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Rádio Guarujá

Coorsel realiza Assembleia Geral Ordinária neste sábado em Treze de Maio

Por Rádio Guarujá11/03/2026 13h21
Foto/Redação

A Cooperativa Regional Sul de Eletrificação Rural (Coorsel) realiza neste sábado (14) a Assembleia Geral Ordinária  da cooperativa. O encontro ocorrerá no Salão Paroquial da Igreja São José, no município de Treze de Maio.

Conforme o estatuto social, a assembleia terá primeira chamada às 7h30, segunda às 8h30 e terceira e última chamada às 9h30, quando está previsto o início dos trabalhos.

Sobre o tema, o Jornal da Guarujá recebeu em seu estúdio, na manhã desta terça-feira (11), o presidente da cooperativa, Arilton Francisconi Cândido, o Xela, e o vice-presidente Frederico Hoepers Preve, o Fred.

Segundo o presidente, a assembleia é um dos momentos mais importantes para a participação dos associados nas decisões da cooperativa.

“É a hora de o associado participar, ver a situação da cooperativa, a situação financeira e discutir os assuntos que envolvem a nossa cooperativa”, afirmou.

De acordo com ele, durante a reunião serão apresentados relatórios e deliberações importantes para a gestão da entidade. A pauta inclui prestação de contas do exercício, votação das contas, eleição do Conselho Fiscal e escolha dos delegados da cooperativa.

Xela destacou que o encontro também é um espaço para que os associados apresentem sugestões, críticas e questionamentos. Ele ressaltou que a participação ativa dos cooperados contribui para o aprimoramento da gestão.

Segundo o presidente, as assembleias da cooperativa sempre procuram garantir espaço para que os associados possam se manifestar livremente. “A assembleia é justamente para o associado falar, criticar, sugerir e discutir o que precisa melhorar na cooperativa”, disse.

Sorteio de prêmios e confraternização

Além das deliberações administrativas, o encontro também contará com sorteio de brindes e momento de confraternização entre os associados.

De acordo com o presidente, após a conclusão da assembleia, prevista para por volta das 10h30, Serão sorteados itens como ar-condicionado, TV 43 polegadas, lavadoras automáticas, celulares, micro-ondas, fornos elétricos, fogões e fritadeiras elétricas.

“Nós vamos sortear aproximadamente mais de cem mil reais em prêmios para os associados”, destacou.

Em seguida, será realizado um almoço de confraternização com churrasco, já que há participantes que se deslocam de municípios mais distantes.

Participação dos associados

O presidente explicou que todos os associados podem participar da assembleia e das atividades programadas. No entanto, o direito a voto é restrito ao associado consumidor, conforme estabelece o estatuto da cooperativa.

Mesmo assim, ele reforçou que todos os cooperados podem acompanhar as discussões e participar do sorteio de prêmios.

“A assembleia é aberta para o associado participar, discutir e acompanhar as decisões da cooperativa”, ressaltou.

Obras e investimentos

Durante a entrevista, o presidente também comentou sobre os investimentos realizados pela cooperativa, como a construção de uma nova rede elétrica que beneficiará o município de Orleans.

Segundo ele, o projeto prevê 33 quilômetros de nova rede de energia, com investimento estimado entre R$ 18 milhões e R$ 20 milhões.

Xela informou que a obra já está avançada, com cerca de 60% a 70% de execução, e a previsão é que seja concluída e inaugurada no dia 1º de setembro.

“O objetivo é levar uma rede moderna e melhorar a qualidade do fornecimento de energia para a região”, explicou.

Ele destacou ainda que os investimentos realizados pela cooperativa ao longo da atual gestão devem chegar a cerca de R$ 50 milhões, considerando obras em redes, equipamentos e infraestrutura.

Segundo o presidente, a cooperativa tem conseguido realizar os investimentos com recursos próprios. “A cooperativa está com a situação financeira muito boa e conseguimos fazer esses investimentos sem precisar pegar financiamento”, afirmou.

Com a nova rede em funcionamento, a expectativa é que o fornecimento de energia se torne mais estável e que o tempo de restabelecimento em caso de falhas seja reduzido.

“O associado vai ter uma energia de mais qualidade e o retorno da energia em caso de problema será muito mais rápido”, concluiu.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=Xct_yVl0vv4

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Oposição critica votação de reforma administrativa em Orleans e aponta falhas no projeto

Por Rádio Guarujá11/03/2026 13h18
Foto/Redação

O Projeto de Lei Complementar nº 0001, de 2 de março de 2026, de autoria do Poder Executivo, que trata da estrutura, organização e funcionamento da Prefeitura de Orleans, foi aprovado em primeira votação na Câmara de Vereadores por 6 votos favoráveis e 5 contrários.

