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Rádio Guarujá
36ª sessão da Câmara de Orleans debate drenagem, adoção de animais e transparência
Por Rádio Guarujá22/09/2026 10h53
Fotos/redação
A 36ª sessão da Câmara de Vereadores de Orleans teve entre os principais assuntos uma solicitação de moradores da comunidade de Palmeira Alta, a proposta de criação de feiras de adoção de animais e um requerimento que pede esclarecimentos sobre informações relacionadas aos valores pagos aos servidores públicos municipais.
Durante a sessão, a vereadora Marlise Zomer apresentou uma demanda encaminhada por moradores de Palmeira Alta relacionada a problemas de drenagem. Segundo ela, a água estaria atingindo áreas próximas às residências e prejudicando o acesso dos moradores.
“Os proprietários daquela localidade entraram em contato comigo, me mandaram os vídeos. Já tinha feito essa solicitação há uns três meses atrás. É realmente uma demanda que precisa bastante. A água vai ao espaço das casas deles e agora eles não têm nem como sair daquele local porque faz um buracão”, relatou.
A vereadora pediu que a situação seja analisada e que seja buscada uma solução para a comunidade. Segundo as informações apresentadas durante a sessão, o trecho seria de responsabilidade do Estado. A Câmara deve encaminhar a solicitação à Secretaria de Estado da Infraestrutura.
Reunião nesta terça-feira discute projeto para incentivar adoção de animais
Outro assunto discutido foi a elaboração de um projeto para incentivar a adoção de cães em Orleans. A proposta, apresentada pela vereadora Maiara Dal Ponte Martins, deve ser construída em conjunto pelos vereadores e prevê parcerias com entidades públicas, privadas e organizações ligadas à causa animal.
A ideia é aproveitar eventos realizados aos sábados no município para promover feiras de adoção. Poderão participar animais que estão no canil municipal e também aqueles acolhidos por organizações e entidades de proteção animal.
“É um projeto que eu venho desenvolvendo juntamente com a parceria dos colegas vereadores, para que a gente faça um projeto desenvolvido pela Câmara de Vereadores e não pela vereadora Maiara, e sim por todos os vereadores”, explicou.
Uma reunião para discutir a proposta acontece nesta terça-feira (22), às 18h, na Câmara de Vereadores de Orleans, com a participação de representantes do comércio, entidades de proteção animal, organizações não governamentais, vereadores, setor jurídico da Câmara e FAMOR.
O encontro deve avaliar a legalidade da proposta e definir como poderão ser estabelecidas as parcerias para a realização das feiras de adoção.
Segundo Maiara, a proposta busca criar uma parceria entre o poder público e a iniciativa privada para ampliar as oportunidades de adoção dos animais.
Requerimento pede esclarecimentos sobre valores pagos a servidores
Também foi aprovado por unanimidade o Requerimento nº 0023/2026, de autoria dos vereadores da oposição, que solicita informações sobre valores relacionados à folha de pagamento dos servidores públicos municipais.
De acordo com a vereadora Maiara, servidores procuraram os vereadores após identificarem uma diferença entre os valores divulgados nas redes sociais da Prefeitura e aqueles disponíveis no Portal da Transparência.
“Recebemos uma solicitação de informação de servidores perguntando por que divergia a informação que estava no Portal da Transparência da Prefeitura para a informação que estava no site da Prefeitura. Como fomos analisar, realmente não estava batendo”, afirmou.
Segundo a vereadora, os parlamentares tentaram realizar os cálculos para compreender a diferença, mas não chegaram a um valor que explicasse os números apresentados. Por isso, o requerimento busca esclarecer a origem da divergência.
Maiara ressaltou que o pedido de informações não representa uma acusação de irregularidade.
“É uma sugestão. A gente não está apontando que tem irregularidades, mas que tem uma divergência de valores ali na rede social”, afirmou.
Conforme os números mencionados durante a sessão, uma publicação da Prefeitura apresentava um valor na faixa de R$ 3 milhões, enquanto o Portal da Transparência indicava aproximadamente R$ 5,5 milhões em valores brutos e R$ 4 milhões em valores líquidos.
Os vereadores agora aguardam os esclarecimentos do Executivo para entender a diferença entre os dados e, caso seja constatada uma inconsistência na divulgação, avaliar a necessidade de uniformizar as informações disponibilizadas à população.
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Em entrevista ao Jornal da Guarujá, Esperidião Amin defende atuação do Senado e fala sobre reeleição
O Jornal da Guarujá conversou, na manhã desta sexta-feira (18), com o senador Esperidião Amin (Progressistas), candidato à reeleição ao Senado por Santa Catarina. Durante a entrevista, o parlamentar falou sobre a atuação do Senado Federal, fez críticas a decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF), comentou a disputa eleitoral no Estado e antecipou que pretende disputar a presidência do Senado caso conquiste um novo mandato.
