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Rádio Guarujá
Produtores de fumo da região se reúnem em Grão-Pará para discutir prejuízos nas lavouras
Por Rádio Guarujá12/08/2026 12h07
Foto/Arquivo Alesc
Produtores de fumo de diferentes municípios da região se reúnem nesta quarta-feira (12), em Grão-Pará, para discutir os problemas registrados em lavouras após o uso de uma determinada semente de tabaco. O encontro ocorre a partir das 19h, na comunidade de Invernada, e deve reunir agricultores, lideranças e representantes do poder público.
Ao Jornal da Guarujá, o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Santa Catarina (Fetaesc), José Walter Dresch, relatou que agricultores procuraram os sindicatos rurais após identificarem alterações no desenvolvimento das plantas. Entre os problemas apontados estão a floração precoce e a quantidade reduzida de folhas, situação que pode comprometer a produtividade das lavouras.
“Fomos informados de que tem uma semente de tabaco aí na região de fumo que está trazendo problemas sérios. Ela está misturada: tem lavouras com alguns pés de fumo com uma excelente qualidade e os demais, com oito, dez folhinhas, já com floração”, relatou Dresch.
De acordo com o presidente da Fetaesc, a situação pode representar prejuízos significativos para os produtores, que já realizaram investimentos para a atual safra.
“Esses pés de fumo, quando atingem dez folhas, já acontece a floração. Então é muito diferente da tradicional cultura do tabaco. Nós precisamos saber o que está acontecendo”, afirmou.
Dresch ressaltou que o objetivo do encontro não é apontar responsáveis neste momento, mas reunir informações e buscar alternativas para os agricultores afetados.
“Não estamos criminalizando ninguém, ainda não encontramos responsáveis por essa situação. Mas quem não pode pagar essa conta é o agricultor”, destacou.
Segundo ele, entre as possibilidades que precisam ser investigadas estão problemas relacionados à própria semente distribuída aos produtores.
“Precisamos saber onde está o problema. O problema foi uma mistura de semente? Foi uma modificação genética do produto? O que está acontecendo de fato com essa semente que foi distribuída para os agricultores?”, questionou.
A reunião foi articulada após sindicatos de trabalhadores rurais da região receberem relatos dos produtores. Conforme Dresch, casos foram registrados em municípios como Grão-Pará, Orleans, Urussanga e Lauro Müller, mas a ocorrência pode alcançar outras localidades.
“Independente de quantos são, onde eles estão ou quem são eles, a nossa responsabilidade e o nosso compromisso é fazer a representação deles e do sentimento que agora afeta essas famílias, esses agricultores”, afirmou.
A expectativa é de que representantes da Secretaria de Estado da Agricultura também participem da reunião, além de outras lideranças.
O presidente da Fetaesc fez questão de destacar que a reunião desta quarta-feira não deve resultar imediatamente em uma solução para os produtores. Segundo ele, será necessário reunir dados, documentos, avaliações técnicas e, eventualmente, laudos que possam embasar as medidas a serem adotadas.
“É o primeiro passo de uma longa caminhada, com certeza”, afirmou.
Dresch ressaltou que a entidade pretende estruturar a discussão para que as reivindicações dos agricultores tenham respaldo técnico e jurídico.
“Precisamos inclusive de assessorias técnicas e jurídicas, precisamos de laudo, precisamos de todo um trabalho para que a gente não fique falando ao vento. Nós precisamos falar com segurança, com dados, com números, com informações”, explicou.
Para ele, o principal objetivo é evitar que os agricultores tenham que absorver sozinhos eventuais prejuízos provocados pelo problema.
“Quem não pode perder uma safra, ou parte de uma safra, é quem investiu valores, quem colocou tempo, quem esperava retorno e agora se depara com uma situação dessa. Então nós precisamos saber onde está o problema”, afirmou.