A proposta prevê mudanças na estrutura administrativa do município, permitindo novas contratações e a criação das secretarias de Esporte, Cultura e Turismo. O projeto já havia sido apresentado no ano passado, mas acabou sendo reprovado na época por falta de previsão orçamentária.

Com a aprovação em primeira votação, o projeto ainda deverá retornar à pauta na próxima sessão legislativa para segunda e última votação.

Todos os vereadores da oposição votaram contra a proposta. Sobre o tema, o Jornal da Guarujá conversou na manhã desta quarta-feira (11) com o vereador Dovagner Baschirotto (MDB), líder da oposição na Câmara, que explicou os motivos de manter o voto contrário.

Segundo o parlamentar, a análise da bancada levou em consideração tanto o projeto apresentado no ano passado quanto a nova versão encaminhada pelo Executivo. Ele relembrou que, na discussão anterior, uma das críticas foi o fato de diferentes temas estarem reunidos em um único texto.

“Na votação do ano passado a gente analisou o projeto e lembro que a vereadora Mirele (PSDB) se manifestou com relação ao projeto da Famor, que estava todo ele agregado no mesmo projeto. A gente pediu que, quando voltasse para a Casa, fosse desmembrado para a gente analisar e provavelmente votar a favor”, afirmou.

Baschirotto explicou que, nesta nova versão, houve mudanças como a retirada de pontos ligados à Famor, além da exclusão de alguns cargos e redução no valor de gratificações. Mesmo assim, ele afirma que o impacto financeiro ainda preocupa.

“Dessa vez até veio o impacto financeiro nas contas que fizemos, através da retirada da Famor do projeto e também da retirada de alguns cargos que estavam ali e da redução no valor da gratificação. Houve uma redução no impacto financeiro, mas essa redução não é tudo aquilo que se esperava”, disse.

Outro ponto citado pelo vereador foi a identificação de erros de redação no projeto durante a análise.

“Durante a leitura do projeto foram identificados vários erros de redação, inclusive artigos repetidos. Houve um trecho que chamou a atenção, e até o próprio procurador do município, ficou sem entender como aquela redação acabou sendo incluída no texto”, relatou.

Segundo o vereador, a oposição chegou a solicitar que o projeto fosse retirado da pauta para correções. Ele relatou que, na ocasião, foi pedido ao líder do governo, o vereador Osvaldo Cruzetta (PP) que a proposta fosse retirada e reapresentada posteriormente com uma nova redação, para que pudesse ser analisada novamente pelos parlamentares. No entanto, afirmou que houve imposição para que o texto fosse mantido na pauta e levado à votação, mesmo diante dos apontamentos feitos durante a análise.

O vereador também criticou a possibilidade de ampliação da estrutura administrativa, especialmente com a criação de novas secretarias.

“Com relação à criação dos cargos, as secretarias continuam todas de novo. De seis vai passar para nove secretarias. O que era departamento vai virar secretaria e automaticamente vai onerar a folha. Uma coisa é você ser diretor de departamento, outra é secretário”, argumentou.

Além disso, Baschirotto demonstrou preocupação com o que considera ampliação de poderes do Executivo.

“O projeto dá plenos poderes para o Executivo, inclusive em relação ao valor de cargos comissionados através de decreto. Então quer dizer, a Câmara está dando plenos poderes ao prefeito”, afirmou.

Durante a entrevista, o vereador também comentou a mudança de posicionamento do presidente da Câmara, Murilo Hoffmann (Novo), que no ano passado havia votado contra o projeto e agora se manifestou favoravelmente. Segundo Baschirotto, na legislatura anterior Murilo chegou a apresentar um parecer, por meio de seu partido, apontando diversos pontos do projeto, especialmente relacionados ao impacto financeiro, o que resultou em voto contrário. Neste ano, no entanto, ele afirmou que o presidente votou a favor da proposta e teria mencionado, durante reunião das comissões, que não havia lido o projeto, situação que, na avaliação do vereador, gera questionamentos sobre a mudança de posicionamento.

A votação da proposta foi definida justamente pelo voto de desempate do presidente da Casa. Mesmo assim, Baschirotto acredita que o cenário dificilmente deve mudar na próxima sessão.

“Provavelmente o resultado deve se repetir. Eu até tinha uma viagem marcada para Brasília, mas por enquanto ela está adiada. Vou permanecer no município, manter meu voto contrário e espero que até lá os vereadores analisem melhor o projeto”, concluiu.

