Para uma melhor experiência neste site, utilize um navegador mais moderno. Clique nas opções abaixo para ir à página de download
Indicamos essas 4 opções:

Google Chrome Opera Mozilla Firefox Microsoft Edge
Ok, estou ciente e quero continuar usando um navegador inferior.

BLOG

Rádio Guarujá

Gean Loureiro nega candidatura ao governo e reafirma projeto à Alesc

Por Rádio Guarujá20/02/2026 14h13
Foto/Divulgação

As movimentações nos bastidores da política catarinense ganharam novos contornos nesta sexta-feira (20), após operações do Ministério Público repercutirem diretamente no tabuleiro eleitoral. No PSD, cresce a avaliação de que os desdobramentos atingem as pretensões do ex-prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, que era apontado como pré-candidato a deputado estadual e peça importante na estratégia do partido.

Salvaro teria a missão de fortalecer a base do presidente da Alesc, deputado estadual Júlio Garcia (PSD), que trabalha para viabilizar candidatura à Câmara Federal. Com a saída de Guidi do partido ainda em 2022 e agora com Salvaro enfrentando dificuldades políticas, interlocutores avaliam que Júlio Garcia precisará de um “forte puxador de votos” para consolidar seu projeto de deputado federal.

Diante das especulações, surgiram rumores de que o ex-prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro do União Brasil, poderia disputar o governo do Estado, abrindo caminho para uma reorganização de forças envolvendo o prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD).

Em entrevista ao Jornal da Guarujá na manhã desta sexta-feira (20), Gean Loureiro foi categórico ao negar qualquer mudança de estratégia.

“Eu tenho a experiência de quem já construiu uma candidatura a governador e era prefeito. Nesse período anterior ao prazo para renúncia, que se finaliza no dia 4 de abril, muita especulação acaba acontecendo, muito jogo de desinformação, criando uma série de notícias não verdadeiras”, afirmou.

Sobre a possibilidade de disputar novamente o governo, Gean foi direto:

“Essa informação última da possibilidade da minha candidatura não tem nenhum fundamento. A construção da candidatura do prefeito de Chapecó, João Rodrigues, é muito sólida.”

Segundo ele, o PSD já possui um projeto consolidado em Santa Catarina. “Hoje nós temos uma candidatura do PSD já consolidada. Mesmo ainda não tendo anunciado, renunciado à prefeitura ou iniciado a campanha, ele já pontua muito bem nas pesquisas, acima de 20%. Isso é um índice muito alto”, destacou.

Gean relembrou sua própria experiência eleitoral em 2022: “Quando eu comecei a minha campanha, nós iniciamos com 4%. Depois chegamos a 20% e concluímos com 15%, após a onda Bolsonaro.”

O ex-prefeito também reforçou que é pré-candidato a deputado estadual e que não há hipótese de recuo.

“Eu sou candidato a deputado estadual. Já percorri mais de 260 municípios em Santa Catarina. No Sul do Estado estive mais de 14 vezes no ano passado. Não existe hipótese nenhuma de eu não disputar a eleição para deputado estadual.”

Sobre as articulações envolvendo o senador Esperidião Amin, Gean reafirmou o compromisso da federação União Progressista com a reeleição ao Senado.

“O senador Esperidião Amin é candidato à reeleição. Sem isso, a gente não consegue nem avançar no diálogo. O desempenho dele no Senado demonstra que hoje ele é um dos principais representantes do Brasil e, sem dúvida, um dos principais representantes de Santa Catarina.”

Ele também comentou rumores de que Amin poderia disputar a Câmara Federal ou até compor como vice em uma chapa presidencial.

“Ontem correu mais uma notícia falsa de que o senador desistiria da candidatura ao Senado para ser candidato a deputado federal. Ele mesmo desmentiu nas suas redes sociais. O nosso compromisso é com a candidatura dele à reeleição.”

Quanto à possibilidade de compor uma chapa nacional como vice, Gean ponderou:

“O nome do senador Esperidião Amin, pelo fato de ser lembrado, é um orgulho para todos nós catarinenses. Mas nós não queremos alimentar expectativas e nem tirar o foco do nosso compromisso, que é a candidatura ao Senado na reeleição.”

Com o prazo de desincompatibilização se aproximando, o cenário deve ganhar definições até o fim de março. Até lá, a política catarinense segue marcada por especulações, articulações e disputas estratégicas que podem redesenhar o quadro eleitoral de 2026.

Confira entrevista completo

0
0

Chiodini nega mágoa com governo e diz que saída foi decisão política

Por Rádio Guarujá20/02/2026 12h07
Foto/Instagram

O deputado federal Carlos Chiodini, presidente do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) em Santa Catarina, falou ao Jornal da Guarujá na manhã desta sexta-feira (20) sobre sua saída do Governo do Estado, os rumos do partido nas eleições de 2026 e o cenário político catarinense.