Fetaesc aponta dificuldades enfrentadas por outras cadeias produtivas
Walter Dresch também avaliou o cenário enfrentado pela agricultura familiar na região. Ele citou dificuldades enfrentadas por produtores de leite, suinocultores e rizicultores, além de problemas relacionados a políticas públicas e mecanismos de proteção para o setor.
“Os nossos sindicatos têm um trabalho incansável de representação da categoria da agricultura familiar, dos agricultores e do setor produtivo”, afirmou.
Segundo ele, entre as preocupações estão a crise no setor leiteiro, as dificuldades enfrentadas pela suinocultura, especialmente entre produtores independentes, e a situação da rizicultura.
“Temos inúmeras situações complicadas, a crise do leite que se arrasta, a suinocultura que passa por dificuldade e outras faltas de políticas claras para o setor”, disse.
O presidente da Fetaesc também citou dificuldades relacionadas ao seguro agrícola e ao Proagro e alertou para o risco de abandono das atividades rurais caso os produtores não consigam obter resultados suficientes com a produção.
“Não adianta ficar no discurso de que precisamos fixar o homem no campo ou as famílias no campo. Precisamos oportunizar que eles possam continuar desenvolvendo atividades com resultado positivo”, afirmou.
A reunião com os produtores de fumo ocorre a partir das 19h desta quarta-feira (12), na comunidade de Invernada, em Grão-Pará. O encontro será utilizado para reunir os relatos dos agricultores, avaliar a dimensão dos prejuízos e definir os próximos encaminhamentos.
Confira entrevista completa
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Unesc oferece pós-graduação em Enfermagem Obstétrica e Neonatal com formação teórica e prática
Por Rádio Guarujá12/08/2026 12h03
Foto/Arquivo Unesc
O Jornal da Guarujá conversou na manhã desta quarta-feira (12) com Leandro Landi, consultor comercial externo de pós-graduação da Unesc, sobre a especialização em Enfermagem Obstétrica e Neonatal oferecida pela universidade. O curso é voltado a enfermeiros já graduados que desejam ampliar a formação e se capacitar para atuar na assistência à mulher, à gestante e ao recém-nascido.
Segundo Landi, a formação contempla diferentes etapas do atendimento, desde o acompanhamento da gestação até o nascimento e os cuidados com o bebê.
“Você que é enfermeiro ou enfermeira, que é formado, graduado na área e já exerce a função e gostaria de se especializar, nós temos essa pós-graduação, que é destinada para capacitar os enfermeiros na parte da obstetrícia e neonatal”, explicou.
Ele destacou ainda que a proposta é preparar o profissional para atuar de maneira mais especializada na assistência obstétrica e neonatal.
“O profissional vai aprender nessa pós-graduação a tratar desde o pré-natal até o nascimento da criança, dando esse apoio tanto para a gestante quanto para o recém-nascido”, afirmou.
Curso é oferecido pela Unesc desde 2014
Durante a entrevista, Landi destacou que a especialização já é oferecida pela Unesc há mais de uma década e vem contribuindo para a formação de profissionais na área.
“A nossa pós-graduação existe desde 2014. São 12 anos formando enfermeiros capacitados para atuar na área de obstetrícia e neonatal”, afirmou.
A procura pelo curso, segundo ele, também vem de diferentes regiões de Santa Catarina. A atual turma reúne alunos de municípios como Blumenau, Florianópolis e Araranguá.
“A gente entende que a Unesc é uma referência não só na região, mas em todo o estado de Santa Catarina. E, por ser uma universidade com nota máxima no MEC, os profissionais procuram uma instituição de excelência para se especializar e realmente sair preparado para atuar na área”, explicou.
Para Landi, a especialização também acompanha uma mudança na forma como a assistência ao parto e ao nascimento é compreendida.
“Não é só aprender a fazer um parto. É poder fazer parte de um nascimento e prestar assistência na hora do parto”, destacou.
