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Rádio Guarujá

Após décadas de impasse, Morro dos Cavalos terá túneis e obra definitiva na BR-101

Por Rádio Guarujá30/01/2026 13h38
Foto/Câmara de Deputados

Depois de décadas de impasses e promessas não concretizadas, o Morro dos Cavalos, trecho crítico da BR-101, em Santa Catarina, entrou em uma nova fase com a definição de uma solução definitiva por parte do Governo Federal. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (28) pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, durante coletiva de imprensa realizada em Palhoça, e prevê a construção de dois túneis, com investimento estimado em R$ 2 bilhões.

A deputada federal Ana Paula Lima (PT), vice-líder do Governo Federal na Câmara dos Deputados, acompanhou o anúncio e conversou na manhã desta sexta-feira (30) com o Jornal da Guarujá, detalhando o projeto e os impactos esperados para o Estado.

Segundo a parlamentar, esta foi a terceira visita do ministro Renan Filho a Santa Catarina, com foco em destravar obras estruturantes que ficaram paralisadas por cerca de seis anos. “A prioridade do governo do presidente Lula foi retomar cinco grandes obras de infraestrutura que estavam paradas e garantir os investimentos necessários. O governo federal tem aportado cerca de R$ 1 bilhão por ano para obras nas rodovias catarinenses”, afirmou.

Entre os trechos citados estão a BR-280, no Planalto Norte; a BR-470, no Vale do Itajaí; a BR-282, que liga Florianópolis ao Oeste do Estado; a BR-163, no Oeste; e a BR-285, na Serra da Rocinha, no Sul de Santa Catarina. De acordo com Ana Paula Lima, o ministro passou dois dias no Estado fiscalizando essas obras e reforçando a necessidade de agilidade na execução, já que os recursos estão garantidos.

Sobre a BR-285, a deputada destacou que a obra está próxima da conclusão. “Falta muito pouco para terminar. Houve um problema de contenção de encostas, algo que não estava previsto no contrato, mas que agora está sendo executado. A previsão é de entrega ainda em março”, explicou.

Em relação ao Morro dos Cavalos, considerado um dos maiores gargalos logísticos do Sul do Brasil, Ana Paula Lima ressaltou que a solução anunciada encerra um longo período de disputas políticas e administrativas. “Esse projeto já existia desde o governo da presidenta Dilma. As licenças ambientais estavam concedidas, mas a obra foi paralisada após 2016. Agora, temos uma solução técnica e política definitiva”, afirmou.

A deputada também rebateu argumentos de que a obra enfrentaria resistência da comunidade indígena local. “A comunidade indígena esteve presente no ato e não há nenhum impedimento. O projeto prevê túneis, que não afetam a área indígena, diferente de propostas alternativas que poderiam causar impacto direto”, disse.

De acordo com o Ministério dos Transportes, o cronograma prevê a atualização do licenciamento ambiental, com início das obras em até 12 meses. A expectativa é que o processo de licenciamento seja concluído em até dois anos, com acompanhamento direto do ministro. “É uma obra que salva vidas. Estamos falando de um trecho com histórico grave de acidentes, congestionamentos e deslizamentos em períodos de chuva”, destacou Ana Paula Lima.

Outro ponto enfatizado pela parlamentar é que não haverá aumento no valor do pedágio até o início das obras, protegendo os usuários da rodovia. O projeto faz parte de uma reorganização dos contratos de concessão, construída em conjunto com a concessionária, o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Governo Federal.

“As desculpas acabaram. Agora o Morro dos Cavalos tem projeto, recurso, prazo e decisão política. Santa Catarina não pode mais esperar. Essa é uma obra estruturante para o Estado e para o Brasil”, concluiu a deputada.

Confira entrevista completa

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Adriano Silva confirma pré-candidatura a vice-governador de Santa Catarina

Por Rádio Guarujá30/01/2026 13h35
Imagem/Reprodução Instagram

Em entrevista exclusiva ao Jornal da Guarujá, o prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo), confirmou que aceitou o convite do governador Jorginho Mello (PL) para ser pré-candidato a vice-governador de Santa Catarina nas eleições de outubro de 2026. Para concorrer ao cargo, Adriano afirmou que precisará renunciar à Prefeitura de Joinville no início de abril, conforme exige a legislação eleitoral.

