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BLOG

Rádio Guarujá

Debate sobre incentivo na saúde leva sindicato a se manifestar em Orleans

Por Rádio Guarujá12/03/2026 10h45
Presidente do Sintramor, Janes Aparecida de Oliveira

Na manhã desta quinta-feira (12), o Jornal da Guarujá conversou com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Orleans (Sintramor), Janes de Lorenzi, sobre a retirada de pauta do Projeto de Lei nº 004/2026 e outros temas relacionados aos servidores públicos municipais.

O projeto, que estava em tramitação na Câmara de Vereadores de Orleans, trata da criação de um incentivo financeiro por desempenho no componente de qualidade da atenção primária à saúde. A proposta previa destinar 20% a mais do valor total aos enfermeiros chefes das unidades de saúde, considerando também a função administrativa exercida por esses profissionais.

Segundo a presidente do sindicato, o projeto foi encaminhado à Câmara sem conhecimento prévio do Sintramor. Ela explicou que existe um acordo com a administração municipal para que propostas que envolvam os servidores públicos sejam discutidas previamente com a entidade antes de serem enviadas ao Legislativo.

“Esse projeto de lei foi para a Câmara sem o conhecimento do sindicato. Como representantes de todos os servidores públicos municipais, precisamos avaliar o conteúdo antes de qualquer decisão”, afirmou.

A presidente destacou ainda que o incentivo financeiro existe no município desde o antigo programa PMAQ – Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica, implantado pelo Ministério da Saúde. Na época, conforme ela, os próprios servidores decidiram que os valores deveriam ser distribuídos de forma igualitária entre todos os profissionais da equipe.

Posteriormente, o programa foi substituído pelo Previne Brasil, mantendo a mesma lógica de divisão do incentivo. “Esse incentivo é uma espécie de prêmio concedido pelo Ministério da Saúde pelo desempenho das equipes. Sempre foi dividido igualmente porque todos os profissionais contribuem para o resultado, cada um dentro de sua função”, explicou.

Para a dirigente sindical, a maioria da diretoria do sindicato também entende que a divisão deve continuar sendo igualitária. “Todos têm o seu valor dentro da equipe. O médico não faz o trabalho da servente, assim como a servente não faz o trabalho do médico. Cada um contribui dentro da sua área e todos são importantes para o resultado final”, destacou.

De Lorenzi afirmou ainda que o sindicato não é contrário ao incentivo financeiro, mas defende que a discussão seja feita de forma transparente e com participação da categoria.

Assembleia discute reajuste e vale-alimentação

Durante a entrevista, a presidente do sindicato também falou sobre a assembleia online realizada na última terça-feira (10), que tratou do dissídio e do vale-alimentação dos servidores municipais.

Segundo ela, ficou definido que o reajuste salarial será de 4,30% para os servidores municipais e 5,40% para os professores.

Outro ponto acordado com o prefeito foi a reformulação do benefício de alimentação. A proposta prevê a extinção da atual lei do vale-assiduidade e a criação de um novo modelo de vale-alimentação, com pagamento de R$ 312 em dinheiro, além de um cartão vale-feira, que poderá ser utilizado para compras, incentivando também a valorização dos produtores rurais do município.

A presidente informou ainda que outras demandas da categoria deverão ser discutidas durante a reforma do plano de cargos e salários, que será realizada com acompanhamento do sindicato.

Banco de horas será opcional

Outro avanço mencionado foi a implantação do sistema de banco de horas para os servidores que desejarem aderir à modalidade. Segundo De Lorenzi, a medida atende a pedidos de parte da categoria.

Nesse modelo, o servidor poderá acumular horas trabalhadas além da jornada normal e terá até 90 dias para compensação. Caso o período não seja utilizado, as horas extras serão pagas normalmente.

Ela ressaltou que a adesão ao banco de horas será opcional. “Quem preferir continuar recebendo hora extra poderá manter o modelo atual”, explicou.