Um dos principais assuntos abordados foi a relação entre o Senado e o Supremo. Amin afirmou que, na avaliação dele, o Senado precisa exercer sua função constitucional de analisar pedidos de impeachment de ministros da Corte.
Ao comentar uma decisão recente envolvendo pedidos de investigação, o senador fez críticas a ministros do STF e defendeu que autoridades públicas também estejam sujeitas a investigação.
“Se não pode investigar um ministro do Supremo, depois dessa evidência, perguntas como a seguinte: o senhor acha que eu devo fugir, sair do país?”, questionou Amin durante a entrevista.
O candidato também relacionou o tema à segurança pública e afirmou que decisões tomadas pelas instituições podem afetar a percepção dos profissionais que atuam na área.
“Se nós temos que prestigiar o profissional aqui, o policial que protege você e a sua cidade, imagina o desestímulo que essa atitude que foi tomada por vários ministros do Supremo representa para o Brasil”, afirmou.
Para Amin, uma das atribuições do Senado é analisar pedidos de impeachment de ministros do STF. Ele criticou declaração atribuída ao atual presidente do Senado, segundo a qual nem mesmo com 80 assinaturas seria aberto um processo de impeachment contra um ministro da Corte.
“Isso é castrar, jogar fora uma atribuição, uma responsabilidade do Senado, com o que eu não posso concordar”, disse.
Disputa eleitoral
Durante a entrevista, Amin também foi questionado sobre a formação das alianças para a eleição deste ano e sobre sua relação com o governador Jorginho Mello (PL). O senador afirmou que a composição da chapa do PL é uma decisão do governador, que preside o partido, e que não cabe a ele interferir.
Sobre os demais candidatos, Amin disse que o eleitor deve comparar os currículos antes de escolher em quem votar.
“Não vote no número. Vote no currículo”, afirmou.
O senador citou sua trajetória política e os recursos destinados a Santa Catarina como parte do que considera seu histórico de atuação. Segundo Amin, foram R$ 703,95 milhões em emendas e cerca de R$ 500 milhões recuperados para obras em rodovias federais que, conforme relatou, haviam sido repassados pelo Estado ao governo federal.
Entre as rodovias mencionadas por ele estão as BRs-285, 163, 280 e 470.
Amin também destacou a aliança formada entre Progressistas e MDB e afirmou que a coligação representa, segundo sua avaliação, uma das maiores alianças já feitas em Santa Catarina por partidos que estão na oposição.
Presidência do Senado
A entrevista também teve um momento em que Amin foi questionado se a atual eleição poderia representar sua “última dança” na política catarinense, diante dos mais de 50 anos de vida pública.
O senador respondeu que esta seria, na verdade, a “penúltima” e revelou que pretende disputar a presidência do Senado caso seja reeleito.
“Se eu quero que a atitude do Senado não seja esta que está sendo, eu não posso ficar de fora da luta para que mude o sentido, a direção da cúpula do Senado Federal”, afirmou.
Amin disse que, após o segundo turno, pretende iniciar articulações para uma eventual candidatura à presidência da Casa. Ele citou, inclusive, a possibilidade de construir um acordo com a senadora Tereza Cristina, líder de seu partido, caso haja convergência em torno da mudança na direção do Senado.
Pedido de voto
No encerramento da entrevista, Amin pediu votos para sua candidatura e para integrantes da aliança formada para a eleição. Ele citou os candidatos e aliados que integram sua composição eleitoral e voltou a defender que os eleitores analisem o histórico dos candidatos antes de escolher.
Amin é candidato ao Senado pelo Progressistas e disputa a reeleição. Natural de Florianópolis, nasceu em 21 de dezembro de 1947. É administrador, advogado e professor. Ao longo da carreira, foi prefeito de Florianópolis por dois mandatos, governador de Santa Catarina por duas vezes, deputado federal e senador.
Nas urnas, Esperidião Amin concorre ao Senado com o número 111.
Caixa apresenta nova proposta aos empregados, mas greve continua em Tubarão e região
Por Rádio Guarujá17/09/2026 10h31
Foto:
Valter Campanato/Agência Brasil
A Caixa Econômica Federal apresentou uma nova proposta aos empregados durante uma reunião de negociação que começou na tarde de terça-feira (15) e avançou pela madrugada desta quarta-feira (16). A proposta será levada para avaliação da categoria, mas a greve dos empregados continua, por enquanto, sem previsão de encerramento.
A informação foi detalhada em primeira mão ao Jornal da Guarujá pelo presidente do Sindicato dos Bancários de Tubarão e Região, Armando Machado Filho. Segundo ele, a negociação foi longa e terminou somente durante a madrugada.
