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Rádio Guarujá
Conheça Daniela Pompeo, criadora do podcast “Vivi e Aprendi”, que estreia neste sábado
Por Rádio Guarujá05/03/2026 12h25
Foto/Redação
A Rádio Guarujá FM estreia a partir deste sábado, 7 de março, o podcast “Vivi e Aprendi”, que passa a ser transmitido semanalmente das 8h às 9h. A proposta do programa é apresentar entrevistas com personagens que compartilham histórias de superação, desafios e aprendizados de vida.
O projeto é conduzido por Daniela Daufenback Pompeo, cirurgiã-dentista, PhD e mestre em Biologia Oral, especialista em Ortodontia e com pós-graduação em Odontologia do Sono e Dor Orofacial. Daniela também possui formação em Ortodontia Avançada pela Universidade do Texas em Houston, nos Estados Unidos, e atua como palestrante e mentora, com foco em desenvolvimento pessoal e mentalidade.
Durante entrevista ao Jornal da Guarujá, Daniela contou que o podcast surgiu em 2024, inicialmente como um projeto independente e sem grandes pretensões. A ideia nasceu após uma experiência inusitada como comentarista em uma transmissão esportiva de vôlei em uma rádio comunitária.
“Eu sempre gostei de comunicação. Quando tive aquela experiência comentando um jogo, senti que algo despertou em mim. Foi como se tivesse sido ‘mordida pela mosquinha do rádio’. A partir dali comecei a pensar em criar um podcast”, relatou.
Inicialmente, o programa foi gravado em uma estrutura simples, mas com o tempo o projeto ganhou forma e passou por investimentos em equipamentos e melhorias técnicas. As gravações passaram a ser feitas em um estúdio montado na própria clínica da apresentadora.
Segundo Daniela, o objetivo do “Vivi e Aprendi” é promover reflexões a partir das experiências reais dos entrevistados.
“Os seres humanos aprendem muito com histórias. A ideia é justamente transformar essas experiências vividas em aprendizados. É como se o ouvinte estivesse sentado à mesa conversando com aquela pessoa”, explicou.
Ao longo das entrevistas, o podcast já abordou temas como superação de doenças, vícios, desafios pessoais, liderança e trajetórias de empreendedorismo. De acordo com a apresentadora, muitos ouvintes relatam que se sentem impactados pelas histórias compartilhadas.
“Já recebemos mensagens de pessoas dizendo que um episódio mudou a forma como estavam enxergando a própria vida. Isso nos fez perceber que o projeto tinha um propósito maior do que apenas entrevistar pessoas”, destacou.
A estreia na programação da Rádio Guarujá FM representa um novo passo para o podcast. Para Daniela, a parceria com uma emissora tradicional amplia o alcance das histórias apresentadas no programa.
“Estamos falando de uma rádio com grande história e presença regional. Isso permite que essas histórias cheguem ainda mais longe e impactem mais pessoas”, afirmou.
O primeiro episódio na rádio terá como convidada Gisele Coelho Lopes, que compartilhará sua trajetória de vida e carreira, desde o início como costureira até chegar à reitoria da Unesc.
Além da atuação como dentista e comunicadora, Daniela também mantém uma agenda ativa de palestras e mentorias voltadas a profissionais da área da saúde e ao público interessado em desenvolvimento pessoal. Em março, ela também participará como palestrante do evento Expo Brasil, que será realizado em Nova York, nos Estados Unidos. O encontro reúne empreendedores e profissionais brasileiros para discutir inovação, negócios e liderança.
Com a estreia na programação da rádio, Daniela convida o público a acompanhar o programa e também a sugerir histórias para futuras entrevistas.
“Queremos que as pessoas participem, indiquem personagens e compartilhem histórias inspiradoras. Muitas vezes há trajetórias extraordinárias ao nosso redor que merecem ser contadas”, disse.
O “Vivi e Aprendi” estreia neste sábado, às 8h, na programação da Rádio Guarujá FM, com transmissão também pelas plataformas digitais da emissora.
Greve no Hospital Materno-Infantil de Criciúma: trabalhadores anunciam paralisação a partir de sexta-feira
Por Rádio Guarujá05/03/2026 12h20
Foto/Arquivo – SindiSaúde
Funcionários do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina, em Criciúma, anunciaram que entrarão em greve a partir das 6 horas desta sexta-feira, dia 6. A paralisação ocorre após um mês de negociações sem acordo para resolver pendências trabalhistas apontadas pela categoria.
A unidade é administrada pelo Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência à Saúde (Ideas), responsável pela gestão do hospital.