Eleição do sindicato

Por fim, a presidente lembrou que o sindicato realizará eleição na próxima segunda-feira. A atual diretoria concorre à reeleição.

A votação ocorrerá das 7h às 17h, com urnas itinerantes que irão percorrer os locais de trabalho dos servidores associados.

“Contamos com a participação dos servidores. O sindicato é importante porque organiza as demandas da categoria e mantém o diálogo com a administração municipal em busca de melhores condições de trabalho”, concluiu.

Confira entrevista completa

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Coorsel realiza Assembleia Geral Ordinária neste sábado em Treze de Maio

Por Rádio Guarujá11/03/2026 13h21
Foto/Redação

A Cooperativa Regional Sul de Eletrificação Rural (Coorsel) realiza neste sábado (14) a Assembleia Geral Ordinária  da cooperativa. O encontro ocorrerá no Salão Paroquial da Igreja São José, no município de Treze de Maio.

Conforme o estatuto social, a assembleia terá primeira chamada às 7h30, segunda às 8h30 e terceira e última chamada às 9h30, quando está previsto o início dos trabalhos.

Sobre o tema, o Jornal da Guarujá recebeu em seu estúdio, na manhã desta terça-feira (11), o presidente da cooperativa, Arilton Francisconi Cândido, o Xela, e o vice-presidente Frederico Hoepers Preve, o Fred.

Segundo o presidente, a assembleia é um dos momentos mais importantes para a participação dos associados nas decisões da cooperativa.

“É a hora de o associado participar, ver a situação da cooperativa, a situação financeira e discutir os assuntos que envolvem a nossa cooperativa”, afirmou.

De acordo com ele, durante a reunião serão apresentados relatórios e deliberações importantes para a gestão da entidade. A pauta inclui prestação de contas do exercício, votação das contas, eleição do Conselho Fiscal e escolha dos delegados da cooperativa.

Xela destacou que o encontro também é um espaço para que os associados apresentem sugestões, críticas e questionamentos. Ele ressaltou que a participação ativa dos cooperados contribui para o aprimoramento da gestão.

Segundo o presidente, as assembleias da cooperativa sempre procuram garantir espaço para que os associados possam se manifestar livremente. “A assembleia é justamente para o associado falar, criticar, sugerir e discutir o que precisa melhorar na cooperativa”, disse.

Sorteio de prêmios e confraternização

Além das deliberações administrativas, o encontro também contará com sorteio de brindes e momento de confraternização entre os associados.

De acordo com o presidente, após a conclusão da assembleia, prevista para por volta das 10h30, Serão sorteados itens como ar-condicionado, TV 43 polegadas, lavadoras automáticas, celulares, micro-ondas, fornos elétricos, fogões e fritadeiras elétricas.

“Nós vamos sortear aproximadamente mais de cem mil reais em prêmios para os associados”, destacou.

Em seguida, será realizado um almoço de confraternização com churrasco, já que há participantes que se deslocam de municípios mais distantes.

Participação dos associados

O presidente explicou que todos os associados podem participar da assembleia e das atividades programadas. No entanto, o direito a voto é restrito ao associado consumidor, conforme estabelece o estatuto da cooperativa.

Mesmo assim, ele reforçou que todos os cooperados podem acompanhar as discussões e participar do sorteio de prêmios.

“A assembleia é aberta para o associado participar, discutir e acompanhar as decisões da cooperativa”, ressaltou.

Obras e investimentos

Durante a entrevista, o presidente também comentou sobre os investimentos realizados pela cooperativa, como a construção de uma nova rede elétrica que beneficiará o município de Orleans.

Segundo ele, o projeto prevê 33 quilômetros de nova rede de energia, com investimento estimado entre R$ 18 milhões e R$ 20 milhões.

Xela informou que a obra já está avançada, com cerca de 60% a 70% de execução, e a previsão é que seja concluída e inaugurada no dia 1º de setembro.

“O objetivo é levar uma rede moderna e melhorar a qualidade do fornecimento de energia para a região”, explicou.