“Na verdade, a reunião avançou à madrugada. Ela começou ontem à tarde, foi à noite e foi à madrugada. E a Caixa apresentou uma proposta, cuja proposta nós vamos levar à assembleia para que os empregados da Caixa deliberem se aceitam”, explicou.
Entre os principais pontos apresentados está uma mudança no custeio do Saúde Caixa. A proposta prevê que, a partir de 2027, a participação da Caixa no custeio do plano passe dos atuais 6,5% para 9% da folha de pagamento.
O modelo solidário e o pacto intergeracional também serão mantidos, sem diferenciação das mensalidades de acordo com a idade dos beneficiários. A proposta estabelece contribuição de 3,7% da remuneração-base e prevê mensalidades específicas para dependentes, conforme as regras do plano.
O teto de comprometimento para o grupo familiar formado pelo titular e dependentes diretos ficará limitado a 9% da renda. A telemedicina também deverá continuar sem cobrança de coparticipação.
Para Armando, o Saúde Caixa foi um dos principais pontos de discussão durante o movimento dos trabalhadores.
“Esse era um ponto crucial para os empregados da Caixa, porque da forma como vinha se apresentando o Saúde Caixa era uma situação insustentável para os empregados da Caixa. Então era um ponto que ou eles reagiam dessa forma ou nunca mais voltaria a discutir sobre esse tema, pelo menos nos próximos dois anos”, afirmou.
A proposta também prevê a estruturação de um novo modelo de gestão para o Saúde Caixa, com prazo de até 60 dias para elaboração do projeto. A ideia é revisar a governança e a prestação de contas do plano, além de avaliar novas fontes de receita e soluções para a aposentadoria de empregados que ingressaram na Caixa a partir de 2018.
Mudanças no Super Caixa
Outro ponto da proposta envolve o Super Caixa. Entre as mudanças apresentadas estão a individualização dos indicadores, a ampliação da premiação para habilitação, alterações no acompanhamento das informações e a criação de uma comissão para analisar situações individuais.
Também estão previstos estudos, em 2027, para inclusão de novos produtos e revisão dos critérios utilizados para medir a satisfação dos clientes.
A Caixa manteve ainda o pagamento de R$ 3 mil por empregado como reconhecimento pelo resultado do índice de eficiência.
Segundo o documento apresentado na negociação, o pagamento de valores relacionados ao reajuste salarial, à Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e ao Super Caixa deverá ocorrer até 30 de setembro.
Dias de paralisação
A proposta também estabelece regras diferentes para a paralisação realizada em 20 de agosto e para os dias de greve de setembro.
A paralisação de 20 de agosto será abonada pela Caixa, sem desconto aos empregados. Já os dias de greve de setembro deverão ser compensados no prazo de até 180 dias, contados a partir da aprovação da proposta pela categoria.
Também está prevista a preservação dos direitos dos empregados que atuam como caixa-minuto e tesoureiro, para evitar prejuízos funcionais relacionados à paralisação.
Armando destacou que a proposta representa um avanço em alguns pontos, mas ainda está distante do que os empregados esperavam.
“É uma proposta que, na verdade, avançou de alguma forma, mas, como eu disse, ainda não está aquilo que os funcionários gostariam que tivesse e nem muito perto disso”, afirmou.
O presidente do sindicato ressaltou que a proposta foi recebida durante a madrugada e que ainda não houve tempo para uma análise detalhada com os trabalhadores.
“Isso saiu na madrugada. Nós não tivemos nem tempo de sentar e avaliar a proposta e discutir com os empregados. Nós vamos discutir a proposta, conversar com os colegas da Caixa para ver o que eles acham e depois, na sequência, vamos tentar imediatamente nos inteirar melhor dessas questões e levar para a assembleia”, disse.
Greve continua até decisão da categoria
Ainda não há data definida para a assembleia que vai analisar a proposta. De acordo com Armando, a intenção é realizar o encontro o mais rápido possível e permitir que os empregados participem de forma on-line.
“Vamos chamá-los para uma reunião on-line, onde todos, em qualquer dos rincões aí, poderão votar e deliberar sobre essa proposta que está sendo apresentada”, explicou.
Questionado sobre a continuidade da greve, Armando confirmou que o movimento permanece.
“A greve deve ser mantida, sim, porque nós temos que, de repente, buscar alguns pontos aqui para esclarecer. Essa proposta que está sendo apresentada, nós não tivemos tempo ainda. Vamos chamar os empregados para uma reunião e fazer o mais breve possível para que os bancários apreciem imediatamente essa proposta”, afirmou.
A decisão sobre a continuidade ou o encerramento da greve ficará, portanto, nas mãos dos empregados da Caixa, que deverão avaliar os pontos apresentados pela instituição e deliberar em assembleia.
