A intenção maior é fazer com que o curso hídrico, os rios e afluentes do Rio Tubarão, voltem para a calha do leito natural deles. Com as últimas enchentes de 2023 e 2024, o rio acabou se alastrando em locais de lavouras e também assoreando muito. As máquinas estão fazendo com que o rio volte para o leito natural dele”, afirmou.

Além de contribuir para a redução dos riscos de enchentes, os serviços também ajudam a recuperar áreas utilizadas pelos produtores rurais, que foram afetadas pelo avanço das águas nos últimos anos.

A próxima etapa do cronograma prevê a chegada das equipes à área urbana de Orleans, onde serão realizadas intervenções em pontos considerados críticos.

“A ideia é vir do interior para o centro para verificar os pontos principais onde precisa fazer a limpeza, a intervenção e o desassoreamento também”, disse.

Segundo Firmiano, os trabalhos já estão em andamento e devem avançar para a cidade ainda neste mês.

“O start já foi dado, o trabalho já foi iniciado. A programação é que no final do mês a gente já tenha equipamentos disponíveis para trabalhar na área urbana, para limpeza e desassoreamento também, principalmente dos rios da microbacia do Rio Belo e do Rio Oratório, além do bairro Corridas, onde o foco está mais voltado para a drenagem urbana”, destacou.

A Defesa Civil também reforça a importância da colaboração da população para reduzir riscos de alagamentos provocados pelo entupimento de bocas de lobo e sistemas de drenagem.

“Sempre é bom essa parte da conscientização da população em relação ao depósito de material, de lixo, enfim, para que todos não venham a correr risco com alagamentos e inundações devido ao volume além do normal que a gente vai ter esse ano por causa do fenômeno El Niño”, ressaltou.

Embora os modelos climáticos indiquem a ocorrência de chuvas acima da média em Santa Catarina, o coordenador explica que as regiões Oeste e Meio-Oeste concentram a maior preocupação no Estado. Ainda assim, Orleans segue monitorando a situação de forma permanente.

“Recebemos informações semanalmente e até diariamente através da Defesa Civil do Estado e dos meteorologistas. E sim, é um El Niño que vai ser realmente um pouco mais forte do que os outros anos. Porém, o foco principal em Santa Catarina está mais voltado para o Centro-Oeste e o Oeste do Estado”, explicou.

Firmiano também destacou que as ações desenvolvidas no município seguem critérios técnicos definidos a partir de estudos realizados pela própria Defesa Civil.

“Orleans é formado por uma topografia muito acentuada e aqui a gente tem muitas microbacias de enxurrada. O Rio Belo é um exemplo, o Oratório é outro exemplo, além de Boa Vista, Três Barras e outras localidades. A intervenção maior está nesses pontos”, afirmou.

Por fim, ele ressaltou que os locais escolhidos para receber as primeiras intervenções foram definidos com base em levantamentos técnicos e no histórico de ocorrências registradas no município.

“Orleans fez um mapeamento de suscetibilidade a inundações e estamos confirmando os dados em campo. Se o mapa aponta que aquele local inunda e isso é confirmado presencialmente, a gente inicia as intervenções nesses pontos mais críticos”, concluiu.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=JwsUnLopGhY

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Após mobilização de pescadores e lideranças, governo federal libera continuidade da pesca da tainha em SC

Por Rádio Guarujá11/06/2026 12h07
Foto/Ilustrativa

A pesca da tainha por arrasto de praia poderá continuar em Santa Catarina após o governo federal rever a suspensão anunciada nesta semana. A atividade havia sido interrompida após o limite da cota estabelecida pelo Ministério da Pesca e Aquicultura se aproximar do percentual máximo autorizado para a temporada.

A decisão de liberar a continuidade da pesca ocorre após forte mobilização de pescadores catarinenses, manifestações de lideranças políticas e ampla repercussão nos meios de comunicação.

O ex-presidente do Sebrae Nacional e pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, Décio Lima (PT), afirmou que a medida foi revista após um pedido encaminhado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em conjunto com a deputada federal Ana Paula Lima.

“Eu não poderia deixar de compartilhar nesse momento a alegria e o entusiasmo com a decisão do presidente Lula com relação à pesca da tainha. Atendendo ao nosso pedido, ao pedido meu e da deputada federal Ana Paula Lima, ele garante a continuidade da pesca da tainha nesse período gigante que nós estamos vivendo, com resultados fantásticos com relação à safra da tainha”, declarou.

Segundo Décio, o governo federal levou em consideração a importância econômica, social e cultural da atividade para Santa Catarina.

“Foi uma decisão pensada em tudo que ela significa para o nosso Estado. Do ponto de vista da pesca artesanal, do ponto de vista daquilo que é uma expressão inclusive cultural do nosso povo”, afirmou.

O presidente do Sebrae Nacional também destacou que o presidente Lula teria articulado uma solução junto aos ministérios da Pesca e do Meio Ambiente para garantir a continuidade da safra sem comprometer a preservação da espécie.