Ele destacou ainda que os investimentos realizados pela cooperativa ao longo da atual gestão devem chegar a cerca de R$ 50 milhões, considerando obras em redes, equipamentos e infraestrutura.

Segundo o presidente, a cooperativa tem conseguido realizar os investimentos com recursos próprios. “A cooperativa está com a situação financeira muito boa e conseguimos fazer esses investimentos sem precisar pegar financiamento”, afirmou.

Com a nova rede em funcionamento, a expectativa é que o fornecimento de energia se torne mais estável e que o tempo de restabelecimento em caso de falhas seja reduzido.

“O associado vai ter uma energia de mais qualidade e o retorno da energia em caso de problema será muito mais rápido”, concluiu.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=Xct_yVl0vv4

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Oposição critica votação de reforma administrativa em Orleans e aponta falhas no projeto

Por Rádio Guarujá11/03/2026 13h18
Foto/Redação

O Projeto de Lei Complementar nº 0001, de 2 de março de 2026, de autoria do Poder Executivo, que trata da estrutura, organização e funcionamento da Prefeitura de Orleans, foi aprovado em primeira votação na Câmara de Vereadores por 6 votos favoráveis e 5 contrários.

A proposta prevê mudanças na estrutura administrativa do município, permitindo novas contratações e a criação das secretarias de Esporte, Cultura e Turismo. O projeto já havia sido apresentado no ano passado, mas acabou sendo reprovado na época por falta de previsão orçamentária.

Com a aprovação em primeira votação, o projeto ainda deverá retornar à pauta na próxima sessão legislativa para segunda e última votação.

Todos os vereadores da oposição votaram contra a proposta. Sobre o tema, o Jornal da Guarujá conversou na manhã desta quarta-feira (11) com o vereador Dovagner Baschirotto (MDB), líder da oposição na Câmara, que explicou os motivos de manter o voto contrário.

Segundo o parlamentar, a análise da bancada levou em consideração tanto o projeto apresentado no ano passado quanto a nova versão encaminhada pelo Executivo. Ele relembrou que, na discussão anterior, uma das críticas foi o fato de diferentes temas estarem reunidos em um único texto.

“Na votação do ano passado a gente analisou o projeto e lembro que a vereadora Mirele (PSDB) se manifestou com relação ao projeto da Famor, que estava todo ele agregado no mesmo projeto. A gente pediu que, quando voltasse para a Casa, fosse desmembrado para a gente analisar e provavelmente votar a favor”, afirmou.

Baschirotto explicou que, nesta nova versão, houve mudanças como a retirada de pontos ligados à Famor, além da exclusão de alguns cargos e redução no valor de gratificações. Mesmo assim, ele afirma que o impacto financeiro ainda preocupa.

“Dessa vez até veio o impacto financeiro nas contas que fizemos, através da retirada da Famor do projeto e também da retirada de alguns cargos que estavam ali e da redução no valor da gratificação. Houve uma redução no impacto financeiro, mas essa redução não é tudo aquilo que se esperava”, disse.

Outro ponto citado pelo vereador foi a identificação de erros de redação no projeto durante a análise.

“Durante a leitura do projeto foram identificados vários erros de redação, inclusive artigos repetidos. Houve um trecho que chamou a atenção, e até o próprio procurador do município, ficou sem entender como aquela redação acabou sendo incluída no texto”, relatou.

Segundo o vereador, a oposição chegou a solicitar que o projeto fosse retirado da pauta para correções. Ele relatou que, na ocasião, foi pedido ao líder do governo, o vereador Osvaldo Cruzetta (PP) que a proposta fosse retirada e reapresentada posteriormente com uma nova redação, para que pudesse ser analisada novamente pelos parlamentares. No entanto, afirmou que houve imposição para que o texto fosse mantido na pauta e levado à votação, mesmo diante dos apontamentos feitos durante a análise.

O vereador também criticou a possibilidade de ampliação da estrutura administrativa, especialmente com a criação de novas secretarias.