Caso seja aprovado também em segunda votação, o projeto seguirá para sanção do prefeito e poderá entrar em vigor nos próximos meses.

Confira entrevista completa
https://www.youtube.com/watch?v=Xct_yVl0vv4

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Sessão da Câmara de Orleans é marcada por tensão, carta aberta de enfermeiros e homenagem ao Dia das Mulheres

Por Rádio Guarujá11/03/2026 13h11
Foto/Redação

Com casa cheia, a 6ª sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Orleans, realizada na noite desta segunda-feira (9), foi marcada por debates intensos, manifestações de servidores da saúde, leitura de uma carta aberta à população e homenagens ao Dia Internacional da Mulher.

Entre os diversos projetos em pauta, o que mais gerou discussão foi o Projeto de Lei nº 004, de 2 de março de 2026, de autoria do Executivo Municipal. A proposta trata da distribuição de um incentivo financeiro proveniente do Ministério da Saúde destinado à atenção primária nos municípios.

O projeto prevê que o recurso seja dividido entre os servidores das unidades básicas de saúde, com um adicional de 20% destinado aos enfermeiros responsáveis pela gerência das unidades. A justificativa é que esses profissionais são responsáveis pela administração das equipes e pelo acompanhamento dos indicadores de desempenho exigidos pelo programa federal.

A proposta dividiu opiniões entre vereadores, profissionais da saúde e representantes sindicais.

Tensão entre vereadores

Durante a sessão, a vereadora Maiara Dal Ponte Martins (MDB), que também atua como enfermeira em uma unidade básica de saúde do município, defendeu a proposta e explicou que o incentivo financeiro está relacionado ao desempenho das equipes e à gestão dos indicadores da atenção primária.

Segundo ela, caso as metas sejam atingidas, o valor destinado aos servidores pode chegar a cerca de R$ 453, enquanto os enfermeiros responsáveis pela coordenação das unidades receberiam aproximadamente R$ 100 a mais, em função das responsabilidades administrativas e de gestão.

“Os enfermeiros são responsáveis por gerenciar a unidade básica de saúde, organizar os indicadores e acompanhar o desempenho da equipe. Esse adicional é justamente por essa função de coordenação”, afirmou.

Já o vereador Joel Cavanholi (PL) se posicionou contra a diferença no repasse e defendeu que o valor seja distribuído de forma igualitária entre todos os profissionais das unidades de saúde.

De acordo com ele, o pedido de retirada do projeto da pauta ocorreu para que o tema fosse melhor discutido antes da votação.

“Eu não sou contra o projeto. O que eu questionei foi a diferença dos 20% para os enfermeiros. Esse recurso vem para todos os funcionários e eu entendo que poderia ser dividido igualmente”, disse.

O vereador também afirmou que sua manifestação ocorreu durante reunião das comissões e que um vídeo mostrado durante a sessão pelo vereador Dovagner Baschirotto (MDB) teria  sido tirado de contexto e apresentado apenas um trecho da discussão.

“Foi feito um recorte da gravação. Não mostraram o que foi falado antes e depois. Parece que tentaram construir a imagem de que eu estaria atacando uma categoria, o que não é verdade”, declarou.

Carta aberta e reação dos enfermeiros

A polêmica ganhou novos contornos após enfermeiros da atenção básica elaborarem uma carta aberta à população. O documento foi lido durante a sessão e entregue à presidência da Câmara.

Segundo a vereadora Maiara, a carta foi motivada por falas atribuídas ao vereador Joel durante a reunião das comissões e por um vídeo publicado nas redes sociais. No entendimento dos profissionais, as declarações teriam desqualificado o trabalho da enfermagem na rede municipal.

A vereadora relatou ainda que, após a repercussão do caso, os enfermeiros responsáveis pelas Estratégias de Saúde da Família (ESFs) comunicaram ao Executivo a decisão de deixar as funções de coordenação das unidades.

“Os enfermeiros entenderam que houve um desrespeito ao trabalho que realizam. Então foi oficializada a saída deles da coordenação das unidades, ficando agora a cargo do Executivo definir quem assumirá essas funções”, explicou.

Posicionamento do sindicato

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Orleans e Região (Sintramor), Janes de Lorenzi, também se manifestou sobre o tema.

Segundo ela, o sindicato defende que projetos que envolvam servidores sejam discutidos previamente com a entidade. No caso do PL 004, ela afirmou que o sindicato não teve conhecimento prévio da proposta.

“Existe um acordo com o prefeito de que projetos que envolvam os servidores sejam encaminhados para a Câmara com o conhecimento do sindicato. Esses projetos vieram sem esse diálogo”, afirmou.

