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BLOG

Rádio Guarujá

Outubro Rosa: ginecologista alerta para fake news e reforça importância do diagnóstico precoce do câncer de mama

Por Rádio Guarujá22/10/2026 11h22
Foto/Redes Sociais

O Jornal da Guarujá conversou na manhã desta quinta-feira (22) com o médico ginecologista e obstetra Richard Coan Cardoso, em mais uma edição do projeto Três Cores, Uma Causa, da Guarujá FM.

Durante a conversa, o médico chamou a atenção para a circulação de informações falsas sobre saúde, que podem gerar medo e afastar pacientes dos exames preventivos.

“Hoje as redes sociais estão muito difíceis até para quem assiste, para quem vê, porque a gente já não sabe diferenciar o que é certo e o que é errado muitas vezes”, afirmou.

Para exemplificar o problema, Richard relatou que, durante uma palestra em Braço do Norte, uma mulher questionou se a mamografia poderia causar câncer de mama após assistir a um vídeo no TikTok.

“Pelo contrário. A mamografia é o principal exame para ajudar no diagnóstico precoce para o câncer de mama”, explicou o especialista.

O ginecologista também ressaltou a importância de observar possíveis alterações nas mamas e procurar atendimento médico. Segundo ele, a presença de um nódulo não significa necessariamente câncer, já que a maioria dessas alterações é benigna. No entanto, a avaliação profissional é fundamental para identificar a causa e definir a conduta adequada.

“Viu que tem alguma coisa de diferente, procurar o profissional da saúde”, orientou.

Histórico familiar exige atenção

Outro ponto destacado pelo médico foi a influência da genética no desenvolvimento do câncer de mama. Ele citou os genes BRCA1 e BRCA2 e reforçou a importância de informar ao ginecologista sobre casos da doença na família.

“Se tem um histórico de doença ruim de mama na família, já acende um alerta, um sinal amarelo para que essa mulher seja olhada com mais cuidado”, afirmou.

Durante a entrevista, Richard também defendeu a importância da conscientização sobre a realização da mamografia e do diálogo dentro das famílias, para que mais mulheres tenham acesso à informação e procurem acompanhamento médico.

 Tratamento pelo SUS e apoio familiar

O acesso ao tratamento também foi tema da conversa. O médico destacou a importância do Sistema Único de Saúde (SUS) para ampliar o atendimento às pacientes diagnosticadas com câncer.

Ele lembrou que a legislação brasileira prevê o início do primeiro tratamento oncológico em até 60 dias após a confirmação do diagnóstico, conforme os critérios legais.

Para Richard, o enfrentamento da doença exige não apenas assistência médica, mas também acolhimento e apoio emocional. Ele ressaltou que o diagnóstico pode ser difícil tanto para a paciente quanto para os profissionais responsáveis por comunicá-lo.

“Esse fardo é muito mais leve quando carregado por mais pessoas”, declarou, ao destacar a importância da participação da família e da equipe de saúde durante o tratamento.

O especialista também falou sobre o papel da fé e da espiritualidade como fontes de apoio para as pacientes. Segundo ele, o cuidado deve unir conhecimento técnico e humanização.

“Porém, aqui a gente coloca junto a parte técnica, a humanização, a fé e a espiritualidade e, sem dúvida nenhuma, com a família do lado, essa mulher levantar a cabeça e vencer a doença. Pois há, sim, vida depois da doença”, afirmou.

Atendimento

Richard Coan Cardoso é médico ginecologista e obstetra e atende na Clínica da Mulher, no edifício Pró-Saúde, localizado na Rua Alexandre Sandrini, 101, sala 104, no Centro de Orleans.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=zMF1-pL80v8

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Lauro Müller convoca responsáveis por túmulos no Cemitério Santa Bárbara para recadastramento até dezembro

Por Rádio Guarujá22/10/2026 11h18
Foto/Assessoria de Imprensa – Prefeitura de Lauro Müller

A Prefeitura de Lauro Müller convoca familiares e responsáveis por túmulos, jazigos e capelas do Cemitério Municipal Santa Bárbara para atualizar os dados cadastrais até o dia 15 de dezembro. A medida busca organizar os registros, identificar espaços abandonados e facilitar os serviços prestados à população. Quem não realizar o procedimento poderá enfrentar restrições no uso dos espaços.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá, na manhã desta quinta-feira (22), o supervisor de Tributos de Lauro Müller, Ricardo Fontanella, explicou que o recadastramento já ocorre há algum tempo e faz parte de um processo de modernização dos registros municipais. Segundo ele, os responsáveis que atualizaram os dados a partir de 2022 não precisam repetir o procedimento.

O município possuía apenas um livro antigo com os registros das concessões. Agora, a administração trabalha na informatização dessas informações, após realizar também um levantamento topográfico do cemitério.