“Com relação à criação dos cargos, as secretarias continuam todas de novo. De seis vai passar para nove secretarias. O que era departamento vai virar secretaria e automaticamente vai onerar a folha. Uma coisa é você ser diretor de departamento, outra é secretário”, argumentou.

Além disso, Baschirotto demonstrou preocupação com o que considera ampliação de poderes do Executivo.

“O projeto dá plenos poderes para o Executivo, inclusive em relação ao valor de cargos comissionados através de decreto. Então quer dizer, a Câmara está dando plenos poderes ao prefeito”, afirmou.

Durante a entrevista, o vereador também comentou a mudança de posicionamento do presidente da Câmara, Murilo Hoffmann (Novo), que no ano passado havia votado contra o projeto e agora se manifestou favoravelmente. Segundo Baschirotto, na legislatura anterior Murilo chegou a apresentar um parecer, por meio de seu partido, apontando diversos pontos do projeto, especialmente relacionados ao impacto financeiro, o que resultou em voto contrário. Neste ano, no entanto, ele afirmou que o presidente votou a favor da proposta e teria mencionado, durante reunião das comissões, que não havia lido o projeto, situação que, na avaliação do vereador, gera questionamentos sobre a mudança de posicionamento.

A votação da proposta foi definida justamente pelo voto de desempate do presidente da Casa. Mesmo assim, Baschirotto acredita que o cenário dificilmente deve mudar na próxima sessão.

“Provavelmente o resultado deve se repetir. Eu até tinha uma viagem marcada para Brasília, mas por enquanto ela está adiada. Vou permanecer no município, manter meu voto contrário e espero que até lá os vereadores analisem melhor o projeto”, concluiu.

Caso seja aprovado também em segunda votação, o projeto seguirá para sanção do prefeito e poderá entrar em vigor nos próximos meses.

Confira entrevista completa
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Sessão da Câmara de Orleans é marcada por tensão, carta aberta de enfermeiros e homenagem ao Dia das Mulheres

Por Rádio Guarujá11/03/2026 13h11
Foto/Redação

Com casa cheia, a 6ª sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Orleans, realizada na noite desta segunda-feira (9), foi marcada por debates intensos, manifestações de servidores da saúde, leitura de uma carta aberta à população e homenagens ao Dia Internacional da Mulher.

Entre os diversos projetos em pauta, o que mais gerou discussão foi o Projeto de Lei nº 0004, de 2 de março de 2026, de autoria do Executivo Municipal. A proposta trata da distribuição de um incentivo financeiro proveniente do Ministério da Saúde destinado à atenção primária nos municípios.

O projeto prevê que o recurso seja dividido entre os servidores das unidades básicas de saúde, com um adicional de 20% destinado aos enfermeiros responsáveis pela gerência das unidades. A justificativa é que esses profissionais são responsáveis pela administração das equipes e pelo acompanhamento dos indicadores de desempenho exigidos pelo programa federal.

A proposta dividiu opiniões entre vereadores, profissionais da saúde e representantes sindicais.

Tensão entre vereadores

Durante a sessão, a vereadora Maiara Dal Ponte Martins (MDB), que também atua como enfermeira em uma unidade básica de saúde do município, defendeu a proposta e explicou que o incentivo financeiro está relacionado ao desempenho das equipes e à gestão dos indicadores da atenção primária.

Segundo ela, caso as metas sejam atingidas, o valor destinado aos servidores pode chegar a cerca de R$ 453, enquanto os enfermeiros responsáveis pela coordenação das unidades receberiam aproximadamente R$ 100 a mais, em função das responsabilidades administrativas e de gestão.

“Os enfermeiros são responsáveis por gerenciar a unidade básica de saúde, organizar os indicadores e acompanhar o desempenho da equipe. Esse adicional é justamente por essa função de coordenação”, afirmou.

Já o vereador Joel Cavanholi (PL) se posicionou contra a diferença no repasse e defendeu que o valor seja distribuído de forma igualitária entre todos os profissionais das unidades de saúde.