Segundo o prefeito, a decisão foi difícil, especialmente pelo vínculo construído com a cidade ao longo de dois mandatos.
“Foi uma decisão bastante difícil, porque eu gosto demais de ser prefeito. Eu amo o que eu faço. Tenho um apego muito grande à cidade”, afirmou.

Adriano relembrou sua trajetória pessoal e política, destacando que entrou na vida pública motivado pela insatisfação com a forma como Joinville vinha sendo administrada. Empresário e bisneto do fundador do Laboratório Catarinense, ele disse que optou por deixar a iniciativa privada para atuar diretamente na gestão pública.
“Eu decidi sair da indignação para a ação. Eu estava desgostoso de como a cidade estava sendo administrada e resolvi ser candidato pelo Partido Novo”, relatou.

O prefeito ressaltou que sua gestão adotou um modelo diferente do tradicional, priorizando critérios técnicos na escolha do secretariado.
“Nós fizemos uma política bem diferente do que as pessoas estavam acostumadas. Fizemos processo seletivo para escolher secretários e diretores, e isso acelerou muito as entregas em Joinville”, destacou.

De acordo com Adriano, esse modelo permitiu avanços expressivos, especialmente em infraestrutura.
“Tem obras aqui que estavam prometidas há 30 anos e que hoje estão entregues. Só de pontes, já temos mais de cinco, três inauguradas e outras em construção”, exemplificou.

Sobre a reeleição, Adriano enfatizou que o resultado expressivo nas urnas reforça a aprovação do modelo de gestão.
“Fui reeleito com quase 80% dos votos, e minha vice-prefeita, Rejane Gambin, que está comigo desde o início, está totalmente preparada para assumir a prefeitura, junto com um secretariado técnico”, afirmou.

Ao comentar o convite feito pelo governador Jorginho Mello, Adriano explicou que dois pontos foram determinantes para aceitar o desafio.
“O governador me disse duas coisas que pesaram muito. A primeira é a importância da união da direita em Santa Catarina, um estado que dá certo. A segunda é o desejo de ter um vice-governador ativo, com experiência administrativa, que ajude a conduzir o Estado”, explicou.

Ele também destacou o perfil de Jorginho Mello como um governador próximo dos municípios.
“Ele é um governador extremamente presente, que vai às cidades, escuta os prefeitos e tenta encontrar soluções. É nas cidades que a vida do cidadão acontece”, disse.

Questionado sobre o papel que pretende exercer caso a candidatura se confirme, Adriano afirmou que não aceita uma posição apenas simbólica.
“Eu disse ao governador que gostaria de ser um vice que arregaça as mangas, que trabalha, que ajuda a conduzir o Estado. Foi assim que eu trabalhei com a minha vice em Joinville”, declarou.

A entrevista também abordou o cenário político estadual e nacional, incluindo a formação de chapas para o Senado e a montagem das nominatas do Partido Novo. Adriano afirmou que o partido ainda está em processo de construção e aberto a novas lideranças.
“Nós ainda temos vagas. Quem quiser ser candidato a deputado estadual ou federal pelo Novo, o partido está aberto. Queremos uma nominata forte”, afirmou.

Ao falar sobre o desempenho do Novo em Orleans, Adriano avaliou positivamente o resultado do partido na primeira eleição municipal disputada na cidade.
“Mesmo não vencendo o Executivo, fazer um vereador e assumir a presidência da Câmara é uma grande conquista. Mostra que o Novo está criando espaço e formando lideranças”, disse.