Leatrice Bez coloca saúde e sucessão rural entre as principais propostas para o Sul de SC
Por Rádio Guarujá16/09/2026 11h45
Foto/Divulgação
Advogada e candidata a deputada estadual pelo MDB, Leatrice Bez vem percorrendo municípios de Santa Catarina desde o início do ano para conhecer de perto as demandas de diferentes regiões. Filha do ex-deputado federal Edinho Bez, ela decidiu colocar o nome à disposição para a eleição de 2026 e, durante entrevista ao Jornal da Guarujá, falou sobre as principais pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa.
Entre os temas destacados por Leatrice estão saúde, infraestrutura, segurança e sucessão rural. A candidata também falou sobre as dificuldades enfrentadas por famílias atípicas e sobre a necessidade de ampliar a atenção às pessoas que precisam de tratamentos e serviços especializados. Para o meio rural, uma das preocupações apresentadas é a continuidade das propriedades familiares e a permanência dos jovens no campo.
Leatrice contou que, desde janeiro, tem visitado municípios, instituições e projetos sociais, principalmente na região Sul. Entre os locais visitados estão 18 APAEs, além de cooperativas de crédito e de eletrificação rural. Segundo ela, essas visitas têm ajudado a conhecer de perto as necessidades de diferentes setores.
Uma das pautas que pretende levar para a Assembleia é a sucessão rural. Leatrice afirmou que muitos filhos de produtores estão deixando as propriedades para buscar oportunidades nos grandes centros e que é preciso criar condições para que essas famílias consigam dar continuidade ao trabalho no campo.
“Hoje a gente vê muitos filhos saindo do interior, indo para os grandes centros e não querendo mais seguir a atividade dos pais. Então precisamos discutir a sucessão rural e também algumas questões tributárias que acabam dificultando essa transferência”, explicou.
Na saúde, a candidata destacou principalmente as dificuldades enfrentadas por famílias atípicas e por pessoas que precisam de tratamentos de alto custo. Segundo Leatrice, há situações em que o médico indica determinado procedimento, mas a família encontra dificuldades para conseguir o atendimento pelo sistema público ou pelos planos de saúde.
“Às vezes o médico dá o laudo, mas aquele tratamento não está no rol da ANS ou do SUS. A família acaba precisando entrar na Justiça e depender de uma decisão judicial”, relatou.
Ela também chamou atenção para a realidade dos municípios menores, que muitas vezes não possuem recursos para custear tratamentos que podem chegar a R$ 200 mil ou R$ 300 mil. “A gente tem pais fazendo vaquinha para conseguir pagar tratamento dos filhos. É uma realidade que precisa ser discutida”, afirmou.
A segurança também aparece entre as pautas citadas por Leatrice, com destaque para a violência contra as mulheres e os casos de feminicídio. Já na infraestrutura, ela afirmou que pretende defender as demandas apresentadas pelos municípios e pela população da região Sul.
Durante a entrevista, Leatrice também falou sobre a importância de o deputado estadual manter proximidade com as comunidades e atuar como uma voz das regiões dentro da Assembleia Legislativa.
“Eu acredito que o deputado estadual precisa ser essa voz da região. Precisa estar presente, ouvir as pessoas e levar essas demandas para dentro da Assembleia”, disse.
Leatrice é formada em Direito e atua na área empresarial. Ela também contou durante a entrevista que sua trajetória profissional foi influenciada pela convivência com o irmão Edson, que era neurodivergente e faleceu. Antes do Direito, chegou a cursar Fisioterapia, motivada pelo desejo de compreender melhor as necessidades do irmão.
Filha de Edinho Bez, que exerceu sete mandatos como deputado estadual e federal, Leatrice afirmou que acompanhou a política catarinense desde a infância, mas que construiu sua própria trajetória profissional. O pai decidiu não disputar a eleição de 2026 e, em janeiro, ela decidiu colocar seu nome à disposição do MDB.
Ao final da entrevista, Leatrice agradeceu o espaço e falou sobre a rotina de viagens durante a campanha. “Eu queria agradecer o espaço e dizer que eu estou aqui com muita disposição para fazer acontecer. Estou bastante na estrada. Essa noite dormi pouco, estou aqui ainda, já me preparando para sair”, afirmou. Na sequência, pediu o apoio dos eleitores e fez referência ao número que foi utilizado pelo pai em sua trajetória política. “Eu saí com o número do meu pai, o 104. Então agora eu queria pedir o voto a todos, dizendo que o voto azul voltou, o voto azul lá da família Bez, agora através de uma mulher, com conhecimento jurídico e inovação. Então eu peço a todos que depositem a confiança e eu tenho certeza de que não os decepcionarei”, declarou.