Carol De Toni confirma pré-candidatura ao Senado e defende mobilização para 2026
Deputada afirma que eleições serão decisivas para o futuro do país e reforça permanência no PL
A deputada federal Carol De Toni afirmou que o Brasil vive um momento decisivo e que as eleições de 2026 serão determinantes para o futuro do país. Segundo ela, a mobilização popular será fundamental para definir os rumos da nação.
Em entrevista ao Jornal da Guarujá, a parlamentar confirmou sua pré-candidatura ao Senado pelo Partido Liberal (PL) em Santa Catarina. A definição ocorreu após reunião com o governador Jorginho Mello, o senador Flávio Bolsonaro, o vereador Carlos Bolsonaro e o presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto.
“Desde o início eu falei que era minha vontade de permanecer no partido e nós tivemos uma reunião muito boa com o Flávio Bolsonaro, com o Carlos Bolsonaro, com nosso governador que está indo à eleição e também com o Valdemar, que é o presidente nacional, e todos me deram muita tranquilidade. De que realmente esse é o melhor para Santa Catarina, estaremos todos juntos”, declarou.
Ela afirmou estar aliviada com o desfecho das tratativas internas. “Estou aliviada realmente dessa situação ter terminado. A gente não queria que tivesse se alongado tanto e agora a gente vira essa página e começa um desafio muito maior.”
Segundo a deputada, o principal desafio é político. “O desafio maior para nós é tirar o PT da presidência do poder porque o brasileiro não aguenta mais pagar tributo, não aguenta mais chegar no mercado e não conseguir fazer as compras direito por conta da má administração pública do governo Lula.”
Questionada sobre o atual cenário do país, Carol De Toni afirmou que o Brasil precisa de “pessoas de coragem”.
“O Brasil precisa de pessoas de coragem para poder denunciar o que está no centro do poder. E se a gente não tiver pessoas corajosas pra ir lá e denunciar os maiores poderosos do Brasil pra buscar cumprir a lei, pra buscar o que é certo, que exemplo a gente vai estar dando pro cidadão comum pra ele poder cumprir a lei se as próprias autoridades maiores do país não cumprem?”
Ela também comentou o apoio recebido da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro durante o período de indefinição dentro do partido.
“A Michelle é outra mulher corajosa que a gente admira muito e ela desde o início, ela me defendeu, esteve me apoiando em todas as conversas. Independente do problema que a gente estava enfrentando, ela deu a palavra e ela cumpriu.”
Sobre a decisão de manter a candidatura mesmo diante de pressões, afirmou: “A partir do momento que eu percorri o estado de Santa Catarina inteiro pedindo apoio pra fazer essa mudança, eu comecei a receber apoio de muitas lideranças. Isso transcende a questão de partido, tem mais a ver com as ideias e os ideais que a gente acredita pra política.”
Pedido de impeachment e pautas no Congresso
A deputada também comentou o pedido de impeachment protocolado contra 16 ministros do governo federal.
“Eles simplesmente não respondem os nossos pedidos de informação. O artigo 50 da Constituição é muito claro ao dizer que o ministro tem o dever funcional de responder em 30 dias. Se ele não responde, ele comete crime de responsabilidade. A gente estava cansado de fazer mais de 50 requerimentos de informação e eles simplesmente não responderem.”
Para ela, a oposição seguirá atuando de forma firme no Congresso. “Cada semana temos um grande desafio para tentar mostrar que na verdade tudo que a esquerda quer fazer é enganar o povo e não fazer isso em benefício do povo brasileiro.”
Eleições presidenciais
Ao comentar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, Carol De Toni afirmou que ele está motivado.
“O Flávio, ele tá muito imbuído de uma excelente intenção em prol do Brasil. Ele até se emocionou no nosso encontro porque tinha acabado de visitar o pai dele, viu as condições precárias que o nosso presidente Bolsonaro está sendo submetido.”
A deputada também mencionou o desempenho do senador nas sondagens eleitorais.
“E realmente ele tem crescido muito nas pesquisas. Que nos dá um otimismo muito grande de saber que o destino do Brasil está nas nossas mãos. Vai depender de cada um de nós trabalhar esse ano para a gente tirar a esquerda do poder e eleger um presidente de direita, que vai ser o Flávio Bolsonaro. Tenho convicção disso.”
Confira entrevista completa