Para ele, o crescimento do partido está diretamente ligado à entrada de pessoas que antes não participavam da política.
“Na política não existe vácuo. Se as pessoas indignadas não participarem, os mesmos vão continuar. O Novo tem sido essa porta de entrada”, concluiu.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=nE8cqjyJ74Y

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Delegado Ulisses Gabriel detalha investigação sobre morte do cão Orelha na Praia Brava

Por Rádio Guarujá29/01/2026 13h00
Foto/Reprodução Internet

O cão comunitário Orelha, de aproximadamente 10 anos, que era cuidado por moradores da Praia Brava, em Florianópolis, morreu após ser vítima de agressões praticadas por um grupo de adolescentes. O caso gerou forte comoção e segue sob investigação da Polícia Civil de Santa Catarina.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá, o delegado-geral da Polícia Civil, Ulisses Gabriel, detalhou o andamento das apurações e os desdobramentos do caso. Segundo ele, a Polícia Civil tomou conhecimento da ocorrência no dia 16 de janeiro, quando surgiram as primeiras informações sobre maus-tratos contra o animal.

“A Polícia Civil iniciou imediatamente o trabalho investigativo e identificou que, do dia 4 para o dia 5 de janeiro, o cão Orelha foi agredido e, em decorrência dessas agressões, acabou morrendo”, afirmou o delegado.

Durante a investigação, a polícia apurou que outro animal, conhecido como Cão Caramelo, também teria sido vítima de violência. De acordo com Ulisses Gabriel, os adolescentes teriam jogado o cão na praia com a intenção de afogá-lo.

“Além do cão Orelha, identificamos que o cão Caramelo também foi alvo de agressões. Eles tentaram afogá-lo, jogando-o na praia”, relatou.

As investigações apontaram ainda que os adolescentes teriam cometido outros atos infracionais, como danos a um quiosque da praia e ofensas contra moradores e frequentadores da comunidade. No decorrer do inquérito, a Polícia Civil identificou que familiares dos adolescentes teriam tentado coagir um vigilante, que presenciou os fatos e realizou a denúncia.

“Dois pais e um tio dos adolescentes constrangeram um guarda vigilante que havia flagrado a situação. Diante disso, instauramos um inquérito por coação no curso do processo”, explicou o delegado.

Esse inquérito foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário, resultando no indiciamento de dois pais e um tio dos adolescentes. Já a investigação específica sobre as agressões aos animais ainda não foi finalizada, pois dois dos adolescentes envolvidos estavam em viagem ao exterior, com retorno previsto para os próximos dias.

“Assim que esses adolescentes retornarem ao Brasil, faremos a oitiva deles para concluir o inquérito e encaminhar a responsabilização ao Judiciário”, destacou Ulisses Gabriel.

Questionado sobre críticas que apontam possível impunidade em casos envolvendo adolescentes de famílias com maior poder aquisitivo, o delegado foi enfático:

“A Polícia Civil não faz distinção de quem é o autor. Já indiciamos autoridades, inclusive um prefeito, por maus-tratos a animais. Quem comete crime será responsabilizado. O julgamento cabe ao Poder Judiciário.”

Ulisses Gabriel também voltou a defender a necessidade de discutir a maioridade penal, afirmando que a legislação atual não acompanha a realidade social.

“Um jovem de 16 ou 17 anos sabe exatamente o que está fazendo, vota e tem responsabilidades. O Estatuto da Criança e do Adolescente é da década de 90 e não reflete mais a realidade atual”, afirmou.

Sobre a existência de imagens que comprovem as agressões ao cão Orelha, o delegado esclareceu que não há vídeo do momento exato da agressão, mas existem testemunhas e outros indícios que sustentam a investigação.

Durante a entrevista, Ulisses Gabriel confirmou ainda que adotou o Cão Caramelo, que sobreviveu às agressões.

“Estamos fazendo a adaptação, porque já tínhamos adotado outro cachorro. Agora estamos cuidando para que os dois convivam bem”, contou.

O caso segue em investigação e deve ter novos desdobramentos com o retorno dos adolescentes ao país.

Confira entrevista completa

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Saúde mental em foco: Janeiro Branco é tema do quadro Mente em Sintonia

Por Rádio Guarujá28/01/2026 11h31
Foto/Redação

O Jornal da Guarujá recebeu em seu estúdio a psicóloga Vanesa Bagio para mais uma edição do quadro Mente em Sintonia, veiculado sempre na última quarta-feira de cada mês e dedicado a temas ligados à saúde mental. A entrevista marcou o início do ano com um debate amplo e necessário sobre o Janeiro Branco, campanha nacional que convida a população a refletir sobre o cuidado com a mente e as emoções.