Entre as principais reivindicações dos trabalhadores estão diferenças salariais, problemas envolvendo empréstimos consignados, além de atrasos e inconsistências no pagamento de benefícios como vale-alimentação e vale-transporte.
O anúncio da greve foi confirmado pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde), Cleber Cândido, durante entrevista concedida ao Jornal da Guarujá na manhã desta quinta-feira, dia 5.
Segundo o dirigente sindical, as negociações ocorrem há cerca de um mês e, apesar de algumas tratativas, os principais problemas ainda não foram solucionados.
“Estamos há cerca de um mês discutindo essas pendências. Já houve uma paralisação anteriormente e, embora algumas questões tenham sido tratadas, as principais continuam sem solução”, afirmou.
Entre as situações relatadas pela categoria está um erro no cálculo da folha de pagamento que estaria gerando prejuízo mensal aos trabalhadores.
“Hoje os trabalhadores têm um prejuízo médio de quase R$ 300 por mês por causa desse erro, que ainda não foi corrigido”, explicou Cândido.
Outro ponto citado envolve problemas com empréstimos consignados. De acordo com o sindicato, em alguns casos os valores teriam sido descontados dos salários dos funcionários, mas não repassados às instituições financeiras, o que acabou gerando transtornos.
“Há trabalhadores com o nome negativado e com queda no score de crédito por conta dessa situação”, disse o presidente do sindicato.
Além disso, os funcionários também apontam atrasos ou inconsistências no pagamento de benefícios e dificuldades relacionadas às condições de trabalho.
“Tudo isso foi se acumulando ao longo do tempo e acabou levando a essa mobilização”, acrescentou.
Paralisação pode começar nesta sexta
De acordo com o Sindisaúde, os trabalhadores aguardam uma solução ainda nesta quinta-feira. Caso isso não ocorra, a greve começará na manhã de sexta-feira.
“A posição dos trabalhadores é clara: se os valores não forem regularizados e não houver solução efetiva hoje, a paralisação começa amanhã”, afirmou Cândido.
Mesmo com a greve, parte dos serviços deve continuar funcionando. Conforme o sindicato, a legislação exige a manutenção de equipes mínimas em serviços considerados essenciais.
“Em setores críticos, como emergência e UTI, o funcionamento precisa ser mantido integralmente. Nos demais setores ligados diretamente ao atendimento ao paciente, pelo menos 50% dos trabalhadores devem permanecer em atividade”, explicou.
Confira entrevista completa
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Entrevista: secretário da Saúde fala sobre situação trabalhista no Hospital Materno-Infantil de Criciúma
Por Rádio Guarujá04/03/2026 11h41
Foto/Reprodução Internet
O Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde) encaminhou à Secretaria de Estado da Saúde a pauta de reivindicações dos trabalhadores do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina, em Criciúma. A unidade é administrada pelo Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência à Saúde (Ideas).
Entre os principais problemas apontados estão a falta de depósito do FGTS, inconsistências no pagamento do complemento do piso da enfermagem e dificuldades relacionadas a empréstimos consignados que estariam sendo descontados em folha, mas não repassados às instituições financeiras.
Na manhã desta quarta-feira (4), o Jornal da Guarujá conversou com o secretário de Estado da Saúde, Diogo Demarchi Silva, que afirmou que o governo vem cumprindo os compromissos previstos em contrato.
“A Secretaria de Estado da Saúde vem cumprindo todos os compromissos que possui dentro do contrato de gestão, pagamentos que estão sendo pagos, mas, independente de estarmos cumprindo tudo o que é devido, nós nos preocupamos porque nós queremos que todos os funcionários, trabalhadores estejam bem, recebendo o que é de direito, para que a população possa ser atendida da maneira correta”, declarou.
O secretário reconheceu que houve necessidade de intervenção por parte do Estado em momentos anteriores e afirmou que o diálogo com a entidade gestora continua.
“Não há muito tempo atrás nós fizemos também uma intervenção nesse sentido, conversando com os trabalhadores e com a entidade. Ainda essa semana eu conversei com a entidade, porque uma parte foi regularizada, mas tem uma questão relacionada ao recolhimento de FGTS que está sendo resolvido”, disse.
Segundo ele, há um edital em andamento para seleção da entidade que administrará a unidade pelos próximos anos. “Temos um edital em andamento também, onde as entidades podem participar com a melhor proposta de trabalho dentro da unidade, e o Estado vai acompanhar para que ninguém tenha qualquer tipo de prejuízo e que a gente possa estabilizar, sem interferir no atendimento que é prestado.”
