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Rádio Guarujá
Santa Catarina não terá Lei Seca nas eleições; PM terá reforço no policiamento
Por Rádio Guarujá02/10/2026 15h40
Foto/Arquivo Redação
Santa Catarina não terá Lei Seca durante o primeiro turno das Eleições 2026, marcado para este domingo (4). A informação foi confirmada pelo capitão Valdir Cristóvão de Oliveira Júnior, comandante da 2ª Companhia do 29º Batalhão da Polícia Militar de Santa Catarina, durante entrevista ao Jornal da Guarujá.
Segundo o comandante, a adoção da medida pode variar entre os estados. Em Santa Catarina, até o momento, a Polícia Militar não recebeu nenhuma determinação estabelecendo restrições relacionadas às bebidas alcoólicas durante o período eleitoral.
“Aqui em Santa Catarina, até o presente momento, não haverá Lei Seca. Então, nós não recebemos nenhuma orientação do TRE com relação à Lei Seca. Na véspera não vai haver essa proibição”, explicou.
Outra dúvida esclarecida durante a entrevista foi sobre as prisões no período que antecede a votação. O capitão destacou que as restrições previstas pela legislação eleitoral não impedem prisões em flagrante.
“As prisões em flagrante ainda continuarão ocorrendo. É um trabalho que a gente continua realizando”, afirmou.
Para garantir a segurança durante o fim de semana, a Polícia Militar realizará uma operação especial. Os trabalhos começam à zero hora de sábado (3) e seguem até a meia-noite de domingo para segunda-feira. A atenção será reforçada principalmente a partir da noite de sábado e durante a madrugada que antecede a votação.
No domingo, todo o efetivo disponível da companhia estará mobilizado. O policiamento será reforçado tanto nos principais locais de votação das cidades quanto nos colégios eleitorais localizados no interior dos municípios atendidos pela unidade.
“Todos estão escalados, desde o comandante até todas as guarnições de serviço, para que a gente possa fazer a maior entrega no domingo”, destacou Valdir.
A atuação será principalmente preventiva, mas também haverá acompanhamento do serviço de inteligência. Segundo o comandante, o trabalho será realizado em conjunto com a Justiça Eleitoral, respeitando as atribuições de cada órgão.
“A nossa atuação vai ser muito preventiva. A gente estará de forma ostensiva e também de forma velada. Teremos também o apoio do serviço de inteligência”, explicou.
A Polícia Militar trabalha com a expectativa de uma eleição mais tranquila em comparação com as disputas municipais. Conforme o capitão, as eleições locais normalmente envolvem uma presença mais próxima das candidaturas nas comunidades, o que tende a aumentar a movimentação no dia da votação.
“A gente tem a expectativa de que essa eleição será um pouco mais tranquila do que as eleições municipais”, afirmou.
Mesmo com essa expectativa, todo o efetivo recebeu orientações sobre a forma de atuação e estará preparado para atender possíveis ocorrências. A PM também chama atenção para a possibilidade de filas nos locais de votação, diante da quantidade de escolhas que o eleitor precisará fazer na urna.
“Cada eleição tem a sua característica. A gente está preparado também para o pior, mas temos essa expectativa de que será um pleito tranquilo”, concluiu o comandante.
Maga Stopassoli analisa cancelamento de debate e reta final das eleições
Por Rádio Guarujá02/10/2026 15h36
Foto/Divulgação
A dois dias das eleições, os últimos movimentos das campanhas aumentaram ainda mais a temperatura da disputa. O cancelamento do debate presidencial da TV Globo, as estratégias adotadas por Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) e as movimentações das candidaturas em Santa Catarina estiveram entre os assuntos analisados pela jornalista e analista política Maga Stopassoli , em entrevista ao Jornal da Guarujá nesta sexta-feira (2).
Maga, que também fará parte da equipe da Guarujá FM na cobertura das Eleições 2026, classificou como histórico o que aconteceu na noite de quinta-feira (1º), quando o debate da Globo foi cancelado poucas horas antes do horário previsto.