Logo no início da conversa, Vanesa destacou que falar sobre saúde mental é essencial porque as pessoas vivem realidades muito diferentes. Segundo ela, há quem esteja bem, quem acredite estar bem e quem já reconheça a necessidade de ajuda. “Essa é a nossa missão: conscientizar, acolher e mostrar que procurar apoio psicológico é um cuidado consigo mesmo, não um sinal de fraqueza”, ressaltou.

A psicóloga explicou que tanto o final quanto o começo do ano costumam ser períodos delicados. O encerramento de ciclos, as cobranças por metas não alcançadas e a expectativa sobre o futuro podem gerar ansiedade e insegurança. Nesse contexto, o Janeiro Branco surge como um convite para iniciar o ano com planejamento emocional. “Saúde mental é bem-estar. É aprender a lidar com as emoções para que o ano seja mais equilibrado, produtivo e saudável”, afirmou.

Vanesa também fez uma reflexão sobre o estigma histórico em torno da saúde mental. Ela lembrou que, em décadas passadas, questões emocionais eram frequentemente tratadas como “frescura”, o que levou muitas pessoas a sofrerem em silêncio. Embora esse preconceito ainda exista, a psicóloga observa avanços. “As novas gerações estão ajudando a quebrar esse tabu. Hoje existe um cansaço emocional muito grande, provocado pela pressão, pelo excesso de responsabilidades e pela vida acelerada”, pontuou.

Outro tema de destaque foi o excesso de informação, intensificado pelas redes sociais e pelo uso constante do celular. Vanesa alertou que a exposição contínua a notícias, especialmente negativas, pode agravar quadros de ansiedade. “Quanto mais a pessoa consome determinado conteúdo, mais aquilo aparece. Isso acelera pensamentos, gera comparações e aumenta o nível de estresse”, explicou. Ela chamou atenção, ainda, para os impactos desse cenário sobre crianças e adolescentes, que acabam expostos a conteúdos muitas vezes inadequados para sua idade.

A psicóloga reforçou a importância do sono como base da saúde mental. Segundo ela, noites mal dormidas comprometem o humor, a concentração e a produtividade. “O sono precisa ser reparador. Sem isso, a pessoa acorda mais cansada, mais irritada, e toda a rotina fica prejudicada”, destacou. Vanesa também defendeu a inclusão do lazer na rotina, lembrando que lazer não significa, necessariamente, sair de casa. “É fazer algo que dê prazer e ajude a se reconectar consigo mesmo”, disse.

Durante a entrevista, Vanesa demonstrou preocupação com o aumento de casos de sofrimento emocional entre jovens e crianças. Fatores como pressão escolar, conflitos familiares, bullying e excesso de estímulos digitais, segundo ela, exigem atenção redobrada. “A criança dá sinais. Quando perde o interesse por algo que gostava ou apresenta alterações no sono e no comportamento, isso precisa ser observado”, alertou, defendendo a escuta ativa e a prevenção desde cedo.

Ao falar sobre o papel da psicologia, Vanesa destacou que o atendimento psicológico vai além de “dar conselhos”. “O profissional está ali para ouvir, provocar reflexões e ajudar a pessoa a compreender seus desafios. A mudança acontece na vida real, fora do consultório, a partir de novos hábitos e percepções”, explicou.

Por fim, a psicóloga ressaltou a importância da atividade física como aliada da saúde mental. Ela afirmou que movimentar o corpo contribui para o equilíbrio emocional, melhora o sono, regula hormônios e aumenta a disposição. “Cinco minutos já são um começo. O importante é criar o hábito. Cada pequeno passo conta”, concluiu, reforçando que o cuidado com a mente deve ser contínuo e integrado ao dia a dia.

Para conhecer mais sobre o trabalho da psicóloga Vanesa Bagio, obter dicas sobre saúde emocional ou agendar uma consulta, o contato pode ser feito pelo Instagram @vanesabagio.psi ou no consultório localizado no Edifício Cidade das Colinas – Rua João Ramiro Machado, 321, Sala 6, Centro, Orleans.

Confira aqui

https://www.youtube.com/watch?v=Usj9je1RZl0 

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