Janis explicou que o sindicato participou de reunião com vereadores na sexta-feira para tratar do assunto e informou que uma comissão formada por alguns servidores participou da elaboração da proposta, mas que nem todos os trabalhadores foram representados nesse processo.

“Como presidente do sindicato eu represento todos os servidores. Seria injusto tomar uma decisão apenas com base em uma comissão formada por alguns profissionais. Precisamos avaliar o projeto com mais cuidado”, disse.

Ela destacou ainda que o sindicato prefere que as questões sejam resolvidas por meio do diálogo.

“Eu sempre prefiro quando há acordo e entendimento. As coisas precisam ser resolvidas conversando. Mas, como presidente do sindicato, precisei agir dessa forma para garantir que todos os servidores sejam ouvidos”, afirmou.

Janis também respondeu a questionamentos feitos durante a sessão sobre possíveis manifestações em grupos de WhatsApp. Ela negou ter feito comentários ofensivos e afirmou que apenas comunicou aos servidores que o projeto havia chegado à Câmara sem o conhecimento do sindicato.

“Eu apenas informei no grupo das agentes de saúde que os projetos tinham vindo para a Câmara sem passar pelo sindicato. Não fiz comentários ofensivos como foi dito”, declarou.

O projeto foi retirado de pauta  para que ele seja analisado novamente antes da votação.

A expectativa é de que a proposta volte a ser discutida na próxima sessão, após novas conversas entre o Executivo, o sindicato e os servidores da área da saúde.

Homenagem às mulheres

Apesar do clima de tensão em torno do projeto, a sessão também contou com homenagens ao Dia Internacional da Mulher, celebrado no último domingo (8).

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Tensão entre Estados Unidos e Irã pode impactar preço do petróleo e da gasolina

Por Rádio Guarujá11/03/2026 12h50
Foto/Arquivo Agecom

Na manhã desta terça-feira (10), o Jornal da Guarujá conversou com o cientista político e economista Enio Coan sobre o aumento das tensões no Oriente Médio após novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em entrevista, Trump afirmou que ataques podem ser ampliados caso o Irã mantenha o bloqueio no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte mundial de petróleo.

Durante a conversa, Coan destacou que o cenário internacional vive um momento de grande instabilidade geopolítica. Segundo ele, conflitos armados voltaram a ganhar protagonismo nas disputas entre grandes potências, envolvendo não apenas questões ideológicas e religiosas, mas também interesses econômicos.

De acordo com o especialista, a região onde ocorre a tensão atual é considerada uma das mais sensíveis do mundo para a economia global, principalmente por concentrar uma das principais rotas de escoamento de petróleo.

“O petróleo ainda é a principal commodity do mundo e movimenta boa parte da economia global. Quando surge um conflito nessa região, o impacto pode ser imediato no mercado internacional”, explicou.

Coan também ressaltou que o cenário envolve disputas históricas e estratégicas. O Israel, por exemplo, é visto por parte do mundo árabe como um elemento externo na região, enquanto o Irã se posiciona como uma potência regional com forte influência política e militar.

Segundo ele, a preocupação de países ocidentais também está relacionada ao avanço do programa nuclear iraniano, o que aumenta a tensão diplomática e militar envolvendo os Estados Unidos e aliados.

Impacto no preço do petróleo

O economista alerta que a escalada do conflito pode provocar reflexos diretos na economia mundial, principalmente no preço do petróleo.

“Dependendo da duração da guerra e da intensidade do conflito, o barril de petróleo poderia chegar a cerca de 200 dólares. Nesse cenário, a gasolina no Brasil poderia atingir valores próximos de R$ 15 por litro”, avaliou.

Apesar disso, ele lembra que o Brasil possui hoje uma situação mais favorável devido à produção nacional de petróleo, especialmente com as reservas do pré-sal exploradas pela Petrobras. Ainda assim, fatores como câmbio, custo de transporte, refino e distribuição influenciam diretamente no preço final dos combustíveis.

Possibilidade de fim do conflito

Questionado sobre a possibilidade de um encerramento rápido da guerra, Coan acredita que o conflito ainda pode se prolongar por algumas semanas.

Para ele, a tendência é que o impasse seja resolvido por meio de negociações internacionais. “Conflitos desse tipo dificilmente se encerram apenas pela via militar. Em algum momento, países intermediários costumam entrar como mediadores para buscar um acordo e reduzir a tensão”, afirmou.

O especialista também destacou que o risco maior seria a ampliação do conflito envolvendo outras potências, como a China.

“Se outras potências entrarem diretamente no conflito, o impacto pode ser muito maior, tanto para a economia global quanto para a estabilidade política internacional”, concluiu.

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