A decisão ocorreu após uma sequência de mudanças envolvendo a Justiça Eleitoral. Uma decisão da ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), alterou as condições previstas pela emissora para a ausência de Lula. Mais tarde, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a inclusão de Renan Santos (Missão) no debate.
“Foi uma bagunça, ninguém morre de tédio e as campanhas reagiram como puderam”, resumiu Maga.
Lula já havia decidido não participar do encontro e concedeu entrevista ao Flow Podcast. Flávio Bolsonaro, que até então estava confirmado, também anunciou que não compareceria. Outros candidatos já estavam nos estúdios quando receberam a informação de que o programa não seria mais realizado.
Para Maga, o que tornou o episódio ainda mais significativo foi justamente o momento em que ocorreu. Tradicionalmente realizado às vésperas da votação, o último debate da Globo costuma ocupar espaço importante na reta final da campanha.
“Foi histórico, sim, porque ele não foi um debate que não foi anunciado. ‘Olha, dessa vez a Globo não vai fazer o debate’. Não. Ele foi cancelado duas, três horas antes de começar. Isso é histórico”, afirmou.
Na avaliação da jornalista, o episódio também mostra uma mudança na forma como as campanhas chegam ao eleitor. Com candidatos utilizando podcasts, transmissões ao vivo e entrevistas individuais, ela acredita que as sabatinas podem ganhar cada vez mais espaço.
“Eu acredito que as sabatinas, as entrevistas individuais, vão passar a ser mais úteis para o eleitor”, disse.
Questionada sobre quem poderia ser mais prejudicado pelo cancelamento, Maga evitou atribuir ao episódio peso suficiente para alterar sozinho o resultado da eleição. Para ela, as campanhas, no entanto, devem explorar politicamente o que aconteceu até o fim da corrida eleitoral.
“Eu não sei se chega a ter prejuízo real para algum deles. Honestamente, eu não sei se isso chega a impactar na campanha a ponto de dizer que vai definir a eleição a partir disso”, avaliou.
Maga também criticou o que considera uma participação excessiva do Judiciário em questões relacionadas à disputa eleitoral.
“Embora o Judiciário viva um momento de excesso de protagonismo, na minha percepção, é muita participação, é muito holofote. Se debate tem regra estabelecida, por que o TSE precisa entrar em campo?”, questionou.
Ao analisar as decisões tomadas pelas duas principais campanhas depois da mudança de cenário, a jornalista avaliou que tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro optaram por espaços nos quais poderiam falar diretamente com seus públicos. Enquanto Lula participou do podcast, Flávio fez uma transmissão pelas redes sociais.
“As campanhas vão explorar isso até a última gota porque é o que tem agora”, afirmou.
Para Maga, a movimentação também mostra que a polarização continua presente às vésperas da eleição. As candidaturas que tentaram ocupar um espaço alternativo não conseguiram, até aqui, romper essa dinâmica, enquanto parte do eleitorado ainda define o voto nos últimos dias.
“Eu vejo que, das últimas duas semanas para cá, tem muita gente definitivamente escolhendo os seus candidatos. Então, por isso, agora na reta final tem muita gente que toma decisão agora”, observou.
Em Santa Catarina, a última semana também foi marcada por novos movimentos. Maga citou, entre eles, a declaração de voto de João Rodrigues (PSD), candidato ao Governo do Estado, em Flávio Bolsonaro para a Presidência. A manifestação repercutiu no cenário estadual e provocou reações, inclusive do prefeito de Florianópolis, Topázio Neto.
“Foi ação e reação”, definiu.
A disputa pelas duas vagas ao Senado também entrou na análise. Para Maga, essa é uma das corridas que ainda concentram atenção especial no Estado nesta reta final, diante da proximidade entre diferentes candidaturas.
Com a votação marcada para domingo (4), a jornalista acredita que as últimas horas de campanha ainda serão importantes, especialmente para conquistar os eleitores que deixaram a escolha para os últimos dias.