Possibilidade de greve
O presidente do sindicato Cléber Cândido não descarta a possibilidade de greve, caso as pendências não sejam resolvidas. Sobre isso, o secretário afirmou que a Secretaria acompanha o caso de forma ativa.
“A Secretaria de Estado vem acompanhando. Sobre o piso da enfermagem, trata-se de uma definição de uma lei feita pelo Congresso Nacional e uma decisão do STF com relação à diferença de pagamento. Isso foi comprovado que está regular, está correto. A questão do FGTS, ainda ontem eu conversei com uma pessoa da entidade e está sendo resolvido o que faltava essa semana. Os pagamentos de vencimentos estão em dia”, afirmou.
Ele ressaltou que, embora a responsabilidade direta seja da entidade gestora, o governo não se omite. “Mesmo não sendo uma questão do Estado, já que a entidade tem que cumprir com os compromissos, a gente entende que deve atuar, porque o que importa é o atendimento para a população e que o trabalhador não tenha qualquer tipo de prejuízo.”
Para o secretário, o diálogo é fundamental para evitar prejuízos maiores. “Quando o diálogo é construído, quando as etapas vêm sendo cumpridas, isso evita prejuízo à população. A gente tem certeza que o que falta a ser resolvido vai ser resolvido.”
Questionado sobre informações de que o Ideas teria repassado dados ao Estado que não condiziam com a realidade, o secretário confirmou que houve inconsistências.
“Nós tivemos uma situação no pagamento do vencimento de fevereiro, no momento mais crítico, onde o vencimento teve um atraso de um, dois dias, se eu não me engano, e tem uma questão muito forte relacionada aos empréstimos consignados em folha e o recolhimento desses empréstimos, além da questão do FGTS. Eles deram uma informação que estaria pacificado, uma parte foi pacificada e outra não”, afirmou.
Segundo ele, ao tomar conhecimento da situação, o Estado cobrou esclarecimentos. “Prefiro entender que sejam questões de informações que não foram repassadas na totalidade e não com uma má-fé”, disse.
O secretário reconheceu que a falta de recolhimento do FGTS gera insegurança. “Quando o trabalhador vê que o FGTS não foi recolhido, obviamente existe uma preocupação. E a questão do consignado acaba prejudicando também a vida financeira do profissional.”
Ele afirmou que os vencimentos estão em dia e que eventuais erros de cálculo já foram corrigidos. “Agora acredito que o que falta ser normalizado vai ser normalizado, e aí a partir disso a gente olhar para frente.”
Prazo e futuro da gestão
Sobre prazos para regularização, Diogo Demarchi afirmou que houve compromisso recente da entidade.
“Essa semana a entidade se comprometeu inclusive a chamar o sindicato para explicar o momento e explicar as próximas ações. Então até semana que vem a gente deve ter isso mais pacificado.”
O secretário também comentou a possibilidade de substituição do Ideas. “Nós temos um edital de concurso de projetos na rua. Esse edital está selecionando uma entidade para administrar o hospital, que pode ser o Ideas, porque ele não está impedido de participar, como pode ser outra entidade.”
O resultado do processo deve ser conhecido em meados de abril. “Se não for o Ideas, será feita uma transição garantindo todos os direitos aos profissionais. A gente vai acompanhar para que todos os direitos sejam recebidos.”
Ele destacou que o atual contrato é baseado em um edital de 2018 e que o novo modelo prevê ajustes. “O edital prevê aumento dos serviços. Nós entregamos agora também uma reforma dos leitos de UTI, com investimento de quase R$ 5 milhões na unidade.”
Entre as melhorias previstas estão adequações estruturais. “Pretendo, virando o edital com a entidade vencedora, fazer outras adequações físicas na unidade, como por exemplo a recepção, que é pouco acolhedora.”
O secretário reforçou que o foco é garantir estabilidade administrativa e continuidade do atendimento. “A gente não trabalha com a possibilidade do que aconteceu há 10, 12 anos atrás, onde numa ausência da Secretaria, os trabalhadores foram lesados. Hoje há acompanhamento. O objetivo é garantir o atendimento à população e segurança aos trabalhadores.”
Confira entrevista completa
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Entrevista: porta-voz do Exército de Israel detalha ataque que matou líder supremo do Irã em operação conjunta com os EUA
Por Rádio Guarujá04/03/2026 11h34
Imagem/Redação
Um ataque coordenado entre Estados Unidos e Israel na manhã de sábado matou o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, além de dezenas de autoridades iranianas, segundo informações divulgadas pelo Exército de Israel. A ofensiva elevou drasticamente a tensão no Oriente Médio e provocou reação imediata do governo iraniano, que anunciou contra-ataques.