Formação une teoria e prática
A pós-graduação tem duração de 12 meses. São seis meses de formação teórica e outros seis meses destinados ao estágio em hospitais conveniados da região.
Segundo Landi, a experiência prática é fundamental para a formação dos profissionais e o estágio é obrigatório.
“Esses seis meses de estágio são obrigatórios. O aluno precisa participar, assistir, como a gente fala, 20 partos para poder realmente estar habilitado”, explicou.
A formação permite que os pós-graduandos vivenciem na prática os conteúdos trabalhados durante os primeiros meses do curso, acompanhando a assistência às gestantes e aos recém-nascidos.
Os encontros presenciais ocorrem a cada 15 dias, às sextas-feiras, das 19h às 22h, e aos sábados, das 8h às 17h, com uma hora de intervalo. As atividades são realizadas na estrutura da Unesc.
Condições especiais para ouvintes da Rádio Guarujá
Durante a entrevista, Landi também apresentou as condições especiais para os profissionais interessados em ingressar na especialização. O investimento é de 24 parcelas de R$ 520.
Para quem mencionar que conheceu o curso por meio da Rádio Guarujá, a Unesc oferece 10% de desconto nas mensalidades durante todo o período da pós-graduação.
“Quem procurar a gente hoje falando que ouviu na Rádio Guarujá vai ganhar 10% de desconto até o final da pós-graduação”, afirmou.
Além disso, há 50% de desconto na matrícula. Com a condição apresentada, o primeiro pagamento fica em R$ 260.
Os interessados podem obter mais informações diretamente com Leandro Landi pelo telefone (48) 99124-0090.
30ª sessão da Câmara de Orleans tem aprovação de repasses e cobranças ao Executivo
Por Rádio Guarujá11/08/2026 13h11
Fotos/Redação
A Câmara de Vereadores de Orleans realizou, nesta segunda-feira (10), a 30ª sessão ordinária do ano, com uma pauta marcada pela aprovação de repasses para ações sociais, culturais e esportivas, além de cobranças relacionadas à saúde, infraestrutura e atendimento a crianças e adolescentes.
Entre os projetos aprovados está a autorização para que o município repasse R$ 83 mil ao Rotary Club de Orleans. O recurso será utilizado na ampliação da produção de fraldas geriátricas gratuitas destinadas a pessoas acamadas e instituições.
Outro projeto aprovado autoriza o repasse de R$ 200 mil à Associação de Apoio à Cultura e Esporte de Santa Catarina. O valor será destinado à realização, em Orleans, da etapa catarinense da Volta Ciclística, cuja largada está prevista para o dia 2 de setembro.
Durante a sessão, também foi aprovado por unanimidade um requerimento da vereadora Mirele Debiasi (PSDB) que solicita informações ao Conselho Tutelar sobre os atendimentos realizados no município.
Segundo a vereadora, o objetivo é conhecer melhor a realidade enfrentada por crianças e adolescentes em Orleans e, a partir dessas informações, contribuir para a definição de políticas públicas.
“Quando a gente não sabe a realidade do município, a gente também não sabe que políticas públicas trabalhar. Para a gente que está aqui legislando, isso é muito importante”, afirmou Mirele.
A parlamentar destacou ainda que o Conselho Tutelar realiza diversos atendimentos, mas parte desse trabalho não chega ao conhecimento da população. Para ela, a divulgação de dados também pode ajudar moradores a reconhecer situações de violência, abuso, abandono ou vulnerabilidade e buscar os canais adequados para denúncia.
Quadra coberta e falta de agentes de saúde
Na Tribuna, a vereadora Marlise Zomer (PSDB) falou sobre a construção de uma quadra coberta no bairro João Paulo II. A obra está orçada em aproximadamente R$ 700 mil, sendo R$ 500 mil provenientes de emendas parlamentares articuladas pelas vereadoras Marlise Zomer e Mirele Debiasi, além da contrapartida do município.