Ex-secretário de Estado da Agricultura, Chiodini deixou o governo após o anúncio de uma nova composição política por parte do governador, que indicou o prefeito de Joinville, Adriano Silva, como nome para vice. Nos bastidores, circularam rumores de que o deputado teria ficado desgostoso com a situação e, por isso, retornado à Câmara Federal.

“Eu fiz parte do governo durante um ano, um trabalho muito forte na Secretaria da Agricultura, um trabalho de reestruturação da Secretaria, o lançamento de novos programas de uma área tão importante aqui em Santa Catarina, que representa nada mais e nada menos de 30% do nosso PIB e de tudo que a gente produz, além de ser quase mais de 60% das nossas exportações.”

Segundo Chiodini, a decisão de deixar o governo foi política. “Por uma questão política e pelo fato de acumular a presidência do MDB de Santa Catarina, e nós termos um distrato unilateral do que foi alinhado, eu não tinha mais como ficar no governo. Então, comuniquei o governador, voltei ao meu mandato de deputado federal para continuar o trabalho em prol de Santa Catarina, mas nessa função e me dedicar à função de presidência do partido nesse período que antecede as eleições.”

Ele ressaltou que o calendário eleitoral impõe prazos curtos. “São agora poucos meses que limitam o prazo de filiação, que é 2 de abril, e logo, logo nós já temos as convenções partidárias.”

MDB faz encontros regionais e avalia cenário

Chiodini destacou o desempenho recente do partido. “O MDB é um partido expressivo. Nós somos o partido, sem dúvida alguma, com maior capilaridade em Santa Catarina. Tivemos um bom resultado na eleição de 2024, fomos o partido que mais elegeu vereadores, o segundo partido que mais elegeu prefeitos.”

Ele afirmou que havia o encaminhamento de uma composição majoritária com o atual governador, mas o cenário mudou. “Tínhamos o encaminhamento de uma composição majoritária na coligação do atual governador, que preferiu tomar um outro caminho.”

Diante disso, o MDB iniciou uma série de encontros regionais. “Dessa forma, nós estamos agora, sem tomar decisão precipitada alguma, fazendo uma série de encontros regionais. Inclusive, eu estou indo de Concórdia a Campos Novos nesse momento, que nós realizaremos o quarto encontro regional, ouvindo a nossa militância e trocando impressões do que eles imaginam para Santa Catarina, para o MDB, qual o seu espectro político, e assim a gente possa encaminhar o partido a um projeto vencedor nessas eleições.”

Ele ainda observou que o calendário está apertado: “No final das contas, nós já estamos chegando no mês de março e, logo, logo, as eleições estão batendo à nossa porta.”

Sobre a informação de que haveria uma inclinação do MDB em não estar com o atual governo na campanha de reeleição, o deputado negou que haja decisão tomada.

“O partido pode estar com a composição política do governo. O governo é uma questão pública, não vai para a eleição. Digo, os partidos que estão no governo não têm problema algum e podem fazer diálogo.”

No entanto, fez uma ressalva clara: “O ponto de partida: nós não sentaremos à mesa como MDB se não estivermos na majoritária. Isso é em respeito à nossa história, à tradição e à quantidade de votos e ao trabalho que o MDB realizou em Santa Catarina.”

Segundo ele, a condição acabou inviabilizando, até o momento, um avanço nas conversas com o atual governo e abriu espaço para diálogo com outras siglas. “Isso, de certa forma, inviabilizou esse tipo de conversa e proporcionou conversa com diversos outros partidos que têm nos procurado.”

Chiodini confirmou que o Partido Social Democrático (PSD), liderado em Santa Catarina pelo prefeito de Chapecó, João Rodrigues, foi um dos partidos que procuraram o MDB. “Foi um dos partidos, assim como a Federação União Progressistas e outros partidos da cena política.”

Futuro político e eleição presidencial

Sobre uma eventual candidatura à reeleição, Chiodini afirmou que ainda avalia o cenário. “Eu ainda estou analisando, de fato, me dedicando 24 horas à presidência do partido, até deixando os meus projetos pessoais nesse momento de lado. Eu já estou no meu quinto mandato. Tenho uma boa relação e uma boa reeleição a deputado federal, mandato que eu gosto muito.”

Ele reforçou que a prioridade, agora, é definir o rumo do MDB em Santa Catarina. “Isso agora eu deixei em segundo plano para a gente primeiro resolver esse caminho que o MDB vai tomar.”

No plano nacional, o deputado lembrou que o MDB teve candidatos próprios nas duas últimas eleições presidenciais: Henrique Meirelles, em 2018, e Simone Tebet, em 2022.