Neste domingo, dia 1º, o edifício em Qom onde seria realizada a eleição do novo líder supremo também foi atingido. O governo iraniano afirma que houve vítimas civis em ações recentes. Israel, por sua vez, sustenta que os alvos foram exclusivamente militares.
Em entrevista ao Jornal da Guarujá, o major Rafael Rozenszajn, porta-voz do Exército de Israel para países de língua portuguesa, afirmou que a ofensiva foi uma resposta a ameaças consideradas existenciais.
“Essa guerra foi imposta. O regime iraniano há décadas vem dizendo claramente que deseja a eliminação do Estado de Israel, a eliminação da América, e estava se aproximando de ter capacidade para colocar em prática esse desejo”, declarou.
Segundo ele, o avanço do programa militar iraniano motivou a ação conjunta. “Nós não poderíamos permitir que o regime mais perigoso do mundo tenha também os armamentos mais perigosos do mundo”, afirmou.
Rozenszajn disse que o Irã vinha ampliando significativamente seu arsenal. “O Irã tomou a decisão de chegar a ter 8 mil mísseis balísticos direcionados em direção ao território de Israel”, afirmou. Ele também alegou que, apenas no último ano, “foram 900 milhões de dólares repassados aos grupos terroristas que atuam aqui na região”.
Lideranças mortas e estruturas destruídas
Sobre os resultados da operação, o porta-voz detalhou: “Só no primeiro minuto da guerra, nós eliminamos mais de 40 líderes do Irã, inclusive o aiatolá, o líder iraniano, o Khamenei. Eliminamos o chefe de Estado-Maior, o comandante da Aeronáutica, o comandante da Guarda Revolucionária”.
Ele acrescentou que já foram destruídos “cerca de 150 mísseis balísticos que estavam direcionados ao nosso território”, além de “mais de 200 lançadores de mísseis balísticos”. Também afirmou que “1.500 mísseis que estavam prestes a serem produzidos foram destruídos” e que diversas fábricas militares foram atingidas.
“O nosso objetivo é garantir que o Irã não tenha essas três fontes de ameaça: os mísseis balísticos, o programa nuclear e o patrocínio aos grupos terroristas”, declarou.
Acusações sobre vítimas civis
A TV estatal iraniana divulgou informações de que uma escola teria sido atingida, com estudantes mortos. O porta-voz israelense refutou a versão.
“Nós não podemos acreditar em um regime terrorista”, disse. E completou: “O Exército de Israel não atuou nessa área da escola. “Qualquer civil que paga o preço da guerra é uma tragédia, mas é preciso checar os fatos”.
Ele afirmou ainda que Israel analisa eventuais acusações de irregularidades. “Quando Israel é acusado de cometer alguma conduta ilegal durante a guerra, nós analisamos as nossas condutas para verificar se agimos realmente de acordo com a lei. O Irã não verifica suas condutas quando atinge nossos civis.”
Contra-ataques e mortes em Israel
O Irã anunciou retaliações. De acordo com Rozenszajn, “foram pelo menos 12 civis aqui em Israel que já morreram pelos mísseis iranianos, dezenas ficaram feridos”. Segundo ele, os projéteis “explodem em zonas residenciais”.
“O fato de em Israel ter menos pessoas que morrem durante a guerra não é porque o Irã não atinge nossos civis, é porque nós utilizamos todos os nossos recursos para favorecer a nossa população, para construir hospitais, para construir sistemas de defesa aérea”, afirmou.
Durante a entrevista, o porta-voz classificou o conflito como ideológico. “Essa guerra não é somente uma guerra entre Israel e Estados Unidos e o Irã. É uma guerra de valores”, disse.
Ele acrescentou: “Essa guerra é travada entre o eixo do bem e o eixo do mal” e afirmou que o Irã “é um mal para o mundo todo”.
Relação com o Brasil
Questionado sobre declarações de autoridades brasileiras que pedem cautela diante do conflito, o porta-voz evitou comentar posicionamentos políticos do Brasil, mas destacou a importância histórica das relações entre os dois países.
“Eu gosto muito do povo brasileiro, sou nascido no Brasil. O povo brasileiro recebeu nosso povo de braços abertos depois do Holocausto e sou muito grato a isso. O que posso dizer é, que fico muito triste de ver como estão as relações entre os dois países. O Brasil teve papel fundamental na criação do Estado de Israel, em 1947, na ONU. Espero que as relações voltem a ser como sempre foram”, disse.