“O presidente Lula prontamente chamou o ministro da Pesca, o ministro do Meio Ambiente e construíram esta importante solução para que a gente possa ter o fluxo normal, sem agressões ao meio ambiente, mantendo aí as disposições que consolidam um processo tranquilo com relação à própria preservação da espécie”, disse.

Décio Lima ainda avaliou que a discussão sobre a suspensão da pesca ganhou um viés político durante os últimos dias.

“Esse tema foi politizado de forma equivocada e agora o presidente Lula traz essa garantia da continuidade da pesca da tainha nesse período”, declarou.

A suspensão da modalidade de arrasto de praia havia provocado forte reação no litoral catarinense. Parlamentares, entidades ligadas ao setor e pescadores defenderam a flexibilização da medida, argumentando que a pesca da tainha representa uma atividade tradicional, responsável pela geração de renda para centenas de famílias e parte importante da cultura das comunidades costeiras do Estado.

Com a revisão da decisão, a expectativa do setor é de que a safra siga normalmente nas próximas semanas.

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CNA critica suspensão de tarifas sobre leite importado e alerta para prejuízos aos produtores brasileiros

Por Rádio Guarujá11/06/2026 11h59
Foto/Ilustrativa

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) manifestou preocupação com a decisão do Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex) de suspender a aplicação das tarifas antidumping sobre o leite em pó importado da Argentina e do Uruguai. Embora o governo federal tenha reconhecido a prática de concorrência desleal, optou por não colocar as medidas em vigor neste momento, alegando possíveis impactos na economia.

Segundo a CNA, a decisão mantém os produtores brasileiros expostos a um cenário de competição desigual, justamente em um período em que as importações seguem em alta. Dados do setor apontam que, somente nos cinco primeiros meses de 2026, o Brasil registrou novo recorde de importações, com 604 milhões de litros equivalentes de leite. Argentina e Uruguai responderam por cerca de 90% desse volume.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá, o assessor técnico da Comissão Nacional de Bovinocultura de Leite da CNA, Guilherme Dias, afirmou que a entidade recebeu a decisão com surpresa.

“Nós recebemos com bastante surpresa essa decisão do governo. Após mais de 18 meses de atuação incansável na investigação de dano contra o leite em pó vindo desses países, fomos surpreendidos com a decisão de aplicar as medidas, porém suspendê-las na mesma reunião. Isso acaba mantendo o produtor rural exposto a essas práticas desleais de comércio”, afirmou.

O assessor explicou que o dumping ocorre quando um país exporta um produto por um valor inferior ao praticado em seu próprio mercado interno.

“O dumping é uma estratégia condenada pela Organização Mundial do Comércio. O remédio para quando existe o dumping é justamente a aplicação de uma tarifa antidumping”, destacou.

De acordo com Dias, a própria investigação conduzida pelo governo federal reconheceu a existência da prática. No entanto, as tarifas acabaram suspensas.

“O governo reconheceu a prática do dumping, aplicou as tarifas, porém receios com eventuais impactos inflacionários fizeram com que suspendesse sua aplicação para avaliar mais profundamente uma eventual análise de interesse público”, explicou Dias.

Segundo ele, as distorções identificadas chegaram a índices expressivos.

“As margens de dumping chegaram a 60% de diferença. É uma distorção muito significativa e que afeta diretamente a competitividade do produtor brasileiro”, ressaltou.

Guilherme Dias informou que a CNA seguirá acompanhando o processo e participará da nova etapa de avaliação anunciada pelo governo federal. A entidade pretende demonstrar que a aplicação das tarifas não teria impacto relevante nos preços ao consumidor, mas contribuiria para restabelecer condições mais equilibradas de mercado.

“A CNA vai atuar com unhas e dentes para comprovar que não existem impactos inflacionários decorrentes da aplicação dos direitos antidumping sobre o leite em pó do Mercosul. Não se trata de protecionismo, mas de garantir que o produtor brasileiro possa competir em igualdade de condições”, afirmou.

Além da preocupação com as importações, o setor enfrenta um cenário considerado desafiador dentro da porteira, mesmo com a chegada do período de entressafra, quando normalmente há valorização do produto, os preços pagos aos produtores não têm reagido.

“O mercado do leite ao produtor não tem reagido. No momento em que o produtor teria um respiro melhor em função das oscilações de mercado, continua encontrando um cenário distorcido e pressionado por essas importações desleais”, observou.

Para a entidade, o debate não envolve protecionismo, mas sim o direito de utilizar mecanismos previstos na legislação internacional para combater práticas consideradas injustas.

“O Brasil aplica algumas das tarifas mais modestas do mundo na importação de lácteos. O que buscamos é apenas o direito de utilizar os instrumentos de defesa comercial previstos na legislação para garantir condições justas de concorrência”, concluiu Guilherme Dias.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=JwsUnLopGhY

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