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Adriano Silva confirma pré-candidatura a vice-governador de Santa Catarina

Em entrevista ao Jornal da Guarujá, prefeito de Joinville afirma que aceitará convite de Jorginho Mello e deverá renunciar ao cargo em abril

Por Rádio Guarujá30/01/2026 13h35
Imagem/Reprodução Instagram

Em entrevista exclusiva ao Jornal da Guarujá, o prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo), confirmou que aceitou o convite do governador Jorginho Mello (PL) para ser pré-candidato a vice-governador de Santa Catarina nas eleições de outubro de 2026. Para concorrer ao cargo, Adriano afirmou que precisará renunciar à Prefeitura de Joinville no início de abril, conforme exige a legislação eleitoral.

Segundo o prefeito, a decisão foi difícil, especialmente pelo vínculo construído com a cidade ao longo de dois mandatos.
“Foi uma decisão bastante difícil, porque eu gosto demais de ser prefeito. Eu amo o que eu faço. Tenho um apego muito grande à cidade”, afirmou.

Adriano relembrou sua trajetória pessoal e política, destacando que entrou na vida pública motivado pela insatisfação com a forma como Joinville vinha sendo administrada. Empresário e bisneto do fundador do Laboratório Catarinense, ele disse que optou por deixar a iniciativa privada para atuar diretamente na gestão pública.
“Eu decidi sair da indignação para a ação. Eu estava desgostoso de como a cidade estava sendo administrada e resolvi ser candidato pelo Partido Novo”, relatou.

O prefeito ressaltou que sua gestão adotou um modelo diferente do tradicional, priorizando critérios técnicos na escolha do secretariado.
“Nós fizemos uma política bem diferente do que as pessoas estavam acostumadas. Fizemos processo seletivo para escolher secretários e diretores, e isso acelerou muito as entregas em Joinville”, destacou.

De acordo com Adriano, esse modelo permitiu avanços expressivos, especialmente em infraestrutura.
“Tem obras aqui que estavam prometidas há 30 anos e que hoje estão entregues. Só de pontes, já temos mais de cinco, três inauguradas e outras em construção”, exemplificou.

Sobre a reeleição, Adriano enfatizou que o resultado expressivo nas urnas reforça a aprovação do modelo de gestão.
“Fui reeleito com quase 80% dos votos, e minha vice-prefeita, Rejane Gambin, que está comigo desde o início, está totalmente preparada para assumir a prefeitura, junto com um secretariado técnico”, afirmou.

Ao comentar o convite feito pelo governador Jorginho Mello, Adriano explicou que dois pontos foram determinantes para aceitar o desafio.
“O governador me disse duas coisas que pesaram muito. A primeira é a importância da união da direita em Santa Catarina, um estado que dá certo. A segunda é o desejo de ter um vice-governador ativo, com experiência administrativa, que ajude a conduzir o Estado”, explicou.

Ele também destacou o perfil de Jorginho Mello como um governador próximo dos municípios.
“Ele é um governador extremamente presente, que vai às cidades, escuta os prefeitos e tenta encontrar soluções. É nas cidades que a vida do cidadão acontece”, disse.

Questionado sobre o papel que pretende exercer caso a candidatura se confirme, Adriano afirmou que não aceita uma posição apenas simbólica.
“Eu disse ao governador que gostaria de ser um vice que arregaça as mangas, que trabalha, que ajuda a conduzir o Estado. Foi assim que eu trabalhei com a minha vice em Joinville”, declarou.

A entrevista também abordou o cenário político estadual e nacional, incluindo a formação de chapas para o Senado e a montagem das nominatas do Partido Novo. Adriano afirmou que o partido ainda está em processo de construção e aberto a novas lideranças.
“Nós ainda temos vagas. Quem quiser ser candidato a deputado estadual ou federal pelo Novo, o partido está aberto. Queremos uma nominata forte”, afirmou.

Ao falar sobre o desempenho do Novo em Orleans, Adriano avaliou positivamente o resultado do partido na primeira eleição municipal disputada na cidade.
“Mesmo não vencendo o Executivo, fazer um vereador e assumir a presidência da Câmara é uma grande conquista. Mostra que o Novo está criando espaço e formando lideranças”, disse.

Para ele, o crescimento do partido está diretamente ligado à entrada de pessoas que antes não participavam da política.
“Na política não existe vácuo. Se as pessoas indignadas não participarem, os mesmos vão continuar. O Novo tem sido essa porta de entrada”, concluiu.

Confira entrevista completa

https://www.youtube.com/watch?v=nE8cqjyJ74Y

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