“Hoje é sexta-feira. Só tem mais hoje, amanhã e domingo a gente já vai votar. E aí é maluquice o que acontece nessa hora, com as pessoas definindo voto”, afirmou.
Maga Stopassoli estará ao lado da equipe da Guarujá FM na cobertura especial das Eleições 2026 neste domingo, acompanhando a votação, a apuração e os principais desdobramentos do cenário político catarinense e nacional.
Três cores, uma causa: Guarajá inicia Outubro Rosa com alerta para prevenção do câncer de mama
Por Rádio Guarujá01/10/2026 12h00
Foto/Divulgação
Durante o mês de setembro, a Rádio Guarujá abriu espaço para falar sobre saúde mental e a importância do cuidado com a vida. Nesta quinta-feira, 1º de outubro, uma nova cor ganha destaque: começa o Outubro Rosa, campanha que reforça a conscientização sobre o câncer de mama e a importância do diagnóstico precoce.
Dentro da proposta “Três cores, uma causa”, a emissora dá continuidade às ações voltadas à saúde e à prevenção. Para marcar o início do Outubro Rosa, o Jornal da Guarujá conversou com Alice Jorge Dino, vice-presidente nacional da Rede Feminina de Combate ao Câncer.
Alice destacou que, apesar da mobilização ganhar força durante outubro, os cuidados com a saúde da mulher precisam fazer parte da rotina durante todo o ano.
“A gente sabe que o mês de outubro acaba sendo dedicado ao cuidado das mamas, ao cuidado da saúde da mulher. Então, reforçamos muito esse período, mas sabemos que precisamos nos cuidar o ano inteiro”, afirmou.
Mobilização ocorre em todo o país
A Rede Feminina de Combate ao Câncer desenvolve diferentes ações de prevenção e conscientização pelo Brasil. As atividades variam de acordo com cada estado e município e incluem campanhas para realização de exames preventivos e mamografias, caminhadas, pedaladas e outras iniciativas voltadas à saúde da mulher.
“A nossa expectativa é ter cada vez mais mulheres se cuidando, fazendo a mamografia, todo esse cuidado que a gente precisa mesmo fazer”, explicou Alice.
Segundo a vice-presidente nacional, um dos principais desafios enfrentados no país ainda é fazer com que os exames cheguem às mulheres que precisam deles. A realidade, no entanto, não é a mesma em todas as regiões.
Em alguns locais, há dificuldade para conseguir uma mamografia e a espera pode chegar a meses. Em outros, existem exames disponíveis, mas parte das mulheres não procura o serviço.
“Tem estado em que realmente vemos muita dificuldade e não se consegue fazer uma mamografia. Às vezes, demora três, cinco meses para conseguir fazer esse exame. Já em outros estados, temos dificuldade de esse paciente chegar de fato às consultas e aos exames”, relatou.
Distância também dificulta acesso aos exames
Alice chamou atenção ainda para municípios que não possuem mamógrafos. Nesses casos, as mulheres precisam se deslocar para outras cidades e, em algumas situações, percorrer grandes distâncias para realizar o exame.
Para ela, ampliar a conscientização é importante, mas precisa estar acompanhado de estrutura para que as mulheres consigam efetivamente realizar os procedimentos necessários.
“Muito é o acesso, ter esses exames disponibilizados, facilitar para que essas mulheres possam fazer a mamografia e o preventivo, o que infelizmente não é uma realidade de todo o Brasil”, afirmou.
A vice-presidente também defendeu maior participação do poder público nas ações de prevenção e na ampliação do acesso aos exames.
“A gente precisa muito do apoio do poder público, que precisa estar somando junto com a gente para fazer uma ação, uma mobilização”, destacou.
Diagnóstico precoce faz diferença
Outro alerta feito durante a entrevista foi para a chegada de pacientes aos serviços de saúde quando a doença já está em estágio mais avançado. Segundo Alice, essa realidade reforça a importância de facilitar o acesso aos exames e estimular as mulheres a manterem os cuidados de saúde em dia.