Segundo Marlise, a preparação do terreno já foi realizada e a expectativa é de que a construção avance nos próximos dias. Ela também destacou a importância do espaço para a prática esportiva e para o lazer da comunidade.
“A gente ficou muito feliz. É uma conquista que ganhou meio milhão de reais de uma emenda. Vai ficar uma obra muito legal para quem mora lá naquele espaço, para se divertir, jogar e tirar as crianças da rua”, disse.
A vereadora também chamou atenção para a falta de agentes comunitários de saúde em algumas regiões de Orleans. Entre os locais citados estão o bairro São Donato, Rio das Furnas, Santa Luzia e Padre Santos.
Marlise defendeu que o Executivo avalie a reposição dos profissionais e afirmou esperar que a nova secretária de Saúde, Ana Paula Wernke Salvador, acompanhe a situação.
Atendimento para procedimentos simples
A vereadora Jana Coan (PL) também levou à Tribuna uma demanda relacionada à saúde. Segundo ela, o município trabalha para disponibilizar em uma Unidade Básica de Saúde procedimentos simples, como retirada de verrugas e sinais e atendimento de casos de unha encravada.
A medida, conforme Jana, tem como objetivo evitar que pacientes precisem procurar o hospital para procedimentos de menor complexidade e, consequentemente, retirar profissionais dos atendimentos de emergência.
“Parece simples, mas o fato de ter que ir para o hospital para fazer isso também sobrecarrega o trabalho do médico que está dentro do hospital”, afirmou.
A vereadora informou que a Secretaria de Saúde já discute a implantação do serviço e que novos detalhes sobre a unidade que realizará os procedimentos devem ser divulgados posteriormente.
Jana também comentou a situação da Travessa Professora Emília Feldmann, utilizada por pedestres como ligação entre a região do Fórum e o bairro Coloninha. O acesso foi bloqueado por tapumes instalados por uma construtora que realiza uma obra nas proximidades.
De acordo com a vereadora, a empresa foi notificada e multada pela Prefeitura. Caso o acesso não seja reaberto pela construtora, o município deverá realizar a intervenção e posteriormente cobrar os custos da responsável pela obra.
Vereador cobra melhorias nas SCs 108 e 390
O vereador Joel Cavanholi (PL) relatou uma reunião realizada com o coordenador regional de Infraestrutura, Miro Ghisi, para discutir as condições das rodovias SC-108 e SC-390.
Segundo ele, foram identificados quatro pontos considerados mais críticos, que devem receber intervenções paliativas ainda em agosto. Na SC-108, um dos trechos apontados fica na subida do bairro Nova Orleans, nas proximidades de um posto, além de outros pontos com desgaste do pavimento.
Na SC-390, foram citados trechos próximos ao Samae e ao Parque de Exposições Princesa Isabel. Conforme o vereador, os serviços deverão ocorrer antes da festa do município, marcada para o fim do mês.
“Foi determinado que, dos pontos que nós temos críticos, nós temos que fazer um paliativo. Então, vai ser feito algumas situações pontuais, tanto na 390 como na 108”, explicou Joel.
O vereador afirmou ainda que pretende continuar cobrando intervenções mais amplas nas duas rodovias no próximo ano.
Recursos para ampliar produção de fraldas
Relator do projeto que autoriza o repasse de R$ 83 mil ao Rotary Club, Joel Cavanholi também destacou a importância do recurso para aumentar a produção de fraldas geriátricas.
Segundo ele, o material é destinado gratuitamente a pessoas acamadas e também pode atender instituições que necessitam desse tipo de produto.
“É gratuito para as pessoas que adquirem. Então, eu acredito que o Executivo, nessa questão do fomento, e o Legislativo também, dentro da legalidade, avaliaram isso para que a própria entidade consiga ter mais força de produzir e adequar a produção”, afirmou.