“Se você lembrar, nas últimas duas eleições, em 2018, o MDB teve um candidato próprio, foi o Henrique Meirelles. Em 2022, a senadora Simone Tebet, que ficou em terceiro lugar nas eleições presidenciais.”

Para 2026, ele defendeu uma posição mais estratégica. “Eu dei uma opinião minha, isso ainda está um pouco distante: o MDB deve manter um papel de não coligar com nenhuma das candidaturas, como na última eleição já fez o PSD e outros partidos Brasil afora, não estar em nenhuma proposta majoritária e se focar nas suas eleições proporcionais, colocando mais deputados federais, deputados estaduais, governadores, e liberando os estados para que eles estejam no palanque onde tiver mais afinidade e mais força regional.”

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=z86X9CP2WsQ

0
0

Rompimento em adutora afeta abastecimento em Orleans; sistema começa a ser normalizado

Por Rádio Guarujá20/02/2026 10h40
Foto/Divulgação

Um rompimento na principal adutora que leva água bruta até a Estação de Tratamento de Água (ETA) causou falta de abastecimento em bairros de Orleans nesta quarta-feira (18).

Na manhã desta quinta-feira (19), o Jornal da Guarujá conversou com o diretor do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto de Orleans (Samae), Rossano Umberto Comelli, que detalhou o problema e explicou as medidas adotadas.

Segundo ele, o Samae conta com duas adutoras que trazem água da localidade do Rio Novo até a estação de tratamento. Uma delas, considerada a principal, com 250 milímetros de diâmetro, rompeu em um ponto mais baixo da rede.

“O Samae tem duas adutoras que trazem água lá da localidade do Rio Novo até a estação de tratamento. Uma dessas adutoras, que é a principal, de 250 milímetros, acabou rompendo num ponto mais baixo, numa curva com aterro. Com essas chuvaradas, o aterro acabou cedendo e a adutora também cedeu. Como é cano rígido, ela rompeu, rachou uma barra de seis metros de fora a fora e mais as conexões”, explicou.

Rossano destacou que o problema foi resolvido ainda na quarta-feira.

“A obra foi resolvida ontem. Meio-dia já estava chegando água na ETA, com vazão completa ou quase completa, porque entra ar na rede e daí ela se recupera totalmente e vai mais um tempinho. Mas os serviços foram feitos o mais rápido possível”, afirmou.

Ele também ressaltou o empenho da equipe. “Nosso pessoal está sempre pronto para vestir a camisa. Estavam lá bastante funcionários se ajudando para resolver o problema o mais rápido possível.”

O diretor confirmou que houve desabastecimento em algumas regiões.

“Ficou região sem água, sim. Ainda temos o bairro Oratório, que agora é que está chegando água”, disse.

Ele explicou que a entrada de ar nas bombas também impactou o sistema. “Outra coisa que ocasiona é entrada de ar nas bombas. À medida que a água vai chegando no nível das bombas, tira o ar e aciona o bombeamento novamente.”

Segundo Rossano, os reservatórios principais já estavam praticamente normalizados. “Os reservatórios da Santinha estão com 80%, 90%, que são os dois principais, fazendo distribuição. Os outros bairros estão em torno de 25%, 30%.”

O bairro Corridas também aguardava normalização no momento da entrevista. “É só questão de tirarem o ar da bomba que logo já chega também”, afirmou.

Novas regras para ligações

Durante a entrevista, Rossano informou que o Samae está passando a exigir padrão adequado nas novas ligações de água.

“A gente está pedindo agora que cada ligação nova faça um padrão. A gente fez um padrão de acordo com a Casan, Samae, Sisam e o que a lei preconiza, para que a coisa comece a se organizar”, explicou.

Ele relatou dificuldades enfrentadas pelas equipes. “Às vezes o leiturista não tem acesso porque tem cachorro, portão fechado. O pessoal que faz revisão ou corte também não consegue acessar.”

Rossano afirmou que o rompimento serve de alerta e que o município já trabalha em melhorias estruturais.

“Hoje a gente trabalha com 90 litros por segundo. Com esse novo projeto de captação no Rio Laranjeiras, poderíamos iniciar com 15 ou 20 litros por segundo a mais e depois ampliar, com possibilidade de chegar a 130, 140 litros por segundo. Com as duas adutoras, chegaríamos a 220 litros por segundo, o que nos daria uma ‘cancha’, pelas nossas contas, para mais de 45 anos em captação”, afirmou.

Ele também citou a ampliação no Morro da Santinha. “A ideia é fazer um novo reservatório com maior capacidade de dois milhões de litros lá na Santinha, e ampliar a ETA em mais de um milhão de litros.”

Segundo o diretor, parte dos projetos já está pronto e há recursos garantidos por meio de emendas parlamentares para aquisição de equipamentos.