“A gente sabe que o câncer tem cura, desde que seja diagnosticado no começo. Infelizmente, os pacientes já chegam com estado muito avançado para o tratamento”, disse.
“Elas não estão sozinhas”
Ao final da entrevista, Alice deixou uma mensagem especialmente às mulheres que já receberam o diagnóstico e estão enfrentando o tratamento contra o câncer.
Segundo ela, a doença provoca impactos que vão além da paciente e podem atingir emocionalmente toda a família. Nesse momento, o acolhimento e a rede de apoio também têm papel importante.
“A gente pode falar que o tratamento é difícil, mas elas não estão sozinhas. A gente sabe que esse turbilhão de emoções acontece, que não afeta somente a paciente, infelizmente acaba afetando toda a família”, afirmou.
A vice-presidente destacou que voluntários da Rede Feminina espalhados pelo país atuam justamente no acolhimento e apoio às mulheres durante esse período.
“O que a gente tem para dizer é que tenham força, que tenham coragem. A batalha é árdua, mas ela tem resultado, sim, e dizer que ela não está sozinha”, concluiu.
Jorge Koch destaca segurança, saúde e infraestrutura como prioridades na disputa por vaga na Alesc
Por Rádio Guarujá30/09/2026 17h24
Foto/Divulgação
Com uma trajetória que reúne dez anos como vereador, dois mandatos como prefeito de Orleans e atuação como delegado regional, Jorge Koch, candidato a deputado estadual pelo MDB, chega à reta final da campanha defendendo uma atuação voltada principalmente para segurança pública, saúde e infraestrutura. Em entrevista ao Jornal da Guarujá, ele também falou sobre sua experiência na administração pública, a importância dos municípios terem mais recursos e a possibilidade de Orleans conquistar, pela primeira vez, um representante com mandato na Assembleia Legislativa de Santa Catarina.
Koch afirma que a candidatura foi construída ao longo de mais de um ano de trabalho, com visitas a municípios da região Sul e também da Serra catarinense. Segundo ele, foram percorridos os 45 municípios da região Sul por diversas vezes, além de uma parte significativa dos municípios da região serrana, onde também buscou apoio de lideranças locais.
“É uma campanha bem sedimentada, bem fundamentada, onde a gente cada dia que passa entra em contato com as nossas lideranças e principalmente aqui na região com o nosso eleitor direto”, afirmou.
O candidato também destacou que sua entrada na disputa ocorreu após o deputado estadual Volnei Weber decidir não concorrer novamente ao cargo. Para Koch, a possibilidade representa uma oportunidade de Orleans conquistar, pela primeira vez, um representante com mandato na Assembleia Legislativa.
“Talvez agora nós tenhamos a grande oportunidade, até porque essa candidatura não apareceu do nada. Ela aparece depois de um ano e meio de trabalho que a gente colocou pela estrada, visitando todos os 45 municípios da região por diversas vezes”, declarou.
Segurança pública é uma das prioridades
A segurança pública aparece entre as principais bandeiras apresentadas por Koch. A área tem relação direta com sua trajetória profissional como delegado, mas o candidato também citou saúde e infraestrutura como temas que pretende levar para o Legislativo estadual.
“Eu, na Assembleia Legislativa, como delegado, vou falar de segurança pública, porque os demais que estarão lá são de outros segmentos”, disse.
Na saúde, Koch pretende defender maior participação do governo estadual no financiamento dos consórcios municipais. Ele afirma que essas estruturas ajudam as prefeituras na aquisição de medicamentos, consultas e exames com custos menores.
“Eu quero gritar na Assembleia que o governo do Estado deve aportar, colocar mais recursos nos consórcios. Eu quero ser uma voz ativa lá na Assembleia para chamar a atenção do governador sobre o problema das rodovias”, afirmou.