Com os projetos aprovados e os temas apresentados na Tribuna, a sessão também teve manifestações dos vereadores sobre demandas locais e serviços públicos. A pauta reuniu ações voltadas à assistência social, esporte, saúde, proteção de crianças e adolescentes e infraestrutura.
Confira
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AgroPonte começa nesta quarta-feira com área ampliada, programação cultural e expectativa de movimentar o agronegócio
Por Rádio Guarujá11/08/2026 13h05
Foto: Vinícius Fabrício Ludwig | Traquejo Comunicação
A 15ª edição da AgroPonte começa nesta quarta-feira (12), em Criciúma, reunindo agronegócio, agricultura familiar, tecnologia, pecuária, gastronomia e cultura em uma estrutura ampliada. Neste ano, a feira passa a ocupar também o Ginásio Municipal Irmão Valmir Antônio Orsi, ao lado do Centro de Eventos José Ijair Conti, totalizando 30 mil metros quadrados de área de exposição, totalmente coberta.
Em entrevista ao Jornal da Guarujá, a diretora da NossaCasa Feiras e Eventos, Jaqueline Backes, destacou que a utilização do novo espaço permitiu ampliar a programação e oferecer mais conforto ao público.
“A AgroPonte cresceu e, neste ano, passamos a utilizar também o ginásio municipal. Isso nos permitiu trazer mais expositores, ampliar a área de gastronomia e criar um espaço exclusivo para apresentações culturais, valorizando a cultura da nossa região”, afirmou.
Fotos: Amanda Garcia Ludwig | Traquejo Comunicação
A feira será aberta às 16h desta quarta-feira e segue até domingo (16). Segundo Jaqueline, a proposta do novo espaço cultural é dar visibilidade às manifestações tradicionais do Sul de Santa Catarina.
Ao longo dos cinco dias serão realizadas 35 apresentações culturais, com grupos folclóricos, invernadas artísticas de CTGs, bandas, corais, apresentações de dança e manifestações das diferentes etnias presentes na região.
“O objetivo não é trazer shows nacionais, mas abrir espaço para os nossos artistas e para a cultura dos municípios da região”, explicou.
Além da programação cultural, a AgroPonte contará com mais de 200 empresas expositoras e cerca de 300 animais. Entre os destaques estão os julgamentos das raças Nelore e Brahman, que acontecem na quinta e sexta-feira, além de apresentações de seis raças de equinos na Arena de Equoterapia.
O público também poderá visitar a exposição de bovinos, conhecer uma fazendinha com diferentes espécies de animais, acompanhar atividades voltadas à criação de abelhas sem ferrão e conferir demonstrações sobre manejo e características das raças expostas.
Outro destaque da programação será a tradicional rodada de negócios entre agricultores familiares e representantes de supermercados, atacadistas e centrais de abastecimento. A iniciativa, realizada em parceria com a Epagri, busca ampliar o mercado para os produtores da região.
“Já vimos vários empreendimentos da agricultura familiar conseguirem fornecer para supermercados depois da rodada de negócios. Esse é um dos grandes objetivos da AgroPonte, promover oportunidades e gerar negócios”, ressaltou Jaqueline.
Para facilitar o acesso, a feira contará com três entradas: duas pelo Centro de Eventos José Ijair Conti e uma pelo Ginásio Municipal, todas com estacionamento próximo. Independentemente do acesso escolhido, o visitante poderá circular por todos os ambientes do evento.
Os ingressos custam R$ 20 na bilheteria, com direito à meia-entrada para os públicos previstos em lei. Crianças menores de 12 anos, acompanhadas pelos responsáveis, têm entrada gratuita, assim como os visitantes que receberam convites distribuídos pelos expositores.
A expectativa da organização é receber milhares de visitantes entre os dias 12 e 16 de agosto, consolidando a AgroPonte como uma das principais feiras do agronegócio de Santa Catarina.