Confira entrevista completa

0
0

Comissão do Senado se reúne com PF e STF e reforça que investigação do caso Banco Master não pode ser abafada

Por Rádio Guarujá20/02/2026 10h37
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

A Comissão de Acompanhamento do Caso Banco Master, criada na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal, se reuniu na noite desta quarta-feira (11) com o diretor-geral da Polícia Federal do Brasil, Andrei Rodrigues, e com o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin.

Na manhã desta quinta-feira (19), o Jornal da Guarujá conversou com o senador Esperidião Amin (PP-SC), que detalhou os bastidores das reuniões e fez críticas duras à gravidade do caso.

Segundo o senador, a criação do grupo foi uma resposta necessária do Congresso. “Realmente, em boa hora foi criado esse grupo de trabalho na Comissão de Assuntos Econômicos, porque foi o primeiro movimento no Congresso para fazer frente, para dizer presente a esta barbaridade”, afirmou.

Amin comparou o episódio às denúncias já reveladas na CPI do INSS. “Não bastassem os episódios da própria CPI do INSS, que mostraram ao Brasil a crueldade de avançar em cima do dinheirinho suado de aposentados, pessoas vulneráveis. Não bastasse isso, surge esse gigantesco processo de fraudes”, declarou.

De acordo com ele, o rombo pode chegar à casa dos R$ 50 bilhões, valor que já estaria sendo coberto pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), mantido pelos bancos brasileiros. Ele também citou a liquidação do Banco Pleno, apontado como ligado ao grupo.

“Não permitir abafar a operação”

O senador afirmou que um dos principais objetivos do grupo é garantir que as investigações avancem sem interferências. “Mobilizamos especialmente a ação no sentido de não permitir abafar a operação. A Polícia Federal sofreu tentativas de abafar, ou seja, de encobrir a sua investigação. E nós agimos politicamente para que isso não acontecesse e fomos bem-sucedidos”, disse.

Sobre o encontro com o presidente do STF, Amin destacou a fala de Fachin. “Ele se comprometeu, não conosco, mas com o Brasil, de garantir transparência. A frase dele eu faço questão de repetir: ‘Só a transparência vai permitir que as instituições brasileiras mereçam credibilidade’”, relatou.

Para o senador, sem esse compromisso o país poderia enfrentar uma crise institucional. “Sem transparência, nós estaríamos mergulhando o Brasil numa crise de moralidade nunca vista”, afirmou.

Suspeitas envolvendo consignados

Amin também comentou o depoimento previsto do ex-controlador do Banco Master na CPI do INSS. Segundo ele, há indícios de fraudes em operações de crédito consignado.

“Ele apresenta que tem 260 mil operações de crédito para aposentados, com garantia do salário para pagar o empréstimo. Suponhamos um ativo de um bilhão. E é tudo frio. A operação não foi feita. O aposentado não existe. Muitas vezes é nome de criança”, declarou.

O senador ressaltou que essas suspeitas devem ser alvo central das investigações e que o Congresso seguirá acompanhando o caso.

Durante a entrevista, Amin também comentou decisões recentes no STF envolvendo a relatoria dos inquéritos. Ele citou que o ministro Dias Toffoli foi afastado da relatoria e que o caso passou ao ministro André Mendonça.

“Eu achei muito bom para o Brasil. O ministro que já vinha acompanhando a questão da CPI do INSS agora assume também esse inquérito do Banco Master”, disse.

O senador afirmou ainda que defende a devolução rápida de valores a aposentados prejudicados, mas com a recuperação dos recursos desviados. Ele relatou que foi relator de medida provisória que abriu crédito de R$ 6 bilhões para ressarcimento e que apresentou emenda para que valores recuperados retornem ao INSS.

“Nós temos a obrigação de honrar o nosso mandato, dando às instituições, especialmente à Polícia Federal, a liberdade e o suporte para cumprirem a sua missão”, declarou.

Cenário político

Questionado sobre a possibilidade de o PL lançar chapa pura ao Senado em Santa Catarina, Amin afirmou que, caso a decisão se confirme, a federação formada por PP e União Brasil irá discutir internamente os próximos passos.

“Se esta é a decisão final, nós temos até que saudar, agradecer ao fato de termos sido avisados e procurar o nosso caminho, com serenidade. Nós temos base, temos história”, afirmou.

Ele reforçou que pretende disputar a reeleição ao Senado. “Eu não estou pedindo uma vaga, eu estou querendo merecer a possibilidade de disputar a renovação do meu mandato”, concluiu.

A Comissão de Assuntos Econômicos deve continuar acompanhando os desdobramentos do caso Banco Master nas próximas semanas, com expectativa sobre novos depoimentos e avanços nas investigações.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=pjpNOur-aHI

0
0