O candidato também defendeu a atuação do deputado como fiscalizador do Poder Executivo. Segundo Koch, a execução das obras e serviços cabe ao governo estadual, enquanto o parlamentar pode cobrar, fiscalizar e destinar recursos por meio de emendas.
“Deputado é legislador, deputado é fiscalizador. Ele fiscaliza aquilo que o governo tem realizado. Está certo, vai fiscalizar; está errado, vai denunciar”, explicou.
Rodovias e infraestrutura
Entre as demandas que Koch pretende defender está a melhoria da infraestrutura rodoviária de Santa Catarina, com atenção para a região Sul. Ele citou a necessidade de duplicações e terceiras faixas e afirmou que pretende cobrar ações do governo estadual.
“Eu quero ser uma voz ativa lá na Assembleia para chamar a atenção do governador sobre o problema das rodovias da nossa região, duplicações, terceiras faixas. Este é o papel do deputado”, afirmou.
Durante a entrevista, Koch também destacou a saúde entre as áreas que pretende priorizar e falou sobre o compromisso com o Hospital Santa Teresinha, em Braço do Norte. Para reforçar essa posição, lembrou os investimentos que, segundo ele, foram realizados no Hospital Santa Otília, em Orleans, durante os oito anos em que esteve à frente da prefeitura. O candidato afirmou que pretende manter essa atuação caso seja eleito, buscando recursos para dar continuidade aos investimentos no hospital de Braço do Norte.
“Enquanto prefeito, em oito anos, eu investi mais de R$ 3 milhões, totalizando R$ 24 milhões no período que fui prefeito. Então, o Hospital Santa Teresinha está no nosso radar”, declarou.
Koch também citou os investimentos destinados pelo deputado Volnei Weber ao hospital e afirmou que, caso seja eleito, pretende utilizar emendas parlamentares e buscar recursos junto ao governo estadual.
Mais recursos para os municípios
Outra pauta defendida por Koch é a descentralização dos recursos públicos. Ao lembrar o período em que presidiu a Federação Catarinense de Municípios (Fecam), o candidato afirmou que os municípios deveriam receber uma parcela maior dos recursos arrecadados pelos governos federal e estadual.
“Se o governo federal e o governo estadual colocassem o recurso direto na mão do prefeito, o prefeito sabe qual é a creche que ele precisa abrir, qual é a rua que ele precisa arrumar, qual é a escola que ele precisa reformar para dar condição para o seu aluno”, afirmou.
Koch também criticou a concentração de recursos em Brasília e Florianópolis e defendeu que o dinheiro público esteja mais próximo das administrações municipais. Segundo ele, os prefeitos conhecem diretamente as necessidades da população e têm condições de definir onde os recursos devem ser aplicados.
“Por isso eu sempre falava: vamos colocar menos dinheiro em Brasília e menos dinheiro em Florianópolis. E vamos trazer dinheiro para os municípios”, declarou.
Na reta final da campanha, Koch aproveitou o espaço destinado às considerações finais para falar diretamente aos eleitores e pedir o voto. Ele destacou sua trajetória na vida pública e afirmou que a eleição depende da participação dos moradores da região.
“Depois de um ano e meio de campanha, depois de 20 anos de delegado, depois de oito anos prefeito de Orleans, 10 anos vereador, eu peço o seu voto. Você que está na dúvida, você que não decidiu, por que não votar em Jorge Koch?”, afirmou.
Ao falar sobre a importância de cada eleitor comparecer às urnas, Koch também defendeu que os moradores da região escolham um candidato com ligação com o Sul de Santa Catarina.
“Nós temos quase 20 mil eleitores, precisamos que você vá à urna, o seu voto é extremamente importante. Se você não vai, seu vizinho não vai, o senhor João não vai, quase ninguém vai, eu não vou levar voto. Esse voto vai para outro candidato de outra região. É preciso que todos nós, no domingo de manhã, saiamos de casa, damos um voto e vamos à urna. E lá na urna confirmamos Jorge Koch, delegado Jorge Koch, 15.000”, declarou.