De acordo com ele, o pedido de retirada do projeto da pauta ocorreu para que o tema fosse melhor discutido antes da votação.

“Eu não sou contra o projeto. O que eu questionei foi a diferença dos 20% para os enfermeiros. Esse recurso vem para todos os funcionários e eu entendo que poderia ser dividido igualmente”, disse.

O vereador também afirmou que sua manifestação ocorreu durante reunião das comissões e que um vídeo mostrado durante a sessão pelo vereador Dovagner Baschirotto (MDB) teria  sido tirado de contexto e apresentado apenas um trecho da discussão.

“Foi feito um recorte da gravação. Não mostraram o que foi falado antes e depois. Parece que tentaram construir a imagem de que eu estaria atacando uma categoria, o que não é verdade”, declarou.

Carta aberta e reação dos enfermeiros

A polêmica ganhou novos contornos após enfermeiros da atenção básica elaborarem uma carta aberta à população. O documento foi lido durante a sessão e entregue à presidência da Câmara.

Segundo a vereadora Maiara, a carta foi motivada por falas atribuídas ao vereador Joel durante a reunião das comissões e por um vídeo publicado nas redes sociais. No entendimento dos profissionais, as declarações teriam desqualificado o trabalho da enfermagem na rede municipal.

A vereadora relatou ainda que, após a repercussão do caso, os enfermeiros responsáveis pelas Estratégias de Saúde da Família (ESFs) comunicaram ao Executivo a decisão de deixar as funções de coordenação das unidades.

“Os enfermeiros entenderam que houve um desrespeito ao trabalho que realizam. Então foi oficializada a saída deles da coordenação das unidades, ficando agora a cargo do Executivo definir quem assumirá essas funções”, explicou.

Posicionamento do sindicato

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Orleans e Região (Sintramor), Janes de Lorenzi, também se manifestou sobre o tema.

Segundo ela, o sindicato defende que projetos que envolvam servidores sejam discutidos previamente com a entidade. No caso do PL 004, ela afirmou que o sindicato não teve conhecimento prévio da proposta.

“Existe um acordo com o prefeito de que projetos que envolvam os servidores sejam encaminhados para a Câmara com o conhecimento do sindicato. Esses projetos vieram sem esse diálogo”, afirmou.

Janis explicou que o sindicato participou de reunião com vereadores na sexta-feira para tratar do assunto e informou que uma comissão formada por alguns servidores participou da elaboração da proposta, mas que nem todos os trabalhadores foram representados nesse processo.

“Como presidente do sindicato eu represento todos os servidores. Seria injusto tomar uma decisão apenas com base em uma comissão formada por alguns profissionais. Precisamos avaliar o projeto com mais cuidado”, disse.

Ela destacou ainda que o sindicato prefere que as questões sejam resolvidas por meio do diálogo.

“Eu sempre prefiro quando há acordo e entendimento. As coisas precisam ser resolvidas conversando. Mas, como presidente do sindicato, precisei agir dessa forma para garantir que todos os servidores sejam ouvidos”, afirmou.

Janis também respondeu a questionamentos feitos durante a sessão sobre possíveis manifestações em grupos de WhatsApp. Ela negou ter feito comentários ofensivos e afirmou que apenas comunicou aos servidores que o projeto havia chegado à Câmara sem o conhecimento do sindicato.

“Eu apenas informei no grupo das agentes de saúde que os projetos tinham vindo para a Câmara sem passar pelo sindicato. Não fiz comentários ofensivos como foi dito”, declarou.

O projeto foi retirado de pauta  para que ele seja analisado novamente antes da votação.

A expectativa é de que a proposta volte a ser discutida na próxima sessão, após novas conversas entre o Executivo, o sindicato e os servidores da área da saúde.

Homenagem às mulheres

Apesar do clima de tensão em torno do projeto, a sessão também contou com homenagens ao Dia Internacional da Mulher, celebrado no último domingo (8).

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