“Nós tínhamos um livro antigo de registro, nós estamos informatizando. Nós fizemos um levantamento topográfico lá e, por conta disso, também observamos que nesse Cemitério Santa Bárbara há muitos jazigos abandonados, túmulos, capelas”, explicou Fontanella.

O supervisor destacou que o objetivo não é criar uma cobrança periódica para os responsáveis pelos espaços. A proposta é melhorar a organização, a conservação do cemitério e o atendimento aos moradores, especialmente em consultas, emissão de taxas e solicitações de serviços.

Atualmente, o Cemitério Santa Bárbara possui aproximadamente 1.200 espaços destinados a sepultamentos, entre túmulos e capelas. De acordo com Fontanella, apenas metade dos responsáveis compareceu ao setor de Tributos para atualizar os registros durante a primeira etapa do trabalho.

Falta de recadastramento pode gerar restrições

A Prefeitura alerta que a ausência de atualização cadastral poderá resultar em impedimentos para novos sepultamentos, exumações, traslados, reformas e construções. Em situações de abandono, também poderá haver consequências para a concessão do espaço.

“É importante que se atentem aí ao recadastramento”, reforçou o supervisor, ao destacar a necessidade de regularização dentro do prazo estabelecido.

Os responsáveis devem procurar o setor de Tributos da Prefeitura de Lauro Müller. Também é possível entrar em contato pelo WhatsApp do setor para obter orientações sobre o procedimento.

Para facilitar o atendimento, uma equipe da administração municipal estará no próprio Cemitério Santa Bárbara no dia 2 de novembro, Dia de Finados, a partir das 7h. Na ocasião, os servidores prestarão esclarecimentos e realizarão o recadastramento dos responsáveis que comparecerem ao local.

Fontanella também pediu a colaboração da população para divulgar a convocação, principalmente entre familiares que atualmente residem em outras cidades, mas mantêm túmulos no município.

“Repassem essas informações para vizinhos, familiares. Muitas pessoas fora de Lauro Müller, que saíram daqui também, têm parentes aqui. Eles têm espaços também no cemitério. Então, quanto mais a gente divulgar, a gente vai poder ter sucesso aí nesse recadastramento”, ressaltou.

Além do Santa Bárbara, localizado na região central, a Prefeitura administra o Cemitério do Guatá, no distrito de mesmo nome. Conforme o supervisor, o recadastramento nessa segunda unidade está previsto para começar em 2027.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=zMF1-pL80v8

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Coorsel anuncia redução de 21,10% na tarifa de energia elétrica para associados

Por Rádio Guarujá21/10/2026 11h51
Foto/Redação
Os associados da Cooperativa Regional Sul de Eletrificação Rural (Coorsel) terão uma redução de 21,10% na tarifa de energia elétrica. A informação foi confirmada pelo presidente da cooperativa, Arilton Franciscone Cândido, conhecido como Xela, durante entrevista ao Jornal da Guarujá, na manhã desta quarta-feira (21). Acompanhado do vice-presidente, Fred, ele apresentou os resultados dos investimentos realizados nos últimos anos e destacou os benefícios da nova tarifa, especialmente para os produtores rurais de Orleans, Treze de Maio e Pedras Grandes.

Segundo Xela, a redução foi definida após a revisão tarifária realizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em setembro. Enquanto consumidores de outras distribuidoras enfrentaram reajustes, os associados da Coorsel passaram a contar com uma tarifa menor.

“Além de não subir, a gente reduziu em 21,10%. É uma redução muito importante. Quando pegamos a cooperativa, éramos a 18ª entre as 22 cooperativas, com uma das energias mais caras. Hoje passamos a ser a sexta, com uma das energias mais baratas do Brasil”, afirmou Xela.

O presidente atribuiu o resultado aos investimentos realizados na infraestrutura elétrica, especialmente à construção da subestação de Treze de Maio, inaugurada em setembro de 2025. A obra recebeu aproximadamente R$ 20 milhões e permitiu que a cooperativa reduzisse despesas anteriormente pagas à Celesc pelo uso de suas subestações.

Outro investimento destacado foi a construção de um alimentador de aproximadamente 40 quilômetros, que liga a subestação de Treze de Maio a Orleans, com passagem por Pedras Grandes. A nova rede conta com postes de 13 metros, cabos protegidos e equipamentos modernos, com o objetivo de melhorar a qualidade e a segurança do fornecimento.

Desde 30 de agosto, conforme o presidente, a área de Orleans atendida pela cooperativa passou a receber energia por meio da nova estrutura. Somados, os investimentos em subestação, redes e equipamentos se aproximam de R$ 50 milhões.

Um dos principais benefícios da nova tarifa será percebido pelos agricultores, especialmente aqueles que dependem de grande quantidade de energia elétrica para manter suas atividades.

Durante a entrevista, Xela citou produtores de fumo, criadores de aves e agricultores que trabalham com gado leiteiro como exemplos de consumidores que poderão ter uma redução expressiva nas despesas mensais.

“Uma estufa de fumo gasta quatro, cinco, seis mil reais por mês. Imagina com a tarifa reduzida em 21%. Ele vai economizar mil, mil e poucos reais por mês. Em três ou quatro meses, são quatro, cinco mil reais que deixa de gastar”, exemplificou.

Para uma propriedade rural com conta mensal de R$ 5 mil, por exemplo, a redução de 21,10% representa uma economia aproximada de R$ 1.055 por mês, considerando apenas a aplicação desse percentual sobre o valor da tarifa.

O vice-presidente Fred também destacou o impacto da medida no orçamento das famílias e a importância de manter os investimentos na qualidade do fornecimento.

Segundo ele, a economia acumulada ao longo de um ano poderá representar um alívio significativo para os associados, especialmente aqueles que utilizam energia elétrica em atividades produtivas.

Energia da Coorsel está cerca de 30% mais barata que a da Celesc, afirma presidente

Outro dado apresentado durante a entrevista foi a diferença entre as tarifas da Coorsel e da Celesc. Conforme Xela, a energia fornecida pela cooperativa está aproximadamente 30% mais barata que a da distribuidora estadual.

O presidente citou o loteamento São Jerônimo, em Orleans, onde moradores de ruas próximas podem ser atendidos por distribuidoras diferentes e, consequentemente, pagar valores distintos pela energia elétrica.

Ele também afirmou que aproximadamente 95% da área rural de Orleans é atendida pela Coorsel, além de algumas localidades consideradas parte do perímetro urbano.

De acordo com Xela, a nova subestação também trouxe maior autonomia para a cooperativa, o que permite respostas mais rápidas diante de problemas no fornecimento e reduz a dependência da estrutura da Celesc.

Cooperativa anuncia novos investimentos na rede rural

Apesar das obras já realizadas, a direção da Coorsel reconhece que ainda existem necessidades importantes de melhorias na distribuição de energia, principalmente nas comunidades rurais.

Entre as prioridades estão a ampliação da rede trifásica, a substituição de estruturas antigas e a transferência de redes que atualmente passam pelo interior das propriedades para as margens das estradas, o que facilita o acesso das equipes de manutenção.

O vice-presidente Fred destacou que parte da rede rural ainda precisa de atenção, com a instalação de postes mais resistentes e cabos de maior capacidade.

Xela explicou que a cooperativa já possui projetos para novos alimentadores de três a cinco quilômetros em diferentes localidades. As obras serão definidas conforme as prioridades apresentadas pelas equipes técnicas de cada município.

“Agora a cooperativa vai investir nesses processos e levar energia trifásica para a maior quantidade possível de pessoas”, afirmou.

Presidente destaca situação financeira e capacidade para atender novas empresas

Durante a entrevista, Xela também apresentou informações sobre a situação financeira da cooperativa. Segundo ele, os investimentos realizados nos últimos anos foram pagos com recursos próprios, sem a necessidade de financiamentos.

O presidente afirmou que a Coorsel mantém uma reserva financeira de pelo menos R$ 5 milhões em caixa e que a instituição não possui dívidas relacionadas às obras executadas.

Ele também destacou que a ampliação da capacidade de fornecimento representa uma oportunidade para o desenvolvimento econômico dos municípios atendidos.

“Agora nós temos uma energia barata, uma energia de qualidade, temos subestação e temos energia à vontade”, declarou, ao comentar a possibilidade de instalação de novas indústrias na região.

Ao final da entrevista, Xela ressaltou que os resultados são fruto do trabalho conjunto da diretoria, do conselho fiscal e dos funcionários da cooperativa. O presidente afirmou que a prioridade, a partir de agora, será ampliar as melhorias nas comunidades rurais e garantir que os associados tenham acesso à energia elétrica com qualidade e tarifas competitivas.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=HfbeZ_4HUcM

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Banco de Leite de Criciúma enfrenta estoque crítico e cobra apoio de secretarias de Saúde da região Enfermeira alerta que municípios não estã

Por Rádio Guarujá21/10/2026 11h48
Foto/Divulgação – Redes Sociais

Conforme o Portal Ligado no Sul noticiou nesta terça-feira (20), o Banco de Leite Humano do Hospital Materno Infantil Santa Catarina, em Criciúma, enfrenta uma situação crítica devido à baixa quantidade de leite materno disponível para alimentar os bebês internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal. Durante entrevista ao Jornal da Guarujá, na manhã desta quarta-feira (21), a enfermeira Karolyne Sebastião, supervisora e responsável técnica do Banco de Leite, especialista em aleitamento materno e estomaterapia, revelou que, além da preocupação com o estoque, o hospital enfrenta dificuldades para receber doações de outros municípios, onde as secretarias de Saúde não estariam cumprindo o acordo de recolher o leite diretamente nas residências das doadoras.

Segundo Karolyne, na terça-feira (20), o banco contava com menos de seis litros de leite materno. A quantidade é insuficiente para manter uma margem de segurança, já que o consumo diário estava em aproximadamente 1,44 litro. A próxima remessa está prevista somente para sexta-feira (23), o que aumenta a preocupação com a continuidade do atendimento.

“Normalmente, quando o estoque chega a dez litros, precisamos conversar com os médicos para priorizar a distribuição do leite aos bebês prematuros extremos, de muito baixo peso ou que apresentam problemas gastrointestinais”, explicou.

A enfermeira demonstrou preocupação com a possibilidade de precisar restringir a distribuição do leite humano, situação que pode comprometer o atendimento a todos os recém-nascidos internados na UTI Neonatal.

“Não queremos chegar ao ponto de ter que escolher quais bebês receberão o leite. Normalmente, conseguimos atender todos os recém-nascidos da UTI Neonatal”, lamentou Karolyne.

Secretarias de Saúde não estariam cumprindo acordo para recolher doações

Um dos pontos mais preocupantes revelados durante a entrevista é que a dificuldade não está necessariamente na falta de mulheres dispostas a doar, mas na ausência de coleta do leite materno em municípios atendidos pelo hospital.

Em Criciúma, o recolhimento é realizado pela própria equipe do Banco de Leite. Já nas demais cidades, o serviço depende das secretarias municipais de Saúde, que, conforme acordo estabelecido com o hospital, deveriam buscar as doações diretamente nas casas das mães.

De acordo com Karolyne, o hospital disponibiliza todos os materiais necessários para o transporte,como caixas térmicas, placas de gelo reutilizáveis, termômetros e frascos esterilizados. Caberia às secretarias recolher o leite nas residências e encaminhá-lo ao hospital, aproveitando os deslocamentos já realizados para o transporte de pacientes.

“O acordo com as secretarias foi justamente a mãe não precisar ter que sair de casa. Seria eles buscarem na porta da casa da mãe o leite, entregar o pote vazio que a gente já dá para eles durante a semana e trazer esse leite para o hospital no dia que eles já estão trazendo os outros pacientes”, relatou.

A situação se torna ainda mais delicada porque muitas das doadoras são mulheres que acabaram de dar à luz e estão nos primeiros dias de recuperação após o parto. Algumas têm bebês com poucos dias de vida e, mesmo dispostas a contribuir, acabam diante da dificuldade de precisar sair de casa para entregar o leite.

Para a enfermeira, não é razoável transferir essa responsabilidade às mães, especialmente quando existe um acordo para que o recolhimento seja realizado pelas equipes municipais.

Karolyne afirmou que as dificuldades se intensificaram há cerca de três meses, embora anteriormente o relacionamento com as secretarias fosse considerado satisfatório. A direção do hospital já iniciou contatos com representantes da área da saúde para tentar regularizar as coletas.

Falta de coleta pode comprometer alimentação de recém-nascidos

O Banco de Leite do Hospital Materno Infantil Santa Catarina atende bebês de diferentes municípios do Sul catarinense e de regiões próximas ao Rio Grande do Sul. O leite humano doado é especialmente importante para recém-nascidos prematuros, de muito baixo peso e com problemas gastrointestinais.

A falta de regularidade no recolhimento das doações pode comprometer o abastecimento da unidade, mesmo quando existem mães dispostas a contribuir. Com o estoque abaixo do nível considerado seguro, a situação exige uma resposta das secretarias municipais de Saúde responsáveis pelo transporte.

Durante a entrevista, Karolyne também explicou que o hospital enfrentou dificuldades temporárias para cadastrar novas doadoras devido à manutenção de um veículo e ao afastamento de uma funcionária por motivo de saúde. A profissional informou que a equipe trabalha para regularizar os atendimentos e organizar as visitas às mulheres que aguardam o cadastro. As interessadas em doar leite materno ou obter mais informações podem entrar em contato com o Banco de Leite pelo telefone (48) 98849-6636.

Enquanto busca ampliar as doações, o Banco de Leite depende também da colaboração dos municípios para que o leite materno chegue ao hospital. A regularização das coletas é essencial para evitar que a falta de transporte impeça o aproveitamento de doações destinadas aos recém-nascidos.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=HfbeZ